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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Todos os dias recebemos mensagens sobre como arranjar “hacks” ou “cheats” para jogos online, então, aqui vamos tentar explicar o porquê de, no geral, ser quase impossível tal coisa e normalmente acabam a ficar sem as suas contas.



Servidor – Esta parte é responsável por disponibilizar o conteúdo

Cliente – Esta parte é responsável por requisitar o conteúdo ao Servidor, e entregá-lo ao jogador, na maior parte dos casos no próprio browser.

Código de jogo no Servidor

O código de jogo no Servidor é quando o motor de jogo fica alojado num Servidor. Para cada cada pedido do Cliente um código é executado no Servidor que resulta no envio do resultado para o Cliente em formato HTML. Normalmente este tipo de jogo tem uma performance mais lenta devido a restrições dos próprios servidores.

Este código é quase impossível de ser alterado pelo jogador (e muitas vezes pelos próprios hackers), pois ele reside num servidor protegido cujo acesso é muito restrito.

Código de jogo no Cliente


O código de jogo no Cliente é quando o motor de jogo fica alojado no browser do jogador. O código é executado no Cliente apenas. O utilizador consegue facilmente ver o código fazendo apenas “Ver – Código da página”. Este código é muitas vezes usado em formulários de validação como entrada de texto (se está vazio ou não), validação de endereços de email, etc. É mais rápido que executando o mesmo no Servidor.

Existem muitos programas por aí que dizem ser capazes de fazer hacks em jogos como o “Clash of Clans”, são todos falsos, porquê? Aqui porquê:

Qualquer programa que diga fazer “Hack de Gemas” não vai funcionar porque a informação está alojada no Servidor, por isso, editar qualquer informação no Cliente teria que ser posteriormente confirmada pelo servidor. Por outras palavras, não existe forma de “hackear” estes jogos.

E se, por alguma razão, alguém descobriu uma forma de o fazer, e essa informação chegou ao público, por norma estes erros são corrigidos no próprio dia ainda. Este tipo de jogos são desenhados de forma a que o Jogador não consiga passar do Cliente para o Servidor. Para o fazer, teria que ganhar acesso ao servidor onde as informações do jogo estão guardadas, e modificar de forma a ganhar algo. Isto é quase impossível de ser fazer de forma automática ou mesmo manual. Era o mesmo que tentar conseguir informação de crédito de um website como por exemplo a Amazon. É extremamente difícil e improvável que tal coisa seja feita, e é ilegal. Mas, fugas acontecem de tempos em tempos.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Gamers são normalmente atacados por cyber criminosos, contas de jogos roubadas, itens e contas vendidas, são só alguns exemplos de o que os atacantes estão buscando. Para conseguirem acesso a máquina e a conta do jogo, eles enviam pishings bem elaborados ou tentam fazer que o usuário instale spywares para que eles cheguem até as credenciais.

A malwarebytes recentemente divulgou uma versão falsa do site oficial da Razer, desenvolvedora do Razer Comms, um mensageiro popular entre os gamers, até mesmo com o link para download da ferramenta.


O link para a versão de Android vai para a página legítima n Google Play, já o link para Windows leva a um Trojan feito especialmente para esse tipo de ataque.

A boa notícia é que o malware ainda não está funcionando perfeitamente como deveria, mas isso não quer dizer que ele não será atualizado em breve.

"Na maioria dos casos que vemos, a idéia é atrair a vítima para fora da janela do sistema de comércio. Se você está recebendo links para "previews" de itens no chat da Steam por estranhos que conheceu a alguns minutos, você pode estar no seu caminho para um dia ruim," aponta o pesquisador Chris Boyd.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015


A algumas semanas atras, no natal, as empresas Sony e Microsoft sofreram um ataque DDoS que tirou e deixou instável por várias horas as redes de jogos do Playstation e do Xbox, mas esse não foi o fim das preocupações da Microsoft.

Desta vez, não foram serviços, mas sim o software de desenvolvimento (SDK) do Xbox One, que já está circulando pela internet. Com o SDK disponível é possível que diversos aplicativos "caseiros" para o console.

O grupo divulgou o SDK no Twitter oficial e o vazamento conta com o SDK, as ferramentas e plugins auxiliares, firmwares e documentação.

O grupo H4LT alegou que a divulgação do SDK serve para permitir "mais criatividade e pesquisa, pelos aplicativos caseiros"

Veja explicação que o grupo deu ao TechGame, via direct message do Twitter:

Nós vazamos para a comunidade porque se alguma coisa é compartilhada, o progresso é alcançado mais rápido que sozinho. Compartilhar com a comunidade = criatividade e pesquisa. O SDK vai basicamente permitir que a comunidade abra portas e criem funcionalidades que ainda não estavam disponíveis no Xbox One.
O grupo também falou que não estava envolvido nos ataques de DDoS do Lizard Squad, e em um tweet direto ao grupo o H4LT atacou: "Vocês se divertem em derrubar servidores. Porque não nos divertir vaz-*COF COF* dando isso?"


Fonte: The Hacker News

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A McAfee está fazendo um alerta para crianças e pais não serem alvos de malwares escondidos em jogos e aplicativos para dispositivos móveis. Com a popularidade e fácil acesso aos jogos online, cibercriminosos utilizam esses aplicativos para espalhar malwares a fim de infectar os aparelhos e roubar informações pessoais dos usuários.
No ano passado, o jogo Flappy Bird fez enorme sucesso entre os usuários de smartphones e tablets com mais de 50 milhões de downloads. Em seguida apareceram centenas de clones do jogo, muitos deles fraudulentos. No primeiro trimestre de 2014, a McAfee divulgou que 79% das 300 amostras de clones do jogo continham malwares que permitiam ao criminoso, entre outras atividades, realizar chamadas e enviar mensagens sem a permissão do usuário, instalar aplicativos adicionais, extrair dados da lista de contatos, rastrear localizações e estabelecer acesso remoto para o total controle do dispositivo.
Thiago Hyppolito, engenheiro de produtos da McAfee, explica que antes de baixar algum jogo no smartphone os usuários devem ter alguns cuidados básicos. “É importante sempre baixar jogos de sites e lojas oficiais e ter uma ferramenta no celular que mostre que aquele jogo ou aplicativo é realmente seguro e não irá ter acesso a informações confidenciais como lista de contatos e mensagens. As pessoas precisam tratar o smartphone como um computador e não apenas como um telefone”.
As ameaças para dispositivos móveis são as que mais crescem atualmente. Segundo pesquisa da McAfee já existem mais de 4,5 milhões de ameaças móveis e apenas no primeiro trimestre o crescimento de ameaças foi de 167% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Para garantir mais segurança no smartphone é importante ter sempre a última versão dos aplicativos e do sistema operacional, já que os fabricantes costumam lançar novas versões para corrigir falhas descobertas nas versões anteriores. É fundamental também ter uma ferramenta de segurança completa para o smartphone como o McAfee MMS Gratuito.
Uma dica para os pais que deixam as crianças brincarem com seus smartphones é utilizar ferramentas que bloqueiam as funções do aparelho que não são usadas pelas crianças. Na solução McAfee LiveSafe, a empresa oferece a possibilidade de criar diferentes perfis para o smartphone ou tablete e assim permitir o acesso apenas às funções e aplicativos que interessam a cada usuário. “É possível, por exemplo, criar um perfil apenas com jogos e vídeos, impedindo que a criança tenha acesso a e-mails, realize ligações ou baixe algum arquivo prejudicial ao dispositivo”, explica Hyppolito.

Dica do pessoal do Grupo do Facebook

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Muitos gamers desabilitam ou até removem as ferramentas de segurança de suas máquinas, sacrificando proteção para maximizar a performance dos sistemas e deixando os computadores gamers altamente potentes vulneráveis a malware e cyber ataques, de acordo com o estudo da Webroot.


As descobertas também incluem:

  • Praticamente metade dos gamers já receberam um ataque, sendo que 55% deles resultaram em baixa na performance do sistema ou anomalias nos navegadores.
  • 35% dos gamers ou não tem nenhuma segurança ou dependem totalmente de ferramentas gratuitas de diagnóstico e limpeza.
  • Trojans, phishing e rootkits são os tops do rank de infecção em PC's gamer.
  • "Efetividade" e "Não deixa seu sistema lento" estão no topo da lista das soluções que os gamers consideram usam.
  • "Resultados de performance provados" também está no topo da lista de coisas que influencia gamers a baixar e instalar essas soluções junto com "recomendado a pro gamers" e "Free trial".
  • Fóruns diversos e amigos são as maiores fontes para os gamers obterem informações de segurança.
Este resultado é baseado numa pesquisa que obteu mais de 1200 respostas de gamers durante a conferência E3 de 2014. Constatou que de um terço dos gamers que não usam nenhum programa de segurança, citando que normalmente diminui o desempenho da máquina, 47% já tiveram algum tipo de malware.

O que gamers podem fazer?

Para se proteger dos cyber criminosos que estão atacando gamers para ganhar acesso do poder computacional da máquina ou das credenciais dos jogos, para informações pessoais ou algum tipo de lucro, a Webroot recomenda:

Instalar um programa anti-malware cloud-based: Para não usar o processamento da máquina os gamers podem usar o método baseado em nuvem.

Manter o sistema antivirus atualizado: Como mencionado anteriormente, os softwares cloud-based sempre mantém a máquina segura baseando-se em sistemas online, mas seu software precisa estar sempre atualizado.

Usar sistema de filtro de URL: Avisa usuários antes de acessar sites maliciosos ou falsos.

Instalar solução anti-phishing: Credenciais são frequentemente tomadas como alvo pela lucratividade do mercado dessas informações.

Evitar Wi-Fi pública: Use sempre redes confiáveis, redes públicas podem ser interceptadas e seus dados roubados.

Fonte: net-security

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Você sabia que o mercado de cheats em games, como por exemplo aim bots, wall hacks, XP hacks e outros, rende milhões de dólares?

Eu já tinha uma noção, sou gamer e em todo o jogo me deparo com isso e sei que muita coisa é paga para usar.

Achei este artigo muito interessante explicando mais a fundo como tudo isso funciona. Está em inglês, não traduzi porque é beem grande, mas recomendo muito a leitura. Se não consegue ler em inglês use o tradutor do Google para traduzir para português.

Link do artigo: PCGamer

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A Agência de Segurança Nacional (NSA) utiliza aplicativos vulneráveis, como o jogo "Angry Birds" para acessar informação pessoal ou dados de localização no mundo todo , revelaram nesta segunda-feira os jornais "New York Times" e "Guardian". 
As agências de inteligência dos Estados Unidos e Reino Unido desde 2007 tentam explorar a grande quantidade de informação obtida por aplicativos móveis e as partilhadas em redes sociais, segundo novas revelações do ex-analista externo da NSA, Edward Snowden.
Segundo os jornais, a NSA reconheceu as imensas possibilidades de espionagem que os "smartphones" reúnem pelos aplicativos, e são chamados de "sementes de ouro", revelou uma das páginas do documento, datada de maio de 2010.
A NSA recomenda buscar modos de explorar utilidades como Google Maps e obter dados de posicionamento, contatos, direções e telefones nos metadadosde fotos compartilhadas em redes sociais como Facebook, Flickr, LinkedIn e Twitter.
Os documentos que o "New York Times" mostram que especialmente os aplicativos desenvolvidos no começo da introdução dos smartphones e os que têm anúncios são os mais vulneráveis.
Os documentos revelados por Snowden mostram, por exemplo, que o centro de escutas do Reino Unido, GCHQ, tentou quebrar partes do código de programação do jogo "Angry Birds" para Android para obter dados pessoais.
No entanto, os documentos vazados hoje não falam quantos usuários podem ter sido espionados com estas técnicas ou se espionou também cidadãos americanos, o que violaria a Constituição americana.
Em uma resposta escrita, a NSA disse não buscar "perfis do americano comum nas missões de inteligência estrangeira".
O desenvolvedor de "Angry Birds", Rovio, reconheceu em 2012 que compila informação privada de seus usuários para que as empresas de publicidade online dirijam melhor sua mensagem, uma técnica que outros aplicativos também usam.
Os serviços de inteligência britânicos e americanos poderiam obter essa informação secretamente, e elas vão de raça, orientação sexual e estado civil das pessoas espionadas.
Fonte: Revista Info

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Enfim, a espera acabou!

Foi anun­ci­ada ontem a primeira ver­são do SteamOS, dis­tribuição Linux desen­volvida pela Valve que, junto com as Steam Machines, pre­ten­dem levar os games e o nosso pin­guim favorito para a sala de estar!

O SteamOS é basi­ca­mente um fork do Debian “Wheezy” 7.1 com ker­nel 3.10, Gnome, cliente Steam e dri­vers da Nvidia insta­l­a­dos por padrão.

O repositório esta disponível em http://repo.steampowered.com/steamos/, e o codi­nome desta primeira ver­são é alchemist.

É ainda uma espé­cie de ver­são beta. De acordo com a própria Valve: “unless you’re an intre­pid Linux hacker already, we’re going to rec­om­mend that you wait until later in 2014 to try it out.”

Mas como somos hack­ers “intrépi­dos”, que tal fazer essa brin­cadeira fun­cionar no Virtualbox? :)



CRIANDO A IMAGEM DE INSTALAÇÃO

Crie um diretório na sua máquina e baixe os arquivos de insta­lação do SteamOS:

$ mkdir ~/steam && cd ~/steam
$ wget http://repo.steampowered.com/download/SteamOSInstaller.zip

Crie um diretório e descom­pacte os arquivos de instalação:
$ mkdir steamos && cd steamos/
$ unzip ../SteamOSInstaller.zip

Crie agora uma imagem ISO de instalação:

$ cd ..
$ genisoimage -o steamos.iso -r -J steamos/

INSTALANDO NO VIRTUALBOX

Todos os testes foram real­iza­dos em uma máquina Ubuntu 12.04 com o Vir­tu­al­box 4.3.4. Se você não tem o Vir­tu­al­box insta­l­ado na sua máquina, pode baixá-lo aqui.

Abra o Vir­tu­al­box e crie uma máquina vir­tual Debian de 64 bits. Use uma quan­ti­dade boa deRAM e disco. A Valve recomenda no mín­imo 4G de RAM e 500G de disco. Para tes­tar, eu usei 4G de memória e 64G de disco.

Antes de ini­ciar a máquina vir­tual, acesse o menu Con­fig­u­rações -> Sis­tema -> Placa Mãe e sele­cione a opção “Habil­i­tar EFI”.

Ini­cie a máquina vir­tual e sele­cione a imagem ISO cri­ada. Você dev­erá ver o menu de insta­lação do SteamOS:


Sele­cione “Auto­mated Install” e aguarde o processo de insta­lação finalizar.

Ao final do processo de insta­lação, clique em “Con­tinue” para reini­ciar o sis­tema. Você dev­erá ver o menu de boot do grub:



Sele­cione o boot pelo modo de recu­per­ação (recov­ery mode) para faz­er­mos algu­mas alter­ações da distribuição.

A imagem vem por padrão com os dri­vers da Nvidia, que nos meus testes não fun­cionaram nesta ver­são do Vir­tu­al­box. Vamos então removê-los para usar os dri­vers de vídeo padrão do sistema.

No prompt do modo de recu­per­ação, desin­stale os dri­vers da Nvidia com os coman­dos abaixo:

# rm /usr/share/X11/xorg.conf.d/55-nvidia.conf
# apt-get remove nvidia-support

Agora instale o Guest Addi­tions do Vir­tu­al­box. Acesse o menu “Dis­pos­i­tivos” da máquina vir­tual e sele­cione a opção “Inserir imagem de CD dos Adi­cionais para Con­vi­dado”. Sim, a tradução é péssima! :)

Ainda no prompt do modo de recu­per­ação, monte o CD e instale o Guest Additions:

# mount /dev/sr0 /mnt
# /mnt/VBoxLinuxAdditions.run

Reini­cie a máquina virtual.

Obs: Se em algum momento você travar no prompt do EFI, exe­cute o comando abaixo para voltar ao grub:

2.0 Shell> fs0:\EFI\steamos\grubx64.efi

Agora você pode sele­cionar o modo nor­mal de boot (primeira opção). Você dev­erá ter acesso à tela de login:


Faça o login com o usuário steam e a senha steam, e você entrará em uma seção do Gnome.



Clique no ícone do Steam. Será baix­ado um pacote de atu­al­iza­ção de aprox­i­mada­mente210MB. Depois é fazer o login na conta do Steam (ou criar uma).

Quando a apli­cação do Steam ini­ciar, habilite o modo Big Pic­ture no canto supe­rior dire­ito. Tá bonito!


A per­for­mance está bem ruim, pois além de estar­mos vir­tu­al­izando, remove­mos os dri­vers da Nvidia para rodar a dis­tribuição no Vir­tu­al­box. Mas já dá para sen­tir como será o SteamOS. Vamos agora acom­pan­har sua evolução nos próx­i­mos releases.

Enjoy!

Fonte: sergioprado

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Na última segunda-feira (18), o site PC Gamer divulgou os detalhes da nova máquina que vai utilizar para analisar jogos. No entanto, em vez de se contentar somente com um PC gamer muito bom, a publicação construiu uma máquina com um hardware monstruoso, capaz de rodar facilmente jogos com uma resolução superior ao padrão 4K.


Contando com peças de última geração, o dispositivo possui nada menos que quatro GPUs NVIDIA GTX Titan ligadas em modo SLI, o que por si só já estouraria o orçamento que muitos dedicam a montar um computador completo. Caro para os padrões internacionais, o investimento no PC seria absurdo quando levamos em conta os preços de componentes praticados no mercado brasileiro.

Fizemos as contas e, neste pequeno artigo, apresentamos a você o quanto é preciso investir no Brasil para ter uma máquina igual ao “Large Pixel Collider ” da PC Gamer. Usamos como base de cálculo o valor praticado em lojas nacionais e no Mercado Livre e, quando o componente em questão não pôde ser encontrado por aqui, usamos seu valor internacional adicionado de 60% da taxa de importação.

Lista de componentes
Placa-mãe: ASUS Rampage IV Extreme X79 — R$ 1.500
Processador: Intel Core i7-4960X Extreme Edition — R$ 3.200
GPU: NVIDIA GTX Titan x 4 — R$ 11.200 (4 x R$ 2.800)
Fonte: Corsair AX1200i de 1.200 watt — R$ 1.250
Memória: 8 GB Corsair Dominator Planitum de 2.400 MHz x 8 — R$ 3.592
SSD: Corsair 480 GB Neutron GTX — R$ 2.600
HD: 4 TB Western Digital Black Edition — R$ 990
Water-coolers: XSPC Razor GPU Water Block (x4) & XSPC EX420 (x3) — R$ 2.238
Case: Digital Storm Aventum II chassis — valor não divulgado (levando em consideração o Cooler Master ATX Cosmos II Black, aproximadamente R$ 1.500)
Valor total aproximado: R$ 28.070

Ou seja, para montar uma máquina semelhante ao Large Pixel Collider, seria preciso investir o preço de um carro popular levando em consideração os preços praticados no Brasil. Ou seja, a não ser que você realmente tenha dinheiro sobrando ou faça questão de rodar Battlefield 4 na resolução 7680x1440 pixels, é melhor investir em hardwares mais fracos, mas que não vão provocar tanto estrago em sua conta bancária.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Ryan "icculus" Gordon, o desenvolvedor que desde os tempos da Loki Software está entre os que mais fizeram para trazer para o Linux jogos de outras plataformas, foi entrevistado pelo Gamasutra e, ao ser perguntado sobre o que seria necessário para fazer do Linux uma plataforma mais viável para jogos, tanto para os usuários quanto para os desenvolvedores, respondeu: você está vendo isso acontecer, hoje mesmo.
Segundo ele, são 3 fatores que convergem para oferecer a oportunidade perfeita para os jogos no Linux: o Humble Bundle demonstrando que o Linux tem usuários dispostos a pagar por jogos, o engine de jogos multiplataforma Unity3D torna trivial lançar versões nativas para o Linux, e a Valve lançou um cliente da Steam para o Linux.

Fonte:  Br-Linux

terça-feira, 24 de setembro de 2013

SteamOS é o novo sistema operacional da Valve, que permite os usuários acessarem conteúdos diretamente da TV Foto: Reprodução
SteamOS é o novo sistema operacional da Valve, que permite os usuários acessarem conteúdos diretamente da TV

​Após diversos meses de especulação, a Valve anunciou, nesta segunda-feira (23), o SteamOs, seu console para a TV com sistema Linux.
De acordo com o site oficial da Valve, o “SteamOS combina a arquitetura rígida de Linux com uma experiência lúdica montada para a tela grande. Disponível em breve, um sistema operacional gratuito e autônomo para computadores da sala de estar.”
Com isso, o sistema será capaz de acessar sua biblioteca de jogos do Steam em sua TV e outros aparelhos ainda não anunciados. O sistema rodará softwares desenvolvidos no Linux e fará streaming de conteúdos do Windows e Mac.
“Criadores de conteúdo podem se conectar diretamente com seus clientes. Usuários podem trocar ou alterar qualquer parte do software ou hardware que desejarem. Jogadores terão a capacidade de unir forças no desenvolvimento dos jogos que amam. SteamOS continuará evoluindo, porém sempre será um ambiente destinado a estimular estas formas de inovação”, explicou o site do Valve.
O sistema chegará gratuitamente, ainda sem data definida.

Fonte:  Games.Terra

terça-feira, 10 de setembro de 2013


Videogames-rejuvenescem-cérebros-mais-velhos-discovery-noticias-

Envelhecer muitas vezes significa perder a acuidade mental. Alguns estudos indicam que é possível “exercitar” o cérebro para manter a mente afiada, mas é difícil definir o que de fato acontece e qual seu efeito real.

Uma equipe da Universidade da Califórnia, em São Francisco, liderada por Adam Gazzaley , professor-associado de neurologia, fisiologia e psiquiatria, abordou o problema utilizando um videogame. Eles testaram um grupo de adultos idosos com um game de corridas 3D, em que deveriam apertar um botão quando vissem uma placa específica. Os pesquisadores descobriram que o jogo, de fato, aumentava a capacidade cerebral de realizar tarefas simultaneamente.

O game era relativamente simples: o jogador dirige um carro em uma estrada usando um joystick para controlar seus movimentos. Quando uma placa específica aparecia, como um octógono vermelho ou uma placa de pare, os participantes deveriam apertar um botão. Quando outros objetos surgiram na tela, não deveriam fazer nada, e se apertassem o botão na placa errada, perdiam pontos.

Os pesquisadores analisaram o desempenho de um grupo de 16 pessoas, com idades entre 60 e 85 anos. Eles descobriram que apenas 12 horas de treinamento, ao longo de um mês, melhoraram drasticamente a capacidade dos indivíduos de escolher as placas corretas. Algumas pessoas se saíram melhor que jovens de 20 anos que jogaram pela primeira vez.

Para ter certeza de que o jogo era o responsável pelo aumento de desempenho, a equipe testou outros dois grupos de pessoas idosas. Um deles jogou um jogo em que só precisavam dirigir ou escolher as placas, enquanto outro não jogou nada. Nenhum dos dois grupos apresentou qualquer melhora na capacidade mental.

Uma descoberta interessante foi que o aumento da capacidade de jogar videogame também incluía outras habilidades cognitivas, como o reforço da memória operacional e a capacidade de detectar um objeto em um cenário enfadonho. Os benefícios duraram seis meses. Além disso, houve alterações significativas no cérebro dos jogadores, com mais e melhores ligações entre as diferentes regiões cerebrais.

Tudo isso confere alguma credibilidade à ideia de “exercício mental”, tanto que Gazzaley afirmou em uma coletiva que espera que este tipo de jogo se torne um recurso terapêutico. Os resultados foram publicados na última edição da revista Nature.

Por Jesse Emspak

Créditos: Discovery Brasil

sábado, 24 de agosto de 2013


Usuários norte americanos do popular jogo online League of Legends foram avisados para trocarem suas senhas o mais rápido possível, uma falha nos servidores da Riot Games resultou no comprometimento de informações críticas das contas.

De acordo com um comunicado da empresa, apenas uma parte das contas norte americanas foram acessadas, e isso inclui nomes, usuários, emails e as senhas criptografadas.

Também foram capturados informações sobre 120 mil transações datadas de Julho de 2011 com informações de cartão de crédito criptografados.

"Este tipo de sistema de pagamento envolvido na falha não vem mais sendo usado desde Julho de 2011, e os números de cartão de crédito não foram coletados dos servidores da empresa", afirma a empresa, mas falhou em compartilhar qual métodos de hashing e salting usados e quão seguros eles são.

"Estamos tomando medidas apropriadas para proteger os jogadores afetados. Nós iremos contactar eles pelo email associado a conta para avisá-los", eles prometeram.

 Eles anunciaram que as senhas afetadas serão mudadas nas próximas 24 horas, e os jogadores serão avisados assim que logarem no jogo.

Eles também prometeram aos usuários que podem esperar por duas novas ferramentas de segurança: verificação de email na criação da conta e autenticação em dois passos para mudar email ou senha.

Uma dica interessante, se você receber um email desses vá até o jogo ou site e mude sua senha manualmente, com isso evitando que um phishing attack se aproveite deste problema.

Fonte: Net Security

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O site noteloop criou um banco de dados com as melhores Interfaces dos softwares de filmes, comerciais, games e etc, como eles mesmos chamam de FUI (Fantasy User Interface).


Sempre que você vê um filme com aqueles painéis hi-tech não da uma vontade de ver mais detalhes e ver como aquilo funciona?

Agora você pode! Acesse o site e confira as mais variadas categorias e encontre seu filme, jogo, etc, favorito.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Nintendo japonesa anunciou que o Club Nintendo do país foi hackeado. O site é uma plataforma para fornecer prêmios aos seus membros e não usa números de cartão de crédito, então o estrago tem menor potencial.

No entanto, nomes completos, números de telefone, endereços residencias e e-mails podem ter sido comprometidos. Foram 23.000 logins não autorizados, segundo a Nintendo, com 15 milhões de tentativas, desde 9 de junho até ontem. A empresa já está trabalhando numa solução e está pedindo via e-mail a seus usuários japoneses que mudem suas senhas. Via Kotaku.

Referência: Adrenaline

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O Project Spark é o jogo mais intrigante que a Microsoft levou à E3, feira de games que aconteceu em Los Angeles na semana passada, mas não é um jogo propriamente dito. Na verdade ele é uma caixa de ferramentas que permite ao usuário criar seus prróprios jogos e compartilhá-los com outros jogadores.
A Microsoft vem desenvolvendo o projeto em segredo há dois anos, e a demonstração da qual participamos nos mostrou uma ferramenta de criação surpreendentemente abrangente que é tão simples de usar que é quase indistinguível de um jogo de fantasia genérico em terceira pessoa.

De acordo com Saxs Persson, engenheiro da Microsoft, o Project Spark foi criado para “dar a todos a emoção de criar jogos” e fazer isso guiando gentilmente o usuário através dos passos para o desenvolvimento de um jogo de ação e aventura.

Os jogadores podem começar do zero com um mundo vazio, ou brincar com um jogo que outro usuário tenha criado. Durante nossa demonstração, Persson nos mostrou várias formas de criar e jogar ao mesmo tempo.

projectspark_terreno-360px.jpg
É possível manipular o terreno do jogo à vontade

Crie um novo jogo e o Project Spark lhe apresenta algumas opções para o tipo de cenário: ártico, deserto, etc. Escolhemos ártico e o jogo nos perguntou qual a hora do dia - manhã, tarde ou noite - sugerindo que não é possível criar mundos com passagem dinâmica do tempo. Talvez seja possível improvisar criando um “gatilho” que dispare uma mudança, como quando o jogador cumprir um objetivo ou usar um objeto.

Adicionar scripts é simples, e o Project Spark permite que você pare de jogar a qualquer momento para ajustar elementos básicos do design do jogo, como o que o botão A faz, onde a barra de energia do personagem aparece, ou quando os outros personagens irão seguir seu herói.

Você pode criar seus próprios scripts usando comandos como IF (se), WHEN (quando) e DO (fazer) para que, por exemplo, as criaturas retornem para suas casas (DO), quando (WHEN) anoitecer, se (IF) o jogador tiver construído uma vila.

Nossa demonstração tinha por padrão uma temática medieval. Presumimos que novos temas estarão disponíveis para download quando o Project Spark, que será gratuito no Xbox 360, Windows 8 e Xbox One, for lançado.

O narrador do jogo nos incentivou a escolher uma estrutura onde nossa aventura iria começar, como uma taverna, uma fazenda ou um moinho e um tipo de herói. Nosso instrutor criou um patrulheiro vindo de uma pequena fazenda, e logo partimos para conversar com um vizinho gerado automaticamente, aceitando uma missão para recuperar uma poção valiosa de um monstro voraz.

projectspark_boss-360px.jpg
Crie um ponto de partida, um esconderijo para o "chefão"
e o esqueleto do jogo está pronto!

O Project Spark pausou a ação e nos pediu para criar um esconderijo para o monstro, e desenhar um caminho de lá até o herói. O jogo automaticamente “aplaina” o terreno para que o herói possa passar por ele, e aleatoriamente coloca alguns inimigos e missões secundárias no caminho.

Depois que o esqueleto do jogo estava pronto, nosso instrutor pegou o gamepad e começou a jogar. Em vários pontos da aventura ele pausou a ação para entrar no modo de criação, editando inimigos e modificando seu comportamento, seu tamanho e até mesmo como a física do jogo afeta, ou não, cada um deles.

Não importa o que você esteja jogando no Spark, você pode pausar a ação em um instante e editar o jogo à vontade. E se você editar algo que tenha sido criado pela Microsoft, ou por um outro jogador, ganhará crédito pelo “remix”, enquanto o autor retém os créditos originais.

Você pode remixar e combinar quase qualquer coisa no Spark: mundos, itens, criaturas ou scripts de inteligência artifical. As modificações são salvas separadamente do original, o que pode levar a um mercado interessante à medida em que os jogadores começarem a adaptar os trabalhos uns dos outros.

Durante nossa demonstração vimos um robô gigante feito de partes de árvores e um teclado musical funcional, capaz de gerar suas próprias músicas, gravar a si mesmo e reproduzí-las. O teclado foi construído com componentes do jogo reaproveitados, incluindo colunas de madeira deitadas e pintadas de preto e branco, transformadas em grandes teclas sobre as quais o jogador podia pular.

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Objetos do cenário, como fogueiras, podem servir de "gatilho" para disparar ações

Itens incríveis como esse criados por usuários ainda são raros, e a maior parte dos jogos criados com o Project Spark provavelmente será bem simples. Nosso jogo de fantasia foi criado em 20 minutos, e dava pra notar: o cenário era pouco povoado, os inimigos incrivelmente burros e o diálogo forçado e monótono.

Mas quase tudo pode ser editado, o que me deixa esperançoso que um pequeno percentual de jogadores dedicados irá gastar centenas de horas criando belos jogos a partir do farto material bruto disponível. Estas obras primas poderão ser compartilhadas no "Project Spark Marketplace", uma loja online, para que outros jogadores possam apreciá-las, remixá-las e talvez até pagar por elas.

A Microsoft ainda não diz como a economia irá funcionar, se os jogadores poderão cobrar por suass criações, ou mesmo se pagarão por pacotes de conteúdo via download mais tarde.

Mas o Project Spark é poderoso o suficiente para que jogadores talentosos possam criar coisas maravilhosas. Permitir que eles ganhem algum dinheiro com seu trabalho seria uma boa forma de “semear” a comunidade com criadores dedicados.

O Project Spark ainda está em desenvolvimento. A Microsoft criou um site para que interessados na ferramenta possam se inscrever e ser avisados quando o período de testes com uma versão beta começar.

Fonte: PCWORLD

terça-feira, 21 de maio de 2013

Pesquisador afirma que jogos violentos são prejudiciais ao corpo humano
Manhunt: game utilizado para confrontar teoria (Fonte da imagem: Divulgação/Rockstar Games)

Pode parecer piada, mas um pesquisador sul-coreano diz ter descoberto uma relação entre a trama dos jogos e a temperatura da placa de vídeo de um computador – e isso também afetaria de alguma forma o corpo do jogador. A ideia veio de Dong Wong Cho, professor na Coreia do Sul.
Segundo seus estudos mais recentes, Cho garante que jogos com uma temática considerada violenta fazem as placas de vídeo aquecerem mais do que com outros games, emitindo assim mais ondas de rádio. Estas ondas, por sua vez, seriam prejudiciais ao corpo humano após o contato prolongado.
Cho aponta que uma placa de vídeo conta com uma temperatura média de 36 ºC quando não é usada para jogos e que, supostamente, aumentaria para 45 ºC durante um jogo de corrida. No entanto, quando um jogo “violento” é iniciado, a placa teria sua temperatura elevada para 57 ºC.
O site coreano Inven publicou os estudos e ainda ressaltou que a renderização de vídeos em alta definição, por exemplo, seria capaz de fazer a temperatura de uma placa de vídeo subir para cerca de 80 ºC, observando ainda que designers e editores de vídeo passam, em geral, muito mais tempo próximo aos equipamentos do que a maior parte dos gamers – até hoje, nenhum problema foi percebido pela ciência.

Será?

Para acabar com as teorias esdrúxulas de uma vez por todas, a própria equipe do Inven rodou Manhunt em um PC enquanto acompanhava a temperatura da placa de vídeo. Embora o game seja extremamente violento, ele não foi capaz de aumentar a temperatura do equipamento em qualquer valor significativo.
Mesmo assim, Cho pretende apresentar seu projeto em seminários. Mas, se você já achou a ideia engraçada, prepare-se para conhecer um pouco mais do currículo do pesquisador. Antes dessa pesquisa, Cho já havia publicado artigos no mínimo engraçados.
Os destaques são suas teorias sobre danos causados ao fígado após beber álcool por exatamente três dias seguidos, danos causados também ao fígado de homens solteiros (não em homens casados) após a visualização de conteúdo pornográfico e, principalmente, como o uso de smartphones altera a voz das pessoas. E, aparentemente, ele leva todas as suas teorias muito a sério.
Fonte: Inven, Kotaku

Referência: Tecmundo


Wii U(reprodução)
Pouco tempo após a EA anunciar um duro golpe na Nintendo e nos donos do Wii U e avisar que não tem nenhum jogo em desenvolvimento para o console, um engenheiro e arquiteto de software sênior da companhia iniciou uma polêmica em seu Twitter. "O Wii U é uma porcaria", disse Bob Summerwill em seu perfil.

"O Wii U é menos poderoso que o Xbox 360, tem recursos online e loja digital fracos, um tablet estranho", cita Summerwill como características negativas do console.

Reprodução

Após a repercussão, o engenheiro apagou as mensagens deixadas em seu mural, mas as imagens foram capturadas e replicadas pela internet.

Além de reclamar do Wii U, Summerwill também atacou a estratégia da Nintendo. "Eles operam como se ainda estivessem nos anos 1990. Eles deveriam seguir o caminho da Sega e ter oferecido Mario e Zelda como exclusivos para o Playstation 4 ou o novo Xbox", afirmou.

Fonte: OlharDigital
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