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quinta-feira, 13 de março de 2014

Mt. Gox, uma vez que o maior mercado cambial Bitcoin lá fora, fechou, colocando um fim amargo a uma situação de quase-longo mês em que todos os saques foram interrompidas por causa de "problemas técnicos".


Como os clientes não foram capazes de mover seus fundos para fora do Mt. Gox, a casa de câmbio mais famosa do mundo tornou-se essencialmente isolada do resto do ecossistema Bitcoin, tornando o preço Bitcoin negociadas em MT. Gox despencar para um preço tão baixo quanto $ 100 para 1 BTC antes da troca ficar completamente offline. Os roubos de Pononix e Flexcoin provavelmente contribuiu para o aumento da incerteza sobre o futuro do Bitcoin. Não podemos dizer que foi imprevisto.


Em previsão para 2014, já foi declarado os ataques aos Bitcoins, principalmente aos pools e as trocas de Bitcoins entre usuários, vão ser os pricipais temas do ano. Estes ataques são bem favoráveis aos cyber criminosos já que o custo/benefício é alto.

Enquanto o incidente do MT. Gox pode ser o mais significativo na história do Bitcoin hoje em dia, uma vez que é espalhado boatos para valer 744.408 Bitcoins, ou mais de US $ 300 milhões, em preços atuais BTC, a única questão que permanece sem resposta é o que realmente causou.

Para recuperar a confiança em cryptocurrency, trocas de Bitcoin deve colocar a segurança em primeiro lugar. 

A maleabilidade do ataque na transação não envolve necessariamente uma fonte, embora alguém com acesso direto ao sistema de transação pode fazê-lo com muito mais facilidade. É, claro, possível, que o ataque foi feito inteiramente a partir do exterior, embora Mt . Gox deve, então, ter informações completas sobre a pessoa responsável pelo ataque, simplesmente porque eles estariam novamente solicitando os fundos mais e mais, citando erros de rede e ao fato de que a retirada não foi recebida.

A única coisa que resta a fazer agora é esperar que as agências de aplicação da lei para terminar a sua investigação sobre o incidente e espero que Mt. Gox e outras partes envolvidas estão a cooperar com as autoridades locais para identificar os indivíduos responsáveis ​​e tentar recuperar os danos.

Fonte: Kaspersky

segunda-feira, 10 de março de 2014

No entanto, outra instituição Bitcoin teve seus cofres drenadas por hackers e será forçado a encerrar como resultado.

Auto- denominado "Banco Bitcoin" Flexcoin tem dito aos seus clientes que o roubo de seus Bitcoins, no valor de 610.000 dólares ( £ 366,000 ), tem levado a empresa ao longo de um penhasco. A partir de agora, o site disse que vai ser desligar e suspender o seu serviço.

De acordo com Flexcoin , o assalto ocorreu em 2 de março, quando os hackers foram capazes de atacar e remover 895 BTC armazenados em carteiras online da empresa. Você pode acompanhar o movimento da crypto moeda roubada aqui e aqui.

"Como Flexcoin não tem os recursos ativos, ou de outra forma de voltar a partir desta perda, estamos fechando nossas portas imediatamente", disse o biz.

É importante ressaltar que Flexcoin também manteve BTC de alguns clientes em carteiras "frias" , que são armazenados off-line e fora do alcance dos hackers. A empresa disse que os fundos armazenados nessas carteiras frias não foram comprometidos, e podem ser recuperados por meio de um processo de verificação de identidade.

Outros usuários, no entanto, estão sendo direcionados para a página Termos de Serviço, no qual se constata que a empresa (o que sobrou dele) não é responsável pela perda de Bitcoin Flexcoin.

Divulgando-se como tendo resolvido "quase todos os problema que existe com a moeda Bitcoin hoje", Flexcoin tinha oferecido armazenamento "quente" e "frio", bem como serviços de processamento para os comerciantes que querem aceitar transações Bitcoin. A empresa havia tentado ganhar dinheiro com a cobrança das taxas de determinadas transações, mas também ofereceu transporte gratuito Bitcoin-a-Bitcoin.

A paralisação marca a segunda vez em poucas semanas uma troca Bitcoin foi forçado a desligar depois de ter sido invadida por hackers.

Após semanas de especulações e protestos de usuários, a troca MtGox finalmente admitiu ao processo de falência. Essa empresa deixou em aberto uma vulnerabilidade conhecida em seus sistemas de manuseio de Bitcoin que permitiram que um ou mais atacantes para furtar cerca de 750 mil Bitcoins e deixar o local com uma dívida de US $ 63.8m.

Flexcoin disse em fevereiro que não foi afetado pelo ataque a MtGox.

Fonte: The Register

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014


Você se lembra de quando falamos sobre aqueles computadores colossais desenvolvidos especialmente para minerar bitcoins ? Pois é, eles já ficaram para trás. Viraram brincadeira de criança. Com o aumento exponencial da popularização e valorização dos BTCs, torna-se cada vez mais difícil ganhar quantidades razoáveis da criptomoeda.

E, da mesma forma, são necessários hardwares ainda mais complexos e poderosos capazes de trabalhar ininterruptamente, concentrados no único objetivo de gerar o máximo de dinheiro virtual que for possível.

O investimento necessário para adquirir ou montar um maquinário desses é capaz de desanimar até o mais ávido amante das moedinhas digitais, mas não é um problema suficientemente complicado para a empresa chinesa conhecida como AsicMiner. Conhecida por vender equipamentos de mineração direto para o consumidor (alguns deles podem inclusive ser encontrados em território brasileiro ), a companhia parece estar disposta a fazer o que for preciso para continuar lucrando com o mercado de bitcoins.

Recentemente, o jornalista e empreendedor chinês Xiaogang Cao (também conhecido pelo pseudônimo “Winnie” Cao) publicou uma série de fotografias perturbadoras em um blog asiático especializado em criptomoedas. Trata-se das primeiras imagens de uma verdadeira fortaleza de mineração criada pela AsicMiner, que reservou um andar inteiro para montar uma espécie de “datacenter de mineradoras” em um prédio da cidade de Kwai Chung, Hong Kong.


Mineração levada a sério


O estabelecimento (que é descrito por Cao como “tão silencioso quanto uma biblioteca”) abriga centenas de placas de processamento e avançados sistemas de refrigeração que mantêm todos os computadores operando em uma condição térmica apropriada. De acordo com o jornalista, a construção do complexo foi iniciada em agosto de 2013 e foi finalizada em apenas três meses; em outubro do mesmo ano, as máquinas já iniciaram seu trabalho de mineração.

Infelizmente, as informações mais relevantes – quanto custaram as obras e quanto em BTC as máquinas conseguem gerar – não foram divulgadas, mas a AsicMiner certamente deve ter feito um negócio com um excelente custo-benefício. Cao também observa que a companhia é dona de outras construções semelhantes, mas cujos endereços ou capacidades não são revelados. Esses chineses...


Quem quer ser um milionário?

Mas não se preocupe: há formas de participar dessa “corrida pelos bitcoins” sem um investimento tão alto quanto o feito pela AsicMiner. Há uma série de empresas especializadas que continuam atualizando seus produtos e comercializando máquinas preparadas especialmente para a prática de mineração por um preço que pode ser considerado justo – óbvio, se você pensar nos lucros a longo prazo. No momento em que esta matéria foi escrita, um BTC estava valendo US$ 904 (ou R$ 2,2 mil de acordo com o Mercado Bitcoin ).

Sendo assim, talvez valha a pena gastar US$ 5,9 mil (R$ 14,1 mil sem adição de impostos) em uma CoinTerra TerraMiner IV , uma das melhores máquinas de mineração disponíveis atualmente no mercado. Ela é composta por quatro chips da Asic de 500 GH/s de potência cada um; juntos, eles totalizam 2 TH/s capazes de gerar quase 1 BTC por dia. Coolers de água são responsáveis por manter o PC funcionando sem fritar os seus próprios componentes. O próximo lote desses brinquedinhos deve ser enviado aos compradores em meados de abril, mas a pré-venda já está esgotada.

Se você estiver procurando algo ainda mais barato, o jeito é adquirir o modelo mais simples da família Fast-Hash One Silver, fabricada pela Virtual Mining Corp . O equipamento possui uma potência baixa (64 GH/s), mas é bem mais compacto do que outras máquinas do tipo e possui a vantagem de ser expansível (ou seja, você poderá melhorar seu desempenho posteriormente caso deseje). Outro ponto positivo das Fast-Hashs é a possibilidade de organizá-las em hacks estilo datacenter. Cada unidade está saindo por US$ 1,5 mil (R$ 3,5 mil sem impostos).

Um futuro incerto

O fato é que, como sempre, o mercado de bitcoins está um tanto instável. Enquanto investidores especializados afirmam que a tendência é que a moeda aumente de valor, a China tem complicado bastante a vida dos usuários desse sistema econômico alternativo. Vários bancos asiáticos foram proibidos de trabalhar com a criptomoeda, o que causou uma desvalorização passageira em dezembro de 2013.

Por outro, tem crescido cada vez mais o número de serviços e estabelecimentos que aceitam BTCs normalmente. Vale lembrar que uma concessionária cadanense chocou o mundo no fim do ano passado ao vender um Tesla Model S por cerca de 55 bitcoins para um consumidor anônimo. E não para por aí: até a Virgin Galatic mostrou interesse em aceitar dinheiro digital como pagamento para futuras viagens especiais.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Os irmãos Winklevoss - Cameron e Tyler - mais conhecidos como os remadores olímpicos dos EUA que mantiveram uma ação longa e dolorosa contra o Facebook, alegando que o Mark Zuckerberg roubo deles a idéia para o site.
Os irmãos são também grandes entusiastas da moeda Bitcoin, e Cameron Winklevoss foi ao Reddit para conversar sobre a moeda, prevendo que em um futuro a moeda irá valorizar muito e mostrando seu entusiasmo com o Bitcoin.
Ele junto com seu irmão estão investindo pesadamente no Bitcoin, alegando que a moeda irá valorizar cerca de 45 vezes o seu valor atual (cerca de 900 dólares no momento).
"O cenário para Bitcoin é de 400 bilhões de USD de valor de mercado do dólar, então 40.000 dólares por moeda, mas acredito que ele poderia ser muito maior. Quando isso vai acontecer, se acontecer, eu não sei, mas se isso acontecer , ele provavelmente vai acontecer muito mais rápido do que qualquer um imagina ", escreveu Winklevoss.
Ele também escreveu que nunca vendeu um de seus bitcoins, que ele considera uma commodity. Ele também ressalta o fechamento do mercado negro de drogas Silk Road, que usava Bitcoins para suas transações.
"O encerramento do Silk Road, e resultando ganhos de preços demonstrar como a demanda por BTC tem pouco a ver com as transações ilícitas. Se por algum motivo, Silk Road estava segurando Bitcoin para desproporcionalmente dominar sua narrativa de uma forma negativa."
Fonte: Mashable

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Depois de muito estudar e testar coisas sobre esse assunto, e aproveitando que está meio em alta, eu resolvi parar um tempo e criar um post sobre bitcoins, um meio justo (nem tanto) e legal de ganhar dinheiro com seu PC.


Bitcoin não é dinheiro, e sim uma moeda virtual, similar as moedinhas de alguns jogos por ai, mas um pouco mais abrangente que isso, explicarei mais para frente. Bitcoins podem ser usados para comprar objetos e serviços em locais que aceitam essa moeda, similar ao PayPal, posso comprar em um site fora do Brasil sem ter cartão de crédito internacional se este site aceite o PayPal.

A real diferença de um Bitcoin e de um dinheiro real é que o Bitcoin é completamente anonimo, não tem números de controle ou coisas do gênero que podem ser usados para investigar ou rastrear possíveis compradores ou vendedores.

O Bitcoin também não tem uma entidade reguladora, é feito pelos usuários, é diferente de tudo que você já viu, imagino que deve estar cheio de dúvidas e pensando que isso é a coisa mais complicada do mundo, mas não é. De todos aqueles meios que existem por ai de "Ganhe dinheiro com a internet" ou "Ganhe dinheiro com seu PC", acredito que este seja o único método realmente eficaz, mas já aviso que não será fácil.

No momento que eu estou escrevendo este post, 1 (um) Bitcoin está valendo aproximandamente US$ 80,00. Sim, 80 obamas! Então vale a pena entrar nessa, você não perde nada, só tem a ganhar, mas a velocidade que você vai ganhar depende muito da capacidade de processamento de seu computador.
Neste ponto você já deve estar querendo saber como ganhar essa grana com seu PC então vamos lá! Existem 2 modos de se ganhar dinheiro com Bitcoins, ou você compra e vende como se fosse um mercado de ações normal, que é o mais simples e arriscado, porque você vai ter que usar seu dinheiro para comprar os Bitcoins em baixa e vender em época de alta, ou o modo não tão simples, sem riscos e quase sem custos, usando sua maquina para minerar os Bitcoins.

A mineração de bitcoins funciona assim: você recebe um hash ou um pedaço de um hash, dependendo se está trabalhando sozinho ou em grupo, e o que você deve fazer é quebra-lo e devolve-lo para quem o enviou. Assim que o trabalho estiver concluído você recebe seu pagamento e automaticamente já recebe outro hash e o processo recomeça. Você não precisa de conhecimentos em criptoanálise para quebrar esses blocos que chegam para você, só é necessário ter o cliente que ele se encarrega do resto.
Agora que vem o problema do negócio, o poder computacional. Todo mundo que já fez um bruteforce na vida sabe que para quebrar uma senha relativamente complexa com um PC convencional normalmente leva mais de 100 anos, e o Bitcoin não é diferente. Para ilustrar a taxa de ganhos confira a imagem abaixo: 


Esse teste eu rodei no meu MacBook Pro 2010 com 4GB de RAM, placa de video de 512MB e processador Core 2 Duo. Não é grande coisa minha máquina mas da para ter uma idéia. Como pode-se ver no campo Approx. mint speed eu vou conseguir em torno de 0,0002 Bitcoin por dia que o minerador fica ligado. Fazendo uns calculos simples com um pouco mais de 1 ano operando em 24/7 eu consigo 1 Bitcoin :).

Se você quiser testar sua máquina baixe o app java deste site.

Acredito que você já deve ter baixado o app, testado sua potência e desanimado como eu desanimei, mas eu avisei no inicio que não seria fácil.

Com algumas pesquisas rápidas na interwebs encontrei discussões sobre a máquina ideal para minerar, que descontando os custos com eletricidade (que não devem ser poucos) da em torno de 1000 dólares em Bitcoins por mês. Mas não se anime se você não tem muita grana para gastar, essas belezinhas tem apenas 6 Placas de Vídeo NVidia Tesla de 6GB. Para ter uma idéia, cada placa dessas custa atualmente em torno de R$ 7.000,00, somando tudo isso e mais um pouco para manter tudo isso funcionando pode preparar 50 mil dilmas para montar essa máquina, que pra quem mora nos EUA até compensa e ela se paga depois de alguns meses de mineração.

E por em quanto era isso sobre Bitcoins. Mas como eu sou um gamer hardcore vou comprar um computador bem potente para meus jogos e nas horas vagas se conseguir pelo menos 1 bitcoin por mês quem sabe me animo a postar mais algumas coisas sobre.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013



Dois cientistas da computação afirmam ter encontrado uma falha fatal no protocolo que define a bitcoin, a moeda virtual que vem se valorizando explosivamente nos últimos meses. Eles dizem que a falha é tão grave que pode provocar o colapso da moeda.

A falha foi encontrada por Emim Gün Sirer e Ittay Eyal, ambos da Universidade de Cornell, no estado americano de Nova York. O problema tem relação com a maneira como as bitcoins são produzidas. Isso é feito por meio de algoritmos matemáticos, já que a moeda é basicamente um código.

Quando as bitcoins apareceram, em 2009, a maneira de obtê-las era pôr um computador para trabalhar gerando os códigos, atividade que é conhecida como mineração. Hoje, é mais comum alguém comprar bitcoins do que minerá-las.

O algoritmo que produz as bitcoins faz com que a mineração se torne cada vez mais difícil. Há um limite de 21 milhões de bitcoins em circulação. Quanto mais perto se chega desse limite, mais poder computacional se torna necessário para minerar a moeda.

Por causa disso, mineradores passaram a se unir, formando redes cada vez maiores com muitas máquinas trabalhando em paralelo. 

O que Sirer e Eyal descobriram é que, quando uma dessas redes de processamento paralelo cresce muito, ela passa a obter mais do que a parte que lhe caberia. Isso pode trazer um desequilíbrio fatal para o sistema.

“Quando se chega a essa ponto, o valor da bitcoin entra em colapso. A moeda passa a ser controlada por uma única entidade. Ela deixa de ser descentralizada”, diz Sirer em seu blog. 

“A entidade controladora pode determinar quem participa da mineração e quais transações são efetivadas. Pode até desfazer transações”, acrescenta ele. 

Sirer e Eyal dizem ter desenvolvido uma correção que poderia atenuar o problema. Se ela for implantada, o sistema que embasa a bitcoin estará seguro desde que nenhum grupo controle 25% ou mais do poder computacional usado na mineração.

Eles reconhecem, porém, que essa solução pode não ser eficaz. “Existem grupos de mineradores que comandam mais de 25% do poder computacional. No passado, já houve grupos que detinham mais de 33%”, diz Sirer.

No blog de Sirer, várias pessoas contestam seus argumentos. Alguns dizem que a falha já era conhecida e, até hoje, não causou problemas práticos. A discussão deve prosseguir até que outros especialistas tenham confirmado ou negado as afirmações de Sirer e Eyal.

Ao menos por enquanto, o mercado parece não ter se abadado com a revelação dos dois pesquisadores. A moeda está sendo negociada hoje por cerca de 250 dólares contra cerca de 215 dólares neste último domingo. A cotação subiu 16% em apenas três dias.

Fonte: Revista Info

terça-feira, 29 de outubro de 2013


Três amigos do ensino médio de uma pequena cidade canadense dizem que eles vão "virar a chave" por primeiro do mundo do bitcoin na próxima semana. Ele vai operar perto da entrada de uma casa de café centro de Vancouver.

Construído por uma empresa de Nevada chamada Robocoin, a máquina vai trocar bitcoins em dinheiro e vice-versa. Bitcoin é a moeda digital mais popular do mundo, e que só existe na internet, mas pode ser trocado por dólares e euros tradicionais . Embora bitcoin começou como tecnologia de nicho abraçada principalmente por geeks de internet, que está gradualmente se espalhando não apenas para pessoas comuns, mas para o mundo todos os dias.

Para comprar bitcoins com a ATM Robocoin, você precisa fazer uma varredura da palma da mão e, em seguida, encher a máquina com o máximo de 3.000 dólares canadenses por dia (cerca de 2900 dólares EUA) . A máquina, então, faz a comércio na VirtEx do Canadá e move o dinheiro para sua carteira bitcoin online. A digitalização de palma é para impedir as pessoas de fazerem mais de US$ 3.000 em valor das transações, para não entrar em conflito com as leis anti-lavagem de dinheiro do Canadá, diz Mitchell Demeter, um dos novos donos do Robocoin.


Demeter é co-fundador de uma empresa de comércio de bitcoin de Vancouver chamado Bitcoiniacs. Ele e dois amigos do ensino médio de Sechelt, British Columbia, abriram uma loja no centro de Vancouver, há alguns meses, com a idéia de construir uma série de lojas de troca de bitcoin em todo o Canadá. Em seguida, eles ouviram sobre os Robocoins. "Eles são, basicamente, a nossa loja, mas automatizado", diz ele.

Demeter e seus sócios pagaram mais de $ 90.000 - 18,500 dólares cada - por cinco Robocoin ATMs e estão esperando para colocá-los em outros locais no Canadá. O que vai acontecer na próxima semana será a primeira instalação permanente de um ATM bitcoin, de acordo com Jordan Kelley, CEO da Robocoin. "Os regulamentos agora nos Estados Unidos são uma barreira bastante decente para entrada de novos operadores", diz ele.

O café é de propriedade de uma professora de 53 anos chamada Judy Fujiki que, até meados deste ano, nunca tinha ouvido falar de bitcoin. Agora ela é um investidor ávido - um bitcoiniac, se você quiser. Waves é o lar de um bitcoin meetup regular, onde você pode encontrar pessoas que vão trocar dinheiro para bitcoins. E você pode comprar um café no bar usando a moeda digital também.

Fujiki diz que os professores não são realmente conhecida por ser no piso térreo das tendências de investimento, mas ela vem comprando bitcoins ultimamente (seus colegas na escola estão "horrorizados" por seus investimentos). E ela está feliz por ter parte no processo. "Eu sinto que eu sempre perco o barco", diz ela. "Mas agora eu estou contente de ter a oportunidade ser um pioneiro nesse sentido."

A WIRED viu pela primeira vez o Robocoin em operação de demonstração na feira de San Jose, Califórnia, na conferência do bitcoin na Primavera deste ano, mas dado o clima regulamentar os EUA, ninguém ainda conseguiu operar um em tempo integral.

Não está exatamente claro o que os reguladores canadenses pensam do Robocoin. Demeter diz que não recebeu orientação específica sobre o seu negócio a partir de regulador do Canadá (a agência chamou as transações financeiras e relatórios Centro de Análise do Canadá), mas acredita que ele está em conformidade com todos os regulamentos.

Bitcoins ter sido um passeio selvagem especulativo deste ano, saltando de US $ 13 em janeiro para US $ 250, na primavera antes de cair, e depois subindo novamente. Eles atualmente trocar por cerca de US $ 200, mas para muitas pessoas, pode ser lento e complicado para os compradores casuais para buscá-las online.

De fato, muitos investidores e entusiastas acham que uma reunião face-a-face é a melhor maneira de comprar e vender. Agora o Robocoin vai dar-lhes uma nova opção de marca.

Fonte: Wired

sábado, 14 de setembro de 2013

A polícia da Argentina prendeu um rapaz de 19 anos acusado de liderar um grupo de hackers que atuava com a lavagem internacional de dinheiro e sites de jogos.

Hacker
A polícia acusa o rapaz de desviar dinheiro de contas bancárias e operar sites de jogatina

Conhecido como “o super hacker”, o jovem conseguia levantar cerda de US$ 50 mil (cerca de R$ 115 mil) por mês, trabalhando apenas de seu quarto em Buenos Aires, segundo a polícia.
O rapaz foi preso em uma operação na qual a energia de todo o quarteirão foi cortada. A polícia queria evitar que ele conseguisse destruir provas apagando dados de seu computador.
A polícia disse que demorou um ano para chegar até a identidade do rapaz, que vivia em Buenos Aires com o pai, um técnico de computação.
“Cremos que ele e seu irmão montaram um negócio lucrativo, sobre o qual os pais nunca quiseram perguntar”, disse um investigador do caso à imprensa argentina.
A polícia encontrou computadores com alta capacidade de processamento no quarto do garoto.
Segundo a polícia, o grupo fazia ataques virtuais e construía uma rede com milhares de computadores “zumbis”, usados ilegalmente para desviar dinheiro de contas bancárias, sem deixar qualquer rastro.
A operação incluiu cinco buscas na capital argentina e na cidade de Rosário, a 300 km de Buenos Aires.
O jovem hacker é acusado de três crimes e, se for condenado, pode pegar mais de dez anos de prisão.

Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Segundo levantamento da Kaspersky, número de tentativas de infecção de máquinas em todo o mundo aumentou 240% ao longo do primeiro trimestre de 2013


Desde o ano passado, um vírus desenvolvido no Brasil e distribuído por e-mail permite que cibercriminosos usem o poder de processamento do computador infectado para minerar bitcoins. Enviado para o internauta por e-mail, na forma de uma atualização do Adobe Flash Player, o vírus baixa um aplicativo que coloca o PC a serviço da rede Bitcoin no período em que ele estiver ligado e conectado à internet.
           
 

De acordo com informações da Kaspersky obtidas pelo iG , o número de detecções de mineradores Bitcoin em computadores com antivírus da marca aumentou 240% em apenas cinco meses. O pico no número de detecções pelo software aconteceu entre os meses de junho e julho, desde que a série histórica se iniciou em janeiro de 2012.
O crescimento indica que os cibercriminosos acham este tipo de ataque rentável e seguro. “O anonimato das transações em bitcoin se tornou algo muito atrativo para o cibercriminoso. Eles instalam aplicativos para minerar no computador das vítimas e estão lucrando com isso”, diz Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky no Brasil. A “cotação” do bitcoin em torno de R$ 300 , também tem contribuído para o aumento de interesse dos cibercriminosos.
Na maioria dos ataques, depois que o internauta faz o download o vírus a partir do serviço de e-mail, os aplicativos maliciosos passam a rodar em segundo plano no computador. O minerador começa, então, a usar o processador ou unidade de processamento gráfico (GPU) do PC para minerar bitcoins. O valor que a máquina infectada recebe por sua atuação na rede vai direto para a carteira virtual do cibercriminoso.
Companhia do “ladrão de senhas”
No caso de um dos vírus brasileiros encontrados em abril, o download do arquivo executável “correcao_cpf.exe” chega a mostrar uma tela falsa do aplicativo que atualiza o Adobe Flash Player, enquanto instala na máquina um keylogger. Conhecido como “ladrão de senhas”, este vírus captura as telas de sites de bancos, onde o usuário digita os dados de acesso e a senha a sua conta bancária, e tenta enviá-las para os cibercriminosos.
 

No caso do minerador de bitcoins, o vírus até escolhe qual aplicativo instalar: se a marca da placa de vídeo for NVídia, ele baixa um determinado arquivo; caso contrário, o minerador baixado é compatível com OpenGL, tecnologia de processamento suportada por GPUs de vários fabricantes. “Foi a primeira ameaça deste tipo identificada no Brasil, mas globalmente este tipo de ameaça é muito comum”, diz Assolini.
A partir de abril, por exemplo, internautas da Alemanha, Costa Rica, Espanha, Polônia, Rússia e Ucrânia se tornaram alvo de uma ameaça que distribui fotos maliciosas por meio do Skype, acompanhadas da mensagem “Essa sua foto é a minha preferida”. Um aplicativo para minerar Bitcoins era baixado juntamente com a foto para o computador do usuário.
Outras ameaças relacionadas à moeda virtual Bitcoin já foram encontradas por pesquisadores de segurança desde a criação da moeda, em 2009. A primeira delas era um cavalo de tróia desenhado para localizar o arquivo que guarda os bitcoins no computador. Este arquivo, chamado wallet.dll, era então enviado por meio da internet para cibercriminosos, que transferiam os valores para suas próprias carteiras virtuais.
Como se proteger
Para não correr o risco de manter o computador trabalhando para render dinheiro para os cibercriminosos (ou de pagar uma conta de energia elétrica bastante cara), o internauta deve ficar de olho nos níveis de processamento de máquina. Por meio do gerenciador de tarefas do sistema operacional Windows, o usuário pode acompanhar o processamento da máquina e monitorar quais os aplicativos em funcionamento.
 

“O processamento nas alturas, mesmo sem nenhum aplicativo aberto, é um dos sinais de que algo não está normal. É preciso verificar na lista de processos o que está consumindo tanto processamento”, explica Assolini. Para usuários mais avançados, o aplicativo Process Explorer pode ajudar a explorar mais detalhes sobre os processos em andamento no PC.
Com o aumento do número de ameaças que incluem mineradores de Bitcoin, grande parte dos principais antivírus disponíveis no mercado já podem detectá-las. Por isso, é preciso manter o aplicativo de antivírus do computador em dia com as atualizações. “Trata-se de uma aplicação potencialmente maliciosa. O antivírus avisa o usuário que o computador está prestes a rodar a aplicação e pergunta se ele autoriza a execução”, diz Assolini.
Vale lembrar que, embora os cibercriminosos estejam de olho nos bitcoins, a mineração da moeda virtual é uma atividade lícita, desde que o usuário utilize sua própria máquina. A atividade impulsionou a criação de computadores específicos para minerar bitcoins , que oferecem maior poder de processamento com baixo consumo de energia.

Fonte: Tecnologia Ig

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O Google confirmou uma falha no sistema Android, que pode permitir o roubo de bitcoins. 
O engenheiro de segurança do Android, Alex Klyubin, publicou em seu blog os detalhes que causaram a vulnerabilidade no sistema.

“Nós identificamos que aplicações que usam o Java Cryptography Architecture (JCA) para a geração de chaves, acesso ou numeração randômica podem não receber valores seguramente fortes dos dispositivos Android devido a inicialização indevida do PRNG. Aplicações que utilizam o OpenSSL PRNG sem uma inicialização explícita no Android também está afetado”, disse Klyubin.

A falha foi descoberta no último domingo pelos desenvolvedores do bitcoin. A vulnerabilidade aparentemente ocorre em um componente do Android que gera números de segurança randômicos (PRNG).

Como o problema está na raiz do sistema, cada carteira digital do bitcoin gerada por um app Android pode ser afetada pela falha.

O site Ars Technica cita o caso de um roubo de 5.720 bitcoins na última semana devido a esta falha. Além disso, a Symantec também alertou que 360 mil apps podem sofrer ataques similares se utilizarem o PRNG do Android.

O Google recomenda que os desenvolvedores que utilizem o JCA para a geração de chaves devem atualizar seus apps para iniciar o PRNG com diferentes códigos. Além disso, sugere também que verifiquem as chaves que geram criptografia.

Klyubin também afirmou que a equipe do Android já criou pacotes de correção para assegurar que o OpenSSL PRNG do Android se inicie de forma correta.

Fonte: Revista Info

quarta-feira, 22 de maio de 2013




Cibercriminosos brasileiros passaram a investir em golpes bancários que visam roubar as moedas virtuais bitcoins.

Segundo a Kaspersky Lab, os cibercriminosos utilizam técnicas maliciosas conhecidas como PACs (Proxy Auto-Config) e phishing para enganar os usuários e roubar seus dados.

Golpes utilizando PACs são conhecidos no Brasil desde 2007. Os criminosos usam esta técnica para criar domínios falsos e direcionar o usuário para páginas falsas de instituições financeiras.

De acordo com a Kaspersky Lab, os cibercriminosos brasileiros criaram o domínio “java7update.com” e começaram a atacar diversos sites, inserindo o código malicioso em páginas comprometidas.

O código carrega um applet Java malicioso preparado para mudar a configuração de proxy em navegadores como IE e Firefox. A URL utilizada no ataca direciona para um arquivo chamado “update.pac”.

Após infectar a máquina, os cibercriminosos direcionam os acessos do usuário feitos ao site “mtgox.com”, conhecido como um popular serviço de câmbio de bitcoins. As vítimas então têm seus dados de login e a própria moeda virtual roubados.

Os cibercriminosos criaram até uma versão brasileira do domínio, “mtgox.com.br”, que não existe, mas é utilizada para redirecionar as vítimas.

Para evitar cair no golpe, a Kaspersky Lab recomenda que os usuários ativem a autenticação em dois passos no “mtgox”, para evitar que seja uma das vítimas do ataque. Além disso, o uso de programas antivírus é essencial.

Uma varredura também poderá indicar se a máquina está infectada pelo proxy malicioso “Trojan.JS.Redirector.za”, identificado como o malware responsável pelas ações dos cibercriminosos.

Fonte: Revista Info
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