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sexta-feira, 9 de outubro de 2015



Está se tornando cada vez mais comum, notícias sobre cyber espionagem de cunho tendencioso, que acabam por amedrontar quem as lê! Como o caso mais recente "informado" por Edward Snowden, onde ele afirma que a Inteligência Britânica pode acessar qualquer smartphone que eles quiserem, com um conjunto de ferramentas conhecidas como Smurfs. Porém, é fato que para que uma invasão ocorra em um Smartphone(Android, iOS ou Windows phone), é necessário a permissão do usuário, pois estes sistemas funcionam como uma caixa forte, que apenas aquilo que o usuário permitir, poderá ser instalado ou baixado na memória do sistema, totalmente diferente de sistemas operacionais desktop como o Windows.

Em dispositivos com sistema Android, torná-lo Root(Super Usuário) poderá ser tornar brecha para que um malware disfarçado de um aplicativo na Google Play Store ou instalado de fontes desconhecidas(quando a função estiver ativada), tome controle do dispositivo e roube informações contidas no aparelho, ou então sequestrá-lo e exigir quantias para liberá-lo (sem garantia de que ocorra). Mas sempre, levando em consideração que isso só poderá ocorrer, se o usuário permitir, ou seja, se o usuário instalar o apk desconhecido ou uma aplicação de cunho duvidoso na Google Play Store.

Em dispositivos iOS, todo o processo de invasão por parte de um malware, ocorre quando se é feito o Jailbreak (equivalente ao super usuário), que permite que o malware tome controle do dispositivo, até mesmo permitindo que outros malwares adentrem o dispositivo. Mas a infecção(ou tentativa), poderá ocorrer também através da conexão do aparelho com um computador infectado. Diferente da Google Play Store, a iTunes, mantem uma rígida segurança em sua loja de aplicativos, para evitar que malwares a utilizem para se propagar, sendo apenas possível infectar um Iphone se ele tiver passado pelo Jailbreak.

Enquanto que no Windows phone, pelo seu código ser fechado, e suas aplicações executarem em Caixa de Areia, mesmo que o usuário acabe por baixar um malware, este não terá acesso as demais funções do sistema, e ficará isolado dentro do Navegador. Até mesmo não é possível acessar alguns arquivos baixados pelo navegador, se estes não forem exportados para a memória do dispositivo. E ainda é difícil achar um método de Jailbreak para dispositivos com o sistema, sem que estes métodos não prejudiquem o funcionamento do dispositivo. Além da dificuldade já apontada pela empresa Magnet Forensics de Hackear o sistema Windows Phone.

Vulnerabilidades

Lembre-se, nenhum sistema criado pelo homem é seguro, e podem possuir vulnerabilidades que poderão possibilitar uma invasão. Com frequência, portais de notícias sobre o mundo da tecnologia apresentam informações sobre as pesquisas que foram feitas em ambos os sistemas operacionais móveis, e algumas, de cunho tendencioso para atrair o público, não explicando totalmente como funciona a vulnerabilidade que foi encontrada. Porém, em sua maioria, são vulnerabilidades que necessitam da posse do dispositivo para que sejam exploradas, sendo assim, a gravidade delas são totalmente nulas, se você não perder seu dispositivo ou ter alguém por perto com conhecimento suficiente para explorá-las. 

Alguns exemplos de vulnerabilidades encontradas no Android:



Alguns exemplos no iOS:


Assim que são encontradas por especialistas, são notificadas as empresas que administram os sistemas, e após um prazo estipulado, são divulgadas em portais de tecnologia. Mas nem sempre o tempo de resposta para as correções, é suficiente para poderem liberarem uma atualização que permita a correção da vulnerabilidade. 

É claro, nenhum destes sistemas estão livres do surgimento de outras vulnerabilidades que explorem a possibilidade de não precisarem de permissões do usuário para obterem acesso ao sistema, ou então, que precisem que o sistema do dispositivo esteja com o super usuário ativado.

Medidas de Prevenção

Já é tão comum encontrar milhares de artigos na internet recomendando milhares de medidas, até mesmo absurdas, para se evitar que o smartphone sofra uma invasão, que chega a ser hilário! Porém, destaco que apenas 3 Medidas são suficientes, e devem ser adotadas pelo usuário para manter sua segurança.

  • Não fazer Root/Jailbreak em seu dispositivo, e muito menos permitir a instalação de aplicações de fontes desconhecidas.
  • Não permitir que qualquer pessoa tenha posse de seu Dispositivo
  • Sempre, manter o sistema do seu dispositivo atualizado, pois geralmente as atualizações já possuem uma correção para possíveis vulnerabilidades.
  • Verificar permissões que aplicativos solicitam.

É isso! Qualquer dúvida, utilize o grupo do facebook e o telegram da Brutal Security, pois tem uma galera animada e pronta pra ajudar!

"Hackear é uma arte."


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Olá!

Seguindo a linha de indicações de eventos, vou indicar hoje a Semana do Linux, organizado pelo Linux Solutions/Semana do Linux.



O evento também é online e gratuito, ocorrendo de 9 a 14 de novembro.

Para quem quiser acompanhar depois ou ter todas as palestras disponíveis a qualquer momento pode comprar um pacote por um preço descente e ter acesso a todo o conteúdo e conteúdos extras.


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A ameaça que mais cresce nos últimos tempos, e recentemente alcançou o primeiro lugar, que tem como base bloquear os dados de usuários e cobrar um resgate, é o maior foco no último relatório de inteligência do X-Force da IBM.


De acordo com John Kuhn, pesquisador senior do IBM X-Force, estes ataques de ransomware estão evoluindo de simples pegadinhas e enganações básicas para ataques extremamente complexos.

"Nós encontramos ransomwares muito mais sofisticados que o CryptoLocker e Cryptowall, e cada vez mais pessoas na deep web comprando este tipo de software."

De acordo com este relatório, já é possível identificar algumas ocorrências contra agências governamentais e empresas.

"Meu maior medo é que eles mudem para o nível corporativo, disse ele, também adicionou que é apenas uma questão de tempo para que grandes empresas comecem a se tornar alvos principais deste tipo de ataque.

A IBM estima que em 2013 estes malwares conseguiram receber cerca de 19 milhões de dólares.

O foco destes ataques não é necessariamente o ganho financeiro do resgate, mas também informações da máquina e propriedade intelectual que pode estar contida na máquina em forma de documentos.

A identificação dos responsáveis por este ataque é algo muito difícil, já que todo o tráfego é camuflado pela rede TOR. A medida indicada pela IBM no momento é o bloqueio de entrada e saída para a rede tor. Alguns antivirus já possuem assinatura de alguns dos malwares desta categoria, mas não são todos os antivirus que tem e não são todos os malwares que serão detectados por estes sistemas.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Provavelmente você já deve ter acessado um website onde diversas propagandas aparecem no site, e muitas vezes seu antivirus ou navegador mostra uma mensagem de que a página contem algo que pode danificar seu computador. As vezes também o navegador fica lento e o processamento da máquina sobre ao acessar tal website.

Provavelmente se isso aconteceu com você talvez você tenha sido alvo de malvertising.

O conceito de malvertising é colocar malwares ou exploits em banners de propaganda, e através destes atacar os browsers quando a propaganda é interpretada pelo navegador.



Estes malwares usam em boa parte dos casos, os mesmos sistemas de propagação de anúncios que propagandas legítimas, o que dificulta a identificação. Bons antivirus já estão conseguindo identificar e barra boa parte destes casos, então a melhor solução seria obter algum destes.


Então fica a dica, mantenha sempre seus softwares atualizados e adquira uma solução de proteção. A extensão Adblock e noscript também ajudam nestes casos.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

E ai pessoal!

Infográfico interessante, mostrando o que pessoas normais (não técnicas) consideram mais importante como boas práticas na internet e o que especialistas em segurança consideram.


Este gráfico foi gerado baseado em uma pesquisa, onde pessoas "normais" e especialistas em segurança foram questionados para saber suas 5 mais importantes práticas para segurança na internet.

E ai o que você acha, concorda? Comente ai quais são as suas 5 principais práticas!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Muitas pessoas vem me perguntar por onde começam a estudar segurança da informação. Segue ai minha humilde opinião de por onde começar.



Primeiramente, você deve saber que existem 4 tipos de hackers:

Black Hat: Conhecido também como cracker, é o que rouba e vaza informações, aplica fraudes financeiras com cartões de crédito, e outras atividades ilegais. É extremamente difícil e demorado chegar nesse nível. Pode ser difícil para um destes conseguir um emprego por causa de suas atividades ilegais, e certamente uma hora será pego, o que vai resultar em alguns anos de cadeia.

Gray Hat: Ficam entre os Blacks e os Whites. São os caras que normalmente tem segurança como um hobbie, atacam os outros como pegadinhas, as vezes até nem sabendo que estão cometendo algo ilegal. Podendo pender para os dois lados, os Gray hats podem te ajudar num momento com um malware e no seguinte te infectar com um malware próprio. Gray hats tendem a acabar presos por isso ou trabalhando com qualquer outra coisa aleatória.

White Hat: White hats são os caras que se dedicam completamente a lutar contra malwares e atacantes, e ajudar outras pessoas com suas habilidades. É o cara que todos confiam para defender ou resolver um problema. Provavelmente vão terminar como programadores bem pagos, analistas/consultores de segurança ou algo parecido.

Lammer: O que não se encaixa em nenhum dos outros grupos. O cara que acha que vai mudar o mundo ou o governo derrubando e fazendo defacement em sites. Conhece apenas técnicas de DoS/DDoS, SQL Injection e mais alguns detalhes, e não se preocupa em evoluir mais que isso.


Então, por onde começar?

Você precisa saber estas questões antes de começar sua carreira como hacker. São como requisitos para poder iniciar e se dar bem na área. Agora que você conhece os tipos, vamos ver alguns tópicos que você pode exercer como hacker:


Website Hacking: Pelo nome da para imaginar o que é, mas se não pegou, se trata de hackear sites. Nada de DDoS ou SQL Injection, muito mais do que isso. Aqui você vai usar suas habilidades para analisar as aplicações web, encontrar vulnerabilidades e criar exploits para elas. Praticamente todas as maiores notícias de hacking tem a ver com alguma aplicação web ou banco de dados por trás da aplicação que foi comprometido. No momento que você estiver familiarizado com o assunto vai se apavorar com a facilidade e frenquência que irá encontrar essas falhas. Mas para isso vai levar muito tempo e esforço. Para alcançar este ponto você vai precisar conhecer as linguagens mais usadas nestas aplicações, por exemplo PHP, HTML, JavaScript, SQL, ASP, ASP.NET e Perl. Recomendo começar por Javascript, SQL e PHP, já que boa parte dos sites giram em torno disso.

Pentest e forense: Pentest e forense pode trazer grandes quantidades de dinheiro. É o cara que a empresa chama quando ocorre alguma falha grave ou até mesmo já foi comprometida. São experts em sistemas operacionais, redes, exploração de falhas e identificação de vulnerabilidades. Sem dúvida vai levar MUITO tempo para chegar neste nível já que tem que dominar de tudo um pouco. É necessário saber como cada sistema funciona internamente, quais exploits e vulnerabilidades existem, como elas ocorrem, roteamento, redes, criptografia, conhecimento em malware e por ai vai numa lista quase infinita.

Exploração de códigos e softwares: Raras pessoas dominam isto. Primeiramente você precisa ser um mestre em programação. Você precisa escrever um código tão bem quanto escreve um texto no seu idioma nativo. Obviamente alcançar isto leva tempo, por isso antes de tentar algo na área você precisa ser paciente e perseverante. Todas as grandes empresas que desenvolvem softwares, como por exemplo, Symantec, Google, Microsoft, Adobe, Oracle, etc, tem uma equipe para realizar estes testes e ataques, mas infelizmente é humanamente impossível prever todas as falhas e possibilidades, por isso que bugs e vulnerabilidades ainda existem. Para ir para este lado você precisa conhecer linguagens como C/C++, Java, Assembly, etc.

Segurança em geral: Os famosos times de Security Operation Center (SOC). Se parecem em diversos aspectos com os outros acima, tendo que saber um pouco de cada coisa, desde identificar um comportamento incorreto passando pela rede, falhas em regras de firewall até analisar em baixo nível malwares. Novamente, empresas grandes voltadas a segurança como Symantec, Kaspersky, Avira e outras, tem um ou mais times destes. Normalmente cada elemento do time é expert em alguma sub-área.



Com isso acredito que já da para ter uma noção de para onde deseja ir e quais seus objetivos. A partir daí já é possível traçar uma linha de estudo para alcançar um objetivo em específico.

Acho que não preciso comentar que se afobar e tentar reproduzir tutoriais sem a mínima base teórica só vai atrapalhar. Teoria em primeiro lugar, saiba o que está fazendo. Como já comentei neste e em outros textos, não é uma coisa fácil e não é para qualquer um. Se não se enquadra nisso acho já ir pesquisando outras áreas e mudar em quanto tem tempo.

Agora se for me perguntar por onde começar a estudar tenha pelo menos lido este texto :)

quinta-feira, 30 de julho de 2015

É fato que muita gente gostaria de testar ou usar no dia a dia uma ferramenta dessas mas não tem como pagar por isso.

Eis que apresento o CyberGhost, um serviço de VPN gratuito.

Obviamente tem uma versão paga, ninguém seria bobo de criar algo totalmente gratuito e disponibilizar por ai. A diferença entre as versões é além de algumas características, o fato de ter mais velocidade e países disponíveis para fechar a VPN na versão paga.


O serviço parece ser muito bom e bastante profissional, ainda estou testando para ver sua capacidade, velocidade e outros detalhezinhos, mas já fica aí a dica!

Se te interessou acessa lá!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Olá!

Encontrei um repositório bem bacana. Na verdade não é um repositório de fato, é um site pessoal, tipo um portfólio de um cara. Nesse site tem diversas ferramentas interessantes que ele desenvolveu ou colaborou e o mais legal, diversos mind maps e fluxogramas sobre muitas coisas da área.

Recomendo todos darem uma passadinha lá e darem uma olhada nesses mind maps, me quebrou um galho e acho que vai quebrar um para você!

Para mais informações acesse http://www.amanhardikar.com/

sexta-feira, 24 de julho de 2015

E ai pessoal!

Segue ai um baita post, um tanto antigo, de engenharia social que encontrei aqui. Mas como eng. social não envelhece, ai vai.

Este post eu achei lá no Viva o Linux, postado lá pelo usuário cytron. Vou postar a primeira parte aqui e se interessar acesse o link no fim do post e leia o resto, vale muito a pena.

E fique com o post:


AVISO

Este artigo se destina a alertar quanto a importância que se deve dar aos fios de telefone... e hoje em dia, também às ondas de rádio. 

Estamos cercados de fios, mas é tão comum que nem percebemos o quanto estamos expostos. 

As técnicas apresentadas neste artigo são altamente eficazes, não é aconselhável utilizá-las para fins maliciosos. 

Lembre-se: A arma mais perigosa é a inteligência humana. Você pode escolher utilizá-la para o bem ou para o mal. Mas sempre há recompensas ou conseqüências. 

Vou abordar aqui as possibilidades e falhas dos fios. 

PEGANDO OS PRIMEIROS LUGARES NAS FILAS

Esta é uma das técnicas que eu mais uso, odeio chegar no banco e encontrar aquela fila que mais parece distribuição de dinheiro. 

Quando chegar no banco ou qualquer outro estabelecimento que utilize senhas, encontro todos sentados com suas senhas na mão. Daí vá direto para as cadeiras, não pegue senha, se observar, vai perceber que alguns números são chamados, mas ninguém aparece pois perderam a paciência e foram embora ou erraram de fila. É aqui que você entra. Ao perceber que um determinado número não levantou ninguém, você finge que é seu número. Quando chegar no terminal, exponha rapidamente seu objetivo, geralmente metade das pessoas nunca entrega as senhas para o atendente, eles já se acostumaram com isso. E como o verdadeiro dono da senha não está presente, tanto faz se você é o não a pessoa. 

Estou tão habituado a fazer isso que geralmente pego a senha e guardo, depois de atendido, observo quem chega por último na fila e entrego minha senha para esta pessoa, daí ela é atendida com antecedência. Geralmente escolho idosos ou alguém que mereça ser atendido logo. 

Outra maneira interessante é estar de acompanhante na fila com um amigo, daí quando estiver perto de ser atendido, você oferece seu lugar para os últimos da fila... ou essa cortesia pode ser o início de um ataque maior de engenharia social no office-boy da empresa vítima... tudo depende de sua necessidade e criatividade. 

Portanto, se alguém te oferecer lugar na fila, lembre-se disso se ele começar a puxar assunto mesmo que seja dias depois. 

E caso um espertalhão faça isso na fila de sua empresa... bom, minha sugestão é que deixe passar, afinal, se não é um... é outro. Tanto faz. 


Para ver o texto completo acesse o Viva o Linux

quarta-feira, 22 de julho de 2015

E ai pessoal!

Saiu esses dias o novo episódio do podcast Segurança Legal, e o tema é algo muito interessante, o assunto do podcast todo é o caso da empresa Hacking Team que foi hackeada. A polêmica empresa que vendia exploits e 0days para governos e empresas.



De todas as matérias, podcasts e artigos que eu vi sobre o assunto, sem dúvida o Segurança Legal é o que foi mais a fundo e com uma abordagem interessante.

Fica ai a dica, passem lá e escutem este e os outros podcasts do Segurança Legal!

Link: http://www.segurancalegal.com/2015/07/episodio-80-hackingteam.html


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Olá leitores!

Andei meio sumido, a quantidade de posts caiu, mas não parou!

Muita correria com toda a equipe na verdade, mas sempre que sobra um tempo viemos postar aqui, desculpe por isso!

Agora sim vamos ao post.

Pelas minhas andanças pelo RSS encontrei essa série do Infosec Institute sobre analisar e escrever um exploit.



É uma série de posts bem como as que gostamos de fazer por aqui, a série em si já tem 8 partes, mas as duas últimas (7 e 8) são as que mais me chamaram a atenção que é justamente analisar uma aplicação em baixo nível e criar um exploit. 

Pretendo criar uma versão da BS deste artigo já a um bom tempo, começando de algo mais básico e mais detalhado para que todos possam entender.

Mas em quanto esse post não sai fique com a versão do Infosec Institute. (Inglês)


quinta-feira, 2 de julho de 2015

O leitor Maxwell Oliveira de Souza Lima mandou para nós, além do artigo de escalação de privilégios, um vídeo tutorial sobre Arp Spoofing!

Caso queira ter seu conteúdo publicado aqui na Brutal Security entre em contato conosco através de email ou grupo do Facebook!

Agora fique com o vídeo:


segunda-feira, 29 de junho de 2015

O leitor do blog e Roadie Maxwell Oliveira convida a todos para participar do grande evento hacker de Recife. 

Ele também conseguiu para o pessoal um cupom de desconto, confira o código promocional na imagem!


Você também pode conferir na agenda do Roadsec se o evento irá passar na sua capital! Lembrando para estudantes que o evento fornece certificado de hora complementar.
Site do roadsec : http://roadsec.com.br/

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Introdução

O principal objetivo deste artigo é a configuração do Rsyslog de forma que máquinas distintas com sistemas operacionais distintos enviem seus logs do sistema para um servidor centralizado através da rede.

Logs são arquivos de texto gerados pelo sistema e que podem ajudar a descobrir problemas na execução de softwares, problemas de hardware, tentativas de invasão, acessos indevidos, entre outras coisas.

É muito importante manter estes arquivos seguros e intactos. Em uma auditoria de sistemas, estes logs poderão e serão bastante importantes, portanto, a sua integridade e disponibilidade são importantíssimas para um administrador de rede.

Com a atual abrangência das redes e de suas complexidades, a administração tornou-se uma tarefa que exige o máximo de recursos que sejam disponibilizados para que torne mais fácil esta tarefa.

A utilização de ferramentas que unifiquem a administração viabiliza a administração de redes complexas.

Utilizando o Rsyslog, que tem suporte à maioria dos sistemas operacionais utilizados no mercado, a centralização dos logs torna-se possível e de fácil configuração, com grande capacidade de configuração e customização de acordo com a necessidade, sem causar impacto na rede.

O que é o Rsyslog


O Rsyslog é um syslog com foco na segurança e confiabilidade, oferecendo suporte para várias operações como bufferização sob demanda, syslog confiável para TCP, SSL e TLS, gravando em diversos banco de dados diferentes (MySQL, PostgreSQL, Oracle,...), e-mails de alerta, formatos de saída totalmente configuráveis, sendo possível filtrar qualquer parte da mensagem, compressão de mensagem, conversão de arquivos textos para o Rsyslog.

Existem versões avançadas que permitem a customização para o ambiente corporativo, como proteção por criptografia. Um ponto forte é a facilidade de configuração para usuários novatos e inexperientes.

O objetivo do projeto Rsyslog é fornecer um daemon syslog com características mais ricas e confiáveis, mantendo altas as suas capacidades de reposição de estoque syslogd.

Por ser "confiável", isto significa que possui suporte para modos de transmissão confiáveis como TCP ou RFC 3195 (syslog-confiável). O Rsyslog também trabalha muito bem com infraestrutura de logs centralizados, implementando criptografia no tráfego, verificação na perda de dados e gerenciamento de banco de dados.

Como funciona

É necessário que se instale o Rsyslog em todos os nós que deverão ser monitorados e no servidor central.


O Rsyslog funciona tanto em GNU/Linux quanto em Windows, bastando fazer a instalação dos módulos pertinentes a cada distribuição e configurar de acordo com a necessidade e da disposição da rede.

Uma vez configurado o servidor e o cliente, o agente do cliente irá comunicar-se com o agente do servidor central.

O banco de dados no qual o Rsyslog do servidor central irá inserir os logs poderá ser qualquer um, sendo que o utilizado neste cenário será o PostgreSQL 9.1.

Instalação do Rsyslog


Esta instalação será dirigida à distribuição CentOS 6.0, via YUM.

Antes de instalar o Rsyslog, deverá ser verificado se há o serviço syslog. Caso haja, o syslog deverá ser desinstalado para que o Rsyslog seja instalado.

Para instalar o Rsyslog:



# yum install rsyslog



Com o serviço do Rsyslog instalado, agora será necessário configurar para iniciar a utilização.

Configuração do servidor

Rsyslog é configurado através do arquivo rsyslog.conf, normalmente encontrado em /etc.

Mas, antes de inciar a configuração do arquivo rsyslog.conf, que será direcionada a um banco de dados, será necessário que haja um banco de dados instalado e ativo, para que seja criado o banco e suas tabelas default.

O script de criação do banco de dados original, que vem no pacote durante a instalação, está disponível no arquivo /usr/share/doc/rsyslog-versão/createDB.sql:



CREATE DATABASE 'Syslog' WITH ENCODING 'SQL_ASCII';


\c Syslog;


CREATE TABLE SystemEvents


(


   ID serial not null primary key,


   CustomerID bigint,


   ReceivedAt timestamp without time zone NULL,


   DeviceReportedTime timestamp without time zone NULL,


   Facility smallint NULL,


   Priority smallint NULL,


   FromHost varchar(60) NULL,


   Message text,


   NTSeverity int NULL,


   Importance int NULL,


   EventSource varchar(60),


   EventUser varchar(60) NULL,


   EventCategory int NULL,


   EventID int NULL,


   EventBinaryData text NULL,


   MaxAvailable int NULL,


   CurrUsage int NULL,


   MinUsage int NULL,


   MaxUsage int NULL,


   InfoUnitID int NULL ,


   SysLogTag varchar(60),


   EventLogType varchar(60),


   GenericFileName VarChar(60),


   SystemID int NULL


);




CREATE TABLE SystemEventsProperties


(
 
   ID serial not null primary key,


   SystemEventID int NULL ,


   ParamName varchar(255) NULL ,


   ParamValue text NULL


);

Este arquivo está na linguagem
SQL padrão, logo, é compatível com qualquer banco que trabalhe com essa linguagem.

Um ponto importante a ressaltar é quanto a codificação do banco utilizado pelo Rsyslog, que é por padrão SQL_ASCIII.

Por padrão, de instalação do PostgreSQL, caso não seja setado uma codificação padrão, a "LATIN1" é considerada default por conter todos os caracteres das línguas européias (o português está incluso nesse grupo), mas a maioria dos bancos utilizam "UTF-8", pela interoperabilidade dos símbolos (podendo conter caracteres de todas línguas).

Ao tentar criar um banco na codificação "SQL_ASCII" numa instalação que já possui um padrão de codificação diferente dessa, apresentará erros.

Para sanar este erro, basta que crie o banco "SYSLOG" (conforme arquivo de criação do banco createDB.sql) em outra template que não a principal (onde foi criado o banco postgres).

Na instalação, por default, são criados mais duas templates: a "template0" e a "template1". Crie o banco em uma delas.

A modificação sugerida para o PostgreSQL 9.1 segue abaixo:



CREATE DATABASE 'Syslog' WITH ENCODING 'SQL_ASCII' TEMPLATE=template0;


\c Syslog;


CREATE TABLE SystemEvents


(


   ID serial not null primary key,


   CustomerID bigint,


   ReceivedAt timestamp without time zone NULL,


   DeviceReportedTime timestamp without time zone NULL,


   Facility smallint NULL,


   Priority smallint NULL,


   FromHost varchar(60) NULL,


   Message text,


   NTSeverity int NULL,


   Importance int NULL,


   EventSource varchar(60),


   EventUser varchar(60) NULL,


   EventCategory int NULL,


   EventID int NULL,


   EventBinaryData text NULL,


   MaxAvailable int NULL,


   CurrUsage int NULL,


   MinUsage int NULL,


   MaxUsage int NULL,


   InfoUnitID int NULL ,


   SysLogTag varchar(60),


   EventLogType varchar(60),


   GenericFileName VarChar(60),


   SystemID int NULL


);




CREATE TABLE SystemEventsProperties


(


   ID serial not null primary key,


   SystemEventID int NULL ,


   ParamName varchar(255) NULL ,


   ParamValue text NULL


);



Após criar o banco e as tabelas
, algumas configurações deverão ser feitas no arquivo rsyslog.conf. Inicialmente iremos habilitar o suporte a banco de dados.

Suporte de banco de dados em Rsyslog é integrado por módulos (plugin) carregáveis. Para usar a funcionalidade de banco de dados, o plugin do banco de dados deve ser habilitado no arquivo de configuração antes que a primeira tabela do banco de dados seja usada.

Isto é feito através da configuração da diretiva abaixo, no inicio do arquivo de configuração:



$ModLoad ompgsql


Neste caso estaremos habilitando o suporte ao banco de dados PostgreSQL, escolhido como padrão. Vários bancos de dados são suportados.
Em seguida nós precisamos dizer ao Rsyslogd para gravar dados no banco de dados. Como usamos o esquema padrão, não precisamos definir um modelo para isso.

Podemos usar a hardcoded (rsyslogd lida com o modelo adequado de um link). Então, tudo o que precisamos fazer, por exemplo, para o PostgreSQL, é adicionar uma linha simples seletor para /etc/rsyslog.conf:

*.* :ompgsql:database-server,database-name,database-userid,database-password

Onde:

database-server : É o nome ou o endereço IP do servidor;

database-name : É o nome do banco onde as tabelas foram criadas;

database-userid : É o nome do usuário que tem acesso ao banco;

database-password : É é a senha do usuário.


Com estas configurações feitas, basta iniciar o serviço do Rsyslog e verificar a entrada de dados na tabela do banco de dados.

Toda esta entrada de dados pode ser configurada de acordo com a necessidade e do ambiente em questão. Neste caso, os logs serão originados de dois sistemas operacionais distintos, sendo um Windows Server 2003 e um GNU/Linux Red Hat 5.5 Enterprise Edition.

Os principais logs do GNU/Linux serão enviados ao servidor centralizado, como o /var/log/messages, e outros específicos como do DHCP, Squid e Apache.

No Windows serão enviados os logs do "System Events Reports".



Continua Parte 2...



Postado no Fórum da Brutal Security por Natan, sem identificação da fonte original.

domingo, 24 de maio de 2015



Nesta semana, a Apple realizou o anúncio do IOS 9, seu novo sistema operacional móvel. Apesar da grande expectativa por parte dos consumidores, o novo SO deve, segundo a própria marca, demorar mais tempo que as outras versões para ser liberada em sua versão final.

A promessa é a de mais segurança, já que um novo sistema de segurança chamado de "Rootless" deve estar sendo implantado "O Rootless virá focado em prevenir malwares, aumentar a segurança de extensões e deverá prevenir que usuários com privilégios administrativos possam acessar certas partes da informação contida nos gadgets".

Caso o Rootless seja como a Apple diz, a equipe de desenvolvimento do famoso Jailbreaking (uma espécie de "root" para IOS) terá um grande desafio pela frente.

O novo IOS devera rodar em aparelhos "A5-based", incluindo o mini Ipad original e o Iphone 4S.

"Ao invés de desenvolver um sistema cheio de recursos e somente remover tudo o que não fosse compatível com os aparelhos antigos durante os testes, ela [Apple] vem desenvolvendo um sistema principal completamente compatível com os aparelhos antigos, só aumentando a performance de cada recurso, um por um." afirma o anúncio. Também foi anunciado que ela está trabalhando para um maior suporte de linguagens dentro da linguagem de programação Swift.

Outro recurso surpreendente do novo pacote de mudanças foi o suporte ao "split screen" [(tela dividida)] no Ipad. Porém o anúncio não mencionou como isso será feito, somente que o recurso deverá estar disponível para todos os usuários do Ipad.

O IOS 9 também deve contar com um serviço nativo de "streaming" de música que esta sendo desenvolvido em parceria com a Beats. Esse recurso deverá se chamar "Apple Music" e provavelmente será integrado com o reprodutor de músicas atual, além de haver mais interação, por meio das redes sociais, com os artistas.

Via Techworm

sexta-feira, 22 de maio de 2015

E ai pessoal!

Vários leitores me pediram indicações de cursos, então vai ai uma lista de cursos.



Coloquei apenas os cursos que já fiz ou conheço alguém que fez, ou até mesmo tem ótimas referências e reputação.

Se você conhece algum outro curso ou instituição que não está listado aqui e você recomendaria comente aqui no post. Se você tem uma instituição ou dá algum curso e quiser nossa avaliação estamos dispostos a acompanhar as aulas e avaliar ;)

E vamos a lista. Separei em 3 categorias: gratuitos, pagos não tão caros e pagos caros.

Gratuitos

  • MVA: Microsoft Virtual Academy. Muito bom se quer virar um mestre em Microsoft. Quando eu fiz os cursos lá tinha uns 5 - 6 cursos, e 1 ou 2 eram meio genéricos de segurança. Hoje tem curso de tudo que é coisa lá. Os certificados lá tem um certo valor, mas nem comparado a uma certificação internacional. Da pra dar uma brincada por la com algumas soluções da MS e algo meio genérico como boas práticas de alguma coisa por exemplo. Idioma: Inglês na sua maioria as grande variedade em português.
  • Escola Virtual Bradesco: Curso de tudo que é coisa, inclusive algo de informática e se não me engano algo bem básico de segurança. Na minha opinião esses cursos são muito básicos e na maioria dos casos nem compensa o tempo tirado para olhar, mas mesmo assim, de uma olhadinha para ver se te interessa. Idioma: Português
  • Intel Academy: Tinha uns cursinhos legais e meio aprofundados de tudo um pouco de computação. Não sei onde foi parar. Se alguém souber onde foi parar o link para os cursos da Intel comente ai. Idioma: Inglês
  • Coursera: Basicamente disciplinas de diversas universidades do planeta, inclusive algumas do Brasil mesmo, tem certificado. Não tenho certeza da validade deles porque nunca tive vontade de terminar nenhum curso que comecei la. Idioma: Inglês e português.
  • EdX: Mesma coisa do Coursera… Idioma: Inglês.
  • Security Tube: Bons cursos, tipo video aula de youtube, bons conteúdos, do intermediário ao avançado. O maior problema é entender o sotaque inglês daqueles indianos… Idioma: Inglês.
  • Cybrary.it: Conheci recentemente. Tem uma galera forte dando aula de graça la. Parece ser muito bom, tem certificado, não sei como funciona a validade dele, mas pelo nível dos professores da pra meter no currículo, as aulas são gratuitas, o certificado só fazendo uma doação para o site para ganhar. Melhor free que conheci até agora.

Pagos não tão caros

  • Udemy: Cursos de tudo que se pode imaginar, relativamente baratos (cerca de 20 dólares), sem certificado, mas conteúdos de primeira. Ficar sempre ligado que direto tem promoção. Comprei esses dias por 50 dólares no total 4 cursos de segurança, 2 de linux e 1 de Wordpress. Idioma: Inglês.
  • SecurityTube: Eles tem cursos pagos além dos gratuitos. Estão querendo meter uma certificação com validade internacional, não sei a quantas anda. Os cursos devem ser bem bons mas mesma coisa, o sotaque dos indianos… Nem ideia de preço. Idioma: Inglês.
  • Clavis: Cursos já de preço começando a aumentar. Cerca de 1000 reais por curso. Certificado válido em todo o território nacional. Cursos EXTREMAMENTE bons para o pessoal iniciante e alguma coisa para intermediário. Vale muito a pena. Fiz uns 5 cursos com eles, o que eu fiz foi o pacote Formação de Auditor em Testes de Invasão. Era o curso de pentest em redes e computadores, pentest pentest em aplicações web, pentest em redes wifi, metasploit, e direito. Clavis também tem cursos e certificações internacionais como CEH, Sec+ e etc. Não fiz ainda mas os cursos de forense, analise de malware e engenharia reversa deles deve ser interessante. Idioma: Português.
  • 4linux: similar a Clavis, mas focada em linux. Fiz la os cursos oficiais da certificação LPI. Fiz LPI 1, LPI 2 e LPI 303. Só não fiz a prova das certificações porque faltou grana. :D Ganhei também em um sorteio os cursos de segurança deles. Todos eles extremamente bons. Idioma: Português.

Pagos caros

  • Offensive Security: Caríssimo, olho da cara, mas uma das certificações mais respeitadas do mercado mundial até onde eu sei. Bagulho é bem barra pesada aqui. Cursos variam de 400 a 2000 dólares. Idioma: Inglês.
  • SANS: Também um dos mais respeitados do mercado mundial. Aqui é só para os illuminati, curso vai de 2000 a 10000 dólares. :D Idioma: Inglês.

Agora é com você, só ter vontade, em alguns casos juntar uma graninha e partir para o estudo!

quarta-feira, 13 de maio de 2015


Está sendo divulgada nesta semana a existência de uma vulnerabilidade que está sendo comparada ao Heartbleed, pela facilidade em acessá-la e pelo risco que ela traz. Intitulada VENOM, a nova falha do sistema afeta datacenters ao redor do mundo e significa problemas, principalmente, para o ramo corporativo.
VENOM é uma sigla para "Virtualized Environment Neglected Operations Manipulation" (Manipulação de Operações Negligenciadas em Ambiente Virtualizado) e o título já sugere de onde vem o problema: de uma área "negligenciada" do sistema. Hackers explorando a vulnerabilidade miram no controlador de disquete (geralmente ignorado) do datacenter em questão que, recebendo um código específico, pode dar pane e comprometer todo o servidor. O que acontece é que, atualmente, a maioria dos datacenters reúnem diferentes clientes num único servidor, sendo separados por máquinas virtuais, de pequenas empresas a grandes firmas. Usando o VENOM, o hacker se infiltra diretamente no servidor e pode se mover "horizontalmente" nas máquinas virtuais dos diferentes usuários.
O bug, apesar de só estar sendo divulgado agora, data de 2004. A divulgação foi atrasada à espera da disseminação de um patch que funcionasse, o que foi feito nesta semana.Plataformas afetadas incluem a Xen, KVM e o VirtualBox da Oracle. O VMware, Microsoft Hyper-V e Bochs não contêm essa falha.
Resumindo a falha de maneira mais ilustrativa e o porquê dela poder ser pior que o Heartbleed, Jason Geffner, pesquisador da CrowdStrike, quem achou o bug, explica:
"O Heartbleed deixa um adversário olhar pela janela de uma casa e juntar informações baseadas no que ele vê. O VENOM permite à pessoa entrar na casa, e também em toda outra casa na vizinhança."

Fonte: Adrenaline
Patch's De correção já disponíveis:
Projeto XEN, Projeto QEMU e Projeto RedHat.
Para uma visão mais ampla, Leia o Artigo da CowdStrike.

sábado, 9 de maio de 2015



Olá pessoas, vou falar hoje de segurança básica em roteadores domésticos, foi um pedido do amigo Natan de Oliveira no nosso grupo no Facebook.

Bem, vamos direto ao que interessa.

Acesso à área de administração do roteador


Já estando conectado no wi-fi


1-No linux


Abra o terminal e digite (sem a necessidade de ser o "super user"/root)

ifconfig

Algo parecido com o texto abaixo vai aparecer

maq02@maq02:~$ ifconfig
eth0      Link encap:Ethernet  HWaddr 00:00:00:00:7a:01 
          UP BROADCAST MULTICAST  MTU:1500  Metric:1
          RX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
          TX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
          collisions:0 txqueuelen:1000
          RX bytes:0 (0.0 B)  TX bytes:0 (0.0 B)

lo        Link encap:Local Loopback 
          inet addr:127.0.0.1  Mask:255.0.0.0
          inet6 addr: ::1/128 Scope:Host
          UP LOOPBACK RUNNING  MTU:65536  Metric:1
          RX packets:2100 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
          TX packets:2100 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
          collisions:0 txqueuelen:0
          RX bytes:325008 (325.0 KB)  TX bytes:325008 (325.0 KB)

wlan0     Link encap:Ethernet  HWaddr 00:25:d3:55:3b:77 
          inet addr:192.168.0.10  Bcast:192.168.0.255 Mask:255.255.255.0
          inet6 addr: f000::225:d3ff:fe55:7b77/64 Scope:Link
          UP BROADCAST RUNNING MULTICAST  MTU:1500  Metric:1
          RX packets:51712 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
          TX packets:33932 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
          collisions:0 txqueuelen:1000
          RX bytes:63872044 (63.8 MB)  TX bytes:4110935 (4.1 MB)

maq02@maq02:~$
Com os dados da tela acima, vemos que no wi-fi (wlan0) o IP é 192.168.0.10, logo, (caso não tenha sido alterado previamente) o IP do roteador é 192.168.0.1, porém pode ser que seja outro (eles variam de marca para marca), os mais comuns são:

192.168.1.1
192.168.1.100
192.168.1.200
192.168.0.1
192.168.0.100
192.168.0.200

O que não impede que no seu caso seja outro, para ter certeza (caso não tenha encontrado ainda, veja o manual do seu modelo específico que lá com certeza terá o IP padrão).

Também é possível achar o IP do roteador pelo gerenciador de rede da sua distro, clique no "sinal wi-fi" que está na barra de notificação do seu computador e depois em "Informações da conexão". O IP procurado é o que está em "Rota Padrão".


2-No windows

Pelo terminal


Mesmo procedimento do linux.


Pela central de central de compartilhamento


Vá até ela (provavelmente clicando no monitor que está na área de notificação do windows).

Ao ver a lista de conexões disponíveis, clique em "Status" e na tela que abrir, clique em "Detalhes" (uma aba a direita da "Geral"). Então pegue o endereço que estiver escrito em "Gateway" e anote (pode ser no bloco de notas).

Não conectado ainda no wi-fi


Conecte o router por uma de suas portas RJ45 e veja um dos procedimentos acima, é provável que ele esteja com o servidor DHCP ativado, logo só plugar o cabo e acessar a interface.


Com o IP em mãos


Vá até algum navegador (se puder usar o IE caso esteja no windows e o Firefox no linux) e entre no lugar das URL's o IP que foi encontrado no passo anterior. Você ira ser direcionado para a página de login, que pode ser

IP:80/admin
IP/login.php
IP/adm_login.php
IP:80
IP

Ou qualquer outra, pois varia de acordo com a marca (como disse antes, vá ao manual do seu roteador que o IP padrão certamente estará lá).

O login


Após acessar a página de administração e ativar os plugins (e controles activeX, caso esteja no IE), digite o usuário e senha. Provavelmente são os dados padrões do seu roteador caso seja a primeira vez que acessa, possíveis combinações seriam (usuário:senha)

admin:admin
admin:
admin:administrador
administrador:admin
admin:password
admin:senha
admin:admin123
admin:pass
admin:pwd
admin:123456
admin:12345678

Novamente recomendo que caso não esteja conseguindo entrar leia o manual do roteador pois como também disse antes essas informações estão lá.

A configuração


Antes de continuar, se não possui ou ainda não viu o manual do roteador vá pegá-lo ou baixá-lo (no site da fabricante) agora. Caso eu fosse falar de todas as marcas e modelos aqui faria uma coleção de livros e não um artigo, então recomendo fortemente a referência ao seu manual do usuário.

Para facilitar, vá direto ao índice do mesmo e procure pelos títulos/sub títulos que lhe convém.

Outra coisa, não mexa onde não sabe pois sua operadora/provedor realiza algumas configurações no seu aparelho e caso elas sejam alteradas podem acarretar problemas de conexão.

Com isso em mente, o que deve ser feito? Bem, vou tentar ser sucinto, fazendo uma lista.

Medidas simples (e mais recomendadas)


- Altere a senha do seu ponto

- Altere a senha padrão de entrada (aquela que você digitou para chegar aqui)

Evite usar sequências numéricas óbvias, nomes de pessoas, lugares, animais (inclusive domésticos), endereços, números de documentos e senhas muito pequenas. Procure misturar letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais, como exemplo: *s3nh4+m310+fr4c4.m4s+j4+v4l3!%

- Altere o SSID ("nome") da sua rede

Ao mudar o SSID evite ao máximo coisas como nomes de pessoas, lugares ou endereços. Ex's: "Joao", "rede do 302", "centro de sp", "casa da maria", etc.

- Ative o firewall do roteador (caso ainda não esteja ativado)

OBS.:Pode ser que configurações extras sejam necessárias futuramente


Caso disponíveis:


- Ative o filtro DDos/DOS

- Ative o filtro de Ping

- Altere o "range" de IPs do seu servidor DHCP

Ex: Se você tem 4 aparelhos (1 celular, 1 computador, 2 TVs Smart, por exemplo) que usarão a rede para que deixar mais de 200 IPs disponíveis? Na maior parte dos casos de redes domésticas, 20 IPs são mais do que suficientes para que ela não recuse aquele celular do seu amigo que veio lhe visitar, mas também não permita que a rua toda se conecte

Mudanças radicais (maior segurança, porém não são recomendadas em todos os casos)


- Deixar o SSID da rede invisível

Fazer isso ajuda mas não vai tornar impossível descobrir o nome de sua rede, já existem programas como o Air Crack  que possuem opções de exibir as rede wi-fi escondidas, ela se torna interessante se usada em conjunto com outras medidas.

- Ative o controverso filtro de MAC Adress

Muitos não confiam nele, pois hoje facilmente pode-se clonar um desses endereços e o estrago estará feito, mas caso não tenham muitos aparelhos chegando à todo momento na rede é uma opção interessante se usada junto à outras, pois ela somente não garante nada.

- Atualize o Firmware

Isso se aplica a aparelhos que já foram lançados a algum tempo, sempre verifique periodicamente o site do fabricante por atualizações recomendadas do firmware do aparelho e siga a risca as instruções do mesmo, pois um procedimento falho pode resultar num "brick" ("perda total", queima/má funcionamento) do equipamento.

Conclusão


Não é necessário ser refém de sua operadora/provedor para manter a segurança de uma wi-fi caseira, pois os procedimentos são muito simples e podem ser executados por quase qualquer um.

Até a próxima!

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Uma nova versão do WordPress lançada nesta quinta-feira, 7/5, corrige duas vulnerabilidades críticas XSS (cross-site scripting) que poderiam permitir que invasores comprometessem os sites da plataforma.
Uma das falhas está localizada no pacote de fonte de ícones Genericons que é usado por vários plug-ins e temas populares, incluindo o tema padrão do WordPress chamado TwentyFifteen.
Pesquisadores da empresa de segurança Sucuri alertaram nesta quarta-feira, 6/5, que já tinham registrado ataques contra a vulnerabilidade XSS.
Para explorá-la, os criminosos precisam enganar os usuários para clicar em links criados especialmente. Mas uma vez que fizerem isso, é possível alavancar a falha para roubar cookies de autenticação. Se a vítima for administradora de um site, os criminosos podem assumir o controle dessa página.
A vulnerabilidade pode ser aliviada ao remover o arquivo example.html que é parte do pacote Genericons ou ao fazer o upgrade para o recém-lançado WordPress 4.2.2.
“Todos os temas e plug-ins afetados hospedados no WordPress.org (incluindo o tema padrão Twenty Fifteen) foram atualizados hoje pela equipe de segurança do WordPress para resolver o problema ao remover o arquivo não-essencial”, afirmaram os desenvolvedores do WordPress no anúncio sobre o lançamento.
Uma vez instalado, o WordPress 4.2.2 escaneia o diretório do site atrás do arquivo HTML vulnerável e remove todas as instâncias dele. 
Além disso, a nova versão soluciona uma segunda falha crítica XSS, que segundo os desenvolvedores do WordPress, permitiriam que usuários anônimos comprometessem um site.
Fonte: IDG Now!
Artigo de Referência: Sucuri

quinta-feira, 23 de abril de 2015



A partir de hoje, criarei uma série de artigos para nossos visitantes que entendem pouca coisa relacionada a Segurança, e gostariam de aprender.

Antes de Introduzirmos ao assunto em questão, é importante deixar claro que Segurança digital, é diferente de Segurança da Informação. É uma opinião própria, e que sempre Preservo, e gosto de diferenciar dessa Forma:

Segurança Digital: É algo simples se comparada a Segurança da Informação, pois foca principalmente em ensinar métodos de Defesa de sistemas computacionais, e de navegação segura na internet. E por ensinar a proteger, não ensina como invadir, como se fosse um conjunto de técnicas para defesa na web (como o Krav Magá), e por isso, é algo mais superficial.


Segurança da Informação: É algo mais complexo, pois não envolve apenas computadores e Internet, envolve várias questões que devem ser debatidas que são relacionadas à informação. Você aprende dos conceitos primitivos de Invasão e Defesa. Digamos assim, você aprende e cria técnicas para invadir, para poder aprender e criar técnicas para proteger, acaba sendo uma área bem mais aprofundada. 

Enfim, essa é apenas uma opinião própria, é claro que existem outros tipos de conceito. Mas vamos ao nosso artigo.

Introdução


Com a grande revolução da tecnologia, dos meios de comunicação e da própria internet nos últimos 20 anos, houve uma grande expansão nas áreas em que essas tecnologias abrangem. Se antes Apenas América Do norte, Alguns Países da América Latina, Alguns países da Europa, alguns do continente africano e outros da Ásia apenas tinham acesso a essas tecnologias, hoje, podemos afirmar, que com a grande expansão tecnológica, se existir um país que não tenha Acesso aos mais modernos meios de comunicação e internet, dentro de alguns anos, terão. Mas esse não é o caso que será abordado aqui, é apenas uma breve citação dos tempos modernos em que estamos vivendo.


Não demorou muito também, para que cada canto do mundo se conectasse ao outro. Podemos visitar países através da internet, que em algum momento na vida tivemos a ambição de conhecer seus pontos turísticos, como exemplo, o Gran Canyon – Arizona/EUA, O muro das Lamentações em Jerusalém/ISRAEL, A Torre Eiffel em Paris/França. São muito os lugares pelo mundo a fora, que alguma vez na vida, você deve ter sentido vontade de conhecer, mas hoje, temos o Google Stret View para nos mostrar os lugares bonitos mundo a fora.
Houve também, a criação das redes sociais, como no caso da primeira rede social criada em 1995, e foi conhecida como a ClassMates. Mas como a internet evolui, as formas de comunicação e interação social também são levadas junto a essa constante evolução, quem não se lembra do Orkut e do MSN? Onde tínhamos a oportunidade de nos comunicar com várias pessoas ao redor do mundo(Foca nos Indianos, eram os que mais adicionavam Brasileiros nas duas redes sociais), e também, comunidades para trocar conhecimento, diversão e os nossos abençoados Downloads. Logo após a onda Orkut e MSN(que diga-se de passagem, começaram a ter muitos bugs) foi começando a se desmanchar, com o aumento de popularidade de outras redes sociais como Skype, Twitter e Facebook, foi perdendo seu espaço entre os grandes, e se mantiveram firmes e fortes aguentando as perdas de usuários para estas redes sociais em ascensão até o ano passado, quando foram finalmente desativadas.

Também é necessário citar o número crescente de aparelhos eletrônicos, que em suas novas versões, possuem a opção de conexão com a internet. Babás eletrônicas, Cameras de Segurança, Smart TV’s entre outros aparelhos que hoje em dia possuem suporte para a internet.

Mas, esta revolução trouxe apenas coisas boas para nós? 

Interligar cada canto do mundo é uma boa, mas e os riscos por trás de tal projeto? E os riscos que corremos ao permitir que tais aparelhos eletrônicos, se conectem a internet sem certo controle e segurança?

BINGO! Chegamos a onde queríamos desde o principio!


É correto afirmar que ao conectar os quatro cantos do mundo, e permitir que esse encontro ocorra através de redes sociais, e em demais sites, e esperar que apenas pessoas boas façam parte das mesmas, é como pedir a um lobo faminto, que não coma um pedaço de picanha crua e desprotegida a sua frente. Toda essa evolução, trouxe fatores bons e ruins, o crime organizado se especializou, hoje, atuam em sua maioria como Cyber criminosos, é uma forma de ganhar dinheiro ilícito com mais facilidade.

Pedofilia


Pedófilos escolhem suas vitimas, baseando-se em seus perfis das redes sociais, não mantendo o tradicional caso de pedofilia dentro de casa. E o pior de tudo, não existe um controle ou educação dada por parte dos pais das crianças que são vitimas de pedofilia pela internet, são deixadas largadas a mercê desse tipo de criminoso. Raros são os pais que se preocupam com tal situação. 

Relacionamentos Virtuais




Casos também, de relacionamentos pela internet entre adultos, em que geralmente não existe sinceridade por parte de ambos. Criam perfis fakes, para ocultar seu verdadeiro Biótipo, que em maioria, são pessoas de moral baixa, talvez por não se sentirem bem com sua forma física e em outros casos, são para aplicar golpes. Fazem as vitimas se “Apaixonarem”, para depois começar a criar histórias em que o mesmo sempre irá precisar de certa quantia para aplicar em alguma empresa, ou para pagar alguma divida. O interessante, é que sempre, o golpista, apresenta um perfil no qual o mesmo é rico, isso contribui para atrair mulheres mais bem resolvidas financeiramente pois são ótimos alvos para eles. Como no Caso de Sarah, que enviou Quase R$ 3 milhões para seu namorado virtual(obviamente, um golpe).

Cyber Criminosos


Além desses casos, estamos expostos a Cyber criminosos, que lucram a partir de fraudes financeiras, vazamento de informações de grandes empresas, Roubo de dados pessoais e uma série de coisas mais. Fora isso, temos também o risco de a qualquer momento, ser invadido por um Software Malicioso, durante uma navegação de rotina pela Web. A cada dia, surgem novas vulnerabilidades em sistemas, e isso acarreta um monte de coisas, desde o desenvolvimento de novos Softwares Maliciosos, até mesmo a uma exposição maior dos usuários para invasão de crackers. Acesso a contas pessoais, senhas bancárias e grandes desvios, infelizmente, tem se tornado muito comum.

CyberBullying


O Cyber Bullying é uma realidade perturbadora em redes sociais, chegando a ser considerado um caso de saúde pública, e vem crescendo o numero de casos a cada dia, como se fosse um vírus biológico se espalhando pelas pessoas. Mas, segundo pesquisas, quem pratica CyberBullying, são pessoas que em algum momento na vida, sofreram bullying na vida real.

Exposição Intima


Exposição Intima também é algo alarmante na internet. Os números de fotos e vídeos expostos hoje em dia em sites pornográficos, chegam a ser absurdo. E isso não é um caso isolado apenas para pessoas comuns, mas também para famosos, como a atriz Carolina Dieckmann em 2012, que após ter suas fotos intimas expostas na internet por Crackers e repercutir da mídia, os Deputados Federais resolveram levar a questão mais a sério, em 2013, puseram em prática a lei carolina Dieckmann para crimes virtuais, porém, com a falta de profissionais capacitados e com a falta de estrutura para por esse tipo de lei para funcionar, continuamos na estaca zero. Porém, sempre existem vacilos entre Crackers que os fazem ser capturados pela policia federal.

Segurança de Eletrônicos


Além de todos os riscos já apresentados, existe a fragilidade da segurança dos aparelhos eletrônicos que possibilitam acesso a internet, em muitos, são encontrados vulnerabilidades que poderiam expor o proprietário de tal tecnologia, em sérios riscos. Como no caso de um Invasor, que ao ter acesso as Câmeras de segurança(que estão conectadas a internet) da casa de um possível alvo para arrombamento e furto, o invasor saberia onde encontrar os objetos de valor, melhorando em 100% as chances do mesmo de evasão após o roubo. Esse é apenas um exemplo. Existem outros tipos de eletrônicos que podem ou não, possibilitar esse tipo de ação.


Mas com todos esses riscos, como posso me proteger?

Algumas prevenções são necessárias para evitar esses riscos, entre elas:

- Eduque o seu filho/Filha, ou qualquer criança/adolescente em sua família, a não conversar com nenhum estranho pela internet e pessoalmente, se você não fizer isso, quem irá ?

- Desconfie sempre de qualquer pessoa de índole duvidosa, e que tem muito a oferecer em sites de relacionamento, na maioria dos casos, poderá ser um golpista. Aproveite e acabe com as duvidas marcando um encontro pessoalmente ou uma Chamada de vídeo.

- Use senhas com mais de 16 Caracteres, e brinque com os números, letras e simbolos, consequentemente, fará sua senha mais forte e segura. Senhas de 8 caracteres já foram comprovadas serem inseguras.

- Não faça download qualquer coisa que ver pela internet, sempre procure se informar com alguem mais experiente sobre como fazer um download seguro.

- Cyber Bullying é algo muito sério, portanto, se notar mudança de comportamento de alguem de sua família, faça sua parte e procure se informar sobre o que está acontecendo. Em momentos de tristeza e pré-depressão, não existe nada melhor que um conselho ou alguem se importando com você.

- Não deixe qualquer pessoa ter acesso ao seu computador pessoal. Os riscos não estão somente na internet, mas também no convívio social.

- Mantenha-se informado sobre um produto eletrônico que possibilite acesso a internet sempre! Pesquisadores em Segurança não descansam, são zumbis e ficam direto em busca de novas vulnerabilidades. Caso algum aparelho eletrônico que você possua, possuir uma vulnerabilidade, com certeza será anunciado em portais de noticias, e logo depois(ou no mesmo dia), a fabricante disponibilizará um atualização de Software para corrigir. Fique Atento!

São passos simples assim, que fazem toda a diferença e evitam momentos de crises.

É isso pessoal! Compartilhe com seus familiares, amigos e até inimigos (Por que não?), vamos transformar a internet em um lugar melhor para se navegar.

Semana que vem tem mais! Até a próxima.

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