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terça-feira, 20 de outubro de 2015


Amigos leitores, nesse post venho atualizar o conteúdo relacionado ao Google Chrome presente na segunda parte deste artigo, logo não entrarei no mérito de extensões hoje pois já foi falado em outras partes do artigo.

Não deixe de ler também a parte 1, parte 2 e a parte 3.

O tutorial abaixo serve para o Chrome, Chromium (e possíveis derivados), em todos os sistemas operacionais, a partir da versão 44.

Lembre-se de que esse post deixará o navegador acima da média quando se trata de configuração correta. E que os passos 1, 7, 8, 10 e 12 são opcionais, porém garantem mais segurança.

Mudanças Básicas


Para começar vá em:

Menu (três traços horizontais, no canto superior direito) > Configurações

- Na aba que abrir:

1- Buscadores:

Clique em:

Google > DuckDuckGo

2- Clique em configurações avançadas

Privacidade:

3- Marcar: "Enviar uma mensagem de "Não me rastreie" junto..."

4- Clicar em Configurações de Conteúdo

- Na janela que abrir:

Cookies:

5- Marcar "Manter dados localmente até sair do navegador..."

Plugins:

6- Marcar "Deixe-me escolher quando rodar um plugin..."

Mais radical (e seguro)

OBS: Pode comprometer a usabilidade de alguns sites.

Mídia:

7- Marcar "Não permitir que sites acessem a câmera e o microfone"

Localização:

8- Marcar "Não permitir que sites saibam minha localização física"

9- Clicar em "Concluído"

- Na janela anterior:

Senhas e formulários:

10- Desmarcar "Habilitar o autopreenchimento de formulários web em um único clique"

11- Desmarcar "Oferecer a opção de armazenamento de senhas"

Downloads:

12- Marcar "Perguntar onde salvar os arquivos antes de baixar"

Sistema:

13- Desmarcar "Continuar executando aplicações após fechar o navegador"

14- Fechar a aba "Configurações" e fechar o navegador para garantir que tudo seja salvo.

Pronto!

Talvez você possa saber disso, entretanto muitos usuários não sabem, por isso essa informação deve ser divulgada.

Dúvidas e sugestões traga para nosso grupo no Facebook.

Até a próxima!

sábado, 9 de maio de 2015



Olá pessoas, vou falar hoje de segurança básica em roteadores domésticos, foi um pedido do amigo Natan de Oliveira no nosso grupo no Facebook.

Bem, vamos direto ao que interessa.

Acesso à área de administração do roteador


Já estando conectado no wi-fi


1-No linux


Abra o terminal e digite (sem a necessidade de ser o "super user"/root)

ifconfig

Algo parecido com o texto abaixo vai aparecer

maq02@maq02:~$ ifconfig
eth0      Link encap:Ethernet  HWaddr 00:00:00:00:7a:01 
          UP BROADCAST MULTICAST  MTU:1500  Metric:1
          RX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
          TX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
          collisions:0 txqueuelen:1000
          RX bytes:0 (0.0 B)  TX bytes:0 (0.0 B)

lo        Link encap:Local Loopback 
          inet addr:127.0.0.1  Mask:255.0.0.0
          inet6 addr: ::1/128 Scope:Host
          UP LOOPBACK RUNNING  MTU:65536  Metric:1
          RX packets:2100 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
          TX packets:2100 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
          collisions:0 txqueuelen:0
          RX bytes:325008 (325.0 KB)  TX bytes:325008 (325.0 KB)

wlan0     Link encap:Ethernet  HWaddr 00:25:d3:55:3b:77 
          inet addr:192.168.0.10  Bcast:192.168.0.255 Mask:255.255.255.0
          inet6 addr: f000::225:d3ff:fe55:7b77/64 Scope:Link
          UP BROADCAST RUNNING MULTICAST  MTU:1500  Metric:1
          RX packets:51712 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
          TX packets:33932 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
          collisions:0 txqueuelen:1000
          RX bytes:63872044 (63.8 MB)  TX bytes:4110935 (4.1 MB)

maq02@maq02:~$
Com os dados da tela acima, vemos que no wi-fi (wlan0) o IP é 192.168.0.10, logo, (caso não tenha sido alterado previamente) o IP do roteador é 192.168.0.1, porém pode ser que seja outro (eles variam de marca para marca), os mais comuns são:

192.168.1.1
192.168.1.100
192.168.1.200
192.168.0.1
192.168.0.100
192.168.0.200

O que não impede que no seu caso seja outro, para ter certeza (caso não tenha encontrado ainda, veja o manual do seu modelo específico que lá com certeza terá o IP padrão).

Também é possível achar o IP do roteador pelo gerenciador de rede da sua distro, clique no "sinal wi-fi" que está na barra de notificação do seu computador e depois em "Informações da conexão". O IP procurado é o que está em "Rota Padrão".


2-No windows

Pelo terminal


Mesmo procedimento do linux.


Pela central de central de compartilhamento


Vá até ela (provavelmente clicando no monitor que está na área de notificação do windows).

Ao ver a lista de conexões disponíveis, clique em "Status" e na tela que abrir, clique em "Detalhes" (uma aba a direita da "Geral"). Então pegue o endereço que estiver escrito em "Gateway" e anote (pode ser no bloco de notas).

Não conectado ainda no wi-fi


Conecte o router por uma de suas portas RJ45 e veja um dos procedimentos acima, é provável que ele esteja com o servidor DHCP ativado, logo só plugar o cabo e acessar a interface.


Com o IP em mãos


Vá até algum navegador (se puder usar o IE caso esteja no windows e o Firefox no linux) e entre no lugar das URL's o IP que foi encontrado no passo anterior. Você ira ser direcionado para a página de login, que pode ser

IP:80/admin
IP/login.php
IP/adm_login.php
IP:80
IP

Ou qualquer outra, pois varia de acordo com a marca (como disse antes, vá ao manual do seu roteador que o IP padrão certamente estará lá).

O login


Após acessar a página de administração e ativar os plugins (e controles activeX, caso esteja no IE), digite o usuário e senha. Provavelmente são os dados padrões do seu roteador caso seja a primeira vez que acessa, possíveis combinações seriam (usuário:senha)

admin:admin
admin:
admin:administrador
administrador:admin
admin:password
admin:senha
admin:admin123
admin:pass
admin:pwd
admin:123456
admin:12345678

Novamente recomendo que caso não esteja conseguindo entrar leia o manual do roteador pois como também disse antes essas informações estão lá.

A configuração


Antes de continuar, se não possui ou ainda não viu o manual do roteador vá pegá-lo ou baixá-lo (no site da fabricante) agora. Caso eu fosse falar de todas as marcas e modelos aqui faria uma coleção de livros e não um artigo, então recomendo fortemente a referência ao seu manual do usuário.

Para facilitar, vá direto ao índice do mesmo e procure pelos títulos/sub títulos que lhe convém.

Outra coisa, não mexa onde não sabe pois sua operadora/provedor realiza algumas configurações no seu aparelho e caso elas sejam alteradas podem acarretar problemas de conexão.

Com isso em mente, o que deve ser feito? Bem, vou tentar ser sucinto, fazendo uma lista.

Medidas simples (e mais recomendadas)


- Altere a senha do seu ponto

- Altere a senha padrão de entrada (aquela que você digitou para chegar aqui)

Evite usar sequências numéricas óbvias, nomes de pessoas, lugares, animais (inclusive domésticos), endereços, números de documentos e senhas muito pequenas. Procure misturar letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais, como exemplo: *s3nh4+m310+fr4c4.m4s+j4+v4l3!%

- Altere o SSID ("nome") da sua rede

Ao mudar o SSID evite ao máximo coisas como nomes de pessoas, lugares ou endereços. Ex's: "Joao", "rede do 302", "centro de sp", "casa da maria", etc.

- Ative o firewall do roteador (caso ainda não esteja ativado)

OBS.:Pode ser que configurações extras sejam necessárias futuramente


Caso disponíveis:


- Ative o filtro DDos/DOS

- Ative o filtro de Ping

- Altere o "range" de IPs do seu servidor DHCP

Ex: Se você tem 4 aparelhos (1 celular, 1 computador, 2 TVs Smart, por exemplo) que usarão a rede para que deixar mais de 200 IPs disponíveis? Na maior parte dos casos de redes domésticas, 20 IPs são mais do que suficientes para que ela não recuse aquele celular do seu amigo que veio lhe visitar, mas também não permita que a rua toda se conecte

Mudanças radicais (maior segurança, porém não são recomendadas em todos os casos)


- Deixar o SSID da rede invisível

Fazer isso ajuda mas não vai tornar impossível descobrir o nome de sua rede, já existem programas como o Air Crack  que possuem opções de exibir as rede wi-fi escondidas, ela se torna interessante se usada em conjunto com outras medidas.

- Ative o controverso filtro de MAC Adress

Muitos não confiam nele, pois hoje facilmente pode-se clonar um desses endereços e o estrago estará feito, mas caso não tenham muitos aparelhos chegando à todo momento na rede é uma opção interessante se usada junto à outras, pois ela somente não garante nada.

- Atualize o Firmware

Isso se aplica a aparelhos que já foram lançados a algum tempo, sempre verifique periodicamente o site do fabricante por atualizações recomendadas do firmware do aparelho e siga a risca as instruções do mesmo, pois um procedimento falho pode resultar num "brick" ("perda total", queima/má funcionamento) do equipamento.

Conclusão


Não é necessário ser refém de sua operadora/provedor para manter a segurança de uma wi-fi caseira, pois os procedimentos são muito simples e podem ser executados por quase qualquer um.

Até a próxima!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Nesse post estarei "dando uma luz" para quem usa o Apache como servidor web.

Ao instalar seus serviços web, o apache não cria o arquivo .htaccess em seu servidor, exceto se você está usando uma CMS (Sistema de Controle de Conteúdo, sigla em inglês) como por exemplo o WordPress ou o Joomla!.

Visualizando o arquivo no navegador


Para achar seu arquivo pelo navegador, digite na barra de endereços a URL:

http://seusite/.htacess

Substituindo "seusite" pelo link (URL) do seu site.

Dependendo das configurações do servidor, podem aparecer de muitas formas diferentes o seu conteúdo.

Acessando o .htaccess em servidores linux


Por padrão ele vem oculto dentro de /var/www/ do seu servidor, para ativá-lo entre no terminal e digite

sudo nano /etc/apache2/site-a-editar/default

Substitua "site-a-editar" pelo nome do diretório do seu site.

Se tudo correr bem, você deverá ver algo assim:

<Directory /var/www/>
                Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
                AllowOverride All
                Order allow,deny
                allow from all
 </Directory>

Salve o arquivo e depois reinicie o serviço web do seu apache digitando:

sudo service apache2 restart

Pronto, agora ele já está funcionando.

Editando o .htaccess em servidores linux


Você pode criá-lo por um editor de textos gráfico e salvá-lo como ".htaccess", tendo cuidado para que seja somente esse o nome do arquivo, sem extensões ou outras palavras e colocá-lo no servidor por meio de um upload.

Ou então no terminal digite

sudo nano /var/www/exemplo.com/.htaccess

Substitua "exemplo.com" para o nome do seu site no apache.

Alterando as permissões de autenticação


Usando o atributo "Authentication" podemos restringir o acesso a certas áreas do site. Usar o htaccess é mais efetivo que o apache2.conf pois este necessita de permissões especiais e muito mais conhecimento técnico.

Para que isso funcione bem, existe a necessidade de criar um arquivo chamado .htpasswd para que este seja o banco de usuários e senhas aceitas na autenticação. Para criá-lo recomendo que use um editor gráfico de texto.

A criação e edição do .htpasswd é muito fácil, após ter criado o arquivo, abra-o e coloque nele os usuários e suas respectivas senhas como exemplo:

joao:senhadeleaqui
maria:amo!minhamae
lucas:sacul2015

Não escreva mais nada nele e tenha cuidado para que cada usuário esteja em uma linha sozinho com sua senha e com entradas duplicadas (que podem causar "bugs" no sistema).

Caso necessite de criptografia para essas senhas, acesse este site aqui (em inglês) para que não ocorram erros nas configurações do arquivo de senhas.

Por razões de segurança, não coloque o arquivo .htpasswd no mesmo diretório do .htaccess.

Voltando ao .htaccess, adicione o código abaixo em seu arquivo para que o .htpasswd seja encontrado pelo servidor.

AuthUserFile /usr/local/nome-usuario-local/pasta-diferente-qualquer/.htpasswd
AuthGroupFile /dev/null
AuthName "Mensagem a ser exibida solicitando a senha"
AuthType Basic
Require valid-user

Substitua "nome-usuario-local" pelo nome do usuário do servidor local e "pasta-diferente-qualquer" pelo nome da pasta que escolheste para o arquivo .htpasswd . Ao lado de "AuthName" coloque a mensagem entre aspas que vai ser vista no navegador pelo usuário. Somente altere a segunda linha se for necessário, caso contrário deixe-a como está.

Não altere as duas últimas linhas, pois elas que vão tratar e filtrar os dados inseridos pelo usuário no navegador.

Pronto, agora o .htaccess está funcional e com um sistema básico de credenciais para acesso.


Alterando as páginas de erro padrão


Página de erro 404 padrão do apache
Você pode perguntar-se, "Por que eu faria isso? Elas não estão funcionando bem?". Sim, porém quando não muda-se as páginas padrão, elas exibem informações como a porta do seu servidor que está com o serviço httpd rodando, além de qual sistema operacional está rodando o apache (veja a imagem acima), então não é recomendável deixá-las padrão.

Para alterá-la é bem simples, vá até o .htaccess e adicione a seguinte linha

ErrorDocument 404 /new404.html

Substitua "404" pelo erro que deseja mudar e "/new404.html" pela página a qual deva ser exibida caso o erro ocorra. Não esqueça que cada redirecionamento tem de estar em uma linha sozinho.

Outro exemplo fictício:

ErrorDocument 404 /index.php
ErrorDocument 500 /index.php
ErrorDocument 401 /index.php
ErrorDocument 402 /index.php
ErrorDocument 403 /index.php

No exemplo acima, os erros foram redirecionados para a página principal do site.

Se quiser um guia completo de quais códigos numéricos de erro colocar no seu arquivo entre aqui na Wikipedia.

Bloqueando acesso a todas as pastas do servidor


Porque fazer isso? Para que evite que o usuário caia em páginas do tipo "index of /". Partindo do pressuposto de que seu servidor só precisa exibir páginas web, não é necessário deixar as pastas acessáveis externamente.

Fazer isso é bem simples, é só adicionar o código abaixo no arquivo .htaccess

Options All -Indexes

Pronto, as páginas do tipo "index of /" estarão inacessíveis pelo navegador.

Restringindo acesso a qualquer outro arquivo pelo navegador


Com o código abaixo colocado no seu arquivo .htaccess

<Files .htaccess>
Order Allow,Deny
Deny from all
</Files>

Substitua ".htaccess" na primeira linha pelo caminho do arquivo que quer bloquear.

Caso necessário, substitua a última linha por "Allow nome-usuario" (para liberar um usuário específico) ou "Allow valid-user" (para liberar qualquer usuário logado).


Dica extra


Uma ideia para bloquear o acesso remoto é bloquear qualquer arquivo de log, de backup e, caso seja da política da sua empresa, qualquer outro que não é para ser visto por ninguém, usando o código acima.

Já aviso que para cada arquivo vai ser necessário um novo bloco de código com o seu caminho, etc.


Conclusão


É possível que somente configurando corretamente o arquivo .htaccess a segurança do seu servidor seja aumentada drasticamente, principalmente contra as chamadas "dorks" e os script kiddies da vida.


Referências (em inglês)


http://stackoverflow.com/questions/11728976/how-to-deny-access-to-a-file-in-htaccess
http://httpd.apache.org/docs/current/howto/htaccess.html
https://www.digitalocean.com/community/tutorials/how-to-use-the-htaccess-file

Espero que tenha ficado claro e até a próxima pessoal.

"Grandes conhecimentos trazem grandes responsabilidades"

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

E ai!

Hoje vamos falar de mais um grupo de falhas do OWASP top 10. Novamente, se você não viu os outros configura na página "Guias"

Dessa vez vai ser algo fácil, o nome já diz tudo, erros de configurações de segurança.

A OWASP teve de criar uma categoria de erros de configuração e configurações default, porque são absurdamente comuns. Quantas vezes já vimos relatos de alguém ou algum grupo que rodou scans em todos os IP's da internet e encontrou milhões de painéis de login com credenciais default. Tanto é verdade que temos o Shodan, que é basicamente um motor de buscas para páginas e equipamentos vulneráveis na internet, sendo a maioria com problemas de segurança ou erros de configuração.

Neste ponto temos problemas bem simples tanto de explorar quanto de resolver. O primeiro deles é as senhas padrões. Praticamente todas as ferramentas, aplicações e dispositivos vem com um padrão de senha bem simples, algo como admin/admin ou similar. Isso é um problema, ja que nenhum sistema de proteção vai conseguir impedir que alguém entre com as credenciais padrão se estiverem ativas.

Outra coisa muito importante é as configurações gerais e de segurança padrões. Você instalar e configurar seu sistema operacional com todas as opções no padrão, o famoso "Next, Next, Finish", não apresenta grandes problemas, os sistemas para usuário final já estão começando a se ligar nisso e proteger o usuário, já que ele mesmo não faz isso. Mas para servidores isso não funciona muito bem, um servidor web configurado por padrão, ou qualquer outro, pode deixar aberto diversas brechas que permitem que um usuário mal intencionado use isso para acessar páginas que não tem acesso, obter informações, atacar diretamente o servidor e por ai vai.

Patchs de segurança não aplicados, ou aplicados sem nenhuma verificação também entram nesse grupo. Não atualizar suas ferramentas e serviços é um problema, acredito que vocês já devem saber isso, mas atualizar tudo sem olhar também pode causar problemas. Um patch de segurança pode corrigir uma falha e causar outras falhas. Sempre é bom ler atentamente o que o patch vai fazer no seu sistema e testá-lo em um laboratório antes de instalar, para evitar novas falhas. Outra coisa que é interessante é apenas instalar as correções para serviços que são usados. Por exemplo, você tem uma aplicação web no servidor e o pacote office está instalado lá. Se vier uma atualização para o a aplicação web deve ser testada antes e se nao causar nada ai sim instalar, mas se vier para o Office não é tão necessário, até porque é um servidor, ele necessita mesmo ter o Office? Caso a resposta seja negativa aproveite e ja remova todo software desnecessário da máquina.

E para finalizar, a maioria das instalações por Default e por má prática da maioria das pessoas, normalmente se usa políticas de black list, bloqueando ameaças a cada incidente onde elas ocorrem, o que muitos sugerem é o uso de white list, onde tudo é bloqueado e só é liberado o que é garantido que não pode causar problemas.

E era isso por hoje! :)

Agora com um pouco mais de tempo livre pretendo terminar o OWASP Top 10 ainda esse ano. Até o próximo!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Apesar do Ubuntu 13.04 ter sido lançado no final de abril, tivemos um
grande atraso no já consagrado tutorial de dicas para quem acabou de efetuar a instalação da nova versão doUbuntu. Mas, antes tarde do que nunca, aqui vai um aglomerado de dicas para você que está começando agora em terras Ubunteiras :-)

Habilite os espaços de trabalho e o ícone “Mostrar área de trabalho”

Por padrão, os ícones dos espaços de trabalho e de mostrar área de trabalho não estão disponíveis no lançador do 13.04. Para incluí-los basta acessar as Configurações do sistema, item Aparência, e na aba Comportamento marcar as opções “Habilitar espaços de trabalho” e “Adicionar ícone mostrar área de trabalho ao lançador”.
O que fazer após instalar o Ubuntu 13.04?

Instale o Google Chrome

Seu navegador padrão é o Google Chrome? Sem problemas, no Ubuntu é possível instalá-lo facilmente.
Após baixar, abra o arquivo e, posteriormente, clique em Instalar.

Instale o “Ubuntu restricted extras”

ubuntu-restricted-extras traz diversos pacotes que são usados comumente pelas pessoas, no entanto não vem pré-instalado devido a restrições de direitos autorais em alguns países. Ele inclui oAdobe Flash Player, fontes Microsoft TrueType e diversos codecs para reprodução de vários formatos de áudio e vídeo.
  • ubuntu-restricted-extras
  • Central de programas do Ubuntu
  • Vários
  • Instalar

Instale o VLC e a extensão VLsub

O Reprodutor de mídias VLC é um excelente player para reproduzir os seriados e filmes que baixou.
  • Reprodutor de mídias VLC
  • Central de programas do Ubuntu
  • VideoLAN Developers
  • Instalar
Aproveite também e instale o VLsub, uma extensão que permite pesquisar as legendas diretamente do VLC, sem a necessidade de perder aquele tempo varrendo a Internet pela legenda do filme ou seriado que desejas assistir.

Instale o codec para reprodução de DVDs criptografados

A reprodução de DVDs criptografados pode ser facilmente habilitada por meio da instalação de um pacote chamado libdvdcss2. Para instalá-lo, basta pressionar Ctrl+Alt+T (abre o Terminal) e digitar o comando abaixo.
gksu sh /usr/share/doc/libdvdread4/install-css.sh

Crie uma conta no Ubuntu One

O Ubuntu One é o serviço de nuvem pessoal do Ubuntu. Em outras palavras, ao se cadastrar no botão abaixo você ganhará 5,5GB de espaço para armazenar seus arquivos na nuvem, tornando possível acessá-los de qualquer lugar ou plataforma via Internet.
Depois de efetuar o cadastro no site, no lançador clique no ícone do Ubuntu One para configurá-lo no sistema.

Instale o plug-in do Google Hangouts

O plug-in do Hangouts permite fazer chamadas de vídeo e áudio por meio do Google Hangouts, o sucessor do Google Talk.
Após baixar, abra o arquivo e, posteriormente, clique em Instalar.

Instale o Skype

A última versão do Skype para Linux está disponível no repositório de parceiros da Canonical. Ou seja, após habilitarmos esse repositório será possível instalar o aplicativo de chamadas por meio daCentral de programas do Ubuntu.
Dentro da Central de programas, acesse o menu Editar > Canais de software.
O que fazer após instalar o Ubuntu 13.04?
Feito isso, na janela que abriu vá até a aba Outros programas, habilite a opção Parceiros da Canonicale clique em Fechar.
O que fazer após instalar o Ubuntu 13.04?
De volta a Central de programas, no campo de pesquisa digite skype e clique em Instalar.
O que fazer após instalar o Ubuntu 13.04?
Agora basta aguardar! Após o término da instalação o ícone do Skype aparecerá no lançador.

Instale o Netflix

O Netflix é um provedor de streaming de mídias sob demanda bastante conhecido no Brasil. Apesar de ter um catálogo um tanto reduzido, você pode assistir vários filmes e seriados com o serviço no conforto do seu sofá, e pagando uma taxa de mensalidade bem pequena.
Instalando o Netflix no Ubuntu via repositório PPA
Apesar da versão Linux não ser suportada oficialmente pela empresa, há uma
gambiara alternativa bastante simples usando o Wine. Para fazer a instalação, abra o terminal e digite o comando abaixo.
sudo apt-add-repository ppa:ehoover/compholio && sudo apt-get update && sudo apt-get install netflix-desktop -y

Instale o suporte ao zRam

O zRam é um módulo do kernel que permite ao Linux fazer mais uso da RAM quando o swapping ou a paginação forem necessários. Recomendado especialmente para laptops, virtualização, dispositivos embarcados e computadores com pouca memória.

Instale a plataforma de games Steam

Recentemente a plataformas de games Steam, mantida pela Valve, foi disponibilizada para Linux, trazendo diversos jogos para o mundo do pinguim.
Dentre vários títulos disponíveis, destacam-se os consagrados DotA 2Counter-Strike: Source,Counter-Strike 1.6Killing FloorPortalLeft 4 Dead 2 e Crusader Kings II.
O que fazer após instalar o Ubuntu 13.04?

Instale o GIMP

O GIMP é um excelente editor de imagens disponível para várias plataformas. No Ubuntu é possível instalá-lo facilmente por meio da Central de programas.
  • Editor de imagens GIMP
  • Central de programas do Ubuntu
  • The GIMP Development Team
  • Instalar
Depois de instalado é possível deixar o visual integrado em uma única janela habilitando a opçãoJanela > Modo de janela única.
O que fazer após instalar o Ubuntu 13.04?

Considerações finais

Este tutorial tem por objetivo mostrar o caminho das pedras para quem está começando a usar o Ubuntu. Após seguir estes passos, seu sistema estará pronto para uso no dia a dia. Espero que ele tenha sido útil :-)

Referencias: BR-Linux

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