sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Cibercriminosos conseguiram acessar uma rede de computadores da Casa Branca, sede da Presidência dos EUA, nas últimas semanas, disseram membros do órgão ao jornal Washington Post em reportagem publicada no final da terça-feira (28).

Há suspeita de que os hackers responsáveis sejam russos, segundo as fontes ouvidas pela publicação.

Não foi divulgado que tenha sido realizado qualquer dano ou roubo de informação.

Nesta quarta (29), a Casa Branca admitiu que investigava "atividade suspeita em sua rede", relata o The Guardian.

Os oficiais citados não se identificaram por não poder falar sobre uma investigação interna que ainda esteja sendo realizada, disse a publicação.

"Ao que analisamos as recentes ameaças, identificamos atividades de preocupação no escritório executivo da rede do presidente", disse uma das fontes do jornal. "Tomamos medidas imediatas para mitigar a atividade. Infelizmente, isso causou a interrupção de serviços a usuários, mas as pessoas estavam lidando com isso."

Alguns funcionários tiveram de trocar suas senhas para o acesso aos serviços virtuais internos.

O FBI, órgão de inteligência do governo federal, e a NSA, agência de segurança, estão envolvidos na investigação, segundo o Washington Post

Uma das fontes consultadas disse que o ataque é "consistente" com uma ação bancada por um Estado, o qual, ela acredita, é o russo.

Consultada pela BBC, a Casa Branca não se pronunciou.

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

E ai!

Neste ano na H2HC, uma das palestras que mais me chamou a atenção foi a palestra do Lindolfo Rodrigues, com o título, Optimize for Happiness, onde foi apresentado diversas curiosidades sobre sono, trabalho, foco, entre outras. O objetivo foi demonstrar como atividades e hábitos simples podem levar a uma vida melhor, com menos stress, e com a mesma (ou mais) energia, produtividade e tempo.

Diversas coisas foram apresentadas, boa parte eu já conhecia e estou terminando meus estudos para dominar as técnicas para poder postar aqui. Mas uma me saltou aos olhos, uma coisa que eu não sabia mas sentia que de alguma forma me prejudicava, e é sobre ela que escreverei aqui.

Atenção! Deixo aqui o mesmo disclaimer da palestra. Nem o Lindolfo Rodrigues nem eu somos médicos ou trabalhamos na área da saúde, isso quer dizer que os resultados obtidos são todos por experiência e por pesquisas próprias.

De acordo com a pesquisa do Lorn (Lindolfo Rodrigues), as telas de todos os seus dispositivos emitem uma tonalidade de azul que o cérebro intende como, nas próprias palavras do palestrante, "não precisa dormir, ainda é dia", ou seja, inibe um hormônio ou substância que causa sono e cansaço. Por isso que você sempre diz que vai só dar uma olhadinha no email e acaba ficando horas lá grudado. Mas existe um software para "corrigir" isto.

O software se chama f.lux e está disponível para Windows, Linux, Mac e iOS. O que o programa faz é modificar o nível da cor azul no monitor de acordo com a hora do dia, você programa a primeira vez e ele vai adaptando aos poucos. Outras funções que o software ajuda são ler melhor nos dispositivos e não causar aquela sensação ruim de doer ou cansar os olhos ao olhar para a tela brilhante a noite/manhã.

Estou usando o software a cerca de 4 dias desde a palestra e já estou totalmente acostumado com os tons amarelados da tela. No início é meio estranho ver o monitor amarelado, parece uma coisa antiga, assistir um filme também não é bom nessas configurações mas o importante é que ajuda muito.

Já me sinto muito melhor somando esta função as minhas outras atividades de produtividade. Deixo aqui a indicação e meu obrigado ao Lindolfo Rodrigues pela indicação do software.
E ai pessoal!

Achei por ai esse infográfico muito interessante com algumas informações interessantes para o pessoal iniciante se localizar na área. Fica a dica.


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A McAfee está fazendo um alerta para crianças e pais não serem alvos de malwares escondidos em jogos e aplicativos para dispositivos móveis. Com a popularidade e fácil acesso aos jogos online, cibercriminosos utilizam esses aplicativos para espalhar malwares a fim de infectar os aparelhos e roubar informações pessoais dos usuários.
No ano passado, o jogo Flappy Bird fez enorme sucesso entre os usuários de smartphones e tablets com mais de 50 milhões de downloads. Em seguida apareceram centenas de clones do jogo, muitos deles fraudulentos. No primeiro trimestre de 2014, a McAfee divulgou que 79% das 300 amostras de clones do jogo continham malwares que permitiam ao criminoso, entre outras atividades, realizar chamadas e enviar mensagens sem a permissão do usuário, instalar aplicativos adicionais, extrair dados da lista de contatos, rastrear localizações e estabelecer acesso remoto para o total controle do dispositivo.
Thiago Hyppolito, engenheiro de produtos da McAfee, explica que antes de baixar algum jogo no smartphone os usuários devem ter alguns cuidados básicos. “É importante sempre baixar jogos de sites e lojas oficiais e ter uma ferramenta no celular que mostre que aquele jogo ou aplicativo é realmente seguro e não irá ter acesso a informações confidenciais como lista de contatos e mensagens. As pessoas precisam tratar o smartphone como um computador e não apenas como um telefone”.
As ameaças para dispositivos móveis são as que mais crescem atualmente. Segundo pesquisa da McAfee já existem mais de 4,5 milhões de ameaças móveis e apenas no primeiro trimestre o crescimento de ameaças foi de 167% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Para garantir mais segurança no smartphone é importante ter sempre a última versão dos aplicativos e do sistema operacional, já que os fabricantes costumam lançar novas versões para corrigir falhas descobertas nas versões anteriores. É fundamental também ter uma ferramenta de segurança completa para o smartphone como o McAfee MMS Gratuito.
Uma dica para os pais que deixam as crianças brincarem com seus smartphones é utilizar ferramentas que bloqueiam as funções do aparelho que não são usadas pelas crianças. Na solução McAfee LiveSafe, a empresa oferece a possibilidade de criar diferentes perfis para o smartphone ou tablete e assim permitir o acesso apenas às funções e aplicativos que interessam a cada usuário. “É possível, por exemplo, criar um perfil apenas com jogos e vídeos, impedindo que a criança tenha acesso a e-mails, realize ligações ou baixe algum arquivo prejudicial ao dispositivo”, explica Hyppolito.

Dica do pessoal do Grupo do Facebook

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O Trend Micro criou um estudo sobre o comprometimento do site Gizmodo Brasil, que a algum tempo atrás espalhou um malware bancário que atacou cerca de 7000 vítimas em apenas duas horas. O site foi comprometido através de um plugin do WordPress vulnerável que permite que um atacante adicione um script que redireciona os usuários a um segundo site, que faz os usuários baixarem o malware.

No vídeo abaixo pode-se ver com mais detalhes como funciona o ataque:


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Criminosos descobriram uma falha no OS X, e utilizaram para controlar milhares de computadores Apple ao redor do mundo.

A empresa de segurança russa Dr. Web foi a primeira a descobrir o software, conhecido como "Mac.BackDoor.iWorm". Ainda não se sabe como o software malicioso é propagado, mas a Dr. Web liberou informações interessantes que podem levar até ao hacker que controla o malware.

Quando um mac é infectado pelo Mac.BackDoor.iWorm, o programa tenta fazer uma conexão com um servidor de comando. O iWorm usa o sistema de busca do Reddit para encontrar por comandos do atacante em uma discussão na sessão Minecraft.

Após o iWorm encontrar o comando no comentário, tenta conectar no servidor que foi comentado no subreddit do Minecraft. Assim que consegue conectar, os criminosos podem enviar comandos diretos para sua "botnet". Estas botnets podem ser usadas para enviar spams, minerar bitcoins, fazer DDoS e outras coisas.

Até o momento não parece que os computadores infectados foram usados para algum ataque, por em quanto estão apenas aumentando sua rede.

Dr. Web publicou o número estimado de máquinas infectadas pelo iWorm. Este número já passa de 17 mil computadores Apple.


Fonte: Business Insider
Dica do Guilherme Alves lá no grupo do Facebook!
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