sábado, 29 de novembro de 2014

Durante o evento Vision São Paulo 2014, realizado pela Symantec, a apresentaçãoInteligência nas Estratégias de "Cyber Security" reforça que o novo cenário do cibercrime pede aplicações e soluções de segurança que envolvam todo o ambiente de TI.  E, mais do que isso, exige o envolvimento de todos na empresa, incluindo as linhas de negócios.
A tendência do BYOD (Bring Your Own Device), permite às empresas terem mais flexibilidade para desenvolver novas oportunidades de negócios, sem falar no aumento na produtividade. Mas exige que todos os envolvidos entendam as novas regras do jogo para manter a segurança da informação, já que dispositivos digitais pessoais passam a circular com informações corporativas. 
O Relatório de Ameaças à Segurança na Internet 2014, elaborado pela Symantec, alerta que o número de campanhas avançadas e direcionadas à segurança de dados corporativos e pessoais praticamente dobrou desde 2013, tendo crescido 91%.
Ataques mais elaborados
Os cibercriminosos agora preferem gastar mais tempo elaborando ataques amplos que valem por dezenas de ataques menores.
O tamanho e escopo das violações cada vez mais comprometem as informações pessoais de consumidores – como números de cartões de crédito, prontuários médicos, senhas e contas bancárias. Segundo a pesquisa da Symantec, mais de 552 milhões de identidades foram expostas através de violações no ano passado.
“Uma violação enorme pode valer o equivalente a 50 ataques menores”, diz André Carraretto, especialista em segurança digital da Symantec. “Empresas de todos os tamanhos precisam reavaliar, repensar e possivelmente replanejar sua postura de segurança”, alerta o especialista.  E os usuários finais não devem ficar atrás. Confira, abaixo, as novas regras do jogo para corporações e consumidores
Para empresas
• Conheça seus dados: A proteção deve se concentrar na informação e não no dispositivo ou Data Center. Entenda onde residem seus dados sensíveis e por onde trafegam para ajudar a identificar as melhores políticas e procedimentos para protegê-los.
• Ensine os funcionários: Ofereça diretrizes sobre proteção de informações, inclusive com políticas e procedimentos da empresa para proteger dados sensíveis em aparelhos pessoais e corporativos.
• Adote uma postura forte de segurança: Fortaleça sua infraestrutura de segurança com prevenção de perda de dados, segurança de rede, segurança de endpoint, criptografia, medidas fortes de autenticação e defesa, além de tecnologias com base em reputação.
Para Consumidores
• Tenha um comportamento seguro: Escolha uma senha forte e mantenha seus aparelhos – inclusive smartphones e tablets – atualizados com o software de segurança mais recente.
• Fique atento: Revise extratos bancários e faturas de cartão de crédito em busca de irregularidades, seja cauteloso ao lidar com e-mails não solicitados ou inesperados e desconfie de ofertas online que parecem boas demais para ser verdade.
• Saiba com quem você trabalha: Familiarize-se com as políticas de varejistas e serviços online que podem solicitar suas informações bancárias ou pessoais. Como boa prática, visite o site oficial da empresa para compartilhar informações sensíveis.

Fonte: IDG NOW!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Um grupo hacker alega ter obtido acesso a milhares de senhas e logins de usuários da PSN, Windows Live e também de contas das redes 2K Games. Em um arquivo disponibilizado na Internet, o grupo “DerpTrolling” revela a lista com mais de cinco mil senhas e dados de segurança, comentando ainda que isso representa “apenas uma pequena porção” do que foi roubado.



Anteriormente, o grupo havia se declarado contrário a divulgar nomes e senhas de usuários, em ataque passado, mas a decisão mudou, para que eles “sejam levados a sério”. Em outra ocasião, o mesmo grupo foi responsável por derrubar os servidores de World of Warcraft, game de sucesso da Blizzard, que teve sua nova expansão lançada recentemente.

O grupo alega ainda que, ao divulgar essas informações, eles forçam as empresas a melhorarem sua segurança nos servidores, para prevenir novos ataques DdoS – de congestionamento de rede -, e também para melhorar a segurança de dados de seus consumidores, resultando em um melhor serviço aos clientes. O DerpTrolling também afirma que eles possuem muito mais dados do que foi divulgado.
“Temos 800 mil da 2K e 500 mil em dados de cartão de crédito. Em nossos ataques, conseguimos cerca de sete milhões de logins e senhas”, afirmam, na nota divulgada. “Muitas pessoas pensam que o DerpTrolling é um grupo de crianças, mas a verdade é que estivemos associados a muitos grupos conhecidos de hackers nos últimos tempos”, complementam os integrantes.
Por enquanto, nenhuma das empresas divulgou uma nota oficial sobre o possível roubo de informações. Porém, Sony, Microsoft e 2K Games já passaram por situações semelhantes no passado, e em todas as ocasiões eles recomendaram que seus consumidores trocassem suas senhas, por medida de prevenção.

sábado, 22 de novembro de 2014

E ai pessoal!

Quem me acompanha nas redes sociais percebeu que eu comprei um Pebble, e como muitos já vieram me pedir, vou fazer um review da minha experiência com ele. Isso foge um pouco o assunto do site, mas como eu já ia escrever e não tinha onde botar vai aqui mesmo :)

Bom, eu já ouço falar do Pebble a muito tempo, na verdade foi o primeiro smartwatch/smartband que eu vi, ainda na época que ele estava no Kickstarter. Por falar nisso, se não em engano ele foi o projeto com maior apoio da história do site, pedindo 100 mil dólares e conseguindo mais de 10 milhões de dólares.

Basicamente para os que não estão sabendo, o Pebble é um smartwatch inteiramente customizável, com tela E-Paper (similar aos Kindle), conexão Bluetooth 4.0 LE, a prova de água, com motor vibratório, e com uma loja própria de aplicativos e SDK para quem quiser desenvolver.

O Pebble hoje em dia é vendido em 2 versões, a normal ($99) e a Steel ($199), que como o nome já indica é de metal, e a versão normal é de plástico com pulseira de borracha/silicone ou algo assim. Eu peguei a versão mais básica porque achei que não seria interessante correr e praticar outros esportes com a Steel.

O que me motivou a escolher o Pebble foi a possibilidade de customização e a possibilidade de ter um wearable tudo em um (ou o mais próximo disso). Nesta compra eu fiquei entre a Fitbit Flex, Nike Fuelband SE, Moto 360, Apple Watch e o próprio Pebble, mas não entrarei muito nessa comparação.

Então vamos as minhas impressões nessa primeira semana de uso. Vou separar em algumas categorias para facilitar:

Primeira impressão

Minha primeira impressão foi o belo imposto que temos aqui no Brasil. Paguei US$ 120 nele e quase R$ 300 em imposto. Depois de passado o susto, abri o pacote e tive uma boa impressão desde a caixa até o primeiro uso. Eu gostei do cuidado que a Pebble tem com a embalagem. Sou fanboy da Apple e a caixa tenta seguir o mesmo padrão. Outra coisa que notei, mesmo tendo um Kindle, é a tela E-Paper que é bem diferente das telas HD que temos hoje e é meio estranho se acostumar, mas isso tem um ponto positivo, a bateria. Com essa tela a bateria dura em torno de 7 dias, o que é muito mais que as 24 horas que a maioria dura.



Outra coisa que se nota de cara é que o Pebble é bem feio perto de outros smartwatches como o Apple Watch e o Moto 360, mas nada que também não se acostume.

Em cerca de 2 horas eu já tinha ele configurado, operacional e com 100% de carga.


Uso diário

No uso normal dele notei uma leve utilidade, nada que vai fazer a diferença, mas facilita algumas coisas que vou explicar de forma detalhada mais a frente. Nas especificações do site tem que o Pebble é resistente a arranhões e a prova de água. Sobre resistente a arranhões não achei tanto assim e nunca pretendo executar o teste de água, só pra garantir...

Sobre a resistência a arranhões, no primeiro dia de uso já notei pequenos arranhões na tela, nada que interfira muito, mas a tela não é tão a prova de arranhões como eles dizem, e isso deve se levar em consideração já que o dispositivo fica sempre no pulso e exposto a todo o tipo de superfície.

Usando o Pebble dia e noite notei que eu perco menos tempo por dia usando meu smartphone e o mais importante, menos tempo usando o Facebook. Normalmente acesso o Facebook para dar uma olhada se tem alguma notificação ou algo importante para ver, por exemplo o grupo da Brutal Security, e acabo perdendo horas olhando as besteiras que passam por la. Com o Pebble eu não recebo nenhuma coisa inútil do Facebook, apenas as notificações, e quando é algo importante vou la ver e logo já fecho.

Como comentei anteriormente, os wearables ainda não fazem nada de mais e são dispensáveis para muitas pessoas. No meu caso, recebo notificações, monitoro atividades físicas, vejo a hora (a vá), previsão do tempo, controle de outros dispositivos e monitoro o sono. Nada muito revolucionário ou indispensável, mas é interessante monitorar e aproveitar para testar essa tecnologia nova que vem vindo por ai.

Acredito que o Pebble tenha muito potencial ainda por ser facilmente customizável. Funções e aplicativos podem ser desenvolvidos e/ou integrados em diversas linguagens, entre elas C, Javascript, PHP, Apple Script e muito mais. Se eu soubesse programar bem sem dúvida eu desenvolveria diversas funções que sinto falta.

Uma última coisa que notei foi o sistema de carregamento. Com carregamento por indução e imãs, similar aos MacBooks da Apple. Achei incrível isso, adoro os carregadores da Apple, mas achei este do Pebble meio solto, qualquer toque nele e o carregador desconecta, tenho de deixar ele em algum lugar que ninguém passe perto para garantir que quando eu pegar ele vai estar com a bateria carregada e conectado.



Funcionalidades testadas

Agora vamos ao que eu uso nele e algumas coisas que normalmente as pessoas ficam curiosas para saber o que se pode fazer:

Evernote: Sim! Até no smartwatch eu uso Evernote e é muito bom. Posso consultar e editar facilmente meus To Do's, verificar algumas notas importantes e etc. Editar basicamente seria marcar/desmarcar checkboxes.



Music Boss: O Music Boss é um app exclusivo para Android para controlar aplicativos de musica e podcast. Para usá-lo é necessário o app no Android e no Pebble. No app do smartphone se cadastra os players que pretende usar e no smartwatch alternar entre aplicativos, dar play/pause, passar musicas/podcast, aumentar/diminuir volume do dispositivo, e ver informações do que está tocando.



Morpheuz: Ainda testando e um pouco instável. O que esse app faz é monitorar o sono e acordar na melhor hora possível, isso quer dizer, de acordo com sua movimentação e nível de sono ele acorda minutos mais cedo ou mais tardes do que o previsto.



Notifications: Basicamente as notificações do aparelho sendo passadas para o Pebble. Dependendo da notificação posso tomar ações diferentes, como por exemplo ver o conteúdo de um email, responder uma mensagem do Facebook com um like, abrir a notificação no smartphone, se for ligações aceitar/recusar e ver quem está ligando e etc.

WalkRun: Basicamente um sisteminha simples de corrida que mostra tempo, velocidade e distância sem necessitar do smartphone por perto. Não compartilha e integra com nada, ainda testando.



YWeather: Basicamente um Watchface, uma skin pra tela inicial que mostra o dia do mês, dia da semana, hora, e previsão do tempo na minha localização atual. Na previsão do tempo se sacudir o braço ele troca a temperatura pela velocidade do vento, hora que o sol nasceu e hora que o sol vai se por.



Funcionalidades que pretendo testar


  • Integração com o RunKeeper
  • Outros apps de monitoramento de sono
  • Bloquear/desbloquear computador e dispositivos por proximidade
  • IFTTT
  • Automação de tarefas
  • Desenvolvimento de apps próprios
  • GPS/Navegação
  • Controle remoto
  • Controle de Apresentações (ppt)

Considerações finais

Bom, levando em consideração a tecnologia atual dos smartwatches/smartbands, acredito que o Pebble se sai muito bem. O único concorrente que tem chance de fazer a mesma coisa ou até mais que o Pebble nesse primeiro momento é o Apple Watch, que já tem uma plataforma sólida de desenvolvimento e vai receber sem dúvida os desenvolvedores do iOS. O único ponto negativo do Apple Watch contra o Pebble é o caso do toque na tela. Os apps do Pebble tiveram uma sacada muito legal de não usar toque na tela, diferente dos outros smartwatches, onde o dedo ocupa cerca de 50% da tela. Pode ser que você procure um smartwatch/smartband que faça apenas uma função específica, então talvez essas características acima não se apliquem a você.

Outra coisa que notei, a bateria é boa e provavelmente dure os 7 dias de uso normal. No meu caso não dura todo esse tempo porque eu não tenho um uso normal, normalmente acaba em 5 dias. Corro e pratico exercícios físicos frequentemente e monitoro o sono, principalmente usando aplicativos únicos do Pebble, que não necessitam de aplicativos companheiros no smartphone, e acredito que isso consuma um pouco mais do que o normal. Outra coisa que gasta muita bateria é o fato de ser novidade, então estou sempre mexendo e andando pelos menus. :)

Uma coisa que me perguntam muito, já que o Pebble tem de ficar 100% do tempo conectado ao aparelho por Bluetooth, a bateria do meu smartphone acaba mais rápido e tenho de recarregar diversas vezes ao dia? A resposta é não! Minha bateria dura basicamente o mesmo tempo. É notável o impacto e a diferença no nível da bateria, mas no fim do dia não faz muita diferença, já que a bateria dura o dia todo e ainda sobra um pouco.

E para finalizar, recomendo você comprar um Pebble ou outro wearable? Sim e não na verdade. Sim porque como ja comentei, algumas funções podem ser melhor aproveitadas ou completas de formas mais simples com um wearable. E não, porque para falar a verdade, esses dispositivos não fazem nada de mais. Nada que seu smartphone ou computador já não fazem a tempo. Se você não é um Geek ou uma pessoa antenada em tecnologia e gosta de estar sempre a frente e testar coisas novas você não precisa ainda de um wearable.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014



São Paulo -- Sabe aquela webcam em seu computador, a câmera IP de vigilância em seu prédio e as babás eletrônicas que enviam imagens pela internet? Um sinistro site russo vem divulgando imagens captadas por milhares de câmerascomo essas instaladas em 250 de países.
As câmeras foram invadidas pelos hackers, que passaram a ter acesso às imagens, afirma, em seu blog, o Comissariado para a Informação do governo britânico. Quem entra no site pode ver cenas ao vivo de escritórios, ruas, academias de ginástica e até quartos de criança. 
Alguns usuários parecem ter notado que estavam sendo espionados. Uma jovem escocesa contou ao site Daily Record que viu sua webcam entrar em funcionamento enquanto via um filme no banheiro. 
“É apavorante pensar que pessoas estão me observando sem eu saber. Fico me perguntando quantas vezes fizeram isso”, disse ela.
Das câmeras listadas no site,  4.591 estão nos Estados Unidos, 2.059 na França e 1.576 na Holanda, além de milhares em outros países, informa uma reportagem da BBC. Algumas delas, embora sejam listadas, parecem não estar mais transmitindo imagens. 
Senhas fracas
O Comissariado para a Informação britânico diz que os hackers provavelmente usaram a senha padrão, que vem pré-configurada na câmera, para assumir o comando dela. Isso não teria acontecido se os donos trocado a senha por outra difícil de adivinhar. 
Segundo a BBC, as informações listadas pelos hackers indicam que a marca de câmeras mais invadida é a chinesa Foscam. Mas há também equipamentos da Panasonic e da Linksys na lista, entre outras marcas.
A BBC ouviu esses três fabricantes. Eles disseram que suas câmeras atuais emitem avisos recomendando que os usuários alterem a senha padrão. Mas esse cuidado não existe em modelos mais antigos que continuam em uso ao redor do mundo.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A Kaspersky Lab realizará de 24 a 28 de novembro um treinamento em análise de malware e ciberforense para a prevenção de fraudes nas quais o malware é utilizado para executar ataques contra governos, empresas, organizações ou roubo de informações financeiras. O objetivo é treinar as organizações e os responsáveis por sua segurança a evitar ataques aos seus sistemas e aos sistemas de seus clientes.
 
Ministrado por Victor Sergeev, gerente de treinamento de clientes Kaspersky Lab, o curso de prevenção à fraudes permitirá que os alunos façam o diagnóstico do quadro completo, não só a ameaça em si e seus resultados, mas os atores e as motivações por trás desses ataques.
 
Dados levantados pela Kaspersky Lab em parceria com a B2B International mostram que mais de 45% dos usuários que gerenciam suas finanças através da Internet tem certeza que o seu banco irá reembolsar suas perdas caso o dinheiro seja roubado de sua conta online. Essa confiança entre os clientes tem o potencial de ter impacto sobre o negócio de organizações financeiras, que podem sofrer os danos monetários e de reputação em caso de roubo cibernético.
 
De acordo com estatísticas da Kaspersky Lab, um em cada quatro ataques de phishing imita uma página de um banco legítimo, loja online ou serviço de pagamento. Estas páginas falsas são usadas para induzir as pessoas a entregarem seus dados bancários. Enquanto isso, os autores de malware continuam a criar novos programas maliciosos capazes de acessar contas online ao conseguir burlar as ferramentas de segurança que os bancos utilizam.
 
Roubo de contas de clientes tem implicações para o negócio das organizações financeiras – que vão além dos custos financeiros, e afetam a reputação da empresa e fidelização de clientes. As companhias usam vários métodos para proteger seus clientes de fraude cibernética, no entanto, a prática mostra que a proteção total das transações online só pode ser feita por soluções dedicadas desenvolvidas para lidar com a natureza específica de ameaças financeiras online.
 
Voltado para governos, CERTs (Centro de Respostas à Incidentes), companhias que oferecem serviços de segurança e para bancos e suas reguladoras, o curso também visa oferecer informações e conhecimentos necessários para realizar pesquisas avançadas sobre incidentes de segurança. Este conhecimento é um fator importante para as organizações, não só pela resposta ao incidente, mas também ao providenciar informações iniciais valiosas para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e proteção contra novas ameaças.
 
O curso é realizado em parceria com a Datapointer Software e DTS Latin America.
 
Serviço
 
Fraud Prevention
 
Data: 24 a 28 de novembro
 
Local: Rua Professor Tamandaré Toledo, 69 - 3º andar Itaim Bibi – SP
 
Inscrições: contato@dtslatin.com ou pelo telefone: (11) 2308-3796
 
Valor: US$ 3.900,00 por aluno
 
Sobre a Kaspersky Lab
 
A Kaspersky Lab é o maior fornecedor de capital fechado do mundo de soluções de Proteção de Endpoint. A empresa está classificada entre as quatro maiores do mundo fornecedoras de soluções de segurança para usuários de endpoint*. Ao longo de sua história de mais de 17 anos a Kaspersky Lab manteve-se como uma companhia inovadora em segurança de TI e fornecedora de soluções de segurança digital eficazes para grandes empresas, PMEs e consumidores finais. A Kaspersky Lab, tem sua holding registrada no Reino Unido e atualmente opera em cerca de 200 países e territórios em todo o mundo, fornecendo proteção para mais de 300 milhões de usuários. Saiba mais em www.kaspersky.com.br






O Whatsapp, aplicativo de mensagens instantâneas mais utilizado do mundo com cerca de 600 milhões de usuários ativos, anunciou que começou a criptografar seu sistema e as conversas entre os usuários, objetivando protegê-los dos ataques de hackers maliciosos.
A criptografia, anunciada nesta terça-feira (18), permitirá que as mensagens sejam protegidas e visualizadas somente pelos próprios usuários em suas respectivas contas. 
A Open Whisper Systems, empresa que está realizando a criptografa, relatou que – ao menos de início – a proteção só está disponível para usuários Android com a últma versão do app instalada. No entanto, iOS, Windows Phone e demais sistemas operacionais móveis também receberão a novidade.

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