Mostrando postagens com marcador russia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador russia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de maio de 2015



A Rússia e a China assinaram um acordo na sexta-feira(8) onde os países concordaram em não se hackearem no futuro e prestarem auxílio em casos de problemas com ataques cibernéticos.

Segundo o texto do acordo, postado no site do governo russo, as nações concordaram em não cometerem ciber-ataques um contra o outro e combater conjuntamente ataques tecnológicos que possam "desestabilizar a política interna e a atmosfera sócio-econômica", "causar desordem pública" ou " interferir em assuntos do Estado".

Além disso, o documento diz que os países também irão compartilhar informações de suas agências de aplicação da lei e "trocar conhecimentos sobre tecnologias para aumentar a segurança e infra-estrutura de informação".

O contrato é ótimo para a Rússia, que pretende se aproximar ainda mais dos países asiáticos e investir em defesas na internet. Já a China vê o acordo como um meio para melhorar a aplicação de suas leis que proíbem ciber-ataques e roubos pela internet. Os dois paísem já tem uma fama quando o assunto é censura na internet. Recentemente, o governo russo tomou uma decisão drástica e tornou ilegal a criação de alguns memes Rússia.

Alguém que deve estar preocupado com esse acordo são os Estados Unidos, que no começo do ano fez uma acordo com o Reino Unido, para simular uma ciberguerra e aumentar as defesas no país.

Fonte: Adrenaline

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Uma gangue russa de criminosos está na posse da maior coleção conhecida de senhas roubadas, nomes de usuários, endereços de e-mail e outras credenciais online. Essa é uma das piores coleções que uma quadrilha do crime pode ter exceto, talvez, por armamento pesado e bombas.

A Hold Security, empresa americana de pesquisa em segurança, diz que a gangue russa detém mais de 1,2 bilhão de pares login/senha e 500 milhões de endereços de e-mail. Eles teriam usado uma série de botnets para vasculhar a web, e coletaram mais de 4,5 bilhões de registros (porém muitos são repetidos, por isso há 1,2 bilhão de combinações únicas).

O New York Times consultou outros especialistas para obter mais informações, e o que eles descobriram é temeroso:

A pedido do New York Times, um especialista em segurança sem vínculo com a Hold Security analisou o banco de dados de credenciais roubadas e confirmou que ele era autêntico. Outro especialista em crimes de informática que havia analisado os dados, mas não foi autorizado a discuti-los publicamente, disse que algumas grandes empresas estavam cientes de que seus registros estavam entre as informações roubadas.

Mas só porque as empresas estão cientes não significa que elas já corrigiram o problema, nem que suas informações estão seguras:

“Os hackers não apenas tiveram empresas americanas como alvo, eles miraram em qualquer site que puderam, indo desde empresas da Fortune 500 a muito pequenos sites”, disse Alex Holden, fundador e diretor-chefe de segurança da informação na Hold Security. “E a maioria desses sites ainda estão vulneráveis.”

Parece que a gangue, com base no centro-sul da Rússia, tem homens na faixa dos 20 anos como membros e ainda não vendeu os dados. Em vez disso, a Hold Security acredita que eles usam os dados para enviar spam e ganhar dinheiro dessa forma.

Não é nada demais, até eles resolverem vender esse enorme banco de dados. A Hold Security está desenvolvendo uma ferramenta para as pessoas verificarem se os russos roubaram suas informações, mas até lá, eis o que você pode fazer: mude suas senhas e, se possível, seu nome de usuário também.

Fonte: Gizmodo

sábado, 25 de maio de 2013



A principal rede social da Rússia foi brevemente proibida por autoridades nesta sexta-feira, em um movimento caracterizado como um "erro", mas que ocorreu após a intensificação da pressão do governo sobre a empresa.
A VKontakte (www.vk.com), a maior rede social da Europa criada no continente, com 210 milhões de usuários registrados, foi colocada durante a noite em uma "lista negra" de sites impedidos de distribuição de conteúdo dentro da Rússia. Horas depois, a proibição foi suspensa.
O fundador da empresa, Pavel Durov, entrou em conflito com autoridades russas no passado por proporcionar um fórum de debate a ativistas da oposição, para organizarem protestos contra o presidente russo, Vladimir Putin.
"Isso aconteceu por engano", disse o porta-voz do órgão regulador das comunicações da Rússia, Roskomnadzor, Vladimir Pikov. "Nesse caso, alguém acionou uma configuração contra o endereço da rede social. O site foi retirado da lista e as restrições de acesso a ele foram suspensas."
Durov, 28 anos, fundou o VKontakte em sua cidade natal, São Petersburgo, em 2006, e seu sucesso na construção da rede - que atrai 47 milhões de usuários por dia, que se conectam para compartilhar notícias, opiniões e fotos - tem atraído comparações ao Facebook, de Mark Zuckerberg.
Durov se recusou a cumprir uma ordem do Serviço Federal de Segurança, sucessor da KGB da era soviética, para fechar páginas usadas ​​por ativistas para organizar protestos contra a eleição parlamentar de dezembro 2011, que deu a vitória ao partido governista Rússia Unida, de Putin.
"É um esforço meticuloso e metódico para trazer a rede sob o controle do Kremlin", argumentou o escritor de ficção científica e blogueiro Dmitry Glukhovsky, criador do videogame Metro 2033, à Reuters, nesta semana, sobre a pressão sobre o VK.
"É um recurso muito importante para permanecer independente dos ´siloviki´", acrescentou Glukhovsky, referindo-se aos aliados de Putin, que compartilham do passado no serviço de segurança do líder russo, e agora estão em ascensão política.

Fonte: Revista Info
Foto: Vida de Suporte
Subscribe to RSS Feed Follow me on Twitter!