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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Executando aplicativos do Windows no OS X e Linux com CrossOver 12.5


Essa dica é para quem usa Linux ou Mac, mas não quer fazer dual boot apenas para executar um ou dois aplicativos do Windows e também não quer instalar um sistema operacional virtual completo para eles. A solução? CrossOver 12.5.
crossover
Produzido pela CodeWeaver’s, o CrossOver permite que você instale e execute aplicativos do Windows que você precisa em seu sistema operacional favorito, seja ele um Linux ou o OS X da Apple. Ele é baseado no projeto de código aberto Wine e fornece uma implementação da interface de programação de aplicativos do Windows (API) em cima da família de sistemas operacionais Unix/Linux. Para cada aplicação, o CrossOver / Wine cria um pequeno ambiente virtual do Windows apenas para esse programa.
Na prática,  você realmente não precisa do CrossOver para rodar aplicações Windows no Linux ou Mac. Você pode fazer isso apenas usando o Wine, claro, se você souber exatamente o que está fazendo. O diferencial do CrossOver é que ele é muito fácil de usar, faz instalação automatizada de aplicativos do Windows e tem suporte técnico. E nesta última versão, a interfacedo CrossOver foi melhorada, tornando ainda mais fácil do que nunca a tarefa de instalar e gerenciar aplicativos do Windows.
O CrossOver 12.5, é baseado no Wine 1.6 e por conta disso, suporta milhares de programas do Windows. Entre as aplicações suportadas por essa versão, destacam-se: Quicken, Adobe Photoshop, várias versões do Microsoft Office e, naturalmente lotes e lotes de jogos. No lado divertido da computação, CrossOver suporta Guild Wars, World of Warcraft, Star Wars: The Old Republic, e milhares de outros.
Em particular, esta última versão oferece melhor suporte para o Microsoft Outlook, Quicken, Internet Explorer 7 e melhor compatibilidade com o Microsoft Office. A CodeWeaver’s também corrigiu várias falhas e fez inúmeras melhorias de usabilidade.Esta edição também oferece uma melhoria real na sua interoperabilidade com Mac OS X e pode ser executado com o Snow Leopard ou posterior. Ele agora tem a tecnologia “Mac Driver” habilitada por padrão para todas as aplicações. A empresa alega que isso traz uma melhor integração com o ambiente desktop dos X e melhora funções como arrastar e soltar, integração com a Dock e com a  barra de menu, transparência de janelas e alternação de aplicações usando as teclas command e tab.
No Linux, o CrossOver apresenta uma nova interface de usuário. Isso torna muito mais fácil para executar seus aplicativos Windows instalados. Mas o aplicativo não é perfeito. Muitos programas do Windows não serão executados corretamente com ele. Mas, muitos irão funcionar normalmente. Assim, se você só precisa de alguns aplicativos do Windows para tornar a sua vida no Linux ou Mac completa e fácil, usar o  CrossOver pode muito bem ser exatamente o que você precisa.  O programa pode ser testado por 14 dias sem custo algum. Baixe, e experimente e descubra por si mesmo se vale apenas usá-lo.
Antes que alguém reclame que esse post está com cara de post patrocinado, adianto que não é, quando for o caso, isso será bem explicitado no inicio ou final do texto. Trata-se apenas de uma dica importante, que pode ser útil para as pessoas que estão na situação citada no texto.

Instalando o CrossOver 12.5 no Ubuntu ou Debian e em distribuições derivadas destes

Para instalar o CrossOver 12.5 no Ubuntu ou Debian e distribuições derivadas, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se estiver usando uma distribuição de 32 bits, baixe o pacote com o seguinte comando:
wget -c http://media.codeweavers.com/pub/crossover/cxlinux/demo/crossover_12.5.0-1_i386.deb
Passo 3. Se estiver usando uma distribuição de 64 bits, baixe o pacote com o seguinte comando:
wget -c http://media.codeweavers.com/pub/crossover/cxlinux/demo/ia32-crossover_12.5.0-1_amd64.deb
Passo 5. Se estiver usando uma distribuição de 32 bits, instale o pacote baixado com o comando:
sudo dpkg -i crossover_12.5.0-1_i386.deb
Passo 6. Se estiver usando uma distribuição de 64 bits, instale o pacote baixado com o comando:
sudo dpkg -i ia32-crossover_12.5.0-1_amd64.deb
Passo 7. Para completar a instalação, execute esse comando:
sudo apt-get install -f
Depois disso, basta executar o crossover usando o Dash e começar a instalar aplicativos do Windows.

Instalando o CrossOver 12.5 em outras distribuições e no Mac

Para instalar o programa em outras distribuições e no Mac, é preciso baixar e instalar de acordo com seu sistema. Se for instalar em um Linux Red Hat (32 ou 64 bits) e derivados (Fedora, SUSE, Mandriva), baixe a partir desse link. Se você for instalar em uma outra distribuição Linux, baixe a partir desse link e siga as instruções de instalação em inglês e Português. Para o Mac, baixe nesse link e siga as instruções de instalação em inglês e Português.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Insync é um cliente Google Drive não oficial que estende a funcionalidade de unidade web para o seu desktop, integrando o serviço do Google com Windows, Mac e Linux.
insync-linux
Insync para Linux saiu da fase beta e agora oferece os mesmos recursos disponíveis para os clientes Windows e Mac:
  • Suporte para múltiplas contas;
  • Sincronização seletiva (todos os arquivos e pastas);
  • Acesso offline ao Google Docs;
  • Suporte a  symlink;
  • Compartilhamento embutido(sem o uso de um navegador da web);
  • Integração com o gerenciador de arquivos;
A versão Linux também vem com um recurso que permite que você adicione qualquer pasta em seu sistema para o Insync através do menu de contexto do gerenciador de arquivos (usando um link simbólico).
Quando estava em fase beta, o Insync podia ser usado gratuitamente. Mas agora para usar a última versão estável é preciso pagar uma taxa única de U$$ 9,99 por cada conta do Google (o que inclui instalações ilimitadas em todos os desktops). Entretanto, quem quiser conhecer oprograma antes de fazer a compra, pode testar a versão estável de graça por 15 dias . O período experimental pode ser prorrogado por 15 dias, se você indicar um amigo (você e seu amigo ganham um periodo extra de 15 dias). A ferramenta suporta Ubuntu, Debian, Linux Mint, PCLinuxOS, Fedora e MEPIS com os seguintes ambientes de desktop: Unity, Cinnamon, GNOME Shell, KDE, LXDE, Xfce, MATE  e Openbox + fbpanel e cinco gerenciadores de arquivos: Nautilus, Nemo, Caja, Dolphin e Thunar.
Para instalar o Insync, baixe o pacote a partir do site oficial da ferramenta. As instruções estão na própria página e consistem basicamente em clicar duas vezes no arquivo baixado e instalar através do gerenciador de pacotes do sistema. O instalador tentará detectar o seu ambiente de trabalho e instalará o pacote necessário para a integração com o gerenciador de arquivos. Se você alterar o ambiente de trabalho ou usar um gerenciador de arquivos diferente, você terá que instalar o pacote de integração do gerenciador de arquivos a partir dos repositórios (o repositório Insync é adicionado automaticamente): Basta procurar Insync no Ubuntu Software Center, Synaptic, etc, e instalar o pacote para o seu gerenciador de arquivos, como nsync-thunar, insync-nemo, insync-nautilus e assim por diante.

Referências : Edvaldo Brito

terça-feira, 16 de julho de 2013

A empresa de segurança Malwarebytes descobriu um código malicioso já conhecido a muito tempo atacando sistemas Windows se passando pelo FBI agora encontrado no Mac OS X da Apple.

O malware que vem atacando usuário de Windows a anos foi encontrando pela primeira vez em um computador da Apple, sendo ativado quando a vítima está navegando na internet ou pesquisando por palavras específicas.

Quando certas páginas forem exibidas, o malware toma conta do Safari e mostra uma mensagem se passando pelo FBI usando como argumento que está "procurando por certas imagens" e solicitando um pagamento de 300 dólares para que o usuário volte a acessar normalmente.

"Você estava vendo ou distribuindo conteúdo pornográfico proibido. Para desbloquear seu computador e evitar consequências legais, você deve pagar uma taxa de 300 dólares", avisa o falso FBI.

"Os criminosos sabem que a Apple é um mercado em pleno crescimento e que boa parte dos usuários se sente segura em navegar na internet pelo Mac sem a necessidade de nenhum programa de segurança", falou a Malwarebytes em um post em seu blog.

Se você escolher ignorar a mensagem você não consegue se livrar dela e várias tentativas de fechar ou recarregar a página vão terminar em frustração, mesmo o botão "deixar página" não irá funcionar.

"Se você forçar para finalizar a aplicação, a mesma página abrirá na próxima vez que você iniciar o Safari", acrescentou a Malwarebytes.

Mas a empresa falou que existe um modo de se livrar da página sem ter que pagas os 300 dólares. Você pode ir no menu do Safari e clicar em "Reset Safari" para redefinir o browser.

A Malwarebyte espera que "boa parte" dos usuários vai cair na fraude, tanto levando o mac em uma assistência ou pagando os 300 dólares.

"Este tipo de fraude é infelizmente muito eficiente e não vai a lugar nenhum tão cedo", a empresa avisou, então cuidado.


terça-feira, 9 de julho de 2013

A maioria dos defensores da Apple costuma dizer que as plataformas da companhia estão livres de vários tipos de ataques, mas e quando os criminosos agem antes de chegar à Apple?


Um relatório da Kaspersky Lab divulgado nesta quinta-feira, 4, revela que tem havido um crescimento "dramático" na quantidade de golpes em que se criam sites idênticos aos da Apple para roubo de informações dos clientes. É o chamado phishing.

O foco é obter ID e senha das pessoas e, assim, descobrir dados como número de cartão de crédito, endereço, telefone etc. usados em serviços como iTunes e iCloud.

De janeiro de 2012 a maio de 2013 a empresa de segurança acompanhou cerca de 200 mil tentativas de acesso a sites falsos por dia.

Geralmente há um forte crescimento no número de ataques quando ocorrem eventos da Apple. Em 6 de dezembro, por exemplo, quando a empresa abriu lojas em mais de 50 países, houve um recorde de mais de 900 mil ataques num único dia.

A principal forma de ataque é por e-mail: em spam, é distribuída uma mensagem com campo de "remetente" adulterado para algo como services@apple.com. Ao ver um endereço confiável, o internauta clica e é levado a digitar seus dados em páginas falsas, controladas pelos criminosos.

Fonte: hackersec

sexta-feira, 24 de maio de 2013


Pesquisadores de segurança identificaram várias amostras do "KitM" spyware descoberto recentemente para Mac OS X, incluindo um que remonta a Dezembro de 2012 e direcionada aos usuários de língua alemã.

KitM (Kumar no Mac), também conhecido como HackBack, é um programa do tipo backdoor que leva capturas de tela não autorizadas e os transfere para um servidor remoto C & C (-comando e controle). Também abre uma shell reverso que permite que atacantes para executar comandos nos computadores infectados.


O malware foi descoberto inicialmente na semana passada sobre o laptop Mac de um ativista angolano no Oslo Freedom Forum, uma conferência de direitos humanos na Noruega, pelo pesquisador de segurança e privacidade ativista Jacob Appelbaum.

O aspecto mais interessante de KitM é que foi assinado com a validade de desenvolvedores da Apple ID, um certificado de assinatura de código, emitido pela Apple para alguém chamado "Rajinder Kumar." Aplicativos assinados com um ID Apple desenvolvedor válido ignorar o recurso de segurança Gatekeeper em Mac OS X Mountain Lion, que verifica a origem dos arquivos para determinar se eles representam qualquer risco para o sistema.


As duas primeiras amostras KitM encontrado na semana passada ligado de volta para servidores C & C hospedados na Holanda e Romênia. Pesquisadores de segurança do fornecedor Norman Shark ligaram os nomes de domínio desses servidores para a infra-estrutura ataque de uma grande campanha de ciberespionagem de origem indiana apelidado de "Operação Ressaca".

Na quarta-feira, os pesquisadores da F-Secure obtiveram mais variantes KitM de um investigador com sede na Alemanha. Essas amostras foram utilizadas em ataques direcionados entre dezembro e fevereiro e foram distribuídos via e-mails spear-phishing contábeis. Através arquivos zip, os pesquisadores da F-Secure disseram em um post do blog.

Alguns dos anexos maliciosos foram chamados Christmas_Card.app.zip, Content_for_Article.app.zip, Interview_Venue_and_Questions.zip, Content_of_article_for_ [nome removido]. App.zip e Lebenslauf_fur_Praktitkum.zip.

"Embora os payloads do spear phishing não são particularmente 'sofisticados', o uso da campanha de localização alemão e o nome do alvo (retirado no exemplo acima) não indica que os atacantes têm feito algum trabalho de casa", os pesquisadores da F-Secure disseram quinta-feira em um post diferente no blog.

Os instaladores KitM contidos nos arquivos Zip. São Mach-O executáveis, mas tem ícones correspondentes para arquivos de imagem e vídeo, documentos do Microsoft Word e documentos do Adobe PDF. Este é um truque freqüentemente visto com o Windows de malware distribuído via e-mail.

As variantes KitM recém-descobertos são todos assinados com o mesmo certificado Rajinder Kumar. A Apple revogou essa ID de desenvolvedor na semana passada, após as primeiras amostras terem sido descobertas, mas isso não vai ajudar as vítimas imediatamente existentes, de acordo com Bogdan Botezatu, analista sênior e-ameaça de antivírus da Bitdefender.

"Gatekeeper usa o sistema de quarentena de arquivos, que detém o arquivo em quarentena até que seja executada em primeiro lugar", Botezatu disse quinta-feira por e-mail. "Se passar Gatekeeper na primeira execução, ele vai continuar a correr e nunca ser consultado por Gatekeeper novamente. Assim, amostras de malware que foram correu uma vez, enquanto o ID desenvolvedor usado para assiná-los era válido continuará a funcionar nas máquinas."

Apple poderia usar outro recurso de proteção contra malware chamado XProtect barrar os arquivos binários KitM conhecidos. No entanto, outras versões que ainda não foram descobertos podem existir.

A fim de impedir a execução de qualquer arquivo de malware assinado digitalmente em seus computadores, os usuários de Mac podem modificar as configurações de segurança Gatekeeper para permitir que apenas os aplicativos baixados da Mac App Store para ser instalado, pesquisadores de segurança da F-Secure, disse.

No entanto, esta definição seria inconveniente para os usuários em ambientes corporativos, que precisam executar o software personalizado, desenvolvido in-house, Botezatu disse. Tais aplicativos personalizados são destinados apenas para uso interno e não são publicados na Mac App Store, para um cenário mais restritivo Gatekeeper provavelmente complicar seu processo de implantação, disse ele.

Fonte: Info World


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