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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A pouco tempo atrás, milhões de informações foram vazadas do site de relacionamentos Ashley Madison, acredito que todos ficaram sabendo disso.

Junto com esses dados, foram vazados cerca de 36 milhões de senhas criptografadas, o que muitos especialistas afirmaram levar séculos para quebrar.

A novidade é que um grupo de hackers descobriu algumas falhas do algoritmo, o que facilita a quebra da boa parte das senhas.

Para ver mais informações e detalhes sobre essa quebra, acesse o artigo do arstechnica.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A esmagadora maioria das violações de dados em 2014 poderiam ter sido evitadas se as empresas afetadas tivessem aderido a uma dúzia de práticas de segurança, segundo um novo estudo do Online Trust Alliance (OTA).

Ao contrário do que se imagina, apenas cerca de 40% dos incidentes registrados no primeiro semestre do ano passado foram resultado de um elemento externo, sendo que as outras razões revelam causas ​​acidentais ou deliberadas de empregados (29%), dispositivos perdidos ou roubados (18%) e fraude de engenharia social (11%).

Embora as violações sejam vistas como quase que inevitáveis em alguns setores, o levantamento do OTA sugere tornar o gerenciamento de senhas uma prioridade na organização, sendo seguido de perto através da implementação de um projeto de rede de privilégios mínimos, garantindo a segurança em pontos vulneráveis e realizando testes de penetração regulares.

Outras recomendações incluem exigir autenticação de e-mail, tanto interno quanto externo, utilizar o gerenciamento de dispositivo móvel, monitoramento e logging centralizado, usar aplicativos de firewalls na web, bloquear a conectividade Wi-Fi, implementar Always On Secure Sockets Layer (AOSSL) e avaliar constantemente os certificados do servidor.

Esta é uma longa lista. A maioria das empresas vai empregar apenas algumas dessas medidas, mas poucos adotarão todas, especialmente o gerenciamento de senhas e controle de privilégio mínimo. Os endpoints e contas de usuários muitas vezes têm muito poder e alcance como a Sony Pictures recentemente descobriu quando uma única conta de administrador foi responsável por se infiltrar em sua rede e gerar consequências desastrosas.

As empresas estão sobrecarregadas com os crescentes riscos e ameaças, mas ainda assim, muitas não conseguem adotar conceitos básicos de segurança.

Educar empresas sobre os riscos que podem ocorrer em uma estrutura de redes vulnerável, é um trabalho contínuo, mas que ajuda a aumentar a consciência dos executivos sobre a seriedade da situação. Um sistema de gerenciamento de segurança da informação, quando combinado com outros controles, contribui para prevenir, detectar, conter e remediar violações de dados que podem custar a empresa prejuízos graves e irremediáveis.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Com o crescente do cyber crime, a indústria da saúde se torna um potencial alvo para os hackers. A segurança dos pacientes pode não esta diretamente ligada com proteção de dados, mas em um documento médico pode ser encontrado informações como endereço, informações médicas e até informações de cartão de crédito. Desde 2009, cerca de 29.3 milhões de fichas de pacientes foram comprometidas.


Custo da informação roubada


Mais e mais informações pessoais de saúde aparecem na deep web. Algumas coisas não podem ser mudadas, como data de nascimento e registro de pessoa. Cada cadastro de saúde pode valer até $363 dólares na Deep Web.

Já ocorreram mais de 270 vazamentos documentados. "Estes vazamentos vão continuar ocorrendo porque a indústria da saúde construiu muitos sistemas com diversos pontos de falha", disse Dra. Deborah Peel, fundadora dos direitos de privacidade dos pacientes em Austin, Texas. 

Estes dados podem ser utilizados para diversos fins, e podem ser classificados como:

- Credenciais: Nome, nascimento, telefone, tipo de plano, e outras informações de cadastro. 

- Completos dossies eletrônicos: Valem muito mais, contam com praticamente todas as informações de uma pessoa, muito utilizada para roubo de identidade. Além de credenciais também contam com email e talvez senhas, números de documentos, ID da empresa/hospital, informações bancárias e de cartão de crédito.

- Kit completo de identificação: Conta com todas as informações das categorias acima, inclusive com cópias físicas e falsificadas de documentos, cartões e identificações.



A indústria da saúde como um todo no momento não leva segurança dos dados no nível que deveria, o que causa cada vez mais problemas, já que lidam com informações críticas. De acordo com as falhas e vazamentos notificados, é claro que a indústria necessita adotar medidas de segurança digital.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pensou que com usa senha forte e apagando totalmente do seu telefone informações sensíveis você estaria protegido? Pense novamente.



Especialistas forenses conseguem recuperar praticamente qualquer coisa de seu smartphone. As forças policiais normalmente apreendeem e analisam smartphones, como evidência podem recuperar fotos e videos, chamadas quando foram feitas e para quem, histórico de browser, calendário, entre outros.

Tudo isso pode ser recuperado mesmo se for previamente deletado do aparelho.

"Isso deixa muito, muito mais difícil, mas apagar tudo do smartphone não quer dizer que não podemos pegar esses dados", disse Courtney Lancaster, analista forense de telecomunicações da TeleCommunication Systems (TSYS), no evento CTIA em Las Vegas.

Analistas forenses tem dezenas de ferramentas que permitem a eles acesso a diversas camadas de dados nos aparelhos modernos.

Os chamados "analistas físicos" podem facilmente recuperar informações apagadas que estavam ocultas nas partes mais profundas da memória dos smartphones. Por exemplo, quando uma foto é salva, o SO do aparelho normalmente salva variações dessa imagem em diferentes lugares. Um thumbnail pode ainda estar disponível mesmo que a imagem original já tenha sido removida.

Estas imagens podem ser recuperadas por estes analistas mesmo se elas tinham sido enviadas através do controverso app Snapchat.

"Leva um bom tempo", diz Lancaster, "mas desconstruir o sistema bit a bit normalmente vale o esforço".

Sabendo disso, e sabendo que essas informações podem ser usadas para incriminar criminosos, estes costumam destruir os aparelhos após o uso. Isso dificulta ainda mais o trabalho, mas não o torna impossível. Os chips de memória ainda podem ser recuperados e analisados.

"Dano físico não é mais um 'fim da linha' como já foi antigamente", diz Lancaster. "Informações são armazenadas internamente em chips específicos, longe da carcaça que não nos preocupa tanto. Até mesmo água não é um problema na maioria das vezes".

Com esse tipo de ferramenta, peritos podem conectar o aparelho e fazer o download de tudo que ele tinha para um pendrive em questão de segundos. As senhas e códigos podem atrapalhar um pouco, mas os computadores especiais para forense podem quebrar estes códigos relativamente rápido.

Fonte: CNN

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Ficará pronto até o final do ano o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em Big Data que a EMC constrói no Parque Tecnológico do Rio, na Ilha do Fundão, junto do campus da UFRJ, como parte de um investimento da empresa de R$ 100 milhões no Brasil ao longo de cinco anos cujo pontapé inicial foi dado em 2011.

O centro da empresa, líder mundial em storage, terá uma equipe de 50 especialistas (pelo menos 40 cientistas de dados) e sua capacidade de armazenamento chegará a 40 petabytes inicialmente. O número equivale a 40 vezes o armazenamento necessário para configurar os efeitos 3D do filme “Avatar”, de James Cameron. Ou representa um quinto dos petabytes necessários ao laboratório CERN, na Suíça, para analisar os mais de 800 trilhões de colisões de partículas que levaram à descoberta do bóson de Higgs.

Segundo Karin Breitman, diretora geral da unidade, o grande foco da iniciativa será a análise de dados oriundos da indústria de óleo e gás, mas a pesquisa também servirá para alimentar a cada vez mais pujante indústria dos grandes volumes de dados digitais, que apresentam um grande desafio para as empresas em termos de gestão e controle das informações e de sua necessária transformação em conhecimento.

FONTE: O Globo

Quer saber mais sobre as aplicações do Big Data? Aconselho que leiam o artigo abaixo da Info que mostra os melhores exemplos de aplicações dessa tendencia pelo mundo. Como por exemplo a cidade de Bamberg na Alemanha que através da analise dos dados montaram um modelo de como a construção da linha de trem de alta velocidade não afetará as construções históricas da cidade.




quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro, programadores e desenvolvedores de todo o País vão se reunir na Câmara para criar aplicativos que aumentem a transparência na divulgação do trabalho parlamentar e colaborem para a melhoria do processo legislativo.

Para participar, é preciso apresentar um projeto de solução web que facilite o acesso às informações sobre a atividade legislativa e utilize os dados públicos para a promoção de um conhecimento mais aprofundado sobre a atuação do Congresso Nacional.

Interesse público

Serão selecionadas até 50 propostas consideradas mais criativas e alinhadas ao interesse público. Seus autores terão todas as despesas com passagem aérea, hospedagem, alimentação e traslado custeadas pela Câmara. Durante quatro dias, poderão desenvolver os aplicativos a partir dos dados disponíveis no portal da Câmara na internet e de outras bases públicas.

Uma comissão avaliadora formada por técnicos da Casa e por representantes da sociedade irá escolher os três grandes vencedores, que receberão, cada um, prêmio de R$ 5 mil, com patrocínio do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis).

Inscrições

As inscrições estão abertas até o dia 20 de setembro. Podem participar programadores, desenvolvedores e inventores em geral. É preciso ser brasileiro e ter idade igual ou superior a 18 anos no momento da inscrição.

As propostas, que devem ser inscritas exclusivamente por meio de formulário disponível no portal da Câmara, podem ser assinadas individualmente ou por equipes de até três integrantes.

Fonte: Diário de Pernambuco



segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Durante o V Congresso de Crimes Eletrônicos, que aconteceu recentemente em São Paulo, o pessoal da FECOMERCIO divulgou a 5ª Pesquisa Sobre o Comportamento dos Usuários na Internet, com algumas estatísticas relacionadas a percepção de segurança dos internautas, dentre as quais acredito que merecem destaque:

  • Praticamente a metade (49,80%) dos entrevistados acreditam que as empresas podem usar e compartilhar seus dados pessoais com pessoas/empresas sem sua expressa autorização (ou seja, praticamente metade delas não estão preocupadas com o que as empresas fazem com seus dados!)
  • 72,30% não confiam na forma que os sites guardam seus dados pessoais
  • 87,80% acreditam que os sites devem guardar registros de acesso para auxiliar eventuais investigações de crimes eletrônicos
  • 2/3 dos entrevistados disseram conhecer a nova lei dos crimes virtuais (“Lei Carolina Dieckmann”), mas apenas 16,37% acreditam que ela será suficiente no combate aos crimes virtuais
  • 2/3 dos entrevistados acreditam que um conteúdo ilegal pode ser removido na web a pedido da vítima, e apenas 1/3 acreditam que deve haver ordem judicial
  • 95,50% acreditam que um provedor de conteúdo deve avisar seus clientes ao receber um aviso judicial relacionado a alguma infração
  • 17,90% dos entrevistados foram vítimas ou conhecem alguém da família que já foi vítima de crime digital
    • O crime mais comum (quase 1/3) é a clonagem de cartão de crédito ou débito, seguido por uso de dados pessoais (17,32%) e desvio de dinheiro em conta bancária através da Internet (15,64%).
  • 86,40% receiam que ocorram "fraudes ou ataques de hackers" em seus dispositivos pessoais
  • Apenas 1/3 dos entrevistados acreditam que baixar músicas e filmes gratuitamente (sem pagamento de direitos autorais) deveria ser ilegal
  • Um pouco mais da metade (55,90%) dos entrevistados realiza compras pela Internet
    • O medo de fraudes é indicado por praticamente 1/3 dos entrevistados que não fazem compras online

 

 Fonte: anchisesbr

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Facebook não entregou os dados dos usuários as autoridades turcas durante os protestos que vem ocorrendo contra o governo, disse a empresa hoje em um pronunciamento.

O comentário foi gerado em resposta ao que disse o ministro turco de que o Facebook estava "cooperando com o estado" em quanto o Twitter se recusou a entregar estas informações.

Leia abaixo a afirmação do Facebook:

O Facebook não está entregando dados de usuários para autoridades turcas que foram solicitados por causa dos protestos. Normalmente, nós rejeitamos todos os pedidos do governo turco e empurramos eles para vias legais a menos que vidas estejam em perigo, que é o caso em uma fração mínima dos pedidos que recebemos.

Estamos preocupados com as propostas legislativas que possam se propor a exigir que as empresas de Internet para fornecer informações do usuário para autoridades policiais turcas com mais frequência. Faremos uma reunião com representantes do governo turco quando eles visitarem o Vale do Silício nesta semana, e temos a intenção de comunicar nossas fortes preocupações sobre estas propostas diretamente naquele momento.

Reuters também informou que autoridades turcas estão pedindo no Twitter para montar um escritório no país para facilitar a cooperação entre o serviço de microblogging e do governo. O primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, já havia chamado Twitter uma "maldição" cheio de mentiras.

Facebook e Twitter têm igualmente sido um refúgio para os turcos procurando uma plataforma para expressar pontos de vista impopulares em grande parte sem serem molestados pela censura. Eles têm crescido cada vez mais importante durante as recentes manifestações, servindo como ferramentas cruciais para os turcos para compartilhar informações como a mídia local não conseguiu cobrir adequadamente os protestos quando começaram no mês passado.

Rejeição do Facebook de reivindicações do funcionário turco também vem como a empresa está sob fogo por alegada colaboração com um programa revelou recentemente National Security Administration usuário vigilância conhecido como PRISM.

Caso Facebook e Twitter cooperar com o governo turco? O que você acha?

Fonte: mashable

segunda-feira, 24 de junho de 2013



O PRISM, programa do governo dos EUA recentemente exposto por um ex-agente da Agência de Segurança Nacional dos EUA para a mídia, monitora dados de diversas empresas, segundo dados publicados pela Washington Post, dentre elas: Microsoft, Google, Facebook, Skype, Apple, dentre outras.

Esses dados monitorados seriam os metadados das comunicações registradas, ou seja, todo o histórico das comunicações. Em chamadas telefônicas, por exemplo, podem ser encontrados nos métodos informações como IMEI e a localização geográfica. O governo americano os armazena por cinco anos. Leia mais no site.

A falta de uma legislação brasileira para regulamentar a internet é preocupante. “Se houvesse uma lei protegendo usuários, as empresas de tecnologia que quisessem oferecer seus serviços aqui teriam que se adequar” afirma Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital.

“A internet tem uma sensação de ‘desterritorialização’, mas os serviços são prestados por empresas situadas nos EUA e, grande parte das vezes, seus termos de compromisso submetem usuários do resto do mundo às leis americanas”, explica Carlos Affonso de Souza, professor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV.

Mais detalhes no site da Folha de S. Paulo e G1.

Fonte: Blog Seginfo

terça-feira, 18 de junho de 2013



Em quanto rolam as manifestações e protestos por todo o Brasil, os EUA também estão com um problema em mãos. Para os que não viram o que rolou, a NSA (Agencia de Segurança Nacional dos EUA) soltou que ela teria acesso a todo e qualquer informação sobre os cidadãos americanos, até mesmo o atual presidente Barack Obama, e que tinha acesso irrestrito a servidores como Apple, Facebook, Google e outros.

Esta semana a Apple, o Facebook e Yahoo liberaram seus relatórios e informaram de que em nenhum dos três a NSA tem acesso irrestrito e direto aos servidores e as informações contidas nele.

E agora, em quem você acredita?

Fonte: schneier
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