Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2015

Olá leitores!

Vocês viram que a Novatec está sorteando um livro de segurança/Hacking deles?



Realizando os procedimentos da promoção, o ganhador poderá escolher qualquer livro da categoria.

Participe você também, veja abaixo as regras:

- Curtir a página da Novatec no Facebook
- Compartilhar de forma pública o post do sorteio
- Clicar em "Quero participar"


Se você não conhece ou quer uma indicação de livros caso ganhe, leia nossos reviews!

- Black Hat Python 
- Segurança em redes sem fio
- Testes de invasão

Caso não ganhe a promoção mas mesmo assim queira um livro, você pode comprá-los no site da Novatec com 20% de desconto com nosso cupom.

Quando for finalizar a compra coloque o cupom BRUTALSEC e ganhe seus 20% de desconto!



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O Facebook construiu uma plataforma para empresas de todos os setores compartilharem informações e dados sobre ciberataques e riscos de segurança. A plataforma, chamadaThreatExchange, tem como objetivo ajudar as companhias a enfrentar melhor as ameaças à segurança digital.
Empresas especializadas em soluções de segurança têm, há muito tempo, redes fechadas nas quais trocam informações sobre o cenário de cibersegurança, mas esses canais têm sua limitação, ditada especialmente por questões de concorrência entre as companhias provedoras de serviços e soluções de segurança.
A ideia da plataforma, segundo o Facebook, nasceu há um ano, quando várias empresas de internet, incluindo a rede social, tentaram bloquear o ataque de uma botnet que estava abusando de seus serviços para disseminar spam.
"Aprendemos rapidamente que a troca de informações entre nós foi vital para derrubar a botnet, porque partes dela estavam espalhadas em diferentes serviços e nenhum de nós tinha acesso ao quadro completo", escreveu Mark Hammell, gerente do time de Infraestrutura de Ameaças (Threat Infrastructure) do Facebook, num post no blog oficial nesta quarta-feira.
A ThreatExchange está montada sobre a infraestrutura preexistente do Facebook e provê às companhias participantes APIs (application programming interfaces, ou interfaces de programação de aplicações) para fazer buscas ou informar novos ataques. As informações incluem nomes de domínio maliciosos, amostras de malware e outros indicadores de comprometimento de estrutura.
A plataforma também tem mecanismos de controle que permite às empresas compartilhar certas informações apenas com grupos específicos de organizações, por exemplo aquelas que fazem parte de uma mesma vertical econômica ou que sofreram o mesmo tipo de ataque.
Twitter, Yahoo, Tumblr e Pinterest foram os primeiros a aderir à ideia e testaram a plataforma quando ela estava em desenvolvimento. As empresas Box e Bitly se juntaram ao grupo mais recentemente e o Facebook espera que mais empresas adotem a iniciativa. Quem quiser participar deve aderir ao programa beta no site da ThreatExchange.
Fonte: IDG NOW!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

E ai pessoal!

Acho que não é necessário falar sobre as normas de condutas básicas, então vamos direto ao ponto.

Este grupo é basicamente para manter uma proximidade entre a equipe Brutal Security e os leitores, e trocar conhecimento. A princípio qualquer coisa pode ser publicada, use o bom senso.

Além da interatividade normal do grupo vamos utilizar o grupo para algumas funções específicas:

- Desafios
- Discussão sobre diversos temas e notícias
- Sugestões
- Submissão de artigos e textos para o blog
- E muito mais!

O grupo é fechado para um controle melhor, mas pode pedir para participar que será aceito!

Sejam bem-vindos ao grupo, sintam-se a vontade para publicar o que acharem interessante e tem cerveja na geladeira :)

Link do grupo!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Você já parou para pensar que alguém pode estar usando alguma foto sua para manter um perfil falso?
Através do google é possível rastrear se sua foto está sendo usada em perfis falsos no facebook ou no Twitter
Veja como é simples:
1)      Copie a imagem que você deseja pesquisar (botão direito do mouse – copiar imagem);
2)      Acesse o site do Google e escolha a opção Imagem;
3)      Na barra de pesquisa, clique no ícone que representa uma câmera fotográfica;
4)      Cole a imagem copiada na nova barra de pesquisa que acabou de abrir;
5)      Clique em pesquisar;
6)      Com os resultados que aparecem você poderá saber se sua foto foi copiada e está em algum local na web.

Se você encontrar algum perfil falso com sua imagem não perca tempo e denuncie o mais rápido possível;
Para denunciar no Facebook, acesse: http://www.facebook.com/help

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Muitas pessoas que estão começando os estudos em pentest se fazem esta mesma pergunta, “Como eu ataco se eu estiver fora da rede?”. Esta pergunta é bem comum, porque a maioria dos cursos, treinamentos, vídeo aulas e tutoriais mostra em redes simples ou simulações simples com máquinas virtuais. O que acaba acontecendo é que os aspirantes a pentester acabam aprendendo apenas a lançar alguns ataques prontos de dentro da rede através de uma receita de bolo. Antes de começar vamos deixar uma coisa bem clara aqui, se você pretende ter sucesso vai ter que “pensar fora da caixa”, isso quer dizer, tentar coisas fora do comum, e para isso você vai ter que estudar e na maioria das vezes criar sua própria solução, já que não vão ter tutoriais prontos para você sempre que precisar.

Agora sim, vamos ao exemplo. Imagine que estamos por algum motivo qualquer tentando descobrir as credenciais de uma pessoa específica. A pessoa está em sua casa, com rede cabeada, então tecnicamente não temos como estar fisicamente na mesma rede que ela, precisamos pegar essas credenciais de fora da rede. Usarei o simulador de redes GNS3 para demonstrar. Caso não conheça ou deseja instalar esta ferramenta dê uma olhada nos outros posts que temos aqui no site.


Em nossa simulação temos a seguinte organização:


- Backtrack: Nossa máquina atacante
- R2: Roteador do local que estamos que nos conecta com a internet
- R1: Roteador da vítima que conecta a rede dela a internet
- SW1: Switch simples para ligar as duas maquina da rede (GNS3 não tem automático um roteador com diversas portas, como os convencionais)
- WIN7: Máquina na rede da vítima rodando Windows 7 instalado nos padrões mais comuns
- WINXP: Máquina na rede da vítima rodando Windows XP (sim, ainda tem por ai) instalado nos padrões mais comuns

Algumas informações a mais que vão ser importantes. Estas configurações já configurei nos roteadores. Com algumas buscas no Google você consegue estas configurações:

- A máquina Backtrack consegue acessar a internet fictícia entre os roteadores, é possível chegar ao roteador R1, mas a rede interna está inacessível
- As máquinas WIN7 e WINXP podem acessar a internet fictícia do GNS3, chegando ao roteador R2
- As máquinas WIN7 e WINXP podem acessar diretamente a máquina Backtrack
- A máquina Backtrack tem IP fixo na rede externa 
O roteador R2 está configurado para encaminhar certos pacotes em uma determinada porta específica para a máquina Backtrack

Estas informações acima são os requisitos mínimos para realizar um ataque e fora da rede, conhecido como "Attack over WAN”, ou “Attack over internet”.

Para você fazer isso em um ambiente real, você vai precisar configurar seu roteador para encaminhar pacotes para determinadas portas (port-forwarding) ou alugar um servidor de alguma empresa, amazon por exemplo. Como fazer isso você pode dar uma pesquisada no Google que encontrará facilmente.

OBS: Alguns roteadores (genericos/vagabundos) de algumas operadoras de internet do Brasil vem sem essa opção ou desativada/bloqueada por padrão.

Tendo tudo pronto e configurado vamos ao ataque. O modo mais simples que podemos atacar é gerando uma página falsa com o SET (Social Engineering Toolkit). Sim, exatamente o mesmo ataque utilizado no post mais visto do site “Hackear Facebook com o SET”, atendendo a diversos pedidos e dúvidas.

E vamos lá! Abra o SET pelo menu ou acesse o diretório e execute o SET. No menu principal vamos escolher a opção "1) Social-Engineering Attacks":


No segundo menu vamos escolher a opção “2) Website Attack Vectors”:


Como nosso objetivo é roubar as credenciais vamos usar a opção “3) Cedential Harvester Attack Method”:


Neste submenu você pode optar por qualquer uma das opções. A opção 1 você vai usar um modelo pronto que o SET já tem, a opção 2 você vai digitar o endereço do site e o SET tentará clonar, e a opção 3 você vai importar um modelo pronto de algum site que você já tenha feito anteriormente. Para este exemplo vamos usar a opção 1 porque eu esqueci de configurar uma interface de rede para acessar a internet real :) :


Este IP que ele pede pra informar é o IP da máquina atacante, mas você não pode colocar o IP interno (192.168.0.1 por exemplo), porque a máquina de fora não pode acessar este IP, você tem que colocar o IP externo do seu roteador e assim que chegar nele ele irá encaminhar para sua máquina interna como vimos anteriormente. Neste caso vou informar o IP externo do meu roteador, no caso 50.0.0.2:


A próxima informação que ele pede é que site desejamos usar para o ataque. Neste exemplo vou utilizar o Facebook: 


Com isso o SET irá gerar a página com seu IP, algo como http://50.0.0.2:4444 (As vezes a porta nem é necessário). Agora com esse IP você encaminha para a vítima. Aqui entra a real Engenharia Social. Você pode mandar o link “em claro” mesmo ou usar alguma técnica para ocultar o link real, isso vai de você. Também vai de você encaminhar isso para a vítima, senha por um email falso do tipo “Alguém está tentando acessar sua conta, clique aqui para trocar sua senha”, enviar diretamente, ou algum outro modo de redirecionamento.

Assim que a vítima clicar no link ou digitar o endereço no navegador ela vai ver, neste caso, a página do Facebook normalmente, a única diferença vai estar na URL que não é do Facebook, mas usuários normais dificilmente notam isso.


No momento que a vítima digitar suas credenciais e clicar em login, ela será redirecionada para o Facebook original para não levantar suspeitas e o SET irá capturar essas informações.


Pronto! Agora você tem as credenciais que precisava. Muito cuidado com o que você faz com isso, conhecimento não é crime, o uso que você da para ele sim.

Não se esqueçam! Hoje é sexta feira e vai sair um vídeo demo disso, então fique ligado no facebook da Brutal Security e no Post que vai ser atualizado aqui o vídeo.

EDIT: Vídeo no ar!! Confira:



Uma pequena nota, o Facebook falso bugou porque a máquina não estava conectada a internet real para baixar as imagens do Facebook. Também não redirecionou pelo mesmo motivo. Mas mesmo assim pode-se ver no vídeo que a técnica funciona em redes diferentes, desde que a máquina atacante esteja alcançável pelas vítimas.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Os irmãos Winklevoss - Cameron e Tyler - mais conhecidos como os remadores olímpicos dos EUA que mantiveram uma ação longa e dolorosa contra o Facebook, alegando que o Mark Zuckerberg roubo deles a idéia para o site.
Os irmãos são também grandes entusiastas da moeda Bitcoin, e Cameron Winklevoss foi ao Reddit para conversar sobre a moeda, prevendo que em um futuro a moeda irá valorizar muito e mostrando seu entusiasmo com o Bitcoin.
Ele junto com seu irmão estão investindo pesadamente no Bitcoin, alegando que a moeda irá valorizar cerca de 45 vezes o seu valor atual (cerca de 900 dólares no momento).
"O cenário para Bitcoin é de 400 bilhões de USD de valor de mercado do dólar, então 40.000 dólares por moeda, mas acredito que ele poderia ser muito maior. Quando isso vai acontecer, se acontecer, eu não sei, mas se isso acontecer , ele provavelmente vai acontecer muito mais rápido do que qualquer um imagina ", escreveu Winklevoss.
Ele também escreveu que nunca vendeu um de seus bitcoins, que ele considera uma commodity. Ele também ressalta o fechamento do mercado negro de drogas Silk Road, que usava Bitcoins para suas transações.
"O encerramento do Silk Road, e resultando ganhos de preços demonstrar como a demanda por BTC tem pouco a ver com as transações ilícitas. Se por algum motivo, Silk Road estava segurando Bitcoin para desproporcionalmente dominar sua narrativa de uma forma negativa."
Fonte: Mashable

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O Facebook divulgou no final agosto que governos de 74 países pediram informações sobre contas de cerca de 38 mil usuários apenas no primeiro semestre de 2013. O que para muitos pode soar como invasão de privacidade pode ser, às vezes, uma medida de proteção.

Apenas oficiais de justiça podem requerer e ter acesso a dados de terceiros na rede social. E os pedidos são atendidos apenas de acordo com uma série de regras preestabelecidas pela equipe de Mark Zuckerberg no documento “Requisito Legal de Processo Internacional“. Nos últimos seis meses, o Brasil fez 715 solicitações, das quais 33% foram atendidas pelos administradores da rede. Entenda em quais casos o Facebook libera para a justiça informações sobre usuários e descubra que seus dados não são facilmente disponibilizados.

Segurança infantil

O Facebook denuncia conteúdos publicados no site que possam remeter à exploração infantil ao Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (NCMEC). O órgão trabalha em conjunto com seu braço internacional e com autoridades policiais de todo o mundo. Mesmo as denúncias feitas através de solicitações governamentais são encaminhadas ao NCMEC. O texto do “Requisito Legal de Processo Internacional” recomenda que, quando uma autoridade policial for pedir acesso ao conteúdo de um determinado usuário que envolva suspeita de exploração infantil ou com questões de segurança de uma criança, que deixe bem claro, para que a situação possa ser resolvida da maneira mais rápida possível.

Perigo iminente

Se houver uma situação que coloque uma pessoa – seja adulto ou criança – em risco de morte ou em sério perigo físico, e publicações no Facebook possam ajudar a resolver o caso ou evitar que o pior aconteça, autoridades policiais podem entrar em contato com a rede social para solicitar o mais rápido possível a divulgação das informações necessárias. Todo o processo é feito através de um sistema de solicitações online. Os termos da rede social deixam claro que serão levados em consideração apenas os e-mails de oficiais da lei. Caso uma pessoa comum saiba da existência de algum conteúdo que possa comprovar que alguém está em iminente perigo, a ação recomendada é entrar em contato com a polícia para que ela peça o acesso aos dados ao Facebook.

Consentimento do usuário em caso de processo

Caso um usuário da rede social esteja passando por um processo judicial, seja por uma acusação criminal ou um pedido de separação litigioso, e ele tiver uma prova a seu favor no Facebook, ele mesmo deve fazer o backup de seus dados sem precisar de requisição formal.

O download de mensagens, fotos, vídeos e publicações do mural é possível através do recurso “Baixe uma cópia de seus dados“, presente no menu “Configurações de conta”. Também é possível ver os endereços de IP recentes através do menu de segurança do Facebook. O usuário só tem acesso ao histórico de IPs mediante a um processo judiciário.

A lista acima mostra que a liberação de informações de usuários pela rede social de Zuckerberg depende de muita burocracia e os dados são concedidos apenas às autoridades policiais. Ou seja, conseguir informações da conta da namorada ou dos filhos não é tão fácil quanto você achava. Mas pode ser útil se o caso for importante e envolver a ação da polícia.

Fonte: Crimes pela internet

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Os gigantes da internet Google, Yahoo! e Facebook pediram autorização à Justiça nesta segunda-feira para informar com mais detalhes sobre os pedidos de dados que recebem da administração americana no âmbito da luta antiterrorista.


No pedido apresentado à Foreign Intelligence Surveillance Court, o Yahoo! argumenta que a administração pode proteger a segurança dos americanos "sem impedir que as empresas de internet divulguem o número de solicitações de informações que recebem em nome da segurança nacional", afirma o grupo em seu blog.

"Ocultar tais informações alimenta a desconfiança e a suspeita em relação aos Estados Unidos", acrescenta o responsável jurídico do Yahoo!, Ron Bell, no blog.


O Facebook apresentou a mesma demanda, argumentando que é preciso ter mais transparência. "As declarações e decisões do governo americano não atenderam corretamente às preocupações dos usuários no mundo sobre a garantia de segurança e confidencialidade de seus dados em poder das empresas de internet", escreve Colin Stretch, funcionário jurídico do Facebook, em seu blog.


O Google, que já havia apresentado um pedido em junho junto à Microsoft e a outras empresas, explica em seu blog que solicitou autorização para "publicar estatísticas detalhadas sobre os tipos de pedidos que recebe em nome da segurança nacional, no âmbito da Foreign Intelligence Surveillance Act", que permite espionar os estrangeiros na internet.


"Diante da importância dos problemas políticos compreendidos neste caso, também solicitamos que o tribunal realize uma audiência pública, em vez de a portas fechadas. É hora de ter um pouco mais de transparência", afirmam Richard Salgado e Pablo Chavez, dois líderes do grupo em seu blog.


Os grupos tecnológicos estão sob pressão após as revelações sobre o programa de espionagem Prism, que permite à Agência Nacional de Segurança (NSA) americana obter deles milhares de dados digitais sobre os usuários de internet.


As empresas afirmam que divulgam informações apenas diante de pedidos formais dos tribunais, negando qualquer conivência com as autoridades americanas. Estas insistem que esses controles são legais e permitiram desbaratar dezenas de atentados.

Fonte: Terra

sexta-feira, 30 de agosto de 2013


De acordo com o pesquisador Carlo De Micheli, o software malicioso está se espalhando a uma taxa de cerca de 40 mil ataques por hora



Software malicioso dá acesso a informações salvas no navegador, como senhas Foto: Reuters
Software malicioso dá acesso a informações salvas no navegador, como senhas
Foto: Reuters

Um software malicioso disfarçado como um vídeo no Facebook dá acesso a informações salvas no navegador dos usuários, como contas com senhas salvas, e já atingiu mais de 800 mil usuários do Chrome, indicaram pesquisadores de segurança italianos. Segundo o blog Bits, do jornal The New York Times, o malware aparece como um link no Facebook indicando que o usuário foi marcado em um post. Ao clicar no link, ele é levado a baixar uma extensão no navegador para assistir a um vídeo e é contaminado.
De acordo com o pesquisador Carlo De Micheli, o software malicioso está se espalhando a uma taxa de cerca de 40 mil ataques por hora. Uma vez que esse plug-in é instalado, os criminosos podem acessar a tudo que estiver armazenado no navegador, incluindo contas com senhas salvas. O malware está se replicando principalmente pelo seqüestro de contas do Facebook das vítimas, repassando o golpe a amigos. 
Um porta-voz do Google disse ao Bits que a empresa já está ciente do ataque e desativou as extensões do navegador que permitiam o acesso às contas. "Quando detectamos itens contendo malware ou descobrimos por meio de relatórios, nós os retirmos da Chrome Web Store", disse a porta-voz, Veronica Navarrete.
O Facebook também disse que seus sistemas de segurança já haviam detectado o ataque e que a empresa estava trabalhando para excluir os links maliciosos.


Hector Xavier Monsegur, sentenciado por ser considerado o lider do grupo LulzSec, mais conhecido como "Sabu" voltou a aparecer na mídia. Monsegur admitiu culpa em uma série de crimes contando de 2 anos de prisão até um máximo de 124 anos.

Outro hacker do Lulzsec, Jeremy Hammond admitiu que usou Sabu para coordenar ataques contra governos de outros países, hackers e outros.

Os atrasos nas respostas indica que o FBI não está extraindo informações de Monsegur, e pode indicar que ele está ajudando o FBI em operações, como admitiu Jeremy Hammond.

Jeremy Hammond afirmou nesta quinta-feira (29/08) que o governo americano pediu para Monsegur para encorajar seus amigos hacktivistas para se infiltrar em entidades governamentais de outros países.

"O que muitos não sabem é que Sabu foi usado também pelos seus manipuladores para facilitar a invasão nos alvos, incluindo inúmeros sites do governo pertencentes a governos estrangeiros", disse Hammond.

"O que os Estados Unidos não poderiam realizar legalmente, usaram Sabu e, por extensão, eu e outros, para realizar de forma ilegal", Hammond acrescentou.

"Por que os EUA está nos usando para se infiltrar nas redes privadas de governos estrangeiros? Que eles estão fazendo com as informações que roubamos? E será que ninguém no nosso governo nunca será responsabilizado por esses crimes?"

Hammond se declarou culpado em maio a pirataria, e invadir a empresa privada de inteligência Stratfor e expor milhões de e-mails reveladores. O nativo de Illinois pode pegar até 10 anos de prisão quando for sentenciado, marcada para 15 de novembro.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Sabe qual a parcela da população com acesso à Internet? 2,4 bilhões de pessoas , de acordo com estudo feito no final de junho de 2012.

Isso significa que tudo o que temos presenciado nos últimos tempos – de novas eras de informação, revoluções industriais e comerciais, regimes derrubados a construções de sociedades mais embasadas em ideias de (utópica) transparência – foi resultado de um modelo de comunicação restrito a apenas 33% da população mundial, estimada em 7,1 bilhões .

Isso também significa que testemunhamos apenas a ponta do iceberg da nossa era – talvez para o desgosto de tantos governos que se viram forçados a adaptar os seus status quo para continuarem vivos.
Se tantos inegáveis avanços já foram vistos quando apenas 33% dos mais privilegiados ficaram interconectados pela Web e pelas redes sociais, já imaginou em que patamar se estará quando todos os 7 bilhões de habitantes tiverem um poder de comunicação semelhante?

Quem dará o primeiro passo?

Dentre as respostas que costumam saltar quando essa pergunta é lançada, praticamente todas apontam para um futuro mais justo como decorrência de uma sociedade com poderes de comunicação que desconheçam fronteiras, limites ou mesmo regras impostas por alguma minoria.
Por outro lado, isso também coloca a humanidade em uma espécie de paradoxo sócio-político: afinal, quem poderia guiar o mundo para essa segunda fase da era da informação? Os governantes (eleitos ou não), que já perceberam que a informação ao alcance de todos os deixa em permanente estado de xeque?

Para que, exatamente, os governos mundiais efetivamente investirão na democratização plena da Internet?

Para se verem questionados, acuados e sob uma pressão que a História jamais testemunhou antes?
Se não aos governos, que já deram tantos sinais de ineficiência e alienação, caberia à própria população garantir o acesso às outras 5 bilhões de pessoas no mundo, realmente transformando a realidade em algo profundamente transparente? Sob esse aspecto, a sociedade em si (seja por meio de ONGs ou de iniciativas de poucos e honrados heróis) tem se mostrado ainda mais ineficiente do que o governo – em grande parte por depender do dinheiro dele para sequer existir.

O primeiro passo para essa nova fase já está sendo dado – só que justamente pelos considerados como grandes vilões do mundo: os “impérios capitalistas”. Sendo mais preciso: o Facebook e o Google.

A fase dois que já começou
Recentemente, o Facebook anunciou o Internet.org – uma espécie de consórcio capitaneado por ela e composto, dentre outros, por Samsung, Qualcomm, Ericsson e Opera Software, com o objetivo de garantir acesso à Web aos outros 5 bilhões de habitantes. Como? Por meio da produção de smartphones de baixíssimo custo e alta qualidade, atendendo assim às comunidades mais isoladas do mundo.
Por sua vez, o Google anunciou em junho o lançamento de uma rede de balões sobre o hemisfério sul que, movidos a energia solar, emanam sinais 3G de forma gratuita. A iniciativa, batizada de Project Loon, ainda está em fase de experimento, mas já é um indício mais do que claro de que a batalha entre Facebook e Google está se dando em territórios ainda inexplorados.

Obviamente, nenhuma das duas empresas tem como foco primário transformar o mundo em um lugar melhor – ideais utópicos, afinal, não costumam ter muito espaço em bolsas de valores.
Ambas estão em busca do óbvio: mais usuários para trafegar pelas suas redes e buscadores, somando mais audiência e mais retorno financeiro por meio de publicidade. Mas, no caminho dessa busca pouco altruísta, elas podem realmente acabar transformando o mundo em um lugar muito mais transparente e justo do que é hoje.

A boa notícia é que essa corrida evolucionária social já começou – e que, por não ter nenhum governo à frente, dificilmente terá interesses escusos para freá-la.
A má notícia é que interesses, por assim dizer, não precisam ser escusos para gerarem danos. Afinal, se duas empresas conseguirem, por meio de suas iniciativas, colocar 5 bilhões de novos usuários na Internet, elas terão um poder que nenhuma outra organização, pública ou privada, jamais sonhou em ter.

É hora de apertar os cintos
Se há uma coisa que a História já deixou claro é que heróis de hoje facilmente se transformam em vilões de amanhã aos olhos do público. Assim, caso essas (hoje) louváveis iniciativas vinguem, dificilmente Google e Facebook conseguirão sustentar por muito tempo uma posição de “líderes supremos”. Essa capacidade de governança mundial, no entanto, é algo ainda a ser debatido em outro momento.

Fato é que, seja qual for o desenrolar dessa nova fase, uma coisa pode-se ter como certa: o mundo em geral (e o mercado digital em particular) deve testemunhar, já em um futuro próximo, o crescimento mais explosivo que o próprio capitalismo já testemunhou.

Fonte: IDG Now

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Um relatório do Facebook informa que autoridades brasileiras enviaram à rede social 715 solicitações de dados pessoais no primeiro semestre. Os dados referem-se a  857 contas de usuários. Um terço desses pedidos foram atendidos pela empresa.

O relatório, divulgado hoje, lista o número de solicitações de dada país, o número de contas de usuários correspondentes e o percentual de pedidos atendidos pelo Facebook. O Brasil é o sétimo país com mais pedidos desse tipo no primeiro semestre.

Os outros países que mais bisbilhotaram a vida dos usuários do Facebook no semestre são Índia, Reino Unido, Alemanha, Itália e França. Mas o campeão disparado são os Estados Unidos, com mais de 11 mil solicitações.

O Facebook não tem permissão para publicar os números exatos dos Estados Unidos. As leis americanas permitem que organizações como a Agência de Segurança Nacional (NSA) emitam ordens de silêncio impedindo a divulgação dessas solicitações.

“Continuamos pressionando o governo dos Estados Unidos a permitir mais transparência em relação a essas solicitações, incluindo números específicos e tipos de solicitações relacionadas à segurança nacional”, afirma, no relatório, Colin Stretch, conselheiro geral do Facebook.
“Publicaremos informações atualizadas para os Estados Unidos assim que obtivermos autorização legal para isso”, prossegue ele.

No recente escândalo produzido pelos documentos secretos da NSA vazados por Edward Snowden, surgiram indícios de que empresas como o Facebook colaboram com o governo americano permitindo que as autoridades tenham acesso direto à base de dados de usuários.
O Facebook diz que só autoriza o acesso quando há base legal para isso. “Analisamos as requisições levando em conta os nossos termos, a legislação aplicável e ainda exigimos uma descrição detalhada de bases factuais e legais para cada requisição”, afirma Stretch.

“Contestamos muitas dessas requisições quando encontramos deficiências legais ou quando identificamos requisições amplas ou vagas. Quando precisamos cumprir com um pedido em especial, normalmente compartilhamos uma única informação básica da conta, como o nome do usuário”, prossegue.

Confira, na tabela abaixo, os 20 países que fizeram mais solicitações de dados pessoais ao Facebook no primeiro semestre:

relatorio

Fonte: Revista Info

quinta-feira, 22 de agosto de 2013



Um homem que invadiu a página de Mark Zuckerberg no Facebook para expor uma falha de software está recebendo doações de hackers ao redor do mundo, depois que a empresa se recusou a recompensá-lo com base em um programa que normalmente premia pessoas que relatam tais problemas.

Khalil Shreateh descobriu e relatou a falha, mas inicialmente foi ignorado pela equipe de segurança do Facebook. Em seguida, ele postou uma mensagem na página do bilionário para provar a existência do bug.

Agora, Marc Maiffret, diretor de tecnologia da empresa de segurança cibernética BeyondTrust, está tentando mobilizar hackers para levantar uma recompensa de 10 mil dólares para Shreateh após a recusa do Facebook.

Maiffret, hacker autodidata que abandonou o colégio, disse nesta terça-feira que até o momento arrecadou cerca de 9 mil dólares, incluindo os 2 mil dólares que ele contribuiu inicialmente.
Ele e outros hackers dizem que o Facebook negou pagamento a Shreateh, um palestino, no âmbito do programa "Bug Bounty". A empresa distribui um mínimo de 500 dólares a indivíduos que chamam a atenção da empresa para erros de software.

Shreateh descobriu a falha no site da empresa que permite aos membros postarem mensagens na página de qualquer usuário, incluindo Zuckerberg. Ele tentou submeter a falha para revisão, mas a equipe de segurança do site não aceitou o seu relatório.

Em seguida, ele postou uma mensagem para o próprio Zuckerberg na conta privada do executivo, dizendo que ele estava tendo problemas para conseguir a atenção de sua equipe. "Desculpe por violar a sua privacidade", disse Shreateh na mensagem.

O erro foi rapidamente corrigido e o Facebook emitiu um pedido de desculpas na segunda-feira por ter sido "demasiado apressado e indiferente" ao relatório do Shreateh. Mas não pagou-lhe uma recompensa.

"Nós não vamos mudar a nossa prática de não pagar recompensas a pesquisadores que testaram vulnerabilidades contra usuários reais", disse o vice-presidente de segurança Joe Sullivan em uma mensagem na rede social.

Ele disse que o Facebook já pagou mais de 1 milhão de dólares no âmbito desse programa para os pesquisadores que seguiram suas regras.

Fonte: Revista Info

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Palestino Khalil Shreateh diz ter hackeado conta de Mark Zuckerberg para mostrar uma falha no sistema. (Foto: Reprodução/Khalil Shreateh/Facebook)

Hacker teria escrito no mural do presidente-executivo da rede social.
Falha foi corrigida, diz engenheiro do Facebook em fórum.


Um hacker palestino diz invadido o perfil de Mark Zuckerberg, um dos fundadores doFacebook e presidente-executivo da empresa, para comunicar ao site uma falha no sistema da companhia, após ter sido ignorado por ela.
O hacker Khalil Shreateh afirma ter descoberto um bug no site que permitia a publicação nos murais de outros usuários, como se fossem os donos das contas. Ele reportou a falha ao programa de identificação de erros do Facebook, mas não foi ouvido.
Para provar a existência do bug, Khalil diz ter invadido o perfil de Zuckerberg e postado uma mensagem no mural dele. O hacker chegou a publicar um vídeo explicando a falha, com legendas em inglês e em árabe.
“Primeiro, desculpa por invadir sua privacidade e postar no seu mural. Eu não tive escolha depois de todos os reportes que eu mandei para o time do Facebook”, escreveu Khalil no mural de Zuckerberg, segundo uma imagem reproduzida em seu blog que supostamente confirma a postagem invasiva.
Se o Facebook tivesse reconhecido a falha, o palestino poderia ter recebido, ao menos, US$ 500, prêmio pago aos desenvolvedores que encontram falhas na rede social –em três anos, o site diz ter pago mais US$ 1 milhão em recompensas.A atitude foi tomada, segundo Khalil escreveu em seu blog, após ter informado o erro ao Facebook, que, sem pedir por maiores informações, repondeu: “Desculpa, isso não é um bug”.
Após a suposta invasão ao perfil de Mark, que teria ocorrido nesta quinta-feira (15), Khalil diz que o engenheiro de segurança do Facebook, Ola Okelola, entrou em contato para pedir detalhes.
Khalil publicou em seu blog um e-mail que teria sido enviado pelo Facebook avisando que o aviso “não tinha informação técnica suficiente para que nós tomássemos ação”.
“Infelizmente, nós não podemos pagar a você por essa vulnerabilidade porque suas ações violaram nossos ‘Termos de Serviço’. Esperamos, entretanto, que você continue a trabalhar conosco para encontrar mais vulnerabilidades no site.”
O Facebook não confirma a invasão, mas um engenheiro da rede social comentou o bug em um fórum de cibersegurança. Mattew Jones, gerente de engenharia do site, escreveu: “Para ser claro, nós consertamos esse bug na quinta”.
“Como muitos que comentaram pontuaram, nós recebemos centenas de reportes todo dia”, disse. “Entretanto, o mais importante assunto aqui é como o bug foi demonstrado, usando as contas de pessoas reais sem suas permissões”, acrescentou.
Khalil afirmou que antes do perfil de Zuckerberg havia invadido o de Sarah Goodin, uma amiga do executivo.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, teve seu perfil invadido por um pesquisador de segurança, após a rede social ignorar seus alertas de que um bug no serviço permitiria a qualquer pessoa publicar no mural de um estranho.

O palestino Khalil Shreateh, especialista de sistema da informação, afirmou que reportou a vulnerabilidade ao time do Facebook por duas vezes.

Ele demonstrou que o bug era real ao publicar um vídeo do cantor Enrique Iglesias no mural de uma das amigas de Zuckerberg, Sarah Goodin, com quem Shreateh não tem nenhuma ligação.

No entanto, o Facebook não deu relevância ao alerta, alegando que o problema não era um bug, uma vez que apenas os amigos de Goodin poderiam ver a publicação no mural.

Shreateh então decidiu usar o bug para invadir o perfil de Zuckerberg. Em um post, que já foi removido, ele pede desculpas por quebrar a privacidade do CEO, mas que tomou a decisão após a rede social ignorar seus relatórios.

Menos de um minuto após essa ação, a página de Shreateh no Facebook foi suspensa e ele foi contatado por um engenheiro da rede social solicitando detalhes sobre o bug.

“Infelizmente seu relatório enviado para nosso sistema Whitehat não continha informações técnicas suficientes para que pudéssemos tomar uma atitude. Nós não temos como responder a relatórios que não contêm detalhes suficientes para reproduzir o erro”, disse o engenheiro do Facebook em e-mail a Shreateh.

Além disso, o Facebook mantém uma política onde oferece um mínimo de US$ 500 para qualquer falha de segurança identificada na rede social. No entanto, a empresa se recusou a pagar Shreateh, pois suas ações violaram os termos de serviço.

O Facebook afirmou que o erro já foi corrigido e reconheceu que a empresa deveria ter solicitado mais detalhes a Shreateh após ele enviar seu relatório.

O pesquisador também publicou um vídeo no YouTube onde demonstra o bug:





Segundo grandes portais de notícias, além de alguns emails de um engenheiro do Facebook o pesquisador não ganhou nada pela descoberta, mesmo a rede social tendo um sistema de recompensas, o pesquisador não recebeu nada e ainda por cima teve sua conta suspensa até a resolução do problema.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Hoje temos uma falha interessante do Facebook descoberta por um bug hunter chamado Roy Castillo. No seu blog ele explicou a falha que permite que qualquer um consiga os emails dos bilhões de usuários do Facebook de forma fácil.

O Facebook libera um painel para criar e administrar os apps da rede social, com uma grande gama de ferramentas para configurar, construir e debugar os apps do Facebook.

A falha está nas configurações dos apps, onde um administrador pode adicionar um perfil de desenvolvedor no seu projeto, mas se o usuário não é um usuário desenvolvedor verificado, vai receber um erro onde mostra seu email cadastrado.

No site do pesquisador você pode ver os passos para obtenção dessas informações.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O Facebook desmentiu um boato que está circulando nos últimos dias na rede social alertando falsamente os usuários sobre a cobrança do serviço e divulgação de dados aos EUA. Segundo a mensagem - confusa, mal escrita e cheia de erros de português, como é comum nesses golpes -, o usuário que divulgar o texto em seu perfil poderá continuar usando a rede social gratuitamente e sem o envio de dados ao governo norte-americano.

Ao UOL Tecnologia, a assessoria de comunicação do Facebook confirmou se tratar apenas de um boato e disse que o serviço "será sempre gratuito para todos". A história sobre a cobrança é recorrente e figura até em uma lista do próprio Facebook, com os mitos comuns sobre a rede social.

Já o boato sobre a divulgação de dados pega carona nas denúncias de Edward Snowden, ex-funcionário da CIA que delatou o Prism, programa americano de espionagem na internet.

Em comunicado divulgado no início de junho,  o diretor-executivo Mark Zuckerberg negou que o governo tenha acesso direto aos dados de usuários: "Quando o governo pede algum tipo de dado, analisamos cada solicitação com cuidado para ter certeza que eles sempre seguem os processos corretos e as leis em vigor. Só fornecemos a informação se solicitado pela lei". 

Veja na íntegra a falsa mensagem que vem se espalhando pelo Facebook:

"Agora é oficial, saiu no Domingo Fantástico (domingo passado). Daqui a 30 dias os fiscais do Face darão início a busca seletiva avançada a procura desse aviso no seu mural. E então o facebook e todos os serviços continuarão a ser gratuitos e sem o envio de dados ao governo americano. Do contrário, os dados continuaram a ser pesquisados pelo governo americano, as fotos serão visíveis por todos e seu nome irá para lista de caloteiros – SPC – CPC – SERASA – OCP (conforme lei recentemente aprovada pelo congresso). Caso não tenha esse aviso! Antes agentes do face ligarão a cobrar, em ligação internacional, cobrando uma singela taxa de 5,99 dólares (convertidos a moeda corrente do país) por semana debitado diretamente na conta telefônica – facilmente cancelável com uma mensagem para o número: # *555579 com os dizeres – "tô fora". Não esqueça de colar isso no seu mural e estará livre da cobrança, dentre outros inconvenientes. Caso contrário, em trinta dias suas publicações tornar-se-ão públicas, além das punições acima previstas e exclusão de todas as suas fotos. EU NÃO AUTORIZO E QUERO FICAR LIVRE DO SPC – CPC – SERASA E PRINCIPALMENTE OCP (copiem e colem).
Fritzburg Weisefüder
Gerente Comercial Chefe de Divulgações e Cobranças"


 Fonte: UOL

sábado, 6 de julho de 2013


Richard Stalman se coloca contra quase todo o tipo de entrega de dados pessoais a instituições Foto: Guilherme Dias / Divulgação
Richard Stalman se coloca contra quase todo o tipo de entrega de dados pessoais a instituições
Foto: Tárlis Scheider / Divulgação
Richard Stallman, criador do GNU e da Fundação Software Livre (FSF), defende uma internet sem vigilância, e repete o argumento à exaustão. Um dos palestrantes desta sexta-feira do Fórum Internacional Software Livre (fisl), maior evento do setor na América Latina que vai até este sábado em Porto Alegre, ele insiste que a web só é útil se for livre.


O Facebook, para Stallman, é um monstro de vigilância pelos dados que armazena dos usuários. "E por isso eu sugiro fortemente que vocês não o usem", completa o criador da FSF.


"Mas como um sistema de vigilância, a web é muito perigosa", diz. Stallman se coloca contra quase todo o tipo de entrega de dados pessoais a instituições, e menciona o escândalo da vigilância de massa da NSA e do governo americano como prova de que as pessoas não devem confiar seus dados a empresas.
"Não entro na internet do meu computador, uso o computador de outra pessoa para navegar. Assim, não permito que associem nada a mim. Do meu computador só acesso sites que são realmente associados comigo", conta. Cartão de crédito, ele continua, só para comprar passagens aéreas - "porque as companhias vão querer saber meu nome, de qualquer modo".

Celular, o guru do software livre também não tem. "Porque o celular rastreia você o tempo todo. Afinal, a operadora precisa saber onde você está para lhe direcionar a ligação", explica. 

O defensor da liberdade digital relata que chegou a pensar em uma forma de fazer essa conexão sem precisar ser rastreado. "Pensei em carregar uma antena parabólica, me conectava a uma torre distante e fazia a ligação. Mas também se houvesse duas torres próximas seria possível triangular minha posição, ia ficar difícil saber se a torre à qual eu estava conectando era isolada ou fiava próxima de outra", diz.


Para Stallman, a luta por uma web livre passa pela exigência de que dados pessoais não sejam exigidos. "Se um conteúdo só é acessível a usuários cadastrados, não é acessível pra mim, porque não quero que saibam o que estou lendo. Não sou contra pagar por um conteúdo, mas deve haver uma forma de esse pagamento ser anônimo", defende.
Stalman posa para foto ao lado dos mascotes do software livre Foto: Guilherme Dias / Divulgação
Stalman posa para foto ao lado dos mascotes do software livre
Foto: Guilherme Dias / Divulgação
 
O criador do GNU, sistema operacional tipo Unix que deu origem ao Linux, acredita que a vigilância digital é uma estratégia do governo para que os cidadãos parem de vigiar as instituições públicas. "Ficamos sabendo o que o governo faz quando alguém denuncia. Se o governo consegue rastrear digitalmente qualquer pessoa, quem vai (ter coragem de) denunciar?", detalha. "Os Estados Unidos não medem esforços para fabricar evidencias", exemplifica.


"Softwares que controlam os usuários são uma ameaça, mas há outras, como a vigilância em massa", alerta. O argumento é o mesmo que usa para questionar a ideia da internet como um ambiente democrático. "É ambíguo. Por um lado, você pode dizer algo e as pessoas podem prestar atenção mesmo que você não seja famoso. Por outro, você tem empresas coletando muitos dados, e isso não é democrático", detalha.


A inclusão social passa pela mesma questão. "Se você tem um mundo digital livre, é ótimo participar dele. Mas se não é livre - e isso é o que a NSA e os softwares proprietários dão a você -, então em vez de inclusão é melhor procurar uma fuga digital", compara.

É por isso que Stallman defende que a luta vá além do software livre, em direção a uma sociedade digital livre. O guru reclama que a maioria dos softwares são maliciosos. "Há três formas de ser malicioso: coletar dados, abrir uma porta dos fundos (backdoor) e impôr restrições. Todos o programas da Microsoft fazem as três coisas. A Amazon faz as três coisas. 
O Angry Birds coleta seus dados de localização. A maioria dos dispositivos móveis tem uma backdoor, e acaba virando um aparelho de escuta", enumera.


Questionado sobre o potencial social que a rede poderia ter para agregar cidadãos, como nos recentes protestos no Brasil, Stallmann é taxativo: "precisamos ter um limite. Não podemos concordar em ser tratados enganosamente só para tentar atingir um objetivo".


O programador ainda se coloca contra os anúncios digitais. "No jornal, é uma escolha sua ler ou não ler. Mas online é baseado em vigilância e é usado para isso", argumenta.


"Precisamos pensar em como poderíamos ter uma internet sem precisar entregar tantos dados pessoais", reforça Stallmann, finalizado.

Fonte: TERRA 

Opinião Brutal Security

Se o Mestre falou, quem sou eu pra discordar ? :)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Justin Carter, 18, se envolveu em uma discussão no Facebook por causa do jogo 'League of Legends'
Justin Carter, 18, se envolveu em uma discussão no Facebook por causa do jogo 'League of Legends'

Jack Carter, pai de um adolescente norte-americano detido por causa de um post no Facebook, afirmou que o jovem perdeu as esperanças, tem medo de não sair da cadeia, está deprimido e assustado. As declarações foram dadas à "CNN", após ser divulgada a informação de que Justin Carter, 19, está sob observação para não cometer suicídio.

Um juiz determinou fiança de US$ 500 mil (R$ 1,13 milhão) para o caso. Com um depósito de 10% do total (US$ 50 mil; cerca de R$ 113 mil), o jovem pode ser liberado e aguardar o julgamento fora da cadeira. "É ultrajante. Já defendi assassinos cuja fiança era de US$ 150 mil", compara o advogado Donald H. Flanary III, que fará a defesa sem cobrar por isso.

O jovem foi detido em 14 de fevereiro, então com 18 anos, e pode responder por ameaças terroristas. Se condenado, a pena chega a oito anos de prisão.

A detenção foi motivada por uma discussão no Facebook, em fevereiro, por causa do jogo "League of Legends". Justin Carter foi chamado de louco, perturbado e respondeu: "Verdade, sou perturbado da cabeça. Vou atirar em uma escola cheia de crianças e comer seus corações quando ainda estiverem batendo".

Na sequência, segundo o pai, o jovem usou as siglas LOL (laugh out loud) e JK (just kidding) para indicar que estava brincando.

Uma mulher do Canadá viu a postagem e não achou graça. Ao fazer uma busca no Google, ela descobriu que o antigo endereço do jovem ficava próximo a uma escola de crianças. A mulher então ligou para a polícia, fez uma denúncia e Justin Carter foi detido.

Defesa

À "CNN", Jack Carter disse que entende a necessidade de investigar uma declaração como aquela feita por seu filho, mas reforça a importância do "senso comum" em casos como esse. "Ele é um garoto bom, não quis dizer isso, foi uma brincadeira. Ele não machucaria ninguém, tem irmãos mais novos e se dá muito bem com crianças."

Seus pais, que acusam as autoridades de não terem investigado o caso antes da detenção, criaram uma petição online.

Nela, contam que Justin só foi interrogado até 13 de março de 2013 e, uma semana depois, houve um mandado de busca para sua casa. "Nenhuma arma de nenhum tipo foi encontrada. Se ele fosse mesmo uma ameaça terrorista, a polícia não deveria ter feito uma busca em sua casa antes de sua detenção completar um mês?", questiona o texto.

Fonte: UOL

sábado, 29 de junho de 2013

Após uma série de boatos de que a rede censura posts com conteúdo político, o Facebook deu detalhes nesta quinta-feira (27) sobre as políticas do site e negou que remove postagens de usuários. Com o crescimento de manifestações pelo Brasil, alguns usuários chegaram a dizer que eram deslogados da rede após tentarem publicar mensagens referentes ao assunto.

"Não removemos conteúdos com base no número de denúncias recebidas: temos uma infraestrutura robusta de denúncia que inclui links para reportar páginas que estão no Facebook e também um time de revisores altamente treinado para avaliar esses casos. Quando um conteúdo é denunciado, ele só é removido se violar nossos Termos de Uso", diz o post publicado no perfil oficial do Facebook Brasil.

A rede social ressalta que a maioria dos processos de notificação de conteúdo são analisados manualmente e que não existe um mecanismo que "censura" discursos políticos. "Utilizamos sistemas automatizados apenas para um número muito limitado de casos, como, por exemplo, spam. Nestas situações, a automação é usada com mais frequência para que possamos priorizar os casos que precisam de revisão manual, mas isto não substitui a revisão manual."

No último final de semana, uma mensagem escrita em português na rede acusava o Facebook de bloquear termos ligados às manifestações realizadas no Brasil. Entre eles, estavam "forças armadas", "exército" e até uma frase específica sobre a força nacional. O Facebook negou que há remoção de conteúdo, mas acenou com a possibilidade que a mensagem poderia ter sido considerada spam em função do alto número de posts.

No fim de maio, a rede social também foi alvo de críticas após remover um conteúdo de cunho político do perfil "Dilma Bolada", que faz uma paródia da presidente do Brasil. A mensagem citava Aécio Neves, presidente do PSDB e possível candidato à presidência. Na ocasião, o Facebook admitiu que houve um problema no sistema da rede e que a postagem foi recuperada.

Fonte: UOL
Subscribe to RSS Feed Follow me on Twitter!