terça-feira, setembro 03, 2013 por UnknownNo comments
Segundo levantamento da Kaspersky, número de tentativas de infecção de máquinas em todo o mundo aumentou 240% ao longo do primeiro trimestre de 2013
Desde o ano passado, um vírus desenvolvido no Brasil e distribuído por e-mail permite que cibercriminosos usem o poder de processamento do computador infectado para minerar bitcoins. Enviado para o internauta por e-mail, na forma de uma atualização do Adobe Flash Player, o vírus baixa um aplicativo que coloca o PC a serviço da rede Bitcoin no período em que ele estiver ligado e conectado à internet.
De acordo com informações da Kaspersky obtidas pelo iG , o número de detecções de mineradores Bitcoin em computadores com antivírus da marca aumentou 240% em apenas cinco meses. O pico no número de detecções pelo software aconteceu entre os meses de junho e julho, desde que a série histórica se iniciou em janeiro de 2012.
O crescimento indica que os cibercriminosos acham este tipo de ataque rentável e seguro. “O anonimato das transações em bitcoin se tornou algo muito atrativo para o cibercriminoso. Eles instalam aplicativos para minerar no computador das vítimas e estão lucrando com isso”, diz Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky no Brasil. A “cotação” do bitcoin em torno de R$ 300 , também tem contribuído para o aumento de interesse dos cibercriminosos.
Na maioria dos ataques, depois que o internauta faz o download o vírus a partir do serviço de e-mail, os aplicativos maliciosos passam a rodar em segundo plano no computador. O minerador começa, então, a usar o processador ou unidade de processamento gráfico (GPU) do PC para minerar bitcoins. O valor que a máquina infectada recebe por sua atuação na rede vai direto para a carteira virtual do cibercriminoso.
Companhia do “ladrão de senhas”
No caso de um dos vírus brasileiros encontrados em abril, o download do arquivo executável “correcao_cpf.exe” chega a mostrar uma tela falsa do aplicativo que atualiza o Adobe Flash Player, enquanto instala na máquina um keylogger. Conhecido como “ladrão de senhas”, este vírus captura as telas de sites de bancos, onde o usuário digita os dados de acesso e a senha a sua conta bancária, e tenta enviá-las para os cibercriminosos.
No caso do minerador de bitcoins, o vírus até escolhe qual aplicativo instalar: se a marca da placa de vídeo for NVídia, ele baixa um determinado arquivo; caso contrário, o minerador baixado é compatível com OpenGL, tecnologia de processamento suportada por GPUs de vários fabricantes. “Foi a primeira ameaça deste tipo identificada no Brasil, mas globalmente este tipo de ameaça é muito comum”, diz Assolini.
A partir de abril, por exemplo, internautas da Alemanha, Costa Rica, Espanha, Polônia, Rússia e Ucrânia se tornaram alvo de uma ameaça que distribui fotos maliciosas por meio do Skype, acompanhadas da mensagem “Essa sua foto é a minha preferida”. Um aplicativo para minerar Bitcoins era baixado juntamente com a foto para o computador do usuário.
Outras ameaças relacionadas à moeda virtual Bitcoin já foram encontradas por pesquisadores de segurança desde a criação da moeda, em 2009. A primeira delas era um cavalo de tróia desenhado para localizar o arquivo que guarda os bitcoins no computador. Este arquivo, chamado wallet.dll, era então enviado por meio da internet para cibercriminosos, que transferiam os valores para suas próprias carteiras virtuais. Como se proteger
Para não correr o risco de manter o computador trabalhando para render dinheiro para os cibercriminosos (ou de pagar uma conta de energia elétrica bastante cara), o internauta deve ficar de olho nos níveis de processamento de máquina. Por meio do gerenciador de tarefas do sistema operacional Windows, o usuário pode acompanhar o processamento da máquina e monitorar quais os aplicativos em funcionamento.
“O processamento nas alturas, mesmo sem nenhum aplicativo aberto, é um dos sinais de que algo não está normal. É preciso verificar na lista de processos o que está consumindo tanto processamento”, explica Assolini. Para usuários mais avançados, o aplicativo Process Explorer pode ajudar a explorar mais detalhes sobre os processos em andamento no PC.
Com o aumento do número de ameaças que incluem mineradores de Bitcoin, grande parte dos principais antivírus disponíveis no mercado já podem detectá-las. Por isso, é preciso manter o aplicativo de antivírus do computador em dia com as atualizações. “Trata-se de uma aplicação potencialmente maliciosa. O antivírus avisa o usuário que o computador está prestes a rodar a aplicação e pergunta se ele autoriza a execução”, diz Assolini.
Vale lembrar que, embora os cibercriminosos estejam de olho nos bitcoins, a mineração da moeda virtual é uma atividade lícita, desde que o usuário utilize sua própria máquina. A atividade impulsionou a criação de computadores específicos para minerar bitcoins , que oferecem maior poder de processamento com baixo consumo de energia.
segunda-feira, setembro 02, 2013 por Gabriel SilvaNo comments
Inscrições estão abertas de 2 a 20 de setembro.
Para participar é preciso ser brasileiro e ter idade igual ou superior a
18 anos.
A Câmara dos Deputados promoverá entre os dias 29 de outubro e 1º de
novembro um concurso hacker que premiará programadores e desenvolvedores
de todo o País que criarem aplicativos voltados para ampliar a
transparência na divulgação do trabalho parlamentar. A iniciativa é
parte das comemorações dos 25 anos da Constituição Federal.
Para participar, é preciso apresentar um projeto de solução web que
facilite o acesso às informações sobre a atividade legislativa e utilize
os dados públicos para a promoção de um conhecimento mais aprofundado
sobre a atuação do Congresso Nacional.
Serão selecionadas as 50 propostas consideradas mais criativas e
alinhadas ao interesse público. Seus autores terão todas as despesas com
passagem aérea, hospedagem, alimentação e traslado custeadas pela
Câmara.
Durante os quatro dias de concurso, os participantes poderão
desenvolver os aplicativos a partir dos dados disponíveis no portal da
Câmara na Internet e de outras bases públicas.
Uma comissão avaliadora formada por técnicos da Casa e representantes
da sociedade irá escolher os três grandes vencedores, que receberão o
prêmio de 5 mil reais cada um, com patrocínio do Sindicato dos
Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União
(Sindilegis).
As inscrições estão abertas a partir da próxima segunda-feira (2) e
vão até o dia 20 de setembro. Para participar é preciso ser brasileiro e
ter idade igual ou superior a 18 anos no momento da inscrição.
As propostas, que devem ser inscritas exclusivamente por meio de formulário disponível no site www.camara.leg.br/hackathon, podem ser assinadas individualmente ou por equipes de até três integrantes.
segunda-feira, setembro 02, 2013 por UnknownNo comments
Quanto mais perto as forças americanas chegam do presidente sírio Bashar al-Assad, mais o grupo pró-Assad atacava. Hoje cedo, o grupo conseguiu acessar e realizar um defacement na página principal do site de recrutamento americano marines.com, deixando uma mensagem para os soldados não aceitassem ordens de atacar as forças sírias. "Obama é um traidor que quer colocar suas vidas em perigo para resgatar membros da al-Qaeda", podia ser lido na página principal do site. "As forças sírias deveriam ser suas aliadas e não seu inimigo. Recuse suas ordens e concentrem-se no real motivo que soldados juntam-se as forças armadas, defender sua terra natal."
Além da mensagem, a página mostrou imagens de pessoas em uniformes militares americanos, com seus rostos tapados com cartazes com frases como "Eu não entrei nas forças armadas para lutar pela al-Qaeda em uma guerra civil na Siria."
O grupo continua com sua série de ataques para disseminar a causa pro-Assad. Até o momento, o grupo comprometeu o Financial Times, The Guardian, The Onion, perfis do Twitter e muito mais, também são os principais suspeitos do ataque ao The New York Times semana passada.
Os administradores do site marines.com alegam que o site não foi invadido nem comprometido, e sim redirecionado para uma página já comprometida pelos hackers.
segunda-feira, setembro 02, 2013 por UnknownNo comments
Mais um bug no Facebook foi descoberto e divulgado nesta semana. Desta vez, a falha permitia que uma pessoa qualquer removesse fotos do álbum de um usuário, sendo amigo dele ou não.
A brecha na segurança foi descoberta pelo pesquisador indiano Arul Kumar, que a divulgou em seu blog pessoal depois de repassá-la ao próprio Facebook. O problema foi devidamente corrigido e Kumar, ao contrário de Khalil Shreateh e o bug de algumas semanas atrás, foi bonificado com um pagamento de 12.500 dólares.
Aproveitar-se da falha descoberta pelo indiano, considerada gravíssima, era relativamente simples, o que explica o alto preço da correção. Ela se aproveitava de problemas no painel de controle do suporte do Facebook, que permitia que um usuário conferisse o status de uma denúncia de foto inapropriada, por exemplo, enviada para avaliação.
Caso uma imagem reportada não fosse removida pelos técnicos da rede social, o usuário que havia feito a acusação recebia um link. Através dele, era possível enviar uma solicitação de remoção diretamente ao responsável pela imagem – e neste endereço que estava o problema. Um vídeo gravado por Kumar mostra todo o processo.
Com algumas poucas alterações na URL, o “invasor” podia simplesmente acessar a interface visível pelo dono da foto, amigo dele ou não, e deletá-la. Dada a facilidade da execução, não levaria muito tempo para que uma ferramenta destinada unicamente para isso fosse desenvolvida, por exemplo.
A parte curiosa da denúncia é que o bug foi demonstrado usando como "vítima" o perfil de Mark Zuckerberg. No entanto, ao contrário de Shreateh, que postou no mural do dono da rede social, Kumar não colocou a falha em ação – ou seja, nenhuma foto de Zuckerberg foi apagada durante a ação. Como não houve violação nos termos de uso do Facebook, o pesquisador indiano seguiu apto a receber a bonificação.
segunda-feira, setembro 02, 2013 por UnknownNo comments
E ai pessoal!
Achei mais uma palestra ótima do Hack in Paris 2011, nesta palestra veremos como podemos escapar das sandboxes Windows e elevar nossos privilégios para o sistema.
segunda-feira, setembro 02, 2013 por UnknownNo comments
Como uma resposta às denúncias de espionagem de dados de cidadãos brasileiros por agências de inteligência dos Estados Unidos, o governo pediu aos Correios que acelerem o desenvolvimento de uma ferramenta de e-mail criptografado e gratuito para a população. A informação foi confirmada nesta segunda-feira, 2, pelo secretário executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins.
O secretário acrescentou que esse serviço deverá ser remunerado por meio de anúncios, como o modelo de negócios consagrado pelo Google. "Os Correios já trabalham há bastante tempo com certificação digital e criptografia. Daí para um serviço de e-mail de massa, com essas características, é fácil", avaliou Lins.
O secretário executivo admitiu, no entanto, que o custo de implantação dos sistemas e de um datacenter deve ser algo e, por isso, o lançamento da ferramenta ainda não tem um prazo definido pois dependerá das condições de mercado.
Embora a criptografia sirva para proteger os dados dos cidadãos, a atual arquitetura mundial da internet continuará forçando que o tráfego de pelo menos parte desses e-mails ainda passe pelos Estados Unidos.
Nesse caso, qualquer tentativa de acesso não autorizado ao conteúdo dessas mensagens teria de, primeiro, quebrar o algoritmo da criptografia brasileira. "É uma grande oportunidade de negócios para os Correios, que já vinha sendo estudada, mas diante dos novos fatos divulgados pela imprensa, o governo decidiu acelerar todo o processo", disse.
Nos dias de hoje Segurança Digital é um dos temas mais comentados nas mídias sociais e veículos de comunicação. Tudo gira em torno de privacidade, segurança e os maldosos hackers ....