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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Informações vazadas incluem versão de roteiro do novo filme de 007 e ofensas raciais de executivos da indústria ao presidente Barack Obama.



A decisão da Sony Pictures de cancelar o lançamento do filme "A entrevista", uma paródia do regime totalitário da Coreia do Norte, depois de diversas redes de cinema nos EUA se recusarem a exibir a produção por medo de ameaças feitas por um grupo de hackers, é apenas mais um capítulo do drama iniciado pelo ataque cibernético ao estúdio no final do mês passado.
O grupo, auto-denominado Guardiões da Paz (GOP) - e que segundo os serviços de inteligência americanos está ligado a Pyongyang -, invadiu a rede de computadores e teve acesso a um grande número de informações confidenciais, incluindo segredos ligados às estrelas de Hollywood.
O GOP vinha vazando as informações periodicamente na internet. Na semana passada, porém, começou a fazer ameaças de ataques terroristas aos cinemas que exibissem o filme. Mas que segredos são esses?


1. Trama de novo 007 é revelada
No último fim de semana, a Sony Pictures anunciou que os hackers haviam vazado um versão do roteiro do novo filme do agente 007, "Spectre". Também vazaram comentários de executivos da Sony sobre o roteiro, inclusive críticas ao papel do vilão, que será interpretado pelo austríaco Christoph Walt. Os emails também revelaram a apreensão dos executivos com os custos de produção do filme, cujo orçamento é estimado em US$ 300 milhões.



2. Jennifer Lawrence é "mais barata" que colegas masculinos
Uma troca de emails entre Amy Pascal, vice-presidente da Sony, e colegas de outras empresas revelou que as atrizes Amy Adams e Jennifer Lawrence receberam um cachê menor que o dos três colegas masculinos com quem protagonizaram o filme "Trapaça" (2013). Apesar de ter um Oscar no currículo, Lawrence recebeu o equivalente a 7% dos lucros do filme na bilheteria, o mesmo que Adams, quatro vezes indicada para o prêmio. O valor é menor que os 9% reservados para Christian Bale, Bradley Cooper e Jeremy Renner.



3. George Clooney pede desculpa por fracasso
A correspondência eletrônica de Pascal também revela que George Clooney pediu desculpas à executiva depois da péssima recepção pela crítica ao filme "Caçadores de Obras-Primas , dirigido pelo galã. Em diversos emails para Pascal, Clooney praticamente implora pelo perdão da executiva e promete que vai compensar as críticas "com muito dinheiro para você". A promessa foi cumprida com o sucesso de bilheteria do filme, que arrecadou respeitáveis US$ 150 milhões ao redor do mundo.



4. Jolie e Di Caprio "detonados"
Pascal e o produtor Scott Rudin trocaram emails em que Rudin "detona" a atriz Angelina Jolie. O produtor considera que a atriz tem "um ego desmedido" e é uma "menina mimada com talento mínimo". Em outras mensagens, Pascal e Marc Gordon, produtor de um biópico sobre a vida do fundador da Apple, Steve Jobs, criticam Leonardo Di Caprio por seu comportamento "horrível" - o ator abandonou o projeto em outubro deste ano.
5. Executivos racistas
Pascal e Rudin tiveram que pedir desculpas publicamente depois que os hackers vazaram emails com uma piada racista envolvendo o presidente dos EUA, Barack Obama. Conversando sobre um evento da indústria cinematográfica a que o presidente compareceria, Pascal e Rudin especulam se o presidente americano teria mais interesse em filmes protagonizados por atores negros.
6. A guerra pelos "Caça-Fantasmas"
Em outubro foi anunciada a produção de um remake do filme Os Caça-Fantasmas, mas desta vez com um elenco feminino. Os hackers do GOP revelaram que Jennifer Lawrence, Emma Stone e Melissa McCarthy estão sendo sondadas para o projeto. Também veio à tona que o ator britânico Chaning Tatum apresentou um projeto rival para o remake.


7. Pseudônimos das estrelas
Muitas estrelas de Hollywood são conhecidas não pelos nomes de batismo, mas pelos artísticos. Atores e atrizes também usam pseudônimos para preservar sua privacidade, sobretudo quando fazem reservas em hotéis ou restaurantes. Alguns terão que inventar outros, já que os hackers "entregaram" essas identidades. Harry Lauder (Tom Hanks) e Lauren Brown (Natalie Portman), por exemplo.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Qualquer filme, desde de terror até ação, passando por policial e suspense, tem sempre um especialista em computação que normalmente invade algum servidor super protegido, ou um vírus destruindo sistemas inteiros ou outras ações relacionadas com computação. Os diretores mais precupados levam essa parte com um cuidado extremo, evitando mostrar a tela do computador que normalmente disviaria a atenção do plot principal. A realidade não é tão simples e bonita, sem falar que levam semanas para um ataque ser bem sucedido. Bons produtores administram essas características e conseguem contornar essa situação sem sofrer muitas críticas.

Hackers [1995]

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Os criadores desse filme evitaram mostrar o processo de invasão em boa parte do tempo. Eles apenas mostraram digitações e cliques frenéticos e alguns efeitos visuais, não mais que isso. Muitas das técnicas e invasões mostradas no filme são possíveis e o hacker do filme é um tanto quanto realista: Livros de Unix, senhas fracas e outros pontos chave claramente indicaram que o roteirista e o diretor gastaram um bom tempo estudando como hackear.

Live Free or Die Hard  [2007]

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O popular filme de ação, estrelando Bruce Willis, apresenta um monte de assuntos relacionados com cyber segurança e utiliza este tema como ponto principal do filme. Mas, algumas das façanhas mostradas no filme como obter acesso e controle total da rede de tv, controle de tráfego, e outros é até possível, mas infinitamente mais difícil e demorado do que mostrado. Outra coisa que não é bem assim na vida real é o fato de explodir alguma coisa remotamente. Existem alguns malwares que atacam grandes empresas nucleares, mas eles não irão fazer tudo explodir, principalmente quando o assunto é precisão em relação ao tempo.

Já falamos sobre este filme aqui!

007: Skyfall [2012]

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De um ponto de vista geek este filme é memorável graças a outro hack impossível de implementar, controlado remotamente que no fim explode com tudo, mas tem também a idéia de roubo de informações "top-secret" pela internet. Outro tiro no pé é o caso de manter o centro de operações hacker em uma ilha deserta. Na verdade não existe nenhuma vantagem em manter um datacenter isolado, na verdade é até pior, porque é mais fácil de ser rastreado, devido a quantidade de tráfego por pessoa. O melhor seria colocar esses servidores em locais super populosos, com a Asia por exemplo. A verdadeira segurança em dados está na criptografia, e não onde esses servidores estão.


Wargames [1983]

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Este é um filme bem antigo, mas adorado pelos geeks. A história involve jovens hackers que invadem um poderoso computador militar apenas para descobrir se ele tinha algum jogo. Em quanto jogavam os jogos, não perceberam que estavam de fato no mundo real e não em uma simulação de computador e estavam preparando mísseis que poderiam causar a Terceira Guerra Mundial. Esse filme aborda tópicos hackers da época, como wardialing, mas neste caso a palavra "wargames" estava sendo usada no modo literal.

A internet como sabemos foi criada e projetada para fins militares. Por mais inteligentes e incríveis que os jovens fossem, mesmo naquela época acredito que não seria tão fácil acessar um sistema desse e ainda por cima não ser detectado até os mísseis estarem preparados para o lançamento. As forças armadas (americanas principalmente) viram toda a evolução da internet, então hoje em dia eles provavelmente tenham um sistema 100% isolado e próximo disso em segurança.

Sneakers [1992]

Este filme foi criado pelas mesmas pessoas do filme "Wargames". Este envolve quebrar uma certa criptografia para obter alguns dados sigilosos. No filme, agências secretas de diversos países perseguiam esses dados, e sem dúvida que a NSA estava no meio. Este caso em específico é bem simples de desenvolver (NSA que nos diga). Outro ponto legal é a engenharia social que foi apresentada, também muito próxima da realidade.

Bourne Ultimatum [2007]

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Este é um caso raro. O filme de espionagem foi realmente aconselhado por consultores de segurança quando foi desenvolvido. Basicamente eles hackeiam alguns computadores para roubar documentos secretos. Sabemos muito bem que isso é possivel e até bem comum hoje em dia. Já a tela dos computadores tem coisas interessantes usadas pelos hackers para invadir o sistema, como por exemplo SSH, bash e o favorito de Hollywood o scanner NMAP.

The Matrix Reloaded [2003]

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A trilogia Matrix inovou em várias coisas, mas não no modo de tratar os hackers. Certamente usam muita coisa do mundo hacker, mas o maior defeito é aparecer tudo como mágica, como uma magia do Harry Potter. Os assuntos como "escapar do SandBox" que os personagens de Matrix exploram existe realmente, os malwares modernos precisam resolver isto para poder funcionar, por exemplo os exploits do Adobe Reader. Além disso temos novamente o NMAP.

Paranoia 1.0 [2004]

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Este filme está mais voltado para inteligência artificial, nanorobôs, conspirações e um pouco de hacking. Este não é um filme de Hollywood então neste caso a tradição do NMAP não foi usado, mas fui usado o código fonte de um antivirus chamado Viralator.

Tron [1982]

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Mais ou menos 20 anos de Matrix, onde vemos a primeira mistura de pessoas com computadores neste filme chamado Tron. Os seus criadores perceberam como os computadores vinham ficando populares. Basicamente esse filme mostra de um modo ingênuo como computadores funcionam, e mesmo assim se tornou um ícone sci-fi.

The Girl with the Dragon Tattoo [2009]

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Com belas cenas de hacking, usando o bom e velho NMAP o foco do filme é bem viável, basicamente levantar informações pessoais e seus segredos. Existem modos mais fáceis de fazer isso hoje em dia. Se você quer mesmo descobrir todos os segredos mais profundos de uma pessoa basta apenas roubar seu smartphone.

Temos aqui os mais clássicos do top 10 que o Blog da Kaspersky Labs  fez, que filme que você acha que ficou de fora? Opine nos comentários.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Você pode gritar “Me teletransporte, Scotty!” o quanto quiser: você só vai atrair um monte de olhares confusos de pessoas perguntando se você bateu a cabeça recentemente. Sim, é triste que dispositivos de teletransporte humano ainda não existam em 2013, e mesmo se eles existissem, o lag tremendo o tornaria pouquíssimo prático.
Essa é a realidade da ciência, que nem sempre bate com as nossas visões fantásticas de futuros fictícios, repletos de carros voadores e outras tecnologias improváveis. Em outras palavras, a realidade nem se compara ao que nós crescemos assistindo na televisão.
No entanto, isso não significa que Hollywood errou em tudo. Dê uma olhada ao seu redor e você verá algumas invenções que não apenas são boas, como algumas foram previstas por cineastas há décadas. Você pode traçar um paralelo, por exemplo, entre os gestos em Minority Report e a computação touchscreen e sensores controlados por movimento, como o Kinect. Quanto mais voltamos aos filmes antigos, mais interessantes ficam esses paralelos.
Junte-se a nós enquanto relembramos 15 filmes que, em sua maior parte, previram corretamente as futuras tecnologias em uso hoje.

movies future (2)
Computação vestível – De Volta para o Futuro II (1989)
A franquia De Volta para o Futuro acertou algumas coisas e errou em muitas outras; na primeira categoria, temos a computação vestível. Os óculos que você vê a família McFly usando à mesa de jantar servia como um precursor do Google Glass e até mesmo do Oculus Rift, e eles próprios estão apenas começando. Infelizmente, ainda não temos hoverboards voadores – pena!

movies future (3)
Scanner corporal – Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu! – 2ª Parte (1982)
Entre todos os percalços e situações bizarras vistos em Apertem os Cintos 2, um filme que você ou vai amar ou odiar, scanners que visualizam seu corpo inteiro, revelando partes nuas dos passageiros, pareciam tão bobos na época que eu não podia deixar de rir. Quase três décadas depois, ninguém achou engraçado quando a TSA, agência que cuida da segurança em transportes nos EUA, realmente implementou scanners corporais nos aeroportos americanos. Eles foram removidos.

movies future (4)
Carros que dirigem sozinhos – O Vingador do Futuro (1990)
Arnold Schwarzenegger fez o papel de Douglas Quaid, um funcionário de construção civil que não conseguia parar de sonhar com Marte e com uma de suas habitantes. O filme é uma exploração sci-fi da realidade virtual, mas uma cena que se destaca envolve táxis autônomos, conhecidos como Johnny Cabs. Hoje, o Google é um dos maiores defensores de carros autônomos, e agora existem três estados nos EUA onde os carros que dirigem sozinhos são permitidos por lei para fins de teste.

movies future (5)
Skype – 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)
A visão de Stanley Kubrick sobre nosso mundo moderno é assustadoramente precisa em vários aspectos, e poderíamos encher uma galeria inteira apenas com este filme. Claro, o videofone parece rudimentar para os padrões de hoje, mas o conceito subjacente é, inegavelmente, parecido com o Skype. O turismo espacial, a computação em tablet, e TVs pessoais embutidas em assentos de avião também apareceram no filme.

movies future (6)
Automação residencial – Amores Eletrônicos (1984)
Em Amores Eletrônicos, é homem contra máquina no início da era do PC, quando quase ninguém sabia nada sobre computadores. Isso explicaria por que pareceu tão assustador que um PC pudesse assumir a casa e controlar as luzes, trancar portas, e assim por diante. Nós já aprendemos a conviver pacificamente com os PCs, e a domótica (automação residencial) é uma coisa maravilhosa.

movies future (7)
Interface de toque – Minority Report: A Nova Lei (2002)
Houve tantas comparações das tecnologias da vida real com as retratadas em Minority Report que quase odeio ter que mencionar o filme mais uma vez, mas na compilação de uma lista como esta, é justo incluí-lo. Afinal, o filme previu com precisão que gestos e computação touchscreen seriam a norma, não a exceção. Vamos torcer que o policiamento preventivo não seja o próximo!

movies future (8)
Robôs militares – Um Robô em Curto-circuito (1986)
É fácil se apaixonar por Johnny 5, o robô engraçado do filme Curto-circuito. No entanto, ele foi construído com um assunto mais sério em mente – como um protótipo de robô militar. Agora temos os veículos terrestres não tripulados (UGVs) que podem operar de forma autônoma e sem o risco de se tornarem conscientes se forem atingidos por um raio. Equipe um deles com a Siri e você teria um Johnny 5 dos dias atuais.

movies future (9)
Viagem ao espaço – A Mulher na Lua (1929)
O homem só pousou na Lua em 1969, mas 40 anos antes, o filme mudo A Mulher na Lua mostrou como isso poderia ser. Havia um foguete multi-estágios, um frenesi da mídia no evento de lançamento, e uma contagem regressiva que antecedeu ao evento antecipado. Muito bom, Fritz Lang.

movies future (10)
Cirurgia assistida por robôs – Sleeper – O Dorminhoco (1973)
Woody Allen é um monte de coisas, mas não é um médico. No entanto, ele fingiu ser um em Sleeper, uma comédia que tenta trazer um olhar nostálgico para o futuro. Em uma cena, um computador falante oferece análise e sugestões durante a cirurgia. Muitos anos depois, não é incomum para os cirurgiões usar a robótica de controle remoto para ajudar em cirurgias.

movies future (11)
Smartphones/PDAs – Jornada nas Estrelas (1966)
Todo fã de Star Trek está familiarizado com o Tricorder, um dispositivo portátil que grava dados, analisa-os e faz varredura. Você sabe o que mais pode fazer essas coisas? Smartphones! Nós não estamos dizendo que eles sejam o mesmo dispositivo, é claro, mas dado tudo o que smartphones podem fazer e a grande variedade de apps disponíveis, o Tricorder é, em alguns aspectos, um precursor dos dispositivos móveis de hoje.

movies future (12)
Outdoors digitais – Blade Runner: O Caçador de Androides (1982)
Um passeio através da paisagem urbana em Blade Runner revela um mundo em que outdoors digitais são bem onipresentes. Nós não chegamos lá ainda, mas outdoors digitais são certamente mais comuns hoje do que na década de 1980. Quem mora em uma cidade grande (sem uma Lei Cidade Limpa!) talvez até veja um trailer de Blade Runner 2 em um outdoor digital, que já tem um roteiro que inclui vários dos personagens originais.

movies future (13)
Wardriving – Jogos de Guerra (1983)
Anos antes de a Internet se tornar algo conhecido e usado por todos, Jogos de Guerra ofereceu um vislumbre das ameaças em um mundo conectado, incluindo hackers, guerra cibernética e wardialing (usar um modem para criar uma lista de números de telefone funcionais), o que mais tarde levaria ao wardriving (dirigir por aí procurando por redes Wi-Fi). Jogos de Guerra também é o primeiro filme a usar o termo “firewall”.

movies future (14)
Robô aspirador – Os Jetsons (1962)
Não, nós não vamos para o trabalho em carros voadores nem comemos refeições inteiras em forma de pílula, mas várias tecnologias dos Jetsons estavam à frente de seu tempo. Havia bate-papo em vídeo, camas de bronzeamento artificial, o TeleViewer (semelhante a um iPad) e, claro, robôs aspiradores, um predecessor cartunesco do iRobot Roomba.

movies future (15)
Testes genéticos em casa – Gattaca – Experiência Genética (1997)
O mundo corporativo ainda não passou a usar testes de DNA no lugar de entrevistas de emprego, como retratado em Gattaca, nem um obstetra pode lhe dar um resumo de todas as doenças que o seu bebê recém-nascido pode ter, juntamente com uma expectativa de idade precisa. É possível, no entanto, pegar exames de DNA, como o 23andMe, para fazer em casa e obter uma lista dos seus riscos genéticos de saúde.

movies future (16)
Impressão 3D em casa – Mulher nota 1000 (1985)
Há uma conexão frouxa entre o filme de 1985 e a impressão em 3D, mas ela existe. No filme, dois adolescentes com hormônios em fúria criam a mulher “perfeita”, usando um computador e uma boneca Barbie de plástico. Usando uma impressora 3D atual, você também pode criar Kelly LeBrock em sua casa usando um computador e plástico. Ela só seria uma réplica, mas quem sabe o que será possível daqui a mais 28 anos.

movies future (17)
Siri – 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)
Sabemos que 2001 já foi mencionado nesta lista, mas o icônico robô HAL 9000 do filme facilmente merece seu lugar aqui. Para os fãs do filme, a frase “Sinto muito, Dave, temo que eu não possa fazer isto” vai para sempre retratar a ideia da maldade nos robôs. Assim como HAL, você pode conversar com o programa Siri, da Apple, se você tiver um iPhone. Esperemos que o aparelho da Apple não seja maligno também.

Fonte: Gizmodo

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O site noteloop criou um banco de dados com as melhores Interfaces dos softwares de filmes, comerciais, games e etc, como eles mesmos chamam de FUI (Fantasy User Interface).


Sempre que você vê um filme com aqueles painéis hi-tech não da uma vontade de ver mais detalhes e ver como aquilo funciona?

Agora você pode! Acesse o site e confira as mais variadas categorias e encontre seu filme, jogo, etc, favorito.
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