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sexta-feira, 8 de maio de 2015


Tiversa, uma firma de cibersegurança norte-americana, está enfrentando a justiça depois de um dos seus ex-funcionários ter se tornado um delator de um esquema de fraude e extorsão que, segundo ele, vinha sendo praticado pela companhia. O caso citado como exemplo se refere a um problema recente que causou o fechamento de uma empresa médica dos Estados Unidos, a LabMD.
Segundo este ex-funcionário, chamado Richard Wallace, a Tiversa teria sido contratada pela LabMD para assegurar o sigilo de seus arquivos médicos e, usando de seu acesso privilegiado, teria conseguido acesso a um número deles. A Tiversa, então, teria entrado em contato com a sua cliente alegando que esses arquivos foram vazados por um hack, e exigindo um pagamento pelos seus "serviços" de ter detectado o incidente. Quando a LabMD se recusou a pagar, a firma de segurança digital foi mais longe ainda e ameaçou entrar em contato com a FTC (Federal Trade Comission), órgão regulatório de empresas nos EUA. A LabMD continuou se recusando a pagar e a Tiversa fez jus à ameaça. A FTC, então, por não ter a informação de que o hack havia sido forjado, culpou a LabMD por todo o problema, gerando uma briga legal que culminou no fechamento da empresa médica.
Agora que a Tiversa é a empresa no banco dos réus, o House Oversight Comittee se envolveu na briga. O comitê teria descoberto, e informado via carta, que a empresa de segurança "dedurou" aproximadamente 100 companhias para a FTC e agora será investigado quantos destes casos não seriam semelhantes ao que aconteceu com a LabMD. E isso são apenas os que a Tiversa efetivamente informou, porque não será possível saber quantas companhias optaram por pagar a extorsão.
A Tiversa, obviamente, nega todas as acusações e alega que Wallace é apenas um funcionário demitido querendo vingança.
"Isso é um caso exagerado de um empregado demitido procurando por vingança. A Tiversa recebeu múltiplos prêmios das autoridades da lei pelos nossos esforços contínuos em ajudá-los com atividades virtuais."
Bob Boback, CEO da Tiversa
Fonte: Adrenaline

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Um detento que estava na prisão por múltiplas acusações de fraude aparentemente voltou a usar seus velhos truques. Neil Moore, 28, obteve um celular ilícito, fingiu ser funcionário do tribunal e enviou um e-mail com instruções falsas de fiança para a equipe da prisão – e foi solto.

Segundo a BBC, Moore estava detido na prisão de Wandsworth, Reino Unido, por fingir ser funcionário dos bancos Barclays, Lloyds e Santander, convencendo organizações a lhe darem quase US$ 3 milhões.
Em sua artimanha mais recente, que um juiz de primeira instância descreve como “engenhosa”, Moore configurou um domínio web falso muito parecido com o endereço oficial do tribunal. Ele registrou o site falso em nome de um investigador; o endereço e detalhes de contato eram dos Tribunais Reais de Justiça.
Moore usou o domínio para enviar e-mails à prisão com instruções para a sua soltura. O engano foi descoberto três dias depois, quando procuradores foram entrevistar o detento, apenas para descobrir que ele não estava mais lá.
E onde está Moore? Bem, parece que ele se sentiu culpado, porque se entregou apenas três dias depois de descobrirem sua ausência. Ele será sentenciado em 20 de abril por oito crimes de fraude e uma acusação de fuga.
Fonte: Gizmodo
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