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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Navegando por nossa amada internet, eis que me deparo com o Guia Foca Linux, que basicamente é um guia completo sobre linux, um pouco até mais completo que alguns livros para iniciantes.



Sobre o Projeto Guia Foca Linux:

 Foca GNU/Linux é um guia que traz desde explicações básicas sobre computadores e o sistema GNU/Linux até a administração e segurança do sistema. Os assuntos do guia são explicados em linguagem clara e organizados de forma linear e didática, evitando termos técnicos nos níveis iniciais, até que o usuário se habitue com sua utilização de forma gradual.
Isto faz o guia indispensável para o usuário GNU/Linux iniciante ou os mais curiosos. Todas as seções do guia Foca GNU/Linux tem exemplos para melhor compreensão do assunto explicado e links dinâmicos que te levam facilmente a assuntos relacionados (na versão online, HTML, e-book e PDF).
Sobre o Autor do Projeto: 

Gleydson Mazioli é especialista em Linux, com foco em automatização, alta performance, alta disponibilidade e integração de ambientes  é capixaba e trabalha há mais de 14 anos com Linux.
Desde de 2000 é desenvolvedor oficial da distribuição Debian , foi responsável pela primeira tradução do sistema para português e trabalhou em vários outros projetos de software livre como o The Linux Document Project , Amanda , Mailman , Squirrelmail , CIPSGA , Caetect , etc.
Possui as certificação nível 3 da LPI e nos anos de 2003 e 2006 ficou em primeiro lugar no ranking de administradores Linux do Brainbench , o que o levou também ao posto de 15º no mundo.

Apesar do projeto está um pouco desatualizado, todo conteúdo dos guias valem muito para o aprendizado de pessoas leigas, principalmente daqueles que querem migrar para o Linux. Os guias foram feitos para usuários iniciantes, intermediários e avançados, e o melhor de tudo isso, é tudo compartilhado gratuitamente.

Agora não existe mais desculpa para não aprenderem a usar o linux, não é? ;)

Para acessar o Site do Projeto:http://www.guiafoca.org/

segunda-feira, 17 de março de 2014

Microsoft está disposta a mudar radicalmente sua estratégia móvel para impulsionar a presença do Windows Phone no mercado mundial. Isso quer dizer que a companhia pode deixar de lado as taxas de licenciamento para fabricantes de hardware usarem a plataforma em seus aparelhos.

Segundo a publicação The Times of India, a empresa de Redmond vai isentar duas fabricantes indianas de pagar os usuais royalties de US$ 10 a US$ 20 por aparelho.

Com isso, a fabricante do Windows repete a estratégia do Google com o Android, que não cobra pelo uso do software, faturando em cima de sua massiva base de usuários (cerca de 79% do share, segundo o IDC), com publicidade e apps.

Mesmo não sendo grátis para os fabricantes, o Windows Phone teve progresso em 2013, apoiado na parceria com a Nokia. A empresa agora ocupa o terceiro lugar do mercado global, com 3,7%, atrás da iOS (13,2%) e do Android.

Além das fabricantes indianas, rumores de mercado indicam que Microsoft também deve abandonar a cobrança de licenças para fabricantes como HTC, Sony e ZTE, uma manobra para crescer no mercado oriental.

Segundo dados de mercado, a Microsoft pode atingir com isso um mercado praticamente dominado pelo Android, que é o de aparelhos de baixo custo, que domina a maior parte das vendas em lugares como a China.

No entanto, segundo analistas, liberar o Windows Phone pode ser uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que pode se popularizar e fortalecer nos smartphones e tablets, pode abrir um precedente para o Windows no PC.

"O que vemos aqui é o início do fim do negócio do Windows como o conhecemos. Por anos, pessoas previram que isso aconteceria, mas desta vez parece realmente diferente. A Microsoft está disposta a matar sua galinha dos ovos de ouro", disse Jay Yarow, analista do Business Insider.

Por outro lado, a possibilidade abre novas oportunidades para a fabricante, focando em serviços e aplicações, algo que vai de encontro às novas direções mercadológicas sugeridas pelo ex-CEO Steve Ballmer em um comunicado no ano passado.

O novo CEO Satya Nadella compartilha desta opinião, e parece que o futuro da Microsoft reserva novidades interessantes.

"Quando você tem um negócio de US$ 70 bilhões, algo que vale US$ 1 milhão pode parecer irrelevante. Mas este negócio de US$ 1 milhão pode ser a coisa mais relevante que estamos fazendo", falou o executivo em uma entrevista recente. 

Aguardemos as cenas do próximo capítulo.

Fonte: Baguete
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