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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014



Pesquisadores de segurança do grupo Malware Must Die alertam para a descoberta de um novo malware capaz de “sequestrar” uma grande quantidade de dados que só são liberados caso a pessoa infectada esteja disposta a pagar uma quantia em dinheiro ao criador da ameaça. Conhecida tanto como PrisonLocker quanto como PowerLocker, a novidade se destaca por apresentar um sistema de criptografia considerado inquebrável.

Segundo os responsáveis pela descoberta, o malware surgiu em novembro do ano passado em fóruns underground destinados a discussões de crimes virtuais. A novidade lembra muito o CryptoLocker, software sequestrador surgido em outubro de 2013 que provocou pânico ao exigir que uma pessoa pagasse centenas de dólares caso quisesse voltar a acessar seus documentos.

O que preocupa em relação ao PowerLocker é o fato de ele estar sendo vendido na forma de um kit “faça você mesmo” cuja licença de uso pode ser adquirida por US$ 100. O malware pode ser configurado para desabilitar o gerenciador de tarefas, o editor de registro e outras funções administrativas do Windows, além de apresentar ferramentas que impedem a realização de sua engenharia reversa através de máquinas virtuais.

A ameaça criptografa arquivos usando caracteres baseados no algoritmo Blowfish, e cada um deles é criptografado novamente de forma que só é possível acessá-los através de uma chave RSA privada de 2048 bits. Os membros da Malware Must Die afirmam que estão monitorando ativamente o desenvolvimento do código malicioso, que já preocupa por seu potencial bastante destrutivo.

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Links normalmente são incluídos em e-mails, alerta fabricante de antivírus.
Arquivo RTF traz imagem com link e praga digital embutida.


A fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab alertou nesta terça-feira (5) que hackers brasileiros estão utilizando uma tática diferente para propagar pragas digitais que roubam senhas de banco. A técnica está na inclusão de um documento anexo no formato RTF (Rich Text Format), um padrão criado pela Microsoft para exportação de documentos do Microsoft Word.
Dentro do arquivo RTF os criminosos incluem uma imagem com instruções para que a vítima clique duas vezes para ampliar a foto. Caso a orientação seja seguida, uma janela para a execução de um programa aparecerá. Se o usuário autorizar, o computador será então infectado com o vírus.
Arquivo traz imagem que, se clicada, tenta abrir um programa malicioso. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)Arquivo traz imagem que, se clicada, tenta abrir um programa malicioso. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)
A praga foi analisada pelos analistas de vírus Fabio Assolini e Dmitry Bestuzhev. "O uso dessa técnica permite aos cibercriminosos burlar os filtros de e-mail por extensões de arquivos, visto que raramente arquivos DOC e RTF são bloqueados. Nós temos certeza que tal técnica passará a ser usada com mais frequência entre os cibercriminosos brasileiros", escreveram os especialistas.
A técnica difere do método comum de distribuição de pragas brasileiras, que consiste no envio de um link para o vírus em mensagens de e-mail. O arquivo RTF, segundo a Kaspersky Lab, é incluído como anexo da mensagem, e a imagem dentro do documento possui um link para um vírus que está embutido dentro do próprio arquivo.
Brecha em processamento de imagem
Também nesta terça-feira, a Microsoft divulgou um alerta sobre uma brecha no componente Microsoft Graphics, usado para o processamento de imagens em alguns produtos da empresa, entre eles o Microsoft Office. A vulnerabilidade permite que uma imagem maliciosa incluída em um documento do Word faça com que o sistema seja infectado com um vírus com a abertura do arquivo, por exemplo.
A falha já está sendo usada em ataques direcionados contra alvos não revelados pela Microsoft. Não há relação da brecha com os ataques identificados no Brasil.

Fonte:  G1

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Um software malicioso infectou alguns computadores da agência nuclear da ONU nos últimos meses, mas acredita-se que não houve comprometimento de dados da rede de informática, disse a agência em uma nota confidencial enviada a Estados membros.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) desempenha um papel fundamental nos esforços globais para impedir a disseminação de armas nucleares. Entre outras tarefas politicamente sensíveis, a agência investiga as atividades atômicas do Irã.

A AIEA informou, em uma breve nota distribuída na segunda-feira à noite e vista pela Reuters nesta terça-feira, que uma investigação interna concluiu que nos últimos meses alguns computadores operados pela agência foram infectados por um "malware".

Os computadores estavam localizados em áreas comuns da sede da agência em Viena, conhecida como o Centro Internacional de Viena (VIC).

"Acredita-se que dados de drives USB de alguns visitantes do VIC possam ter sido comprometidos, inclusive durante a reunião do Conselho de Diretores e a Conferência Geral, em novembro", disse a nota, referindo-se a duas reuniões dos Estados membros da AIEA no mês passado.


"A investigação indica que nenhum dado da rede da AIEA foi comprometido."

Fonte: Revista Info

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O número de trojans que “sequestram” computadores alheios subiu 200% desde julho. As informações são da desenvolvedora de antivírus ESET, que comparou as informações com os dados obtidos no primeiro semestre deste ano.
Classificados como ransomware, os Filecoders criptografam arquivos de usuários e cobram uma espécie de resgate para desencriptá-los com a ajuda de um software específico. Os preços praticados pelos sequestradores podem chegar a 300 euros, e os ataques são voltados especialmente a empresas.
O aumento no número de ransomware foi detectado especialmente na Rússia, que concentra 44% dos casos de infecção. Mas relatos também envolveram países do sul e do centro do continente, da Europa Oriental e os Estados Unidos.
Por ora, o Brasil permanece fora da “rota” dos Filecoders, com uma taxa baixa de infecção de computadores por esse tipo de malware – os mais comuns por aqui são os trojans que roubam senhas.
No entanto, segundo Raphael Labaca, especialista da ESET, a tendência é aumentar, dada a participação cada vez maior do Brasil e dos brasileiros na internet. E isso pode ser um motivo de preocupação, já que o país lidera o ranking de sites vulneráveis na América Latina. 

Fonte: Revista Info

sábado, 14 de setembro de 2013

Segundo Symantec, cibercriminosos enviam spams por e-mail com supostas notícias inéditias sobre acontecimentos no país.



O conflito na Síria virou uma isca para os hackers disseminarem ameaças virtuais na web, afirma a empresa de segurança Symantec. Além de ganhos financeiros, os ataques também visam ter acesso a informações sigilosas dos usuários.
Segundo a companhia, os cibercriminosos enviam spams com supostas notícias inéditas sobre o conflito no país, além de enviar mensagens em nome da Cruz Vermelha.  Vale notar que, de acordo com a Symantec, os hackers utilizam conteúdo de sites de renome, como o Washing Post, para atestar uma suposta veracidade dessas mensagens.
Os e-mails maliciosos trazem links que instalam Cavalos de Troia nas máquinas caso sejam clicados. O malware permite roubo de senhas e dados confidenciais dos usuários.
A Symantec recomenda que os usuários instalem programas de segurança originais e sigam as seguintes dicas:
1.      Busque notícias apenas de sites de confiança e renome;
2.      Desconfie de informações inéditas ou bombásticas que chegam por meio de SPAM por e-mail, SMS e redes sociais;
3.      Não abra documentos anexados oriundos de remetentes desconhecidos ou com extensões estranhas;
4.      Nunca clique em links estranhos tanto pelo computador quanto pelo smartphone ou tablets
5.      Evite colocar qualquer informação pessoal em pop-ups


Fonte: Idgnow

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O segundo trimestre do ano marcou o surgimento do cavalo-de-troia mais sofisticado já feito para o Android. Conhecido como Obad, é o primeiro malware móvel disseminado através de botnets, ou seja, redes de dispositivos-zumbis controladas por cibercriminosos.

Segundo a Kaspersky, o código malicioso é capaz de enviar SMS para números Premium, portanto, bem mais caros que os convencionais, sem o consentimento do usuário. Outras ações incluem baixar e instalar outros tipos de malware no dispositivo e até enviar as infecções via Bluetooth, além de executar comandos remotos a partir do aparelho.

Em três meses, a companhia descobriu 12 versões do Obad. “Cada uma delas utilizava uma vulnerabilidade no Android para dar direitos de administrador no dispositivo para o malware, que  torna muito mais difícil a eliminação dessa ameaça”, explica Roman Unuchek, líder dos especialistas em antivírus da Kaspersky. 
 
android malware


O Obad é tão sofisticado que chega a se parecer com ameaças desenvolvidas para computador. “É mais parecido com o malware de Windows do que com os outros cavalos de Tróia para Android”, completa Unuchek. De fato, conforme a Kaspersky, a alta presença de malware para a plataforma do Google o transformou em um equivalente do Windows no mundo dos dispositivos móveis.
 
Outro programa malicioso para Android que usa os mesmos métodos aplicados no PC é o “Free Calls Update”, uma mistura de falso antivírus e ransomware, ou seja, programa que se finge de legítimo para convencer a vítima a comprar uma licença. 

O app, depois de executado, tenta obter os privilégios de administrador do dispositivo para modificar as configurações e assim ligar/desligar o Wi-Fi e o 3G. Ele ainda finge analisar programas maliciosos e detectar supostas pragas existentes no dispositivo, incentivando a vítima a comprar uma licença para a versão completa, exatamente como alguns tipos de malware agem no PC.

Fonte: Tudo Celular

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A Kaspersky lançou recentemente uma versão multiplataformas do seu pacote de segurança online. O Kaspersky Internet Security 2014 pode proteger múltiplos gadgets com Windows, Mac OS e Android a partir de R$ 149,90 anuais. O antivírus é uma opção especialmente para quem usa mais de uma plataforma web; computador, tablet ou smartphone, por exemplo.
Seu computador está seguro? Teste a eficácia do seu antivírus
Kaspersky (Foto: Divulgação)Kaspersky lança antivírus multiplataformas por R$ 149,90 (Foto: Divulgação)
O pacote oferece segurança para até três aparelhos, sem restrição quanto ao número de produtos de um determinado sistema. Você pode utilizá-lo, por exemplo, em dois desktops e um celular, ou um celular, um tablet e um computador. Cada versão tem particularidades, sendo cada uma mais adequada para um determinado tipo de dispositivo. No geral, porém, todas têm um único objetivo: evitar que seu aparelho, móvel ou não, seja infectado.
Kaspersky lançou software que protege múltiplos dispositivos (Foto: Reprodução)Kaspersky lançou software que protege múltiplos dispositivos (Foto: Reprodução)
“A crescente popularidade dos dispositivos móveis levou os criminosos a mudar de comportamento e fizeram com que os smartphones e tablets se tornassem alvos de ataques e ameaças. Por isso, a proteção prática desses usuários deve mudar", avaliou Claudio Martinelli, Diretor de Vendas e Produtos da Kaspersky Lab na América Latina.
Com o Kaspersky Internet Security multidispositivos 2014 é possível obter a mesma proteção em todos os aparelhos com uma única licença. Nos dispositivos móveis com Android, os principais recursos são: proteção em tempo real, verificando programas baixados e aplicativos instalados; monitoramento de atividade web, integração com a rede global de informações com atualizações constantes da Kaspersky, recurso antifurto com fácil localização e bloqueio do aparelho, além de filtragem de chamadas e mensagens de texto.
Para Mac e PC, há funcionalidades básicas semelhantes, como proteção total contra ameaças de malware, dados em tempo real e controle de pais. Mas, na plataforma da Microsoft há diferenciais: foi incluída proteção em transações financeiras, bloqueio de aplicativos não conviáfeis, prevenção automática contra exploits e tecnologia Zeta Shield.
O Kaspersky Internet Security multidispositivos 2014 pode ser adquirido direto no site da empresa. Quem utiliza o Kaspersky Internet Security 2013 pode atualizar o pacote para o novo produto de forma gratuita pelo resto do período de vigência da sua licença existente.
Uma licença de um ano do novo kit para três dispositivos está disponível por R$ 149,90. E, por R$ 189,90, o usuário pode adquirir uma licença que cobre cinco aparelhos no total. Para a plataforma iOS, presente em iPhones, iPod touchs e iPads, não há opções no kit da empresa.

Fonte : TechTudo
Segundo levantamento da Kaspersky, número de tentativas de infecção de máquinas em todo o mundo aumentou 240% ao longo do primeiro trimestre de 2013


Desde o ano passado, um vírus desenvolvido no Brasil e distribuído por e-mail permite que cibercriminosos usem o poder de processamento do computador infectado para minerar bitcoins. Enviado para o internauta por e-mail, na forma de uma atualização do Adobe Flash Player, o vírus baixa um aplicativo que coloca o PC a serviço da rede Bitcoin no período em que ele estiver ligado e conectado à internet.
           
 

De acordo com informações da Kaspersky obtidas pelo iG , o número de detecções de mineradores Bitcoin em computadores com antivírus da marca aumentou 240% em apenas cinco meses. O pico no número de detecções pelo software aconteceu entre os meses de junho e julho, desde que a série histórica se iniciou em janeiro de 2012.
O crescimento indica que os cibercriminosos acham este tipo de ataque rentável e seguro. “O anonimato das transações em bitcoin se tornou algo muito atrativo para o cibercriminoso. Eles instalam aplicativos para minerar no computador das vítimas e estão lucrando com isso”, diz Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky no Brasil. A “cotação” do bitcoin em torno de R$ 300 , também tem contribuído para o aumento de interesse dos cibercriminosos.
Na maioria dos ataques, depois que o internauta faz o download o vírus a partir do serviço de e-mail, os aplicativos maliciosos passam a rodar em segundo plano no computador. O minerador começa, então, a usar o processador ou unidade de processamento gráfico (GPU) do PC para minerar bitcoins. O valor que a máquina infectada recebe por sua atuação na rede vai direto para a carteira virtual do cibercriminoso.
Companhia do “ladrão de senhas”
No caso de um dos vírus brasileiros encontrados em abril, o download do arquivo executável “correcao_cpf.exe” chega a mostrar uma tela falsa do aplicativo que atualiza o Adobe Flash Player, enquanto instala na máquina um keylogger. Conhecido como “ladrão de senhas”, este vírus captura as telas de sites de bancos, onde o usuário digita os dados de acesso e a senha a sua conta bancária, e tenta enviá-las para os cibercriminosos.
 

No caso do minerador de bitcoins, o vírus até escolhe qual aplicativo instalar: se a marca da placa de vídeo for NVídia, ele baixa um determinado arquivo; caso contrário, o minerador baixado é compatível com OpenGL, tecnologia de processamento suportada por GPUs de vários fabricantes. “Foi a primeira ameaça deste tipo identificada no Brasil, mas globalmente este tipo de ameaça é muito comum”, diz Assolini.
A partir de abril, por exemplo, internautas da Alemanha, Costa Rica, Espanha, Polônia, Rússia e Ucrânia se tornaram alvo de uma ameaça que distribui fotos maliciosas por meio do Skype, acompanhadas da mensagem “Essa sua foto é a minha preferida”. Um aplicativo para minerar Bitcoins era baixado juntamente com a foto para o computador do usuário.
Outras ameaças relacionadas à moeda virtual Bitcoin já foram encontradas por pesquisadores de segurança desde a criação da moeda, em 2009. A primeira delas era um cavalo de tróia desenhado para localizar o arquivo que guarda os bitcoins no computador. Este arquivo, chamado wallet.dll, era então enviado por meio da internet para cibercriminosos, que transferiam os valores para suas próprias carteiras virtuais.
Como se proteger
Para não correr o risco de manter o computador trabalhando para render dinheiro para os cibercriminosos (ou de pagar uma conta de energia elétrica bastante cara), o internauta deve ficar de olho nos níveis de processamento de máquina. Por meio do gerenciador de tarefas do sistema operacional Windows, o usuário pode acompanhar o processamento da máquina e monitorar quais os aplicativos em funcionamento.
 

“O processamento nas alturas, mesmo sem nenhum aplicativo aberto, é um dos sinais de que algo não está normal. É preciso verificar na lista de processos o que está consumindo tanto processamento”, explica Assolini. Para usuários mais avançados, o aplicativo Process Explorer pode ajudar a explorar mais detalhes sobre os processos em andamento no PC.
Com o aumento do número de ameaças que incluem mineradores de Bitcoin, grande parte dos principais antivírus disponíveis no mercado já podem detectá-las. Por isso, é preciso manter o aplicativo de antivírus do computador em dia com as atualizações. “Trata-se de uma aplicação potencialmente maliciosa. O antivírus avisa o usuário que o computador está prestes a rodar a aplicação e pergunta se ele autoriza a execução”, diz Assolini.
Vale lembrar que, embora os cibercriminosos estejam de olho nos bitcoins, a mineração da moeda virtual é uma atividade lícita, desde que o usuário utilize sua própria máquina. A atividade impulsionou a criação de computadores específicos para minerar bitcoins , que oferecem maior poder de processamento com baixo consumo de energia.

Fonte: Tecnologia Ig

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

spam kaspersky

No seu mais recente relatório sobre segurança na Internet, a Kaspersky alerta para um novo tipo de SPAM que tem como objectivo roubar informação pessoal, incluindo dados financeiros: as notificações de falha de entrega de e-mails são o «novo isco» dos cibercriminosos.
Apesar de ter havido uma estabilização na percentagem da SPAM no tráfego de e-mail durante o segundo trimestre de 2013, a Kaspersky concluiu que mais de 40% dos programas maliciosos enviados por correio electrónico «têm como objectivo roubar informação pessoal, incluindo dados financeiros».
Estes ataques de phishing vêm agora com uma nova “capa”: os spammers enviam e-mails com anexos maliciosos cujo corpo é muito parecido com as «notificações automáticas de erro de envio enviadas pelos servidores», avisa a Kaspersky.

5 principais conclusões do relatório Kaspersky

1 – Durante o segundo trimestre de 2013, a percentagem de spam no tráfego total de e-mail chegou aos 70,7%, mais 4,2% que no primeiro trimestre do ano.
2 – Muitas mensagens de correio electrónico com ficheiros anexos maliciosos enviadas no segundo trimestre tinham como alvo utilizadores empresariais.Todos os emails maliciosos dirigidos a empresas estavam disfarçados de respostas automáticas.
Kaspersky Spam
3 – Os cibercriminosos continuam a replicar emails de empresas legítimas, propondo falsas ofertas para chamar a atenção do utilizador. No último trimestre, os spammers recorreram à popular loja Walmart nas suas correntes de mensagens de notificação falsas.
4 – No segundo trimestre de 2013, a China (23,1%), os EUA (16,8%) e a Coreia do Sul (6,6%) continuaram a ser os líderes entre os países-fonte de spam.
5 – A percentagem de mensagens de phishing no tráfego total de email durante o segundo trimestre deste ano caiu 0,0016%, atingindo os 0,0024%.

Sistemas de diversos países latino-americanos teriam sido atacados por outro governo local, que não foi identificado, alertou o diretor da equipe de analistas de vírus da Kaspersky na América Latina, Dmitry Bestuzhev, em um evento da empresa. Os ataques teriam como objetivo a espionagem política, conforme noticiou o site especializado "ITWeb".
Bestuzhev explicou que os códigos maliciosos desenvolvidos para o ataque realizam uma verificação de endereço IP de modo que o software espião não seja ativado em computadores que não fizerem parte da lista de alvos, o que dificulta a análise e também a identificação do ataque. Os códigos também são desenvolvidos para plataformas diferentes, incluindo computadores Apple (Mac OS X) e celulares com sistema Android.
Ataques dessa natureza são classificados como Ameaças Avançadas Persistentes (Advanced Persistent Threat, ou APT na sigla em inglês). São ataques que usam códigos específicos e alvos direcionados, sendo difíceis de detectar e prevenir, por serem planejados já com a consideração da infraestrutura de segurança do alvo.Entre as funções de espionagem do código estão a obtenção de vídeo e áudio através de câmeras e microfones conectados ao computador.
Apesar de os ataques detectados serem direcionados ao governo, Bestuzhev alertou que empresas também devem estar atentas para esse tipo de ataque sofisticado.Sistemas de diversos países latino-americanos teriam sido atacados por outro governo local, que não foi identificado, alertou o diretor da equipe de analistas de vírus da Kaspersky na América Latina, Dmitry Bestuzhev, em um evento da empresa. Os ataques teriam como objetivo a espionagem política, conforme noticiou o site especializado "ITWeb".
Bestuzhev explicou que os códigos maliciosos desenvolvidos para o ataque realizam uma verificação de endereço IP de modo que o software espião não seja ativado em computadores que não fizerem parte da lista de alvos, o que dificulta a análise e também a identificação do ataque. Os códigos também são desenvolvidos para plataformas diferentes, incluindo computadores Apple (Mac OS X) e celulares com sistema Android.
Ataques dessa natureza são classificados como Ameaças Avançadas Persistentes (Advanced Persistent Threat, ou APT na sigla em inglês). São ataques que usam códigos específicos e alvos direcionados, sendo difíceis de detectar e prevenir, por serem planejados já com a consideração da infraestrutura de segurança do alvo.Entre as funções de espionagem do código estão a obtenção de vídeo e áudio através de câmeras e microfones conectados ao computador.
Apesar de os ataques detectados serem direcionados ao governo, Bestuzhev alertou que empresas também devem estar atentas para esse tipo de ataque sofisticado.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Um novo trojan conhecido como Hand Thief está atacando computadores com sistema operacional Linux. A ameaça rouba informações bancárias dos infectados, além de dados de acesso a e-mails e senhas de diversos serviços online que o usuário pode ter acessado.



O Hand of Thief é um raro trojan que ameaça computadores com Linux e foi identificado como uma variação de outra ameaça encontrada no Windows. O software malicioso utiliza sistema de formulários capaz de conter dados pessoais digitados e entregá-los a cibercriminosos. Através de um truque, o Hand Of Thief ainda consegue bloquear softwares antivírus em computadores infectados, impedindo, assim, sua remoção.
O malware ataca usuários através de navegadores comuns, como Google Chrome e Mozilla Firefox, e outros navegadores compatíveis com Linux. Até o momento, o malware foi capaz de infectar sistemas como o Ubuntu, Fedora, Debian, assim como ambientes desktop, como o Gnome e KDE.
Felizmente, o Hand of Thief pode ser neutralizado, pois seu ataque é limitado; escondendo em instalações de sofwares, usuários devem se precaver ao instalar programas desconhecidos.
Mesmo assim, o trojan é um alerta para usuários Linux, considerado um dos sistemas operacionais mais seguros contra ataques de vírus, diante do Mac OS e do Microsoft Windows

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Resultado levou as ações da companhia a uma alta de quase 5 por cento na bolsa norte-americana.


Teclado de computador
Teclado de computador: A consultoria Gartner espera que o mercado de segurança tecnológica no mundo movimente 67,2 bilhões de dólares em 2013, alta de 8,7 por cento
A Symantec, fabricante do antivírus Norton, publicou nesta terça-feira resultados melhores que o esperado devido ao aumento do uso de seus produtos de segurança e armazenagem de dados, o que levou as ações da companhia a uma alta de quase 5 por cento na bolsa norte-americana.
O aumento dos ataques de hackers fez empresas do mundo todo gastarem mais recursos com segurança computacional, o que beneficiou empresas como a Simantec e a AVG Technologies N.V..
"As ameaças estão explodindo, e há novos lugares em que os hackers podem fazer o mal. Isso tem ampliado os gastos com segurança, vejo uma escalada", disse em entrevista à Reuters o presidente-executivo da Symantec, Steve Bennett.
No início deste mês, a Apple teve que tirar seu principal site para desenvolvedores do ar depois que hackers tentaram roubar informações sensíveis, forçando a fabricante do iPhone a revisar seus dados e servidores para evitar novos ataques.
A consultoria Gartner espera que o mercado de segurança tecnológica no mundo movimente 67,2 bilhões de dólares em 2013, alta de 8,7 por cento na comparação com o ano passado.
As receitas líquidas da Symantec caíram para 157 milhões de dólares no primeiro trimestre, de 160 milhões de dólares registrados no mesmo período do ano passado.
O lucro por ação ficou estável em 0,22 dólar.
As receitas subiram 2 por cento, para 1,71 bilhão de dólares.
Excluindo itens extraordinários, o lucro por ação ficou em 0,44 dólar.
Analistas esperavam lucro ajustado de 0,36 dólar por ação, com receitas de 1,64 bilhão de dólares, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.
As ações da Symantec subiram 4,7 por cento, para 25,50 dólares, no after market.

Matéria da TV Cultura apresentava ao mundo o Michelangelo, vírus que apagava todos os conteúdos armazenados em disquetes.



Há pouco mais de 23 anos, ia ao ar na TV Cultura a primeira reportagem feita em território nacional que tinha como tema os vírus de computador. Algo conhecido por todos que navegam pela internet, na época essas pragas tecnológicas estavam restritas a poucas empresas, centros de pesquisa e instituições bancárias capazes de pagar o alto preço cobrado por uma máquina na época.
No caso, a reportagem falava sobre o vírus Michelangelo, que entrava em ação no dia 6 de março, aniversário do artista consagrado. Caso ele estivesse presente em um computador, o software era capaz de apagar todos os dados gravados em um disquete, mídia de armazenamento desconhecida por muitos de nossos leitores.
O mais interessante do vídeo é perceber o quanto nossa familiaridade com o assunto cresceu com o passar dos anos, e as mudanças de terminologia que ocorreram nesse período. Antivírus, por exemplo, eram chamados “imunizadores”, enquanto o processo de remoção de vírus era conhecido como “aplicar a vacina” — nada muito estranho para um período de tempo no qual HDs eram conhecidos pelo nome “Winchester”.

Referências: TecMundo
Americano recebeu mensagem de vírus conhecido como ransonware, que extorque vítimas com acusações falsas para que paguem multa em troca de desbloqueio do PC.
Um jovem americano de 21 anos de idade se entregou à polícia do estado da Vírginia, após ser "acusado" de pedofilia por um vírus. As informações são do Mashable.
Jay Matthew Riley recebeu um código malicioso conhecido como ransomware. Esse malware popularmente infecta computadores e exibe uma mensagem falsa dizendo ser do FBI (ou de qualquer outra polícia do local onde a vítima está localizada) e informa que o acesso àquela máquina foi bloqueado por conta de uma violação às leis do país. Para que o PC seja liberado, é necessário pagar uma multa.
O caso é que Riley não percebeu que a mensagem - que dizia que o FBI encontrara material relativo à pornografia infantil em seu computador - era fruto de uma infecção pelo Reveton, entrou em pânico e, em vez de pagar a tal multa (que é o verdadeiro objetivo do vírus), ele se entregou às autoridades.
A máquina de Riley foi examinada e foram encontradas imagens de menores, inclusive de uma residente do Minnesota de 13 anos.
Riley foi indiciado pelo Departamento de Polícia por de três acusações: posse de pornografia infantil, uso de um dispositivo de comunicação para solicitar certos crimes envolvendo crianças e uma acusação com relação a liberdades indecentes com uma menor. Ele foi detido no dia 23 de junho e permanece preso, sem direito à fiança.
A investigação teve início em 1 de julho e continua sendo feita pelo Unidade de Vítimas Especiais de Woodbridge.

Referências: UOL
Análise da AV Comparatives mostra empate técnico entre Bitdefender, Kaspersky e F-Secure.

Quais os melhores antivírus do primeiro semestre de 2013?
O site AV Comparatives realize todos os meses análises comparativas com os principais antivírus do mercado. Somando todos os resultados obtidos ao longo dos últimos meses, a empresa chegou a um ranking final, apontando aqueles que foram mais eficientes entre março e junho deste ano.
Todos os antivírus testados ofereceram uma taxa de proteção de mais de 90%, mas a liderança acabou sendo dividida por três softwares: BitdefenderF-Secure e Kaspersky. Confira a lista completa com o desempenho dos antivírus testados e aproveite para fazer o download no Baixaki de um dos softwares de proteção.

Os melhores antivírus – março a junho de 2013

  1. Bitdefender – 99,9% de eficácia
  2. Kaspersky – 99,9% de eficácia
  3. F-Secure – 99,9% de eficácia
  4. Trend Micro – 99,8% de eficácia
  5. Emsisoft – 99,4% de eficácia
  6. McAfee – 99,3% de eficácia
  7. eScan – 99,3% de eficácia
  8. Fortinet – 98,9% de eficácia
  9. Avast – 98,9% de eficácia
  10. G DATA – 98,7% de eficácia
  11. ESET – 98,6% de eficácia
  12. BullGuard – 97,9% de eficácia
  13. AVIRA – 97,4% de eficácia
  14. Panda – 97,4% de eficácia
  15. AVG – 96,3% de eficácia
  16. Vipre – 96,2% de eficácia
  17. Sophos – 96,1% de eficácia
  18. Microsoft Securitiy – 92,5% de eficácia
  19. AhnLab – 90% de eficácia

Referências: TecMundo

sábado, 6 de julho de 2013

Os vírus de computador – e outras formas de malware – são quase tão antigos quanto os PCs, mas sua evolução foi acelerada depois que a internet se popularizou. Dentro de cada um, está a história sobre o autor do código malicioso, sobre a época em que ele foi escrito, e sobre o estado da computação quando ele aterrorizou nossos discos rígidos.
As imagens abaixo ilustram a história do malware em alguns fragmentos cruciais de código, então aproveite. Só não tente isso em casa!

Jerusalem, também conhecido como Sexta-feira 13 (1987)

Como um dos primeiros vírus de MS-DOS, o Jerusalem afetou muitos países, universidades, instituições e empresas de todo o mundo, infectando milhares de computadores. O Jerusalem era impiedoso: na sexta-feira 13, o vírus apagava todos os arquivos executáveis no disco rígido infectado, supostamente em nome de AL AH:
virus (1)

Morris, também conhecido como Internet Worm (novembro de 1988)

Este antigo worm de internet infectou mais de 6.000 computadores nos EUA rodando Unix, incluindo alguns da NASA. Robert Morris, estudante da Universidade Cornell (EUA), diz que o criou para saber o tamanho da internet. (Ele foi condenado na Justiça a pagar US$ 10.000.)
O worm causou até US$ 100 milhões em danos, mas seu código era falho: um computador podia ser reinfectado tantas vezes que se tornava quase inutilizável. Um sinal de que o autor não sabia muito bem o que estava fazendo: neste trecho de código, ele diz “Não sei quantos…”
virus (2)

CIH, também conhecido como Chernobyl (1998)

Este vírus infectava arquivos executáveis ​​do Windows 95, 98 e ME, substituía a BIOS, e permanecia na memória do PC. Ele substituía os dados no disco rígido do PC infectado, tornando-o inoperante.
virus (14)

Melissa (1999)

O vírus Melissa era enviado através de e-mail para diferentes usuários, e conseguia se multiplicar em arquivos do Word e Excel e se enviar em massa por e-mail via Outlook, sobrecarregando servidores de internet.
David L. Smith, o autor deste vírus em macro do Microsoft Office, era definitivamente um fã de Os Simpsons. Em alguns casos, o vírus exibia a seguinte mensagem: ”Vinte e dois pontos, mais pontuação tripla na palavra, mais cinquenta pontos por usar todas as minhas letras. O jogo acabou. Estou fora daqui.”  Este trecho, assim como o apelido “Kwyjibo” de David, fazem referência ao segundo episódio da série.
virus (3)

I Love You, também conhecido como vírus Lovebug/Loveletter (maio de 2000)

Um programador em idade escolar de Manila, Filipinas, escreveu este vírus infame. Sua criação amorosa se espalhava via e-mail (assunto: ILOVEYOU, anexo: LOVE-LETTER-FOR-YOU.TXT.vbs, mensagem: “por favor verifique o anexo CARTADEAMOR vindo de mim”), e apagava todos os arquivos “jpeg” e “jpg” em todas as pastas de todos os discos que pudesse acessar. Nada romântico.
Além disso, o garoto diz neste trecho: “eu odeio ir para a escola”. Fazer um vírus não vai livrar você disso, cara.
virus (4)

O worm Code Red (julho de 2001)

Esta pequena criação diabólica infectou dezenas de milhares de servidores web que rodavam Windows 2000 e Windows NT, bem no início do século XXI. O Code Red trocava as páginas atacadas pelo texto “Hacked by Chinese!”. Ele conseguia rodar inteiramente na memória RAM, sem deixar arquivos. O dano que ele causou foi estimado em US$ 2 bilhões.
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SQL Slammer (2003)

Este worm atacou servidores web rodando uma versão vulnerável do Microsoft SQL Server, e gerava endereços IP aleatórios a fim de infectar outros computadores. É incrível como o Slammer era pequeno: ele poderia caber no espaço de cinco tweets. Eis todo o código em hexadecimal:
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Blaster, também conhecido como Lovsan e MSBlast (2003)

Este worm infectou centenas de milhares de computadores através de uma falha de vulnerabilidade no Windows 2000 e Windows XP. Ele abria uma janela de diálogo, dizendo ao usuário que um desligamento do sistema era iminente. O autor escondeu duas mensagens no código: “Eu só quero dizer TE AMO SAN!” e “billy gates, por que você permite isso? Pare de ganhar dinheiro e conserte seu software!!”
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Bagle (2004)

Este worm se espalhava como um anexo de e-mail, atacando todas as versões do Windows. Ele abria um backdoor onde um usuário remoto podia ganhar controle sobre o computador infectado. Notavelmente, o autor escreveu um pequeno poema no código:
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Em um mundo difícil / Em um tempo sem nome / Eu quero sobreviver / Para que você seja minha!!

Sasser (2004)

Criada por um estudante alemão de 17 anos, Sven Jaschan, o Sasser explorava uma vulnerabilidade para atacar computadores com Windows 2000 e Windows XP, como pode ser visto abaixo:
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MyDoom, também conhecido como W32.MyDoom@mm, Novarg, MiMail.R e Shimgapi (2004)

O MyDoom foi o worm que se espalhou mais rápido por e-mail na época em que surgiu. Ele reduziu a velocidade global da internet em absurdos 10%, e reduziu os acessos aos sites em 50%. Seu código, por sua vez, poderia ensinar alguns conhecimentos básicos, como o alfabeto, o nome dos dias da semana e dos meses em inglês – veja abaixo, em rosa:
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Conficker, também conhecido como Downadup (2008)

Nomen est omen (o nome é um sinal), como diziam os romanos: este worm vem das palavras “Configuração” e “Ficker” – em alemão, significa “aquele que fode”. E isso resume tudo: o Conficker ferrava com as configurações de rede no Windows 2000/XP/Vista e Server 2003/2008. Ele se propagava formando uma botnet, e infectou computadores de governos, empresas e pessoas comuns no mundo inteiro.
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Stuxnet (2009-2010)

Muitos dizem que o Stuxnet – e seu filho do mal, DuQu – são a primeira “super-arma cibernética”. Trata-se de um worm governamental dos EUA e de Israel, feito para atacar instalações nucleares iranianas, mas claro que ele acidentalmente se espalhou para além de seus alvos.
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Flame, também conhecido como Flamer e sKyWIper (2012)

Este malware modular e altamente sofisticado infectou computadores com sistema operacional Windows, e atacou sistemas em países do Oriente Médio – principalmente no Irã, Líbano e Síria. Nem precisa dizer que ele faz parte da guerra cibernética bem-coordenada feita por governos de certos países, algo que começou com o Stuxnet.
O Flame era armamento pesado. Ele era tão grande que foi carregado no sistema em partes: primeiro, a máquina era atingida por um componente de seis megabytes, que continha meia dúzia de outros módulos compactados. O Flame deixou de funcionar após ser exposto em público, porque os operadores conseguiam enviar um módulo para desativá-lo. Eis um pequeno pedaço dele:
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Fonte: Gizmodo

sábado, 1 de junho de 2013

Depois da aposentadoria do Messenger, o Skype ganha destaque entre os cibercriminosos. Segundo a empresa de segurança Kaspersky, um programa malicioso identificado na semana passada no comunicador passa a se propagar com mensagens em português.

“O tema pode variar, mas sempre irá se referir a uma suposta foto. Para tornar a mensagem menos suspeita, os links poderão ter no final o ID da conta do usuário no Skype, seguido de um emoticon”, explica o analista sênior Fábio Assolini.

Além da mensagem original “esta é uma foto muito legal da sua parte”, outra frase trazida pela nova versão é “você olhar hilariante nesta foto”, num português mal escrito. Para identificar o idioma que será usado na disseminação do golpe, o worm usa função que determina a localização da vítima e, baseado em uma lista de países que agora indica o nome do Brasil, define a mensagem.

Os links encurtados enviados pelos perfis infectados direcionam para arquivos hospedados em serviços gratuitos de hospedagem, como o 4shared, Hotfile, ou até mesmo sites legítimos que foram comprometidos e passaram a hospedar o instalador do worm, sempre oferecido em um arquivo .zip.

Depois de instalado, o vírus solicita ao usuário a permissão para usar o Skype. Quando infectado, o computador passa a ser controlado por cibercriminosos, baixando outras pragas, especialmente bots, que terão a função de enviar spam, realizar ataques de negação de serviço, etc.

De acordo com a empresa de segurança, o alcance do worm tem sido global, com foco na Rússia, Alemanha, Polônia, Ucrânia e, mais recentemente, no Brasil. Na semana passada, falava-se em 300 mil pessoas atingidas.



Como se proteger


Recomendamos aos usuários não clicar em links recebidos via Skype, ou analisá-los com bastante cautela, mesmo que sejam enviados por contatos conhecidos.

Para os usuários que foram infectados, é importante fazer a verificação com um bom programa antivirus preparado para detectar as versões do worm. A Kaspersky oferece uma ferramenta de limpeza gratuita chamada Kaspersky Virus Removal Tool, basta descarregá-la e fazer uma verificação completa.

Depois dessa etapa é importante remover a autorização dos arquivos do worm, para que não tenham mais acesso ao Skype. No programa acesse o menu Ferramentas > Opções > Avançado. Na caixa que abrir acesse a opção “Gerenciar o acesso de outros programas ao Skype”. Na lista, remova os que tiverem nomes como os abaixo:


Após a limpeza também é importante realizar a troca da senha do Skype.

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