Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de maio de 2015



A NSA [(National Security Agency - Agência de Segurança Nacional, dos Estados Unidos)] iniciou o desmantelamento do seu programa de espionagem móvel após uma votação no senado americano não reautorizar sua continuidade.

Algumas horas após o senado americano vetar o programa da NSA de grampos telefônicos, ela começou a desmantelar o programa que esteve sobre criticas de grupos a favor da privacidade e grupos ativistas à favor da liberdade.

O senado americano falhou na tentativa de encontrar qualquer justificativa para reforma ou re autorização do programa cuja licença vence dia 31 de maio de 2015. Apesar do problema não ter sido resolvido, os legisladores prometeram revê-lo.

O programa de rastreamento é maior do que oficialmente se diz, eles [da NSA] tiveram que começar os procedimentos de desmanche do programa de anti terrorismo em antecipação ao veto do congresso.

"O processo está em andamento" um oficial do controle disse no sábado.

Levando em conta a derrota no congresso a sério, os oficiais da inteligência alertaram sobre uma possível lacuna nos dados coletados, caso o senado não aprove o programa ou mude seus planos antes do dia 31 de maio.

O rastreamento móvel da NSA veio a público após o ex-funcionário, Edward Snowden, mostrar documentos de jundo de 2013 que mostram que o governo americano, por meio da NSA, rastreou e coletou dados de milhões de usuários de telefones, incluindo cidadãos residentes nos EUA.

Os dados continham o número discado, a duração, a data e hora da maioria das ligações telefônicas feitas por cidadãos dentro dos EUA, partindo desde o mais liberal até o mais conservador americano.

Opositores do programa, incluindo o candidato à presidência, Senador Rand Paul e o Senador Ron Wyden, disseram que estão cientes que a enorme quantidade de dados pode ser causadora de abusos por parte de administrações futuros, que poderiam facilmente saber como os cidadãos estão conectados entre si, podendo sufocar dissidentes ou perseguir inimigos políticos.

"A [lei] Bill of Rights está perdendo seu valor", Paul escreveu em seu Twitter durante a noite de sexta-feira, antes ele havia pressionado o senado por deixar prazos vencerem durante as etapas do processo. "Continuando a obstruir a vigilância em massa da NSA", escreveu.

Fonte Techworm

Certamente é uma vitória interessante tendo em vista a privacidade global, pois na sua grande maioria, os programas de vigilância em massa não se provaram tão eficientes como propunham na teoria, apesar de funcionarem algumas poucas vezes (como no caso da bomba que explodiu numa corrida em Boston, EUA), possibilitando uma investigação pós crime, não cumpriram seus objetivos (prever e impedir que acontecessem atentados terroristas), fazendo com que se tornassem somente um modo de espionar e possivelmente futuramente controlar as pessoas comuns.

E você, o que acha dos programas de vigilância? Aproveite para se juntar ao nosso grupo no Facebook clicando aqui.

Agradeço a atenção e possíveis comentários futuros. Até a próxima.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015



Muito se ouviu falar do caso Snowden, não precisaria nem relembrar aqui, mas vai ai algumas informações para refrescar sua mente: Informações confidenciais vazadas, asilos políticos, espionagem americana, jornalistas do The Guardian no Brasil e por ai vai. Sem dúvida você viu e leu a maioria dessas notícias.

De uma visão de fora da situação a coisa talvez possa não parecer tão séria, como ouvi muitos comentando (inclusive da área), mas se olharmos um pouco mais profundamente no caso vamos ver a real criticidade do caso.

Me mandaram a alguns dias esse documentário dos bastidores do caso Snowden, onde mostra o seu dia a dia lidando e planejando tudo isso que veio a ocorrer e como ele lidou com isso. No documentário pode-se ver tudo em "tempo real" como os acontecimentos iam sendo divulgados. É possível ver também toda a cobertura e contatos que foi feita entre o jornalista Glenn Greenwald e o Snowden pessoalmente.

Novamente digo, o caso foi bem complexo e ainda vai dar muito o que falar. Muita coisa ainda vai rolar sobre cyber espionagem mas isto é outro assunto. Deixo aqui o link para baixar o documentário e assim que eu conseguir uma legenda em português edito e coloco aqui. Se alguém tiver uma legenda por favor entre em contato.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Cibercriminosos conseguiram acessar uma rede de computadores da Casa Branca, sede da Presidência dos EUA, nas últimas semanas, disseram membros do órgão ao jornal Washington Post em reportagem publicada no final da terça-feira (28).

Há suspeita de que os hackers responsáveis sejam russos, segundo as fontes ouvidas pela publicação.

Não foi divulgado que tenha sido realizado qualquer dano ou roubo de informação.

Nesta quarta (29), a Casa Branca admitiu que investigava "atividade suspeita em sua rede", relata o The Guardian.

Os oficiais citados não se identificaram por não poder falar sobre uma investigação interna que ainda esteja sendo realizada, disse a publicação.

"Ao que analisamos as recentes ameaças, identificamos atividades de preocupação no escritório executivo da rede do presidente", disse uma das fontes do jornal. "Tomamos medidas imediatas para mitigar a atividade. Infelizmente, isso causou a interrupção de serviços a usuários, mas as pessoas estavam lidando com isso."

Alguns funcionários tiveram de trocar suas senhas para o acesso aos serviços virtuais internos.

O FBI, órgão de inteligência do governo federal, e a NSA, agência de segurança, estão envolvidos na investigação, segundo o Washington Post

Uma das fontes consultadas disse que o ataque é "consistente" com uma ação bancada por um Estado, o qual, ela acredita, é o russo.

Consultada pela BBC, a Casa Branca não se pronunciou.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos dispõe de um programa informático capaz de contra-atacar automaticamente hackers, sem nenhuma intervenção humana, afirmou o ex-consultor de inteligência americano Edward Snowden.
Segundo Snowden, hoje refugiado na Rússia, este antivírus, conhecido como "MonsterMind", é uma arma duvidosa: em caso de ataques de hackers contra interesses americanos, permite agir automaticamente contra o computador que abriga o endereço no qual o ataque se originou, mesmo quando estas represálias não estão bem fundamentadas, explicou em uma longa entrevista à revista Wired divulgada nesta quarta-feira.
Estas são as primeiras revelações públicas sobre a existência deste programa. De acordo com Snowden, este tipo de resposta automática gera problemas, já que os hackers habilidosos fazem seus ataques se passarem por endereços eletrônicos de fachada. O MonsterMind agirá, então, em represália contra este endereço de fachada, em vez de buscar os verdadeiros culpados.
"Você pode ter alguém na China, por exemplo, que lança um ataque através da Rússia. E então (podemos) nos encontrar contra-atacando um hospital na Rússia", lamentou Snowden.
Snowden também declarou durante a entrevista que o programa é uma ameaça à privacidade porque exigiria virtualmente o acesso a todas as comunicações privadas provenientes do exterior para residentes nos Estados Unidos.
"O argumento é que a única maneira que temos de identificar estes fluxos de tráfego malicioso e de responder a eles consiste em analisar todos os fluxos de tráfego", declarou à Wired.
Na mesma entrevista, o ex-consultor disse que foram comentários desonestos do chefe da inteligência americana que o levaram a divulgar à imprensa os documentos sobre segurança nacional.
Afirmou que estava abalado há anos com as atividades da NSA, mas que tomou a decisão depois de ter lido em março de 2013 que o chefe da inteligência, James Clapper, havia dito a uma comissão do Senado que a NSA recolhia, de maneira não deliberada, informação de milhões de americanos.

Fonte: Info

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Um empresário chinês acusado de invadir sistemas de computadores de empresas norte-americanas com contratos de defesa permanece sob custódia no Canadá. Autoridades norte-americanas acusaram um empresário chinês com invadir sistemas de computadores de empresas com contratos de defesa grandes, incluindo a Boeing, para roubar dados em projetos militares, incluindo alguns dos mais recentes caças, de acordo com autoridades.


Su Bin trabalhou com dois hackers chineses não identificados para obter os dados entre 2009 e 2013, em seguida, tentou vender algumas das informações a empresas estatais chinesas, disseram os promotores.

Os três hackers atacaram caças como o F-22 eo F-35, bem como programa C-17 aviões de carga militares da Boeing, de acordo com uma queixa apresentada no tribunal distrital dos EUA em Los Angeles, que foi aberta na quinta-feira. Um advogado de Su não pôde ser encontrado para comentar o assunto.


O porta-voz do Departamento de Justiça Marc Raimondi dos EUA disse que os conspiradores são acusados ​​de ter roubado dados relacionados com aviões militares e sistemas de armas. 

As acusações de pirataria por parte da China e contra de tal atividade pelo governo dos EUA ter se acirrado as relações EUA-China. Pirataria chinesa tem sido um dos principais temas das discussões EUA-China nesta semana em Pequim, apesar de ambos os lados têm dirigido publicamente claro da controvérsia.

Fonte: Ehacking

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pesquisadores da RSA, divisão de segurança da EMC, descobriram o que acreditam ser uma operação de significativa de crime ciberético que afetou principalmente o Brasil. As ações criminosas focaram transações que somam US$ 3,75 bilhões.

Os pesquisadores estão trabalhando em colaboração com o FBI em uma investigação internacional de fraude bancária.

A operação conduzida por hackers, que podem estar envolvidos com crime organizado no Brasil, afetou 192.227 vítimas e 495.793 transações de pagamentos via boletos bancários, entre fevereiro e maio.

Não está claro, no entanto, a porcentagem do valor que foi realmente roubada pelos hackers, segundo o New York Times.

De acordo com os pesquisadores, por meio de um vírus denominado Bolware (união das palavras boleto e malware), enviado por e-mail às vítimas usuárias de Windows, os hackers se conectavam aos computadores infectados e interceptavam pagamentos por boletos, redirecionando-os, por meio do código digitado, para suas contas.

O Bolware foi detectado pela primeira vez em 2012, mas esta foi a primeira vez em que os pesquisadores conseguiram associar a fraudo a um um único círculo criminosa e determinar o escopo de operações compromissadas.

Durante três meses, pesquisadores da RSA no Brasil, Israel e nos Estados Unidos estudaram 19 variantes do vírus.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o cibercrime responde hoje por 95% das perdas sofridas pelos bancos brasileiros. Em 2012, cerca de US$ 1,4 bilhão foi perdido com fraudes eletrônicas no país.

Procurados pelo NYT, funcionários da Febraban afirmaram que não poderiam comentar sobre a investigação policial em vigência, declarando apenas que os bancos brasileiros gastaram, no ano passado, US$ 2 bilhões em segurança digital.

Além disso, a entidade destacou que está incentivando os consumidores a migrar o pagamento por boletos para um sistema mais seguro totalmente eletrônico, o Débito Direto de Autorização (DDA), sistema que permite o recebimento em meio eletrônico de boletos de cobrança, atualmente emitidos em papel.

Fonte: Baguete

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Além de expor todas as coisas ruins feitas pela NSA e outras agências clandestinas pelo mundo, os documentos vazados por Edward Snowden permitiu que hackers fizessem engenharia reversa em algumas das ferramentas usadas pela NSA para nos espionar.
Entre os detalhes nefastos da constante vigilância feita pela agência, o catálogo Advanced Technology Network – uma lista de gadgets usados pela NSA para espionar computadores e telefones – foi incluído nos documentos vazados.
Uma equipe de pesquisadores de segurança liderados por Michael Ossmann usaram as informações para reconstruir dois dispositivos de vigilância usados pela NSA. Os dispositivos, chamados “retro refletores”, são pequenos transmissores de dados sem fio via rádio, que, quando colocados em um computador ou teclado, permite que informações sejam coletadas (como teclas digitadas ou imagens da tela) mesmo quando o aparelho não está conectado à internet.
Ossmann diz que apresentará suas descobertas durante a Defcon, e mostrará a outras pessoas como fazer para se proteger de futuros hacks da NSA – se é que isso é possível.
Fonte: Gizmodo

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Não sei se você também tem esta percepção, mas estamos presenciando uma certa tensão entre alguns governos no mundo online: 

Vejamos...



Desde que o Edward Snowden divulgou documentos comprovando um esquema monumental de espionagem global da NSA, vários governos e empresas começaram a se preocupar muito mais com a espionagem cibernética. Isso deixou de ser algo restrito à China e, eventualmente, Rússia, e tornou algo que impacta a todos os governos, empresas e pessoas. E, definitivamente, colocou os EUA lado a lado com os vilões da história (China e Rússia).

O site Stratfor publicou uma reportagem bem interessante discutindo as implicações da decisão dos EUA de criminalizar os 5 militares chineses. Segundo eles, embora esta decisão tenha pouco resultado prático, ela marca o início de um posicionamento formal do governo americano sobre ciber espionagem e guerra cibernética. Os Chineses não vão entregar os militares para os EUA e não vão parar de espionar todo mundo. Mas essa decisão dos EUA reconhece o envolvimento de governos com espionagem, sabotagem e destruição online e, mostrando que isso pode ser criminalizado, faz aumentar o risco de um país se envolver em ciber espionagem contra outra nação. Além disso, os EUA já iniciam a discussão sobre os limites da ciber espionagem e ciber guerra impondo o seu ponto de vista.

Belo post la do AnchisesLandia

terça-feira, 27 de maio de 2014

O hacker (Hector Xavier Monsegur) que se tornou um agente do FBI em 2011 foi sentenciado na conte federal americana por invadir diversos websites e sistemas. Hector é mais conhecido pelo seu nickname "Sabu".

Agora as autoridades americanas estão solicitando clemência para Sabu, alegando que ele ajudou a impedir mais de 300 cyber ataques utilizando como alvo exército americano, congresso, NASA e outras empresas.

Sabu também ajudou a desmantelar o grupo Anonymous, o que levou o FBI a prender mais de 10 membros nos EUA e Europa, incluindo Jeremy Hammond, que estava na lista "Top Cyber Criminal" do FBI. Hammond está cumprindo pena de 10 anos em uma prisão americana.

O documento apresentado a corte, solicita por clemência a juíza Loretta Preska, por causa da "extraordinária cooperação".

Fonte: The Hacker News

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Ex-lider do grupo LulzSec realizou ataques a computadores governamentais do Iran, Síria, Pakistão e Brasil, sob o controle do FBI, de acordo com investigação do New York Times.

Depois de ser capturado e se tornado um informante do FBI, Hector Xavier "Sabu" Monsegur encorajou seus companheiros do Anonymous a hackear websites de governos estrangeiros usando um zero-day em software server side.

Os arquivos roubados durante esses ataques foram salvos em um servidor que está sendo "secretamente" monitorado pelos agentes americanos.

As alegações estão baseadas em cópias de documentos e entrevistas com indivíduos ligados a rede de ataques.

Monsegur foi preso em setembro de 2011, e desde então está trabalhando com a polícia federal americana e informante sobre a posição de seus companheiros de grupo. Isto apenas se tornou público em Março de 2012. Durante esses meses, Sabu coordenava ataques pela LulzSec e outros ao movimento Anonymous, pegando os alvos de acordo com ordens governamentais americanas.

O NYT disse que tem evidências de que o "Tio Sam", através de Sabu, usou os ativistas do grupo Anonymous para pesquisar por vulnerabilidades em sites governamentais.

Logs de chat entre o hackativista Jeremy Hammond e Sabu mostram que o FBI entregou a Hammond diversos endereços de websites  estrangeiros. Uma falha no software de web hosting Plesk foi uma das principais rotas para obter acesso a sistemas vulneráveis, alega o NYT.

Hammond, junto com um hacker brasileiro usando o nickname de Havittaja, entrou em diversos sites. Assim que o site era hackeado, informações sensíveis eram extraídas e upadas nos servidores designados por Monsegur, que estavam sendo vigiadas pelos agentes.

Hammond está cumprindo uma sentença de 10 anos de prisão por diversos ataques high-profile a sistemas americanos e roubo de informações confidenciais de Statfor.

Monsegur admitiu 12 das acusações que incluem diversas sobre hacking e conspiração.

Fonte: The Register

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Os ataques contra as redes de computadores são a principal ameaça que pesa sobre os Estados Unidos, à frente do terrorismo, segundo uma pesquisa feita com autoridades de alta patente e e escalão da Defesa americana, divulgada nesta segunda-feira.
Para 45% dos entrevistados, a maior ameaça é a ciberguerra. Apenas 26% consideraram o terrorismo e a Al-Qaeda em primeiro lugar. A China, que continua avançando posições, ficou em terceiro, com 14%.
Inédita, a pesquisa foi feita pelo semanário especializado Defense News. Foram entrevistados 352 altos funcionários militares e civis do Pentágono, do Congresso e da Casa Branca, assim como executivos das empresas de armamento.
Pelo menos 38,5% dos entrevistados se declararam republicanos e, desses, 36% colocaram no mesmo plano os ataques virtuais e o terrorismo, considerando-os como principal ameaça. Já 13,5% disseram ser democratas, apontando a mudança climática como principal ameaça depois da ciberguerra (21% contra 42%).
Os entrevistados apontaram ainda que a maior ameaça contra os aliados europeus dos Estados Unidos é o terrorismo. Para os aliados asiáticos, a China é vista como o principal risco, com 48%, seguido por Coreia do Norte. No Oriente Médio, o Irã lidera a lista de perigos (54%), seguido da ameaça terrorista.
Quase metade dos entrevistados (48%) vê a Al-Qaeda mais fraca hoje do que em relação há cinco anos. Apenas 21% acreditam em que a rede criada por Osama bin Laden, morto em 2011, tenha se fortalecido.
Em relação aos talibãs, contra os quais os Estados Unidos lutam há 12 anos no Afeganistão, os resultados são vistos como menos bem-sucedidos, apesar das mensagens otimistas emitidas pelo governo americano.
Pelo menos 27% dos entrevistados consideram que os talibãs são mais fortes agora do que há cinco anos, e 40% acreditam que estão no mesmo nível. Apenas 33% responderam que o grupo se enfraqueceu.
Fonte: Revista Info

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A internet perdeu sua inocência. O alcance das atividades ilegais no ciberespaço é tão vasto que se as empresas e indivíduos não tomarem medidas de segurança em relação às suas vidas e operações, podem se arrepender, e muito. E 2013 foi um ano crucial em termos da abrangência e engenhosidade daqueles que lançaram ataques às redes ao redor do mundo.

As inovações continuam a alterar nosso ambiente digital a uma velocidade inimaginável e, como todos os empreendedores, os criminosos, espiões e os chamados “hacktivistas” também querem explorar as mudanças na arquitetura da internet ‒ e no nosso comportamento ‒ em benefício próprio.

O problema é que não são só ladrões. Nos últimos dez anos, elementos públicos ou não ‒ agências de inteligência, grupos terroristas e operações cibermilitares, para citar só alguns ‒ se engajaram em práticas no mínimo duvidosas. Se ainda não tivéssemos nos apercebido do fato, as revelações de Edward J. Snowden sobre a Agência de Segurança Nacional teria deixado tudo bem claro.

Quem trabalha no setor de cibersegurança e está tentando proteger o público enfrenta um problema enorme: descobrir exatamente quem são os criminosos quando ocorre um ataque. Acontece que os marginais aprendem com os hacktivistas; agentes de ciberinteligência recebem dicas dos delinquentes e, por trás disso tudo, há estrategistas militares testando as defesas dos inimigos em potencial ‒ ou seja, o mundo virtual está lotado de subterfúgios, malware e muita enganação.

 Eles se engajam nesse tipo de atividade na web de superfície, a parte da internet que você e eu podemos ver ‒ ou, mais especificamente, aqueles sites que são listados por mecanismos de busca como Google ou Bing. Entretanto, os hackers, ciberpoliciais e criminosos também fazem uso do mundo ainda mais estranho da chamada Deep Web. Ela é centenas, talvez milhares de vezes maior e apenas uma porcentagem pequena, mas significativa, utilizada como esconderijo de redes escusas. Isso porque há lugares em que os usuários podem trocar arquivos e informações praticamente inalcançáveis a quem não tiver acesso. Na verdade, a grande maioria nem sabe que ela existe.

A existência de sistemas tão complexos de comunicação além da web de superfície faz com que seja até difícil imaginar exatamente o que acontece no mundo do cibercrime. Ele é dividido basicamente em três áreas de atividades: criminal; comercial e de espionagem política e guerra cibernética e sabotagem. É difícil, mesmo para autoridades e analistas, saber onde uma termina e começa a outra.

O crime mais comum é o da fraude de cartões de débito e crédito, que envolve grandes volumes e baixo impacto ‒ e apesar de algumas histórias de terror, o delito permanece num nível administrável tanto para as operadoras como para o consumidor.

Alguns dos números fornecidos por políticos, autoridades policiais e agências de inteligência em relação aos danos causados pelos crimes cibernéticos são muito exagerados. A McAfee anunciou em meados deste ano que as perdas apenas nos EUA poderiam chegar a US$ 120 bilhões.

Em contrapartida, graças a Gartner, uma firma de pesquisa e consultoria, temos uma ideia muito mais definida de quanto estamos gastando com a cibersegurança. Em 2013, os gastos globais com proteção chegarão a US$ 67 bilhões e até o final da década deve exceder a marca dos US$ 100 bilhões.

 O grande divisor de águas deste ano, porém, não foram os custos, mas as informações vazadas por Snowden sobre a extensão das atividades de espionagem digital da NSA, principalmente em conjunto com o parceiro britânico, o Quartel General das Comunicações do Governo.

Em parte como consequência das atividades criminais, militares e de espionagem na internet, o tema do controle da rede ganhou importância na pauta da União Internacional de Telecomunicações. A questão do gerenciamento da infraestrutura básica está sendo contestada na UIT por um grupo de países liderado pela Rússia e China, que querem exercer maior controle da rede em seu território. Brasil e Índia gostaram principalmente da ideia de retirar o controle dos EUA e o caso Snowden pode muito bem ser o empurrão que faltava para motivá-los a defendê-la.

Fonte: Crimes pela Internet

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os Moocs (sigla em inglês para cursos massivos abertos online) são o assunto do momento em ensino a distância. Aulas de universidades americanas de elite como Yale, Harvard ou Princeton podem ser assistidas gratuitamente por qualquer pessoa que tenha acesso à internet em sites como edX e Coursera.

Estes são os maiores atrativos para quem procura educação de qualidade. No entanto, não basta se inscrever. O ritmo de aulas é puxado e exige dedicação e disciplina.

O UOL se inscreveu na Coursera, um dos Moocs mais populares, para ver se é possível conciliar os estudos com a vida profissional e a pessoal de um jornalista.

O curso escolhido foi "Introdução à Sustentabilidade", da Universidade de Illinois, com duração de dois meses.

A cada semana, um novo tema era abordado: população, ecossistema, mudanças climáticas, energia, agricultura e recursos hídricos, política e economia ambiental e, finalmente, sustentabilidade, ética e cultura.

Cada um dos módulos deveria ser completado em sete dias, totalizando de 10 a 12 horas de estudo por semana, sem contar a leitura de textos sugeridos e as tarefas. Como o curso foi formatado em sete dias, durante o final de semana e-mails eram enviados aos inscritos para que dessem seguimento aos estudos.

As atividades obrigatórias listavam a leitura de um livro de 643 páginas (disponível para download) e a participação em dois fóruns de discussão. Um geral, com colegas do mundo todo que se inscreveram no curso, e outro com perguntas e respostas de especialistas. Ao final, seriam criados dois projetos relacionados à sustentabilidade.

O idioma inglês não foi problema. No entanto, a jornalista não deu conta das tarefas, feitas depois do expediente de trabalho e que tomavam quase duas horas do seu dia.

A experiência ajuda a entender os altos números de evasão. O curso "Pense novamente: como raciocinar e argumentar", oferecido pela Universidade de Duke no Coursera, teve 180 mil inscritos, informa o jornal Charlotte News Observer. Na oitava semana de aulas, apenas 26 mil alunos eram considerados ativos, sendo que só metade deles tinha feito os exercícios esperados para aquela semana.

DICA PARA MOOCS

Planejamento e dedicação sistemática são duas coisas que farão diferença para quem pretende se juntar ao universo de usuários que já aderiram ao Moocs. Somente na Coursera, são cerca de 2 milhões de pessoas, com alunos dos EUA sendo a maioria (38,5%), seguido do Brasil (5,9%), Índia (5,2%) e China (4,1%).

Realizar todas as tarefas no dia em que são pedidas também evita o acúmulo no fim de semana e, apesar do volume de postagens, a participação em fóruns conta muito em cursos virtuais.

"A educação poderia ser mais acessível a todos se houvesse flexibilidade para que cada pessoa estudasse no seu próprio ritmo", diz Tanushree Kaushal, 18, aluna do ensino médio em Nova Déli (Índia) que teve dificuldades para terminar as tarefas dentro do prazo pedido pelos cursos online.

Mas isso não se tornou um empecilho. Tanushree já completou seis cursos Moocs e atualmente faz mais dois. Um de microeconomia para cientistas e outro de cálculo.

Claro que as dificuldades vão depender do tipo de curso escolhido. No entanto, o inscrito deve estar consciente do tempo que terá de dedicar ao Mooc antes de se inscrever indiscriminadamente em todos os cursos que julgar atraentes.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Memorando diz que falha em software permitiu onda de invasão.
Exército e departamentos de energia e saúde teriam sido afetados.

Hackers ligados ao Anonymous seriam responsáveis pelo ataque, segundo FBI (Foto: Reuters/Pawel Kopczynski)




Os hackers exploraram uma falha no software da Adobe Systems Inc para lançar uma onda de invasão eletrônica, que começou em dezembro passado, de acordo com um memorando do FBI, a polícia federal dos EUA, obtido pela Reuters.Hackers ativistas ligados ao coletivo conhecido como Anonymous acessaram secretamente computadores do governo dos Estados Unidos em várias agências e roubaram informações confidenciais em uma campanha que começou há quase um ano, alertou o FBI esta semana.
O memorando, distribuído na quinta-feira, descreveu os ataques como "um problema generalizado que deve ser abordado". O memorando afirma que a invasão afetou o Exército dos EUA, o Departamento de Energia, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e talvez muitas outras agências.
Os investigadores ainda estão reunindo informações sobre o alcance da campanha cibernética, que as autoridades acreditam ser contínua.

sábado, 28 de setembro de 2013

Após o discurso da presidente Dilma Rousseff na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil conseguiu apoio de vários países em reuniões nos últimos dias em Nova York para a criação de normas globais que regulamentem a internet. A afirmação é do ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, que falou com jornalistas no final da tarde desta quinta-feira (26).
O ministro teve uma agenda extensa de reuniões bilaterais nos últimos dias, incluindo Alemanha, Turquia e Portugal e terá nova rodada nesta sexta-feira, 27, dia em que o principal encontro será com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, mas que também terá a representante da União Europeia, além de China França, Japão e Rússia.
"Todos os meus interlocutores se manifestaram, estavam preocupados com essa questão (da espionagem) e apreciaram muito o fato de a presidente Dilma Rousseff ter levantado esse tema na ONU", disse Figueiredo. Segundo ele, ora o tema era levando por ele, ora pelos seus colegas.
O ministro disse que o apoio que o Brasil tem conseguido não se limita aos países emergentes. "Há um entendimento entre diversos países que esse é um tema novo, é uma agenda que se abre para relações internacionais. É uma questão que seguramente ocupará a ONU nos próximos anos e há sim interesse crescente", afirmou ele ressaltando que ainda há um caminho a percorrer para firmar o assunto na agenda da comunidade internacional.
Nesta quinta-feira, os países que formam a sigla Brics, que além do Brasil, é composto por Rússia, Índia, China e África do Sul, divulgaram um comunicado manifestando apoio à criação de um marco regulatório para a internet. Nesta quarta, 25, os países que integram o Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) já haviam divulgado um documento semelhante.
"Todos os meus colegas têm estado muito interessado nisso e manifestado grande solidariedade. Eles têm dito que quando a presidente Dilma falou na ONU, falou na verdade refletindo o sentimento de todos", afirmou Figueiredo aos jornalistas.
No caso da Alemanha, país que reluta em cobrar ações mais duras contra a espionagem dos EUA, Figueiredo disse que o país europeu tem iniciativa "muito interessante" no Conselho de Direitos Humanos sobre o direito à privacidade. "Conversamos sobre possibilidades de juntar esforços nessa área", disse o ministro.
Em seu discurso de abertura da 68ª Assembleia Geral da ONU, na terça-feira, 24, Dilma afirmou que a espionagem do governo norte-americano a cidadãos, governos e empresas fere os direitos humanos e propôs a criação de um marco regulatório internacional sobre governança na internet.
Fonte: Revista Info

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Durante um painel de debates sobre o Kernel do Linux na LinuxCon & CloudOpen em Nova Orleans, aconteceu uma cena inusitada: de repente o moderador dirigiu uma pergunta aos painelistas: "Algum de vocês já foi abordado pelos Estados Unidos para colocar backdoor?". Quase imediatamente o Linus Tovalds deu uma resposta hilária: 

"Noooooo"
(balançando a cabeça como se tivesse dito "Sim")

Em seguida, outro painelista, Tejun Heo, completou: "Not that I can talk about" ("Não que eu possa falar sobre"). E ambos arrancaram gargalhadas da platéia.

O vídeo do painel tem 42:38 minutos de duração e esta cena, curta e rápida, aconteceu aos 24:15.



Desde as denúncias do Edward Snowden, o hit do momento é justamente este assunto de espionagem governamental e da NSA ter instalado backdoors em diversos produtos (hardware e software), para facilitar a interceptação de dados. Não é de se adimirar, portanto, que este assunto apareça em um debate durante um evento de tecnologia. 

Independente da NSA ter tentado colocar backdoors no Linux, o fato do sistema operacional ter código aberto permite que especialistas em todo o mundo conheçam e analisem o seu código fontee, assim, possam identificar qualquer tipo de função ou funcionalidade estranha. Mesmo uma alteração minúscula e quase imperceptível (como, por exemplo, fixar alguma variável nos algoritmos criptográficos) pode ser eventualmente percebida se o código passa pelos olhos de centenas de desenvolvedores.

Fonte: anchisesbr

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O Facebook divulgou no final agosto que governos de 74 países pediram informações sobre contas de cerca de 38 mil usuários apenas no primeiro semestre de 2013. O que para muitos pode soar como invasão de privacidade pode ser, às vezes, uma medida de proteção.

Apenas oficiais de justiça podem requerer e ter acesso a dados de terceiros na rede social. E os pedidos são atendidos apenas de acordo com uma série de regras preestabelecidas pela equipe de Mark Zuckerberg no documento “Requisito Legal de Processo Internacional“. Nos últimos seis meses, o Brasil fez 715 solicitações, das quais 33% foram atendidas pelos administradores da rede. Entenda em quais casos o Facebook libera para a justiça informações sobre usuários e descubra que seus dados não são facilmente disponibilizados.

Segurança infantil

O Facebook denuncia conteúdos publicados no site que possam remeter à exploração infantil ao Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (NCMEC). O órgão trabalha em conjunto com seu braço internacional e com autoridades policiais de todo o mundo. Mesmo as denúncias feitas através de solicitações governamentais são encaminhadas ao NCMEC. O texto do “Requisito Legal de Processo Internacional” recomenda que, quando uma autoridade policial for pedir acesso ao conteúdo de um determinado usuário que envolva suspeita de exploração infantil ou com questões de segurança de uma criança, que deixe bem claro, para que a situação possa ser resolvida da maneira mais rápida possível.

Perigo iminente

Se houver uma situação que coloque uma pessoa – seja adulto ou criança – em risco de morte ou em sério perigo físico, e publicações no Facebook possam ajudar a resolver o caso ou evitar que o pior aconteça, autoridades policiais podem entrar em contato com a rede social para solicitar o mais rápido possível a divulgação das informações necessárias. Todo o processo é feito através de um sistema de solicitações online. Os termos da rede social deixam claro que serão levados em consideração apenas os e-mails de oficiais da lei. Caso uma pessoa comum saiba da existência de algum conteúdo que possa comprovar que alguém está em iminente perigo, a ação recomendada é entrar em contato com a polícia para que ela peça o acesso aos dados ao Facebook.

Consentimento do usuário em caso de processo

Caso um usuário da rede social esteja passando por um processo judicial, seja por uma acusação criminal ou um pedido de separação litigioso, e ele tiver uma prova a seu favor no Facebook, ele mesmo deve fazer o backup de seus dados sem precisar de requisição formal.

O download de mensagens, fotos, vídeos e publicações do mural é possível através do recurso “Baixe uma cópia de seus dados“, presente no menu “Configurações de conta”. Também é possível ver os endereços de IP recentes através do menu de segurança do Facebook. O usuário só tem acesso ao histórico de IPs mediante a um processo judiciário.

A lista acima mostra que a liberação de informações de usuários pela rede social de Zuckerberg depende de muita burocracia e os dados são concedidos apenas às autoridades policiais. Ou seja, conseguir informações da conta da namorada ou dos filhos não é tão fácil quanto você achava. Mas pode ser útil se o caso for importante e envolver a ação da polícia.

Fonte: Crimes pela internet

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Keith Alexander,  general quatro estrelas dos EUA e chefe da NSA (National Security Agency), construiu uma réplica da ponte de comando da nave USS Enterprise, da série Star Trek, na sede do Comando Cibernético do Exército Norte-Americano (Arcyber), em Fort Belvoir. A informação foi divulgada pela revista Foreign Policy.
A revista ouviu fontes ligadas a Alexander para compor um longo perfil sobre o número um da espionagem dos EUA.  Além de responsável pela NSA, o general também está no comando de ataques cibernéticos a outras forças militares no mundo, sobretudo a China. E foi no edifício da Arcyber que Alexander, um fã inveterado da série de ficção científica Star Trek, construiu uma réplica da sala de comando da Entreprise.

“O espaço foi projetado por um cenógrafo de Hollywood com o intuito de imitar a ponte da nave Enterprise de Star Trek, com painéis, estações de computador, um enorme monitor de TV na parede em frente, e as portas que fazem um "assobio" quando deslizam. Congressistas e outros funcionários importantes se revezavam para sentar na "cadeira do capitão", que é revestida de couro e fica no centro da sala. Enquanto isso, Alexander, um amante de filmes de ficção científica, mostrava suas ferramentas de dados na tela grande”, disse a a revista.

“Todo mundo queria sentar na cadeira pelo menos uma vez para fingir que era Jean-Luc Picard", disse um oficial aposentado responsável por visitas VIP.

Uma foto do centro de comando foi divulgada neste domingo (15) pelo repórter Glenn Greenwald, famoso por possuir os dados vazados por Edward Snowden. O projeto da ponte de comando, segundo o jornalista, é do escritório de arquitetura DBI.

Segundo o próprio escritório, a função primordial do centro de comando "é fornecer, visualizar, planificar, executar e coordenar informações para o exército dos EUA e para outras agências federais".
Fonte: Revista Info

sábado, 14 de setembro de 2013

Há um mês, surgiram relatos que a rede Tor – feita para se navegar anonimamente na internet – sofreu ataques de malware. Agora, o FBI disse a um tribunal irlandês que estava por trás da falcatrua. Mas não se preocupe, foi por uma boa causa!

O alvo do hack eram parceiros de Eric Eoin Marques, da Freedom Hosting. Ele está detido em Dublin (Irlanda) por seu envolvimento em uma grande operação de pornografia infantil.
Há algum tempo, a Freedom Hosting é suspeita de permitir pornografia infantil em seus servidores, mas a investigação deu uma guinada quando o FBI explorou uma brecha na versão modificada do Firefox que acompanha o pacote de navegação no Tor.
Em 4 de agosto, uma mensagem de erro começou a aparecer em todos os sites hospedados pela Freedom Hosting. Nela, um código oculto trazia uma tag iframe escondida e cheia de Javascript malicioso, incluindo um arquivo de programa chamado “Magneto”.
Com este código, era possível obter o endereço MAC do computador invadido, a fim de identificar o usuário. Só que o objetivo do Tor é manter o anonimato na internet. Os endereços IP por trás do código apontavam para servidores no norte da Virgínia (EUA), não muito longe da sede do FBI.
E o pior é que estas ações do FBI – assim como toda a espionagem da NSA – parecem estar totalmente dentro da lei. É apenas mais um caso de uma agência de espionagem fazendo o que ela foi feita para fazer: espionar. E os usuários inocentes do Tor que foram expostos? O FBI não comenta o caso.

Fonte: Wired
E ai pessoal!

Procurando algo e novo para ouvir nos meus podcasts acabei encontrando o Nerdcast 380 sobre espionagem digital.



Se você não conhece, o podcast do site Jovem Nerd é um dos maiores e mais famosos do Brasil e desta vez eles se reuniram para falar da cyber espionagem que vem aparecendo na mídia a algum tempo já.

Recomendo muito tanto este como os outros episódios do Nerdcast.

Se você gostou da mídia podcast e quer saber mais e focar em segurança da informação de uma olhada neste post.


Subscribe to RSS Feed Follow me on Twitter!