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sexta-feira, 17 de abril de 2015

E ai pessoal!

Esta lista foi feita com a ajuda do pessoal do Grupo do Facebook da BS. Se não está lá corra e veja os conteúdos que rolam por la!

Esta lista foi feita com alguns critérios. Ser sobre hacking ou segurança da informação em geral, ter alguma ligação com o tema, ou em casos mais extremos, ser um bom filme sobre tecnologia.

Esta lista não está em ordem de prioridade ou qualidade, apenas na ordem que foi sugerida no grupo.

Vamos a lista:

Documentários


  • DEFCON
  • Citizenfour
  • Hackers: Criminosos ou anjos
  • Revolution OS
  • We are legion
  • The internet own boy
  • Underground - Julian Assange
  • O jeito Google de trabalhar
  • Inside the dark web
  • Hackers World: Anonymous Investigation
  • The Pirate Bay: Away from Keyboard
  • Cyberwar
  • Downloaded
  • We Steal Secrets
  • Terms and Conditions May Apply

Filmes

  • O jogo da imitação
  • Enigma
  • Piratas do Vale do Silício
  • Trust
  • Hackers 2: Operation Takedown
  • A rede social
  • 007 Skyfall
  • Prenda-me se for capaz
  • Traveling Salesman
  • Matrix
  • Firewall
  • O quinto poder
  • Vips (Brasileiro)
  • Algorithm
  • Wargames
  • Eu robô (AI é algo próximo, então ta ai :D)
  • Quebra de sigilo
  • A chamada

Séries

  • Scorpion
  • CSI Cyber
  • Numbers
  • Tiger Team
  • Silicon Valley

Esquecemos algum? Comente aqui no post com sua sugestão!


Um agradecimento especial ao Dimas Daros, Messias Bruno, Skyfall Schmitz, Daybson Bruno e Guilherme Alves que contribuíram com a lista!

Se você gostou compartilhe e espalhe a palavra da BS! :D

terça-feira, 24 de março de 2015

A Palo Alto Networks descobriu uma vulnerabilidade do sistema operacional Google Android que permite a invasores “sequestrar” a instalação de um aplicativo aparentemente seguro – Android Package File (APK) – em dispositivos móveis, substituindo por um aplicativo de escolha do hacker, sem o conhecimento do usuário.
Estima-se que explorações com o malware batizado Highjacking afete 49,5% dos usuários atuais de Android, permitindo a invasores distribuir a ameaça, comprometendo os dispositivos e roubando informações pessoais.
A vulnerabilidade explora uma falha no serviço do sistema de pacote de instalação do Android, possibilitando que os hackers façam invasões silenciosas e adquiram permissões ilimitadas, comprometendo os aparelhos.
O malware possibilita que invasores enganem os usuários a partir de um conjunto de permissões, enquanto potencialmente ganham acesso completo aos serviços e dados dos usuários, inclusive informações pessoais e senhas. Enquanto os usuários acreditam estar instalando um app de lanterna, ou um jogo, com um conjunto de permissões bem-definido, eles estão na verdade rodando uma ameaça.
“Esta descoberta significa que os usuários que pensam que estão acessando aplicativos legítimos com permissões aprovadas podem estar expostos a ladrões de dados e a malwares. A Palo Alto Networks alerta para que os usuários fiquem atentos quanto ao aplicativo de diagnóstico fornecido pela empresa e chequem seus dispositivos.
Para sanar a ameaça, a fornecedora disponibilizou um aplicativo para ajudar a diagnosticar dispositivos afetados. “Implante dispositivos móveis com Android 4.3_r0.9 e posteriores, mas mantenha em mente que mesmo os aparelhos de Android 4.3 são vulneráveis”, avisa a Palo Alto.
Além disso, a companhia aconselha que se instale aplicativos apenas da loja virtual Google Play nos aparelhos vulneráveis; estes arquivos são baixados no espaço protegido, que não podem ser substituídos por um invasor.
Outra recomendação é para não fornecer aplicativos permissão para acessar o “logcat”. O “logcat” é um log do sistema, que pode ser usado para simplificar e automatizar uma exploração. O Android 4.1 e outras versões de proibições padrões de aplicativos de acesso ao logcat do sistema ou de outros apps instalados. Porém, um aplicativo instalado pode conseguir acesso a outros aplicativos logcat rodados nos aparelhos.
Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 19 de março de 2015


Logo do Google

Google: comentários do chefe-executivo do Google respondem às preocupações do FBI e da Agência de Segurança Nacional

As empresas de tecnologia prevalecerão em seus esforços de ter aparelhos fortemente criptografados que sejam imunes à curiosidade do governo, disse nesta quarta-feira o chefe-executivo do Google, Eric Schmidt.
Em discurso em um centro de estudos em Washington, Schmidt disse que "simpatiza" com o objetivo das agências de segurança e de inteligência, que temem que a criptografia de aparatos de grande consumo como os telefones beneficiem também criminosos e extremistas.
"Não sabemos como construir uma passagem secreta nesses sistemas que dê acesso apenas aos bons moços", disse o chefe-executivo do Google em um fórum no American Enterprise Institute.
Essa "passagem secreta" seria um acesso dissimulado, como uma porta dos fundos, que permitiria aos agentes da lei entrar em um dispositivo sem o conhecimento do usuário.
"Se botamos uma passagem secreta em nosso sistema, primeiro teríamos que revelar sua existência porque as pessoas a descobririam de qualquer modo. Em segundo lugar, as pessoas mal intencionadas descobrirão a maneira de entrar".
Os comentários de Schmidt respondem às preocupações do FBI e da Agência de Segurança Nacional, que afirmaram no final do mês passado que desejam impedir que os gigantes da internet coloquem no mercado telefones criptografados invioláveis, porque isso seria uma ameaça para a segurança nacional.
Ele ressaltou, contudo, que permitir um acesso especial seria equivalente a ter um sistema que permita o governo "que vigie o que todo mundo faz para descobrir quem são os vilões".
"Temos sido rígidos nesse sentido na indústria e acho que ganharemos essa batalha, pelo menos nos Estados Unidos", disse Schmidt.
Fonte: Exame

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A equipe de segurança do Google revelou três novos bugs do Windows na última sexta-feira, 16/1, mantendo a pressão para a Microsoft corrigir as falhas do sistema em até 90 dias.

No entanto, a Microsoft disse que nenhum desses bugs será solucionado com um update de segurança.

Desde 29/12, o Project Zero, do Google, revelou diversos bugs no Windows antes de a Microsoft conseguir corrigi-los. O Project Zero é composto de vários engenheiros de segurança do Google que investigam não apenas o próprio software da empresa, mas também de outras companhias. Após informar uma falha, o Proect Zero começa uma contagem regressiva de 90 dias, e então publica automaticamente detalhes e amostras do código de ataque caso a vulnerabilidade não tenha sido solucionada.

Uma das primeiras revelações feitas pelo Google fez com que a Microsoft detonasse a empresa de Mountain View por supostamente colocar em risco os usuários do Windows.

O Google retirou as restrições de visualização dos três bugs mais novos na sexta-feira, tornando públicos os detalhes do rastreador de bugs do Project Zero após a Microsoft afirmar que não tinha a intenção de resolver os problemas.

“A Microsoft concluiu que o problema não atende à sua barra de boletim de segurança. Eles afirmam que exigiria muito controle por parte do invasor”, afirma o rastreador de um dos bugs.

O Google informou três bugs para a Microsoft nos dias 27/10, 5/11, e 10/11, e os classificou como falhas de revelação de informação ou possível elevação de vulnerabilidades de privilégios.

Pelo sistema padrão de classificação de ameaças da Microsoft, nenhuma dessas três teria ficado numa classificação acima de “Importante”, a segunda mais importante da lista.

De qualquer, a Microsoft não irá liberar patches para nenhum desses três bugs. “Os casos liberados publicamente não oferecem nenhuma implicação séria de segurança, e não planejamos resolvê-las com updates de segurança”, afirmou um porta-voz da Microsoft.

Fonte: IDG NOW

sábado, 3 de janeiro de 2015



O Google tomou uma atitude polêmica que pode atrapalhar ainda mais as relações com a Microsoft. A empresa divulgou publicamente uma falha no Windows 8.1 encontrada graças ao Project Zero, iniciativa do gigante de buscas que se propõe a encontrar vulnerabilidades no software de outras companhias. 
A falha, que permite que usuários ganhassem privilégios de administrador sem permissão, foi revelada de forma privada à Microsoft há 90 dias, afirma o Google. A empresa considera este o prazo suficiente para que qualquer membro de indústria corrija o que está errado, e que é um período de tempo razoável para executar os processos de gerenciamento de vulnerabilidades. 
No entanto, o assunto é sempre polêmico, já que, dependendo da falha, ao expô-la publicamente, é possível deixar milhões de usuários vulneráveis. Ao mesmo tempo, abrindo a falha a qualquer um, os responsáveis são obrigados a agir de forma mais rápida. Fica a dúvida: 90 dias são o suficiente? O Google acha que sim. 
O caso parece razoavelmente inofensivo, já que segundo a Microsoft, para que alguém possa explorar o bug, é necessário ter credenciais válidas para o login no computador. Ou seja: dificilmente é algo que afete o usuário doméstico, mas pode ser um problema em empresas. 
A Microsoft diz que a solução já está a caminho, no entanto, apesar da demora. Agora que a falha se tornou pública, a empresa precisa se apressar para liberar a atualização que solucione o problema.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Manuel VallsPrimeiro-ministro francês afirmou que proteção das informações dos usuários da internet deve ser uma prioridade
O primeiro-ministro da França Manuel Valls afirmou nesta segunda-feira (8) esperar que a União Europeia endureça as leis de proteção à privacidade na internet no continente.
Durante uma conferência em Paris, organizada pela agência francesa de proteção à informação, Valls afirmou que a França apoia uma regulação mais rígida que proteja a privacidade dos usuários de internet em toda a Europa.
A nova regulação, que está há alguns anos sob análise de um comitê do bloco europeu, deve ser colocada em votação no próximo ano.
"Não podemos permitir que a exploração de informações pessoais aconteça na ausência de qualquer regra", afirmou Valls. "Valores democráticos devem prevalecer no mundo digital. A lei deve ser aplicada."
Os comentários do primeiro-ministro francês seguem às recentes manifestações de autoridades europeias, que desejam diminuir a força das empresas de tecnologia americanas no continente.
Na semana passada, o governo do Reino Unido afirmou que pretende implantar uma tributação de 25% às empresas que supostamente "fogem dos impostos" ao se instalar no país. O tributo foi apelidado pela imprensa britânica de "taxa Google.”
O governo inglês também criticou as empresas de tecnologia por não fazerem o bastante para combater materiais que estimulem o terrorismo em suas plataformas.
Além disso, o Google está sendo alvo de um processo antitruste, movido pela União Europeia, em relação às atividades de seu serviço de busca no continente.
Manuel Valls afirmou que suas declarações se referem especialmente às empresas de internet que pressionaram governos nacionais a barrarem leis de proteção à informação em seus países.
"Essas empresas preocupadas com questões de privacidade — não preciso citá-las por nome, todos sabemos quais elas são — têm duas vezes mais usuários do que a Europa tem de habitantes", afirmou Valls. "Precisamos ter certeza de que temos as ferramentas para manter um equilíbrio de poder."
Fonte: INFO

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Google

Um cidadão chinês processou um operador de telecomunicações devido ao bloqueio do motor de buscas americano Google, informaram nesta sexta-feira as autoridades, em um caso que evidencia o controle que Pequim exerce sobre a internet.

Wang Long, de 25 anos, que se descreve como "funcionário jurista", entrou com um processo contra o grupo público China Unicom ante um tribunal de Shenzhen (sul), que examinou o caso na quinta-feira, segundo um documento publicado on-line pelo departamento de assuntos jurídicos da cidade.

"O Google é acessível normalmente?", perguntou o juiz ao advogado da China Unicom, relatou Wang em um testemunho publicado em sua conta de microblogs.

Vacilante e incomodado, o advogado respondeu que "não estava certo de poder responder", o que gerou as risadas do público, antes que o juiz pedisse que fosse anotado que os sites do Google não eram acessíveis, relata Wang Long.

Um sofisticado sistema de censura, chamado de "Grande Muralha informática", bloqueia na China qualquer acesso a sites considerados sensíveis e às redes sociais Facebook e Twitter ou à plataforma de vídeos YouTube. Mas o Google desviava relativamente desta censura até agora.

O Google se retirou parcialmente da China popular em 2010 e levou seus servidores a Hong Kong, ao se recusar a aceitar as severas normas da censura chinesa.

Responsáveis do tribunal de Shenzhen, contactados pela AFP, não puderam comentar o caso. É aguardada uma sentença antes de outubro, segundo o jornal oficial Global Times.

Fonte: INFO

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A computação quântica deve ser o próximo grande passo da tecnologia da informação, mas, até o momento, não se sabe exatamente como isso pode acontecer, uma vez que todas as iniciativas nessa área não passaram ainda da dimensão das experiências. Contudo, se você não vê a hora de colocar suas mãos em um computador quântico e não quer esperar até o dia em que seus netos tenham netos para que isso aconteça, a Google pode saciar sua vontade com o Quantum Playground.



Essa ferramenta é o que o nome já indica: um playground ou uma “área de recreação” quântica. O sistema é um simulador online de um computador quântico, mas por motivos óbvios, ele não tem todo o poder de um aparelho real desse formato. Em vez disso, a simulação imita um dispositivo do tipo que registraria até 22 qubits (os bits da computação quântica).

No Google Quantum Playground é possível escrever algumas linhas de código e ver como poderia funcionar o seu software em um PC quântico. Não é nada extremamente incrível, mas já dá para você ir se acostumado com a novidade e provar o gostinho do futuro.




Fonte: Tecmundo

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Leapcast, transformando seu PC Windows, Linux, ou Mac em um Chromecast
O Chromecast, infelizmente, ainda não é vendido em território brasileiro. Mas, se você tem um desktop ou um notebook velho sem uso, é possível simular o sistema operacional do dispositivo por meio do Leapcast. Disponível para Mac, Windows e Linux.
 
Embora tente simular um Chromecast, o Leapcast tem algumas limitações. Ele não funciona com Netflix ou outros conteúdos protegidos. Ou seja, você só conseguirá assistir ao YouTube por meio do aplicativo. De acordo com o Android Police, ele também reproduz músicas do Google Music, mas de forma muito instável.
 
Se, mesmo com todas essas limitações, você quiser testar o Leapcast, acesse oCompixels para maiores instruções. Além disso, a tendência do aplicativo, desenvolvido em Python, é melhorar. Futuramente, é muito provável que vejamos o Leapcast mais estável e com a adição de suporte a outros serviços como Netflix, Hulu Plus, entre outros.
 
Por enquanto, usar o Leapcast é uma experiência casual. É algo que você não faz porque precisa, mas porque pode.

Fonte:  Mobile.Expert

quarta-feira, 18 de setembro de 2013


Toda vez que alguém entra em uma conexão Wi-Fi com um dispositivo Android, o Google armazena a senha daquela rede. E mais: a companhia é capaz de ler e reconhecê-la, como nota o especialista Michael Horowitz, da Computer World.
Quando selecionada a opção de fazer o backup de suas informações na versão 4.2, o sistema especifica: “Fazer backup informações de dados de aplicativos, senhas de Wi-Fi e outras configurações nos servidores do Google”. A empresa, no entanto, não detalha que tipo de conteúdo é armazenado.
Um porta-voz comenta que a ferramenta é opcional e guarda as senhas para que a companhia recupere informações de seus antigos dispositivos. “Isso ajuda você evitar a inconveniência de ter que configurar um novo aparelho do zero. Em qualquer momento você pode desabilitar este recurso, o que fará que toda sua informação seja apagada”, diz.
Horowitz argumenta que, assim que o usuário faz login no Gmail, a companhia consegue desencriptar a senha do Wi-Fi e associá-la à rede que o indivíduo usa. Micah Lee, da EFF (Eletronic Frountier Foundation), nota que o Google protege suas informações de possíveis invasores, mas não do governo norte-americano.

“A questão não é quão fácil é para um hacker conseguir essas informações, mas sim como é fácil para um funcionário autorizado do Google. Isso é uma questão importante porque o Google pode fornecer esses dados ao governo dos EUA”, avalia o especialista.
Polêmicas com a NSA
Não é a primeira vez que a questão é levantada. Em julho, a acusação de Micah Lee já haviarepercutido na web e levantado a polêmica acerca da possibilidade de o Google repassar senhas à NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA).

Em março, a empresa foi acusada de coletar senhas de internet com os carros do Street View, o que lhe rendeu multa de US$ 7 milhões.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema? 


O sistema mais utilizado do mundo chegou a tal posição devido à troca de favores entre as fabricantes de smartphones e a Google.
Nessa relação, a dona do Android ganha com a popularização de seu software e com as tantas vendas na loja de apps. Já a Samsung, a LG, a Sony e todas as outras lucram com a venda de aparelhos.
Apesar de essa estratégia garantir o desenvolvimento uma série de gadgets que atendem a diversas necessidades de públicos com diferentes poderes aquisitivos, a falta de controle na distribuição do sistema acabou prejudicando o consumidor.
Hoje, temos um mercado completamente segmentado. As pessoas adquirem um aparelho pensando que vão obter bom desempenho por um longo período, mas, na prática, acabam vendo seus aparelhos desatualizados e abandonados pelas fabricantes.
A dúvida que permanece é a seguinte: será que teremos aparelhos funcionais e desatualizados convivendo em harmonia? Neste pequeno artigo, vamos colocar essa e outras questões em pauta para debatermos sobre os problemas que isso vão gerar ao consumidor e como a Google poderá driblar tal inconveniente.


Seu aparelho é incompatível


De acordo com os dados oficiais da Google, coletados até 4 de setembro de 2013, o sistema Jelly Bean (versões 4.1 e 4.2) está instalado em 45% dos dispositivos ativados. Apesar de ser um bom número, 30% das pessoas ainda usam o Gingerbread. O Ice Cream Sandwich fica em terceiro lugar com quase 22% dos aparelhos.


Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema? 


Esses números provam que boa parte das fabricantes conseguiu atualizar seus produtos, garantindo que o consumidor use uma versão do Android mais moderna (e capaz de rodar múltiplos apps). Entretanto, mesmo tendo o Android 4.1 ou 4.2 instalado, nem todos os apps são compatíveis com todos os gadgets.
Recentemente, testamos o HP Slate 7 (produto que foi lançado neste ano) e verificamos que mesmo com o Android 4.1, este tablet não é compatível com o Instagram. Diversas pessoas passam pelo mesmo tipo de problema com outros programas e não podem fazer nada devido à falta de atenção das fabricantes de seus respectivos celulares.



A Google trabalha em ritmo acelerado

Às vezes, esse problema de segmentação é atribuído a Google, a qual não toma providências para resolver a situação. Contudo, devemos notar que a desenvolvedora do Android vem caprichando para manter o sistema atualizado com novos recursos e melhorias de segurança e desempenho.
Atualmente, o Android está na versão 4.3, a qual é compatível com a maioria dos aparelhos da linha Nexus. O sistema também é compatível com outros tantos produtos top de linha, mas a demora da Samsung e de outras empresas para inserir suas interfaces e apps acarreta em uma longa demora na atualização dos produtos.


Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema?


Podemos colocar aqui que, talvez, para alavancar a venda de novos aparelhos, algumas empresas trabalhem justamente pensando na obsolescência programada. Afinal, um gadget com sistema antigo perde quase toda sua utilidade devido aos requisitos de novos apps e jogos.
Claro, devemos considerar que parte do problema está na desatualização do hardware dos aparelhos antigos. Entretanto, devemos considerar que as fabricantes poderiam otimizar o sistema para garantir as atualizações e satisfazer seus consumidores.



Um doce na manga!

Apesar de todos esses problemas existirem e muitos consumidores estarem frustrados com seus Androids modestos, pode ser que a Google tenha uma solução vindo aí. A próxima versão do Android é a Kit Kat e deve ser apenas para aparelhos top de linha, mas, se os boatos forem reais, pode ser que muitos celulares antigos possam receber o Android 5.0


Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema? 


De acordo com o TechDomino, o futuro sistema pode ser baseado no Kernel 3.8 do Linux. Deixando os detalhes mais técnicos de lado, devemos ressaltar que esta atualização no núcleo do sistema pode garantir a funcionalidade do software em celulares com apenas 512 MB de memória RAM.
Por ora, tudo não passa de boato, mas há chances de a Google fazer algum movimento nesse sentido, afinal, a empresa tem grande responsabilidade nessa questão da compatibilidade e do aperfeiçoamento do Android. Você usa Android? Seu aparelho conta com a versão 4.3? O que você pensa a respeito dos tópicos abordados? Deixe seu comentário!

Fonte: Tecmundo

O Google surpreendeu ao anunciar o nome oficial da versão mais recente do Android, seu sistema operacional para smartphones.
A versão 4.4 do software se chamará Android KitKat, e obteve licença da Nestlé para usar o nome KitKat, uma do seus chocolates mais famosos.
Andróide KitKat | Foto: BBC
Nova versão do sistema operacional de smartphones do Google recebeu nome de famoso chocolate da Nestlé
Os termos desse licenciamento não foram divulgados.
Recentemente o Google anunciou que o Android teve seu download de número 1 bilhão desde 2008. A versão KitKat estará disponível nas próximas semanas.
O boletim de tecnologia da BBC Brasil destaca ainda a compra da Nokia pela Microsoft - um negócio que simboliza a nova era da telefonia móvel no mundo.
Numa tentativa de reverter o mau momento enfrentado pela empresa, a gigante da telefonia já havia optado pelo sistema operacional do Windows, abandonando seu próprio software.
Com a compra, a Microsoft passa a controlar toda a operação de telefonia móvel da empresa finlandesa.
A Microsoft disse que deixará de ser uma empresa que lida apenas com computadores para tornar-se um provedor de serviços e aparelhos celulares.
E na Califórnia uma startup de tecnologia criou uma espécie de relógio de pulso que identifica o usuário a partir de seu batimento cardíaco humano.
O Bionym reconhece o usuário e faz log-in automático em múltiplos aparelhos, evitando digitar senhas.

O fabricante diz que o sistema de reconhecimento é mais eficiente do que as impressões digitais e que pode vir a substituir cartões de identidade e até chaves.


Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Os gigantes da internet Google, Yahoo! e Facebook pediram autorização à Justiça nesta segunda-feira para informar com mais detalhes sobre os pedidos de dados que recebem da administração americana no âmbito da luta antiterrorista.


No pedido apresentado à Foreign Intelligence Surveillance Court, o Yahoo! argumenta que a administração pode proteger a segurança dos americanos "sem impedir que as empresas de internet divulguem o número de solicitações de informações que recebem em nome da segurança nacional", afirma o grupo em seu blog.

"Ocultar tais informações alimenta a desconfiança e a suspeita em relação aos Estados Unidos", acrescenta o responsável jurídico do Yahoo!, Ron Bell, no blog.


O Facebook apresentou a mesma demanda, argumentando que é preciso ter mais transparência. "As declarações e decisões do governo americano não atenderam corretamente às preocupações dos usuários no mundo sobre a garantia de segurança e confidencialidade de seus dados em poder das empresas de internet", escreve Colin Stretch, funcionário jurídico do Facebook, em seu blog.


O Google, que já havia apresentado um pedido em junho junto à Microsoft e a outras empresas, explica em seu blog que solicitou autorização para "publicar estatísticas detalhadas sobre os tipos de pedidos que recebe em nome da segurança nacional, no âmbito da Foreign Intelligence Surveillance Act", que permite espionar os estrangeiros na internet.


"Diante da importância dos problemas políticos compreendidos neste caso, também solicitamos que o tribunal realize uma audiência pública, em vez de a portas fechadas. É hora de ter um pouco mais de transparência", afirmam Richard Salgado e Pablo Chavez, dois líderes do grupo em seu blog.


Os grupos tecnológicos estão sob pressão após as revelações sobre o programa de espionagem Prism, que permite à Agência Nacional de Segurança (NSA) americana obter deles milhares de dados digitais sobre os usuários de internet.


As empresas afirmam que divulgam informações apenas diante de pedidos formais dos tribunais, negando qualquer conivência com as autoridades americanas. Estas insistem que esses controles são legais e permitiram desbaratar dezenas de atentados.

Fonte: Terra

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Sem um bom ecossistema de aplicativos e conteúdo, uma plataforma móvel não vai muito longe. É por isso que o Google está tratando de cuidar melhor da loja online do Android: recentemente, a companhia promoveu pequenas, mas significativas mudanças nas políticas do Google Play para deixar o serviço mais protegido contra spam, malwares e outras experiências ruins.
Um dos pontos revisados que mais devem agradar aos usuários se refere às interferências no sistema: agora está explícito que os apps do Google Play não podem baixar software adicional sem o conhecimento e autorização do usuário, tampouco substituir aplicativos, modificar as configurações do dispositivo ou incluir atalhos na tela inicial ou em navegadores para serviços de terceiros.
De igual forma, os aplicativos não poderão fazer uso de nenhum artifício para induzir o usuário a remover determinado programa. Uma exceção pode ser concedida para antivírus e outros softwares de segurança.
Google-Play-Logo
As políticas ficaram mais rígidas também em relação aos anúncios. Banners só poderão ser exibidos dentro da interface do app, não podendo aparecer na área de notificação, exceto no caso de software que têm essa finalidade, como os que verificam promoções de passagens aéreas.
E tem mais: em hipótese alguma o usuário poderá ser condicionado a clicar no anúncio para usufruir do aplicativo ou ser penalizado de alguma forma por fechar um anúncio, assim como ter seus dados pessoais capturados para fins publicitários sem o seu consentimento.
O Google também quer evitar que desenvolvedores utilizem técnicas desleais para favorecer seus aplicativos nas buscas do serviço, por isso, deu uma melhorada nas regras já existentes contra o spam: a utilização massiva de palavras-chave em títulos e descrições está proibida, o mesmo valendo para reviews pagos ou estímulos para votações positivas, por exemplo.
As políticas completas podem ser conferidas aqui (a versão em português ainda não foi atualizada). Os desenvolvedores estão sendo notificados por e-mail sobre a atualização e terão, se for o caso, 30 dias para aplicar as alterações cabíveis, do contrário, poderão ter seu aplicativo banido do Google Play.

Fonte: TecnoBlog

A home palestina do Google foi hackeada nesta segunda-feira, 26. Os responsáveis pelo ataque desfiguraram a página para exibir mensagens políticas no maior buscador do mundo.

As mensagens postadas na página se referiam ao fato de o Google Maps mostrar os territórios palestinos como se fossem pertencentes a Israel, em vez de mostrar claramente o nome "Palestina".

Aparentemente, como informa o ZDNet, trata-se de um sequestro de DNS que levava os usuários que acessassem o google.ps para um servidor hospedado no Marrocos. O domínio, no entanto, continua sob posse do Google.

O Google confirma o redirecionamento de DNS, mas a home da Palestina já saiu do ar. Após o problema, ao tentar entrar na página, o usuário é levado para uma página de "Conta Suspensa". A empresa afirma que outros serviços não foram afetados.

Por mais que os hackers não estejam satisfeitos com a postura do Google sobre a Palestina, a empresa já tomou alguns pequenos passos para o reconhecimento da nação, que disputa territórios com Israel. A própria página do google.ps passou a exibir o nome "Google Palestinian Territories" para "Google Palestine" (de "Google Territórios Palestinos" para "Google Palestina").



Fonte:  Olhar Digital


Sabe qual a parcela da população com acesso à Internet? 2,4 bilhões de pessoas , de acordo com estudo feito no final de junho de 2012.

Isso significa que tudo o que temos presenciado nos últimos tempos – de novas eras de informação, revoluções industriais e comerciais, regimes derrubados a construções de sociedades mais embasadas em ideias de (utópica) transparência – foi resultado de um modelo de comunicação restrito a apenas 33% da população mundial, estimada em 7,1 bilhões .

Isso também significa que testemunhamos apenas a ponta do iceberg da nossa era – talvez para o desgosto de tantos governos que se viram forçados a adaptar os seus status quo para continuarem vivos.
Se tantos inegáveis avanços já foram vistos quando apenas 33% dos mais privilegiados ficaram interconectados pela Web e pelas redes sociais, já imaginou em que patamar se estará quando todos os 7 bilhões de habitantes tiverem um poder de comunicação semelhante?

Quem dará o primeiro passo?

Dentre as respostas que costumam saltar quando essa pergunta é lançada, praticamente todas apontam para um futuro mais justo como decorrência de uma sociedade com poderes de comunicação que desconheçam fronteiras, limites ou mesmo regras impostas por alguma minoria.
Por outro lado, isso também coloca a humanidade em uma espécie de paradoxo sócio-político: afinal, quem poderia guiar o mundo para essa segunda fase da era da informação? Os governantes (eleitos ou não), que já perceberam que a informação ao alcance de todos os deixa em permanente estado de xeque?

Para que, exatamente, os governos mundiais efetivamente investirão na democratização plena da Internet?

Para se verem questionados, acuados e sob uma pressão que a História jamais testemunhou antes?
Se não aos governos, que já deram tantos sinais de ineficiência e alienação, caberia à própria população garantir o acesso às outras 5 bilhões de pessoas no mundo, realmente transformando a realidade em algo profundamente transparente? Sob esse aspecto, a sociedade em si (seja por meio de ONGs ou de iniciativas de poucos e honrados heróis) tem se mostrado ainda mais ineficiente do que o governo – em grande parte por depender do dinheiro dele para sequer existir.

O primeiro passo para essa nova fase já está sendo dado – só que justamente pelos considerados como grandes vilões do mundo: os “impérios capitalistas”. Sendo mais preciso: o Facebook e o Google.

A fase dois que já começou
Recentemente, o Facebook anunciou o Internet.org – uma espécie de consórcio capitaneado por ela e composto, dentre outros, por Samsung, Qualcomm, Ericsson e Opera Software, com o objetivo de garantir acesso à Web aos outros 5 bilhões de habitantes. Como? Por meio da produção de smartphones de baixíssimo custo e alta qualidade, atendendo assim às comunidades mais isoladas do mundo.
Por sua vez, o Google anunciou em junho o lançamento de uma rede de balões sobre o hemisfério sul que, movidos a energia solar, emanam sinais 3G de forma gratuita. A iniciativa, batizada de Project Loon, ainda está em fase de experimento, mas já é um indício mais do que claro de que a batalha entre Facebook e Google está se dando em territórios ainda inexplorados.

Obviamente, nenhuma das duas empresas tem como foco primário transformar o mundo em um lugar melhor – ideais utópicos, afinal, não costumam ter muito espaço em bolsas de valores.
Ambas estão em busca do óbvio: mais usuários para trafegar pelas suas redes e buscadores, somando mais audiência e mais retorno financeiro por meio de publicidade. Mas, no caminho dessa busca pouco altruísta, elas podem realmente acabar transformando o mundo em um lugar muito mais transparente e justo do que é hoje.

A boa notícia é que essa corrida evolucionária social já começou – e que, por não ter nenhum governo à frente, dificilmente terá interesses escusos para freá-la.
A má notícia é que interesses, por assim dizer, não precisam ser escusos para gerarem danos. Afinal, se duas empresas conseguirem, por meio de suas iniciativas, colocar 5 bilhões de novos usuários na Internet, elas terão um poder que nenhuma outra organização, pública ou privada, jamais sonhou em ter.

É hora de apertar os cintos
Se há uma coisa que a História já deixou claro é que heróis de hoje facilmente se transformam em vilões de amanhã aos olhos do público. Assim, caso essas (hoje) louváveis iniciativas vinguem, dificilmente Google e Facebook conseguirão sustentar por muito tempo uma posição de “líderes supremos”. Essa capacidade de governança mundial, no entanto, é algo ainda a ser debatido em outro momento.

Fato é que, seja qual for o desenrolar dessa nova fase, uma coisa pode-se ter como certa: o mundo em geral (e o mercado digital em particular) deve testemunhar, já em um futuro próximo, o crescimento mais explosivo que o próprio capitalismo já testemunhou.

Fonte: IDG Now

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Google bloqueia app do YouTube para Windows Phones pela 2ª vez.
Em maio, empresa de buscas já havia intimidado Microsoft a retirar app.


Aplicativo do YouTube para Windows Phone, desenvolvido pela Microsoft. (Foto: Divulgação)Aplicativo do YouTube para Windows Phone,
desenvolvido pela Microsoft. (Foto: Divulgação)
Após o Google ter bloqueado o aplicativo do YouTube para os smartphones que rodam o Windows Phone, sistema operacional daMicrosoft, a empresa de softwares reagiu nesta quinta-feira (15). A Microsoft sugeriu que o movimento do gigante das buscas é um boicote ao seu Windows Phone, pois cumpriu exigências impostas pelo Google que não são endereçadas à Apple e tampouco são padrão no Android, sistema da empresa.
“Nós tiramos nosso app do ar e concordamos em trabalhar com o Google para resolver as questões deles. Nessa semana, depois de endereçar cada um dos pontos do Google, nós relançamos o app, apenas para que fosse tecnicamente bloqueado pelo Google”, escreveu David Howard, vice-presidentes da Microsoft para assuntos jurídicos, em um blog corporativo.
“As objeções do Googlex ao nosso app não são somente inconsistentes com os compromissos de abertura do Google, mas também envolvem requerimentos para um app no Windows Phone que não são impostas à sua própria plataforma ou à daApple (ambas usam Google como mecanismo de busca padrão, claro)”, continua Howard.
Em maio de 2013, o Google intimou a Microsoft a retirar o aplicativo do YouTube feito pela companhia argumentando que não havia dado consentimento para seu desenvolvimento. Fora isso apontou complicações para o seu modelo de negócio como a possibilidade de os usuários poderem baixar os vídeos e a dificuldade em exibir anúncios nas páginas.

“Experts das duas companhias reconheceram que criar um app do YouTube baseado em HTML 5 poderia ser tecnicamente difícil e demandar muito tempo, o que, acreditamos, é o motivo pelo qual YouTube ainda não fez essa conversão em seus app para iPhone e Android”, explicou Howard. “O problema com esse argumento, claro, é que o Google não está cumprindo com essa condição para Android e iPhone”, arremata.
Em comunicado, o Google afirmou que a Microsoft não fez as atualizações necessárias. Já para a Microsoft, o real problema é que o app não foi desenvolvido em HTML 5.
“Creio que está claro que Google apenas não quer que os usuários do Windows Phone tenham a mesma experiência que os do Android e da Appel, e suas objeções não são nada mais do que desculpas”, finalizou.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

As senhas armazenadas nos navegadores podem não estar tão seguras quanto se imagina. Ao menos em relação ao Chrome. 
O desenvolvedor Elliot Kember afirmou ter acessado facilmente a lista de senhas salvas no navegador Chrome. 
Segundo Kember, para visualizar as senhas salvas basta acessar o endereço “chrome://settings/passwords” e clicar em uma das senhas salvas. 
Um botão “mostrar” irá aparecer ao lado dos caracteres ocultados e basta clicar para visualizar a senha salva. 
Um dos engenheiros da equipe do Chrome, Justin Schuh, respondeu em um fórum que após uma pessoa passar pelo login no sistema operacional, em tese ela poderia encontrar suas informações pessoais de qualquer forma, não apenas no navegador.  
Mas possivelmente o Google será forçado a atualizar o Chrome para que de fato oculte as senhas salvas no navegador. Até lá, evite deixar seu computador aberto para qualquer pessoa caso a máquina seja compartilhada.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Insync é um cliente Google Drive não oficial que estende a funcionalidade de unidade web para o seu desktop, integrando o serviço do Google com Windows, Mac e Linux.
insync-linux
Insync para Linux saiu da fase beta e agora oferece os mesmos recursos disponíveis para os clientes Windows e Mac:
  • Suporte para múltiplas contas;
  • Sincronização seletiva (todos os arquivos e pastas);
  • Acesso offline ao Google Docs;
  • Suporte a  symlink;
  • Compartilhamento embutido(sem o uso de um navegador da web);
  • Integração com o gerenciador de arquivos;
A versão Linux também vem com um recurso que permite que você adicione qualquer pasta em seu sistema para o Insync através do menu de contexto do gerenciador de arquivos (usando um link simbólico).
Quando estava em fase beta, o Insync podia ser usado gratuitamente. Mas agora para usar a última versão estável é preciso pagar uma taxa única de U$$ 9,99 por cada conta do Google (o que inclui instalações ilimitadas em todos os desktops). Entretanto, quem quiser conhecer oprograma antes de fazer a compra, pode testar a versão estável de graça por 15 dias . O período experimental pode ser prorrogado por 15 dias, se você indicar um amigo (você e seu amigo ganham um periodo extra de 15 dias). A ferramenta suporta Ubuntu, Debian, Linux Mint, PCLinuxOS, Fedora e MEPIS com os seguintes ambientes de desktop: Unity, Cinnamon, GNOME Shell, KDE, LXDE, Xfce, MATE  e Openbox + fbpanel e cinco gerenciadores de arquivos: Nautilus, Nemo, Caja, Dolphin e Thunar.
Para instalar o Insync, baixe o pacote a partir do site oficial da ferramenta. As instruções estão na própria página e consistem basicamente em clicar duas vezes no arquivo baixado e instalar através do gerenciador de pacotes do sistema. O instalador tentará detectar o seu ambiente de trabalho e instalará o pacote necessário para a integração com o gerenciador de arquivos. Se você alterar o ambiente de trabalho ou usar um gerenciador de arquivos diferente, você terá que instalar o pacote de integração do gerenciador de arquivos a partir dos repositórios (o repositório Insync é adicionado automaticamente): Basta procurar Insync no Ubuntu Software Center, Synaptic, etc, e instalar o pacote para o seu gerenciador de arquivos, como nsync-thunar, insync-nemo, insync-nautilus e assim por diante.

Referências : Edvaldo Brito

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Um rumor surgiu recentemente dizendo que o Google quer criar seu próprio serviço de TV a cabo. Isso transformaria o Google de um mero proprietário de um site de vídeos por streaming em um competidor com gigantes de telecomunicações. Isso significaria que o Google teria uma indústria completamente nova para tentar dominar. E isso nos deixa com uma questão no ar: o Google já não domina indústrias demais?
A resposta para esta pergunta depende muito do seu modo de ver o mundo. O Google é uma empresa enorme, com projetos que vão desde o negócio de anúncios com o AdSense a cartografia digital com o Google Maps, além de tecnologia de consumo futurista com o Google Glass. Também há uma série de outros produtos que o Google desenvolve e você provavelmente nunca ouviu falar. (Você sabia que o Google está no mercado de comercialização de energia? É verdade!) Mas é difícil entender a escala da situação sem uma lista de tudo o que o Google faz atualmente. E esta lista está logo abaixo, para você checar. E lembre-se: essas são as coisas que sabemos.

Publicidade
É isso que faz o Google continuar funcionando. Os pilares principais da área de publicidade do Google incluem o AdWords, os anúncios simples em texto que você está acostumado a ver em toda a internet, e o AdSense, o programa que entrega esses anúncios. Também há o AdMob, a área de publicidade móvel que o Google pretende desenvolver até chegar no mesmo nível dos outros anúncios, e o DoubleClick, a suíte de ferramentas de gerenciamento de anúncios para quem quer fazer eles funcionarem direito. Se o Google tiver que sair de algum dos negócios, certamente não será desse aqui. A publicidade é responsável por cerca de 95% de toda a receita da empresa.
Software de produtividade
É difícil decidir como chamar as muitas soluções de software do Google, mas é seguro dizer que elas podem ser categorizadas como de produtividade. A oferta inclui tudo do Gmail, ao Google Calendar e o Docs, e cada vez mais eles se tornam a solução padrão em suas respectivas categorias. O Google chama o pacote de Google Apps e oferece uma versão gratuita para consumidores e uma paga para clientes corporativos.
Softwares de publicação
O Google entrou no trem de auto-publicação da internet muito antes de outros grandes nomes. E isso inclui produtos como Blogger, Google Sites (antigo Jotspot) e Picasa, o site de compartilhamento online de fotos. É bem provável que, em breve, eles se tornem apenas recursos do Google+.
Sistemas operacionais
Do lado dos desktops a oferta é o Google Chrome, o navegador que nos últimos anos assumiu uma nova vida com a chegada do Chrome OS. Combinado com os softwares de produtividade da empresa, você pode rodar praticamente tudo o que precisa no seu computador usando apenas softwares do Google. Se preferir trabalhar no seu smartphone ou tablet, o Google é o responsável pelo sistema operacional móvel mais popular do mundo, o Android.
Celulares
Recentemente, vimos o Google sair do mundo dos pixels e começar a explorar o mercado de hardware. A ação mais agressiva da empresa foi a compra da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões em 2011. Agora estamos começando a ver os primeiros frutos deste trabalho, após o presidente do Google, Eric Schmidt, ser visto usando o Motorola Moto X na semana passada. No passado, o Google fez parcerias com empresas como a HTC para criar hardware, mas o Moto X será o primeiro smartphone totalmente feito pelo Google.
Laptops
O plano vai além dos smartphones. O Google também entrou no mercado de laptops após lançar o seu Chromebook Pixel. O Google também trabalhou com outras fabricantes como Samsung e Acer nos seus Chromebooks (que são bem baratos), rodando o seu sistema Chrome OS.
Mapas
É engraçado pensar nisso. O Google também é uma das empresas mais inovadoras de mapeamento do mundo. Você só precisa olhar para alguns recursos do Google Maps, como o Street View ou as direções curva-curva, ou até mesmo os mapas 3D. O Google também se apoia nas possibilidades de GPS para fazer coisas como o Panoramio, um app pouco conhecido que dá a possibilidade dos usuários enviarem suas fotos com os dados de geolocalização incluídos nela. Se muita gente fizer isso, o Google poderá efetivamente criar um modelo 3D de todo o planeta. Muita gente precisaria enviar as fotos, no entanto. Até lá, temos o Google Earth para nos mostrar como são as coisas por aí. Além do Google Mars.
Vídeos online
Em uma palavra: YouTube. O Google é o orgulhoso proprietário do maior site de vídeos do mundo, onde há muito mais do que clipes de como se maquiar ou crianças caindo do skate. O site agora recebe conteúdo original profissional de centenas de empresas diferentes, incluindo The Onion, The Wall Street Journal e Vice. Caso o Google avance nas suas iniciativas de TV a cabo, vai ser interessante ver como essas incontáveis horas de conteúdo do YouTube vão se encaixar na equação.
Compras
O Google Play parece apenas mais uma loja de apps, mas com o tempo, o Google pretende vender todo o tipo de coisa por ali. Além de apps, já é possível comprar músicas, livros, revistas, filmes e até dispositivos. E com livros didáticos a caminho do Google Play, não vai demorar muito até a loja começar a oferecer um pacote completo para educação também.
Pagamentos
Não seria nada fácil comprar coisas em um site do Google se o Google também não oferecesse uma forma de pagamento. E o Google tem um sistema de pagamento. Conhecido anteriormente como Google Checkout, o Google Wallet é um sistema de pagamento que cada vez se torna mais disponível em diversos tipos de estabelecimentos. O Google Wallet usa dados dos seus cartões de crédito, débito, gift cards, programas de fidelidade e, quando você quiser fazer um pagamento, basta deslizar o smartphone em um sensor NFC. Mas ele ainda precisa de muito para crescer – existem poucos sensores NFC espalhados por aí.
Redes Sociais
Após anos tentando, o Google finalmente tem uma rede social relativamente grande, o Google+. Criado para funcionar como uma camada social que conecta todos os seus produtos do Google, o Google+ se provou também uma rede social bastante funcional, apesar de ainda sofrer com a falta de engajamento dos seus usuários. Mas não podemos esquecer que o Google ainda é o dono do Orkut, que ainda é grande aqui no Brasil.
Mensagens
Fora da sua rede social incipiente, o Google tem uma das maiores comunidades de mensagens do mundo. O principal produto é o Google Talk, serviço de mensagens instantâneas ancorado no Gmail, mas o Google também busca o front mobile com o Google Voice. Além de chamadas telefônicas básicas, o Voice também facilita o envio e recebimento de mensagens SMS no seu browser. A grande novidade na área é o recém-anunciado Google Hangouts, que pode se tornar o recurso mais importante nos smartphones.
Telecomunicações
Lançar seu próprio serviço de TV a cabo seria uma nova aventura para o Google, mas a empresa já brinca há alguns anos na indústria de telecomunicações. Tudo começou quando o Google lançou o Google Voice, o que tornou empresas de telefonia de longa distância obsoletas ao diminuir drasticamente suas taxas. O Google passou a ter controle dos cabos no ano passado ao lançar o Google Fiber, seu serviço de internet ultrarrápida. E ainda há o Google TV – portanto, oferecer TV a cabo seria apenas uma forma do Google completar seu portfólio.
O futuro

E isso é o que o Google faz hoje. Quem sabe o que vem por aí? Seguindo os passos da rival do Vale do Silício Apple, a empresa está produzindo muitas coisas em segredo. O lar de projetos de pesquisa e desenvolvimento secreto é o Google X, um prédio de dois andares no campus do Google que trabalha em ideias como o carro sem motorista. Outro grande projeto que veio do Google X pode não apenas definir o futuro do Google, mas também o da tecnologia em geral. Ele pode ser descrito em duas palavras: Google Glass.

Fonte: Gizmodo
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