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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Olá leitores!

Quem participa com uma certa frequência do grupo do facebook ou do telegram da Brutal Security já deve ter visto (ou pedido) para termos algumas atividades práticas, que focamos muito em base e teoria, e acabamos não dando muita atenção a quem quer aprender "de verdade", na prática.

Então vamos ver!



Vamos realizar diversas atividades práticas, com crackmes, hackmes, labs, CTFs, e etc, e o telegram vai ser o ponto principal disso. No grupo vamos discutir as técnicas, ferramentas, objetivos e desafios. Será exatamente como um grupo de estudos, aberto a todos, voltado a discussão de tudo, principalmente os desafios.

Para incentivar mais ainda o pessoal, vamos tentar manter um Ranking com uma pontuação de acordo com os resultados e conclusões dos desafios.

Ficou interessado em participar? Acompanhe sempre o grupo do facebook e o telegram para informações dos desafios, resoluções, duvidas, dicas, etc.

Este primeiro desafio vou postar aqui porque ja notei de cara que ate mesmo a instalação e configuração básica da vm é um desafio a parte :)

O desafio que vamos tentar resolver se chama Lord of The Root, semelhanças e referencias nao são meras coincidências. Você pode obter o desafio aqui! A única informação que o criador dos desafios nos passa é que ele é muito parecido com o lab da certificação OSCP.

Se você usa Virtualbox certamente vai ter problemas, ja que a vm foi exportada do VMware. Para conseguir rodar ela de boa no virtualbox você vai precisar de uma ferramenta da própria da vmware chamada Ovftool para converter o formato. Esta ferramenta pode ser obtida no site da vmware.

O comando é bem simples, baixe e instale, vá até a pasta onde ele foi instalado e execute o seguinte comando:


./ovftool /Volumes/Externo/ISO/VM/LordOfTheRoot_1.0.1.ova /Volumes/Externo/ISO/VM/LordOfTheRoot_1.0.1.ovf
Basicamente só mudar o .ova no final para .ovf.

Após isso temos outros detalhes, o primeiro deles é remover o arquivo .mf (manifest). Se não remover o virtualbox vai acusar problemas.

Próximo passo é fazer algumas alterações no arquivo .ovf. Tentei aqui abrir com diversos editores e todos deram problema, menos o grandioso vim, então engole e aprende a usar isso! :)

Abrindo o arquivo, precisamos modificar a linha que tem a string "vmware.sata.ahci" por "AHCI", e mudar todas as ocorrências das palavras "ElementName" por "Caption". Para facilitar e agilizar vou deixar aqui o comando do vim pra resolver isso:

:%s/foo/bar/g
Onde "foo" é a palavra para buscar e "bar" é a palavra que vai substituir quando encontrar.

Agora que você tem a vm rodando, vamos ao desafio! Aguardo você no grupo e no telegram! :)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Olá!

Mais um achado interessante do meu RSS aqui!

O Infosec Institute lançou um CTF que vale grana! Sim isso mesmo, você pode ganhar uma grana por resolver os desafios.

Se você deseja participar siga o link abaixo, leia o regulamento e mão na massa!

quarta-feira, 22 de abril de 2015


Para a maioria dos gamers, Pwn Adventure 2 bear challenge parece impossível. Uma horda de ursos atacam de todas as direções, e não importa quantos você mate, sempre terá outros para substituí-los. Mesmo se você for bom o suficiente para aguentar e matar todos os ursos, depois de 90 segundos eles revivem, pegam AK-47s e acabam com seu personagem.

A não ser que você está jogando como um hacker. Então você vai fazer uma engenharia reversa no game e perceber que a variável que determina seu poder é armazenada localmente, e não no servidor. Mudando a variável de 20 para 100, seu personagem se torna invencível, pronto para massacrar quantos zumbis ursos necessários. Após 2 minutos de jogo, um baú de tesouros aparece e abre, revelando uma bandeira, e você vence o game.

Este hack não é uma forma de trapacear o jogo, disseram Jordan Wiens e Rusty Wagner, dois pesquisadores de segurança que criaram o Pwn Adventure. Neste jogo, o objetivo é realmente hackear o jogo. "O conceito do jogo é encontrar falhas de seguranças comuns e transformar essas falhas nos desafios," disse Wagner, que apresentou o jogo em um conferência de segurança a algumas semanas. "Você vai pegar esses bugs intencionais do jogo, e com eles passar os desafios, abusando dos bugs para ganhar."

Para um observador casual do jogo, esses players alterados pareceriam ter super poderes: se mover muito mais rápido que o normal, voar, mirar com precisão absurda. Na verdade, estes são os principais truques que jogadores que trapaceiam usam, alterando e explorando coisas que os servidores não checam.

No Pwn Adventure, essas falhas são intencionais, disse Wagner, e são o único jeito de avançar no jogo. Na verdade, a maioria dos estágios necessita de um hack para passar. Por exemplo, trapacear o servidor de alguma forma que o jogador consiga ser teleportado de um cenário para outro.

Outro exemplo é um boss que ataca com armas de fogo, e somente armas de gelo pode atacá-lo. Mas ao chegar na metade da vida, o monstro regenera toda sua vida, parecendo impossível de vencer. Mas por causa de um bug em uma variável, olhando em seu código, é possível ver que em determinado momento do processo de cura, atirando com uma arma de fogo contra ele, pode-se ver sua vida subindo para mais do que cem por cento, causando que o valor vá ao negativo, já que os limites da variável foram quebrados. "Eu adoro esse," disse Wiens. "Você não precisa alterar de fato o cliente do jogo, mas mesmo assim precisa fazer engenharia reversa para descobrir."


Wiens e Wagner são veteranos em eventos de Capture the Flag, competições famosas em eventos de segurança e hacking. Em 2009 eles venceram o CTF da DEFCON, que seria equivalente ao campeonato mundial de Capture the Flag, e em 2013 terminaram em segundo.

O jogo foi lançado na conferência Shmoocon em janeiro, que fazia parte da competição do CTF. No evento, foram contabilizados mais de 250 jogadores simultâneos e mais de 1200 jogadores no total.

Fonte: Wired
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