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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Criminosos descobriram uma falha no OS X, e utilizaram para controlar milhares de computadores Apple ao redor do mundo.

A empresa de segurança russa Dr. Web foi a primeira a descobrir o software, conhecido como "Mac.BackDoor.iWorm". Ainda não se sabe como o software malicioso é propagado, mas a Dr. Web liberou informações interessantes que podem levar até ao hacker que controla o malware.

Quando um mac é infectado pelo Mac.BackDoor.iWorm, o programa tenta fazer uma conexão com um servidor de comando. O iWorm usa o sistema de busca do Reddit para encontrar por comandos do atacante em uma discussão na sessão Minecraft.

Após o iWorm encontrar o comando no comentário, tenta conectar no servidor que foi comentado no subreddit do Minecraft. Assim que consegue conectar, os criminosos podem enviar comandos diretos para sua "botnet". Estas botnets podem ser usadas para enviar spams, minerar bitcoins, fazer DDoS e outras coisas.

Até o momento não parece que os computadores infectados foram usados para algum ataque, por em quanto estão apenas aumentando sua rede.

Dr. Web publicou o número estimado de máquinas infectadas pelo iWorm. Este número já passa de 17 mil computadores Apple.


Fonte: Business Insider
Dica do Guilherme Alves lá no grupo do Facebook!

quarta-feira, 30 de julho de 2014

E ai pessoal!

Hoje vou indicar uma ferramenta bem interessante para forense no iOS.

O iOS Forensics é uma ferramenta desenvolvida em Python para analisar e recuperar dados de dispositivos iOS. A ferramenta é livre e gratuita, desenvolvida pela OWASP.

Dependências da ferramenta:

Linux

  • OpenSSH
  • sshpass
  • sqlite3
  • Python >= 2.6
  • Python-magic
  • plistutil

Dispositivo


  • Dispositivo com Jailbreak
  • OpenSSH
  • Wifi habilitado
  • Conectado via USB no firmware mode


A ferramenta parece ser muito boa, mas apenas para dispositivos com jailbreak. Para dispositivos com o sistema ainda íntegro não acredito que exista um meio simples ou possível de obter os dados.

Mais informações e download da ferramenta no GitHub.

terça-feira, 27 de maio de 2014


Um grande número de usuários de mac e dispositivos iOS da Austrália tiveram seus Macs, iPhones e iPads bloqueados remotamente por hackers que exigiram dinheiro para liberar os aparelhos.

Os usuários afetados foram direto para o fórum de suporte da Apple e para as redes sociais para discutir o problema. Um usuário de iPhone de Sydney alega que foi acordado as 4 da manhã com um aviso de "aparelho perdido" e que um tal de "Oleg Pliss" tinha hackeado seu telefone. Foi exigido uma transferência de $50 para uma conta do PayPal para desbloquear o aparelho.

A Apple ainda não se pronunciou sobre o problema, mas já foi reportado. De acordo com o especialista Troy Hunt a invasão provavelmente ocorreu por causa dos vazamentos e foi usado para bloquear os aparelhos.

Usuários de iPhone que utilizam o bloqueio pelo Touch ID conseguiram desbloquear os aparelhos.

Fonte: Cult of Mac


quinta-feira, 27 de março de 2014

Professores da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul foram certificados pelo Distinguished Educators 2014 da Apple.

O reconhecimento envolve ações inovadoras realizadas em sala de aula, com o uso de tecnologias da empresa. Com o objetivo de estimular a aprendizagem, a iniciativa faz parte do projeto LabsMóveis da universidade, que disponibiliza notebooks e tablets para estimular a interação do aluno com conteúdos e exercícios disponíveis no meio digital.

Os professores selecionados na PUC-RS são Ana Elisabeth Poli de Figueiredo e Raquel da Luz Dias, da Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia; Sônia Maria Bonelli, da Faculdade de Educação; e Eduardo Campos Pellanda, da Faculdade de Comunicação Social (Famecos).

A Famecos, por exemplo, utiliza as plataformas mobile da multinacional desde 2010. Alunos utilizam os equipamentos para capturar, editar e publicar vídeos e áudios.

Além disso, produzem conteúdos para iBooks. Com o apoio do LabsMóveis, essas iniciativas foram ampliadas para um número maior de alunos.

A reportagem buscou outras universidades brasileiras certificadas pela Apple e encontrou apenas a USP, além do Centro de Educação Profissional do grupo Marista do Paraná.

Entretanto, Universidades como a de Nebraska, Lincoln e a Walter State, de Morristown nos Estados Unidos contam com professores certificados pelo programa.

O programa Apple Distinguished Educators é parte de uma comunidade global de líderes educadores reconhecidos por utilizar a tecnologia Apple de forma inovadora, dentro e fora da sala de aula.

Esse grupo trabalha entre si e com a Apple, a fim de trazer ideias relevantes e inovadoras para os alunos. Hoje existem mais de 2 mil integrantes nessa rede, espalhados pelo mundo, dos Estados Unidos à China, da Nova Zelândia à Turquia.

Seguido dessa ocasião, em outubro do ano passado o Tecnopuc anunciou a vinda de um Centro de Capacitação em Tecnologias Apple instalado dentro do Instituto Eldorado.

O Centro ofereceu logo de início o Brazil Education Program for iOS Development (BEPiD), curso de capacitação na plataforma iOS, dando fim a um grande período de especulação sobre as intenções entre ambas as partes.

A proximidade entre as instituições se reafirma já que Maurício Cristal, professor de ciência da computação na PUC-RS, ocupa a posição de gerente do programa de P&D da Apple no Brasil.

Fonte: Baguete

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, mostraram que o sistema de LEDs de webcams, que indica se elas estão gravando, não é tão confiável quanto parece. Em um estudo divulgado nesta semana, os hackers mostraram que é possível burlar a luz indicadora de atividade da câmera com a ajuda de software – e, assim, espionar um usuário sem levantar suspeitas.

A brecha foi demonstrada em um iMac G5 e em modelos de 2008 de MacBooks, MacBooks Pros e iMacs baseados em processadores Intel. Mas não se engane: apesar dos hardware antigos, o especialista em segurança Charlie Miller afirmou ao Washington Post que é bem possível que a falha também apareça em laptops mais modernos. “Não há motivo para não ser possível – é fruto de trabalho e de recursos”, disse. “Mas depende também de quão bem [a Apple] protegeu o hardware.”

Mas como funciona? – No artigo, chamado “iSeeYou: Desativando a luz indicadora da webcam do MacBook” (em PDF, título em tradução livre), os pesquisadores mostram que, apesar de tudo, a câmera é mediada por software. Então, o que basicamente fizeram foi “trocar” o programa por um conceito, batizado de iSeeYou, que traz configurações diferentes do padrão da Apple.

De forma simplificada, ele faz com que o chip da câmera ignore se ela está em stand-by ou filmando. Assim, independente de ela estar ativa ou não, o pequeno LED fica apagado. O que mais surpreende é que o software de ativação da webcam pode agir sem que uma autorização do usuário seja ao menos solicitada.

No vídeo do Washington Post, mesmo em inglês, dá para ver o programa simples – mas de estrutura até complexa – funcionando.

As possibilidades ainda vão além, já que, como lembra o site ArsTechnica, nem todas as webcams tem uma base em hardware, como as dos computadores da Apple. As da Logitech são usadas como exemplo: muitas delas têm o LED controlado totalmente por software, e há variantes deles para diferentes utilidades (monitoramento, por exemplo).

Ideia nem tão nova – Tanto o jornal quanto a ArsTechnica lembraram de um caso recente envolvendo espionagem por webcam. Em 2010, a Miss Adolescente dos Estados Unidos Cassidy Wolf foi monitorada pela câmera, e fotos tiradas foram enviadas a ela por e-mail, junto com uma ameaça pedindo dinheiro.

Na ocasião, o invasor – que, descobriu-se mais tarde, era um colega de classe da jovem – utilizou um software de administração remota, ou RAT. Entre outras funções, o programa permitia ativar webcam à distância. E, segundo a Miss, fazia isso sem nem mesmo acender a luz indicadora de atividade, o que indica que ferramentas como a demonstrada na pesquisa do iSeeYou existem há algum tempo.

Falta ainda ter certeza de que os sistemas dos Macs mais novos são totalmente seguros – ao Washington Post, a Apple não comentou o caso –, assim como o de outras webcams. Por via das dúvidas, então, talvez seja melhor deixar a câmera de seu notebook tampada.

Fonte: Revista Info

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Falhas graves de segurança foram encontradas em três aplicativos para iOS, o Easy File Manager, o WiFi HD Free e o FTPDrive. O responsável pelo achado foi o hacker Bruno Oliveira, consultor sênior de segurança da Trustwave. Segundo ele, as brechas permitem que invasores leiam e até mesmo apaguem arquivos de um iPhone.
A descoberta foi revelada pelo brasileiro durante o evento de segurança AppSec, realizado nesta semana nos Estados Unidos. Oliveira pesquisou mais de uma dezena de aplicativos criados para armazenar e compartilhar arquivos, e vulnerabilidades foram encontradas nesses três. Segundo o hacker, o Easy File Manager é talvez o mais problemático, já que “permite a um possível invasor ver, listar, publicar e deletar arquivos” de um dispositivo com iOS.  
As consequências para quem utiliza um dos apps do trio são diversas. Um cracker pode, por exemplo, roubar informações pessoais do usuário armazenadas no dispositivo. E a situação pode ser ainda pior caso o aparelho esteja conectado a uma rede corporativa.
“Nesse caso, o mesmo invasor poderia utilizar o dispositivo para acessar, monitorar e investigar a rede”, diz Oliveira. “Ou pior: até atacá-la, utilizando como sistema base o aparelho iOS comprometido.” Em um iPhone com jailbreak (desbloqueado), o ataque pode ser ainda mais devastador, já que não há limitações do sistema que impeçam um cracker de praticamente tomar o controle do smartphone ou tablet – e possa até mesmo apagar o sistema operacional.
Prevenção – Aos usuários, a recomendação para evitar tais problemas é não baixar apps de fabricantes desconhecidos – ou, no caso, um dos três mencionados, ao menos até que correções sejam feitas. Já as empresas precisam dedicar uma atenção especial à segurança no desenvolvimento de seus software, evitando vulnerabilidades do tipo. “Isso inclui condução de testes de penetração em suas aplicações, antes de estarem disponíveis para os usuários”, diz o hacker. E, claro, também é preciso se preocupar com a segurança dos próprios aparelhos.
Oliveira também destaca a importância de realizar “constantes treinamentos de conscientização dos funcionários”, para assim deixá-los a par “das melhores práticas de segurança”. Para as companhias, ainda vale a implementação de controles de segurança que possam “isolar um dispositivo móvel do resto da rede, caso o aparelho esteja comprometido”.
Papel da Apple – Para Oliveira, a empresa “realiza um bom trabalho de prevenção de malware na loja virtual”. “É quase impossível impedir falhas de software em aplicativos”, diz ele, caracterizando o trabalho como exaustivo e interminável. E completa: “um app só se mostra vulnerável a partir da descoberta da falha por um pesquisador”. Ou seja, de certa forma, o papel da Apple de evitar apps maliciosos está cumprido. O que falta é atenção por parte dos desenvolvedores.

Fonte: Revista Info

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Venho notando quando converso com pessoas mais desapegadas com segurança da informação, e impressionantemente os resultados são unanimes, ninguém se preocupa em atualizar seus sistemas, softwares e gadgets.

Muitos técnicos e profissionais de TI tem um certo receio de atualizar seus sistemas, receio de que todo o trabalho empregado em servidores e sistemas vá por água abaixo quando os novos patchs sejam aplicados.

Pode até ser que em alguns casos as atualizações possam esculhambar com seus dados e sistemas, mas basta pensar nos riscos que você corre por não atualizar e já começa a valer a pena o upgrade.

A Microsoft por exemplo já não presta suporte a muitas versões do seu sistema, isso quer dizer, não lança mais patchs de segurança e qualquer pessoa com um conhecimento bem básico dos ataques já pode causar um baita estrago, e vocês não fazem idéia a quantidade de empresas que eu já vi com apenas um servidor Windows NT rodando na empresa, e se não estão lembrados, essa versão do sistema é vulnerável ao famoso e mulambo exploit ms08_067_netapi.

Um outro exemplo é os dispositivos móveis da Apple, onde 50% dos usuários não gostaram e não aderiram a nova versão do sistema o iOS 7. Mas veja abaixo um exemplo do risco que seus dispositivos com a versão 6 do sistema da Apple correm e seus dados também por consequência. No vídeo abaixo pesquisadores de segurança franceses descobriram um modo de utilizar força bruta para atacar a senha dos dispositivos sem que o aparelho bloqueie após 5 tentativas. Como a senha padrão é de 4 números, em alguns minutos ou na pior das hipóteses horas, podemos quebrar a senha e ter acesso aos dados.


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O usuário que atualizar seu iPhone, iPad ou iPod Touch para o iOS 7 não poderá voltar atrás. Segundo o hacker Steven De Franco, conhecido como iH8sn0w, a Apple desativou a possibilidade de instalação dos iOS 6.1.3 e 6.1.4 após a atualização do novo sistema operacional. A medida impedirá que donos de iGadgets insatisfeitos com o novo sistema possam escolher qual versão preferem usar.
iOS 6 e iOS 7 (Foto: Arte/Divulgação)
A Apple disponibiliza assinaturas virtuais para cada versão. No entanto, a empresa parece não ter mais essas certificações disponíveis para os iOS 6.1.3 e 6.1.4. Com isso, não será possível realizar o downgrade, ou seja, a reinstalação de um sistema anterior ao iOS 7 em um aparelho que já tenha sido atualizado
A medida deve atingir donos de iPhone 5, que rodavam o iOS 6.1.4, e de iPhone 4S e iPod Touch 5, que utilizavam o iOS 6.1.3. Sendo assim, é possível que somente os usuários deiPhone 4 com jailbreak consigam alguma maneira de burlar o sistema e voltar o aparelho para o sistema antecessor.
Para isso, no entanto, seria preciso ter salvo as “SHSH blobs” (assinaturas usadas no iOS), para tentar utilizá-las na hora de autenticar o sistema antigo. De acordo com o hacker, esta é a única possibilidade aparente de se fazer o downgrade até o momento.

Fonte:  techtudo

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Touch IDO Touch ID do novo iPhone 5s pode ser hackeado com uma técnica simples
Não demorou muito para o Touch ID ser hackeado. O Chaos Computer Club, um grupo alemão especializado em segurança, conseguiu burlar o bloqueio por impressões digitais do novo iPhone 5s. E explica como reproduzir o feito.
A técnica consiste em tirar uma foto de 2400 dpi das digitais do usuário. Em seguida, a imagem deve ser invertida, limpa, e impressa a laser em 1200 dpi, numa folha transparente, utilizando uma configuração para deixar os contornos mais grossos. Por último, uma fina camada de cola de madeira deve ser espalhada por cima do padrão criado pela digital impressa no papel transparente.
A película que resulta desse processo pode ser utilizada para enganar o Touch ID do iPhone 5s e dar acesso ao celular desbloqueado. Um vídeo divulgado pelo Chaos Computer Club mostra o resultado da experiência.


Fonte:  Info.Abril

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Em entrevista, porta-voz admitiu que empresa perdeu o tom em campanha que tinha intenção de "fazer uma brincadeira leve".
A Microsoft afirmou que errou a mão com seus vídeos recentes (assista um deles abaixo) que faziam piada com os novos iPhone 5S e 5C e até tirou os clipes do ar em seu canal no YouTube. As informações são do The Verge.
Em entrevista à CNET, a fabricante do Windows admitiu que foi os clipes, conhecidos como “A fly on the wall in Cupertino”, foram uma má ideia. Segundo uma porta-voz da Microsoft ouvida pelo site, “a campanha tinha a intenção de ser uma brincadeira leve com nossos amigos de Cupertino, mas perdeu a mão, e decidimos tirar do ar”.
Nos vídeos, a Microsoft tirava sarro principalmente da versão dourada do iPhone 5S, sucessor do iPhone 5, e do fato de os novos iPhones 5C serem feitos de plástico.
Anteriormente, a Nokia, comprada há alguns dias pela mesma Microsoft, havia provocado a Apple ao insinuar que a empresa de Cupertino tinha copiado as cores da sua linha Lumia com o novo iPhone 5C colorido.
E aí, o que achou dos novos vídeos da Microsoft parodiando a Apple? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.


Fonte: Idgnow.uol

sexta-feira, 13 de setembro de 2013




A Microsoft trabalha em um assistente pessoal para Windows Phone, que promete ser revolucionário. O serviço se chamará Cortana, nome inspirado em uma personagem do jogo Halo (da Microsoft), capaz de aprender e se adaptar.
Cortana deverá integrar todos os serviços da Microsoft – dos sistemas operacionais ao Bing e ao Xbox One – para entregar o máximo de possibilidades ao usuário. "Nossa Inteligência Artifical será profundamente baseada em uma nuvem de inteligência avançada, quase mágica, que aprende cada vez mais com as pessoas e com o mundo. Ele responderá a tudo o que as pessoas perguntarem, inclusive se antecipando ao que as pessoas querem antes mesmo de elas perguntarem", escreveu Ballmer em um memorando.
Em junho, quando o serviço apareceu em algumas fotos vazadas do novo SO da Microsoft, Steve Weitz, diretor do Bing, declarou: “Nós não iremos lançar nada até que tenhamos algo mais revolucionário do que evolutivo. Nosso time está trabalhando muito pesado para isso”. De acordo com alguns executivos da Microsoft, o serviço deverá chegar entre 2014 e 2016.

Fonte : Olhar Digital

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Imagem de manual confirma leitor de digitais no iPhone 5S 


Um rumor publicado em maio sobre o iPhone 5S passou despercebido, mas pode ser uma das novas funções do aparelho que ainda não vazaram totalmente. Segundo o Nowhereelse.fr, o smartphone terá um leitor de impressões digitais.
A foto seria do manual do usuário do iPhone 5S, já que indica a presença de outros botões, como o controle de volume. Ao que a imagem acima indica, o sensor chama-se Touch ID, funciona no mesmo espaço do botão "Home" e deve servir para destravar o aparelho.
O jornal The Wall Street Journal também confirma que o iPhone 5S realmente terá um leitor de digitais. A tecnologia pode pertencer à AuthenTec, comprada pela Apple em 2012.

Fonte: TecMundo

terça-feira, 20 de agosto de 2013

iPhone 5S deve ser apresentado no próximo dia 10 de setembro com uma novidade polêmica. De acordo com um analista, a Apple deve lançar uma versão de 128 GB de memória interna. A novidade, entretanto, pode não ser tão agradável se o seu preço nos EUA for confirmado: US$ 499, junto com o contrato de operadora; cerca de US$ 200 mais caro que o Nexus 4, smartphone top de linha do Google, que é vendido, desbloqueado, por US$ 299.
iPhone 5, agora com tela de 4 polegadas (Foto: Allan Melo / TechTudo)
Proporcionalmente, se o preço de US$ 499 com contrato for aplicado nos Estados Unidos, é possível que este modelo do iPhone 5 chegue ao Brasil por R$ 2 mil em planos de R$ 200 mensais. Desbloqueado, o modelo de 128 Gb pode vir a custar mais de R$ 3 mil.
O novo preço pode assustar muitos consumidores, que ainda precisarão gastar com uma assinatura de plano de uma operadora. Com valores próximos, é possível achar modelos desbloqueados de alguns tops de linha no mercado, como o Galaxy S3 e o Xperia Z.

O gadget terá a câmera atualizada, com abertura F/2.0, flash dual-LED e melhoria de performance em situações de baixa luz. Além disso, o iPhone 5S pode ganhar uma versão de cor dourada.
Segundo Ming-Chi Kuo, da firma especializada KGI, o iPhone 5S deve se tornar o primeiro smartphone da Apple com tamanha memória interna a ser lançado para o consumidor final. Além disso, o processador também deve ser equipado com uma variedade de boas especificações técnicas, como processador A7 com arquitetura ARMv8 e 20% menos consumo de energia, além de 1 GB de RAM.

Novo Apple Mac Pro deve ser lançado até o fim do ano 


Para colocar o seu produto novamente entre os top de linha, a companhia da Maçã investiu num hardware bastante potente que, entre outras coisas, conta com um processador Intel 12-core. Além disso, o design cilíndrico permite um encaixe perfeito e possibilita a utilização do calor gerado pelo aparelho para melhorar o seu funcionamento.
Tudo isso fez com que uma quantidade bastante considerável de possíveis compradores desejasse o computador em suas casas. Acontece que a espera dos entusiastas deve acabar em breve, já que a novidade pode ser lançada oficialmente até o final deste ano, segundo rumores de diferentes fontes internacionais.


E ele começa a se mostrar por aí...

Os boatos surgiram por conta de propagandas que começaram a ser veiculadas na televisão norte-americana, mostrando o novo produto — com isso, é possível afirmar que o mercado inicial vão ser os Estados Unidos. No entanto, não há informações sobre o preço a ser cobrado pela novidade e nem mesmo sobre a venda em outros países.
Dessa maneira, é provável que você tenha que esperar até o ano que vem para encontrar o Mac Pro em lojas brasileiras. E, em relação a isso, você pensa que o valor da novidade no Brasil vai ser muito alto? Você investiria o seu dinheiro neste computador?


Referências:

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Google bloqueia app do YouTube para Windows Phones pela 2ª vez.
Em maio, empresa de buscas já havia intimidado Microsoft a retirar app.


Aplicativo do YouTube para Windows Phone, desenvolvido pela Microsoft. (Foto: Divulgação)Aplicativo do YouTube para Windows Phone,
desenvolvido pela Microsoft. (Foto: Divulgação)
Após o Google ter bloqueado o aplicativo do YouTube para os smartphones que rodam o Windows Phone, sistema operacional daMicrosoft, a empresa de softwares reagiu nesta quinta-feira (15). A Microsoft sugeriu que o movimento do gigante das buscas é um boicote ao seu Windows Phone, pois cumpriu exigências impostas pelo Google que não são endereçadas à Apple e tampouco são padrão no Android, sistema da empresa.
“Nós tiramos nosso app do ar e concordamos em trabalhar com o Google para resolver as questões deles. Nessa semana, depois de endereçar cada um dos pontos do Google, nós relançamos o app, apenas para que fosse tecnicamente bloqueado pelo Google”, escreveu David Howard, vice-presidentes da Microsoft para assuntos jurídicos, em um blog corporativo.
“As objeções do Googlex ao nosso app não são somente inconsistentes com os compromissos de abertura do Google, mas também envolvem requerimentos para um app no Windows Phone que não são impostas à sua própria plataforma ou à daApple (ambas usam Google como mecanismo de busca padrão, claro)”, continua Howard.
Em maio de 2013, o Google intimou a Microsoft a retirar o aplicativo do YouTube feito pela companhia argumentando que não havia dado consentimento para seu desenvolvimento. Fora isso apontou complicações para o seu modelo de negócio como a possibilidade de os usuários poderem baixar os vídeos e a dificuldade em exibir anúncios nas páginas.

“Experts das duas companhias reconheceram que criar um app do YouTube baseado em HTML 5 poderia ser tecnicamente difícil e demandar muito tempo, o que, acreditamos, é o motivo pelo qual YouTube ainda não fez essa conversão em seus app para iPhone e Android”, explicou Howard. “O problema com esse argumento, claro, é que o Google não está cumprindo com essa condição para Android e iPhone”, arremata.
Em comunicado, o Google afirmou que a Microsoft não fez as atualizações necessárias. Já para a Microsoft, o real problema é que o app não foi desenvolvido em HTML 5.
“Creio que está claro que Google apenas não quer que os usuários do Windows Phone tenham a mesma experiência que os do Android e da Appel, e suas objeções não são nada mais do que desculpas”, finalizou.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Quando o portal de desenvolvedores da Apple saiu do ar semana passada, gerou várias questões não respondidas. Uma das principais foi, quem foi responsável pelo ataque? O pesquisador de segurança turco Ibrahim Balic está reinvidicando que estava por trás do ataque, mas não teve intenção de causar dano. Balic falou que reportou apropriadamente a Apple, mas parece que seus esforços não pararam por ai. Ele também explorou a falha que ele mesmo descobriu, o que deu acesso aos nomes, emails e endereços de desenvolvedores da Apple. No total ele descobriu 13 bugs, pelo menos 1 foi demonstrado num vídeo no Youtube, que parece mostrar a ele os nomes e ID's de todos os desenvolvedores. Segundo ele em um tweet, expor a falha publicamente é absolutamente necessário para que a Apple veja a severidade da falha.

O pesquisador insiste que suas ações foram éticas e legais. Ele disse ao The Guardian que ele apenas acessou as contas de desenvolvedores para descobrir quão fundo ele conseguia ir e o que conseguiria de informações. Ele também afirma que o dev center saiu do ar logo após ele entrar em contato avisando das falhas, mas ele nunca recebeu uma resposta da empresa.

Fonte: engadget

segunda-feira, 22 de julho de 2013



A Apple explicou o porque do Apple Developer Center estar fora do ar.

Na quinta-feira, um invasor tentou obter dados pessoais dos desenvolvedores. As informações são criptografadas e portanto tudo ainda está seguro.

Lembro que o Portal de Desenvolvedores não se relaciona fortemente com a App Store. É um “serviço” como o iCloud. Agora eu entendi por que a Apple não colocou “Cartão de Crédito” na Área de Desenvolvimento. Era frágil demais.


Apple Developer Website Update Last Thursday, an intruder attempted to secure personal information of our registered developers from our developer website. Sensitive personal information was encrypted and cannot be accessed, however, we have not been able to rule out the possibility that some developers’ names, mailing addresses, and/or email addresses may have been accessed. In the spirit of transparency, we want to inform you of the issue. We took the site down immediately on Thursday and have been working around the clock since then. In order to prevent a security threat like this from happening again, we’re completely overhauling our developer systems, updating our server software, and rebuilding our entire database. We apologize for the significant inconvenience that our downtime has caused you and we expect to have the developer website up again soon.

Fonte: Cocatech 

terça-feira, 16 de julho de 2013

A empresa de segurança Malwarebytes descobriu um código malicioso já conhecido a muito tempo atacando sistemas Windows se passando pelo FBI agora encontrado no Mac OS X da Apple.

O malware que vem atacando usuário de Windows a anos foi encontrando pela primeira vez em um computador da Apple, sendo ativado quando a vítima está navegando na internet ou pesquisando por palavras específicas.

Quando certas páginas forem exibidas, o malware toma conta do Safari e mostra uma mensagem se passando pelo FBI usando como argumento que está "procurando por certas imagens" e solicitando um pagamento de 300 dólares para que o usuário volte a acessar normalmente.

"Você estava vendo ou distribuindo conteúdo pornográfico proibido. Para desbloquear seu computador e evitar consequências legais, você deve pagar uma taxa de 300 dólares", avisa o falso FBI.

"Os criminosos sabem que a Apple é um mercado em pleno crescimento e que boa parte dos usuários se sente segura em navegar na internet pelo Mac sem a necessidade de nenhum programa de segurança", falou a Malwarebytes em um post em seu blog.

Se você escolher ignorar a mensagem você não consegue se livrar dela e várias tentativas de fechar ou recarregar a página vão terminar em frustração, mesmo o botão "deixar página" não irá funcionar.

"Se você forçar para finalizar a aplicação, a mesma página abrirá na próxima vez que você iniciar o Safari", acrescentou a Malwarebytes.

Mas a empresa falou que existe um modo de se livrar da página sem ter que pagas os 300 dólares. Você pode ir no menu do Safari e clicar em "Reset Safari" para redefinir o browser.

A Malwarebyte espera que "boa parte" dos usuários vai cair na fraude, tanto levando o mac em uma assistência ou pagando os 300 dólares.

"Este tipo de fraude é infelizmente muito eficiente e não vai a lugar nenhum tão cedo", a empresa avisou, então cuidado.


sábado, 13 de julho de 2013

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

terça-feira, 9 de julho de 2013

A maioria dos defensores da Apple costuma dizer que as plataformas da companhia estão livres de vários tipos de ataques, mas e quando os criminosos agem antes de chegar à Apple?


Um relatório da Kaspersky Lab divulgado nesta quinta-feira, 4, revela que tem havido um crescimento "dramático" na quantidade de golpes em que se criam sites idênticos aos da Apple para roubo de informações dos clientes. É o chamado phishing.

O foco é obter ID e senha das pessoas e, assim, descobrir dados como número de cartão de crédito, endereço, telefone etc. usados em serviços como iTunes e iCloud.

De janeiro de 2012 a maio de 2013 a empresa de segurança acompanhou cerca de 200 mil tentativas de acesso a sites falsos por dia.

Geralmente há um forte crescimento no número de ataques quando ocorrem eventos da Apple. Em 6 de dezembro, por exemplo, quando a empresa abriu lojas em mais de 50 países, houve um recorde de mais de 900 mil ataques num único dia.

A principal forma de ataque é por e-mail: em spam, é distribuída uma mensagem com campo de "remetente" adulterado para algo como services@apple.com. Ao ver um endereço confiável, o internauta clica e é levado a digitar seus dados em páginas falsas, controladas pelos criminosos.

Fonte: hackersec
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