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segunda-feira, 11 de maio de 2015



A Rússia e a China assinaram um acordo na sexta-feira(8) onde os países concordaram em não se hackearem no futuro e prestarem auxílio em casos de problemas com ataques cibernéticos.

Segundo o texto do acordo, postado no site do governo russo, as nações concordaram em não cometerem ciber-ataques um contra o outro e combater conjuntamente ataques tecnológicos que possam "desestabilizar a política interna e a atmosfera sócio-econômica", "causar desordem pública" ou " interferir em assuntos do Estado".

Além disso, o documento diz que os países também irão compartilhar informações de suas agências de aplicação da lei e "trocar conhecimentos sobre tecnologias para aumentar a segurança e infra-estrutura de informação".

O contrato é ótimo para a Rússia, que pretende se aproximar ainda mais dos países asiáticos e investir em defesas na internet. Já a China vê o acordo como um meio para melhorar a aplicação de suas leis que proíbem ciber-ataques e roubos pela internet. Os dois paísem já tem uma fama quando o assunto é censura na internet. Recentemente, o governo russo tomou uma decisão drástica e tornou ilegal a criação de alguns memes Rússia.

Alguém que deve estar preocupado com esse acordo são os Estados Unidos, que no começo do ano fez uma acordo com o Reino Unido, para simular uma ciberguerra e aumentar as defesas no país.

Fonte: Adrenaline

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Manuel VallsPrimeiro-ministro francês afirmou que proteção das informações dos usuários da internet deve ser uma prioridade
O primeiro-ministro da França Manuel Valls afirmou nesta segunda-feira (8) esperar que a União Europeia endureça as leis de proteção à privacidade na internet no continente.
Durante uma conferência em Paris, organizada pela agência francesa de proteção à informação, Valls afirmou que a França apoia uma regulação mais rígida que proteja a privacidade dos usuários de internet em toda a Europa.
A nova regulação, que está há alguns anos sob análise de um comitê do bloco europeu, deve ser colocada em votação no próximo ano.
"Não podemos permitir que a exploração de informações pessoais aconteça na ausência de qualquer regra", afirmou Valls. "Valores democráticos devem prevalecer no mundo digital. A lei deve ser aplicada."
Os comentários do primeiro-ministro francês seguem às recentes manifestações de autoridades europeias, que desejam diminuir a força das empresas de tecnologia americanas no continente.
Na semana passada, o governo do Reino Unido afirmou que pretende implantar uma tributação de 25% às empresas que supostamente "fogem dos impostos" ao se instalar no país. O tributo foi apelidado pela imprensa britânica de "taxa Google.”
O governo inglês também criticou as empresas de tecnologia por não fazerem o bastante para combater materiais que estimulem o terrorismo em suas plataformas.
Além disso, o Google está sendo alvo de um processo antitruste, movido pela União Europeia, em relação às atividades de seu serviço de busca no continente.
Manuel Valls afirmou que suas declarações se referem especialmente às empresas de internet que pressionaram governos nacionais a barrarem leis de proteção à informação em seus países.
"Essas empresas preocupadas com questões de privacidade — não preciso citá-las por nome, todos sabemos quais elas são — têm duas vezes mais usuários do que a Europa tem de habitantes", afirmou Valls. "Precisamos ter certeza de que temos as ferramentas para manter um equilíbrio de poder."
Fonte: INFO

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Mais de 50 organizações teriam sido atacadas ao longo dos últimos dois anos. Dez desses alvos são baseados nos Estados Unidos


Imagem Por Under-Linux.org

Ao longo dos últimos dois anos, um grupo hacker Iraniano teria comprometido computadores e infraestrutura de redes de 50 organizações espalhadas por 16 países. A lista de atacados contempla companhias aéreas, empresas de segurança e defesa, universidades, instalações militares, hospitais, aeroportos, empresas de telecomunicações, agências de governo e provedores de serviço de energia. 
Os ataques estão sendo chamados de Operation Cleaver e são creditados a um grupo de cibercriminosos a partir de Teerã. Os hackers utilizaram ferramentas públicas de ataque e exploração, além de programas específicos de malware criados por eles mesmos. Estima-se que pelo menos 20 cibercriminosos estejam envolvidos nas ações. 
“Descobrimos mais de 50 vítimas, com base em nossas investigações, distribuídas ao redor do mundo”, delimitou a empresa de segurança Cylane, em um relatório extenso divulgado na terça-feira (02/12). “Dez desses alvos são baseados nos Estados Unidos e incluem uma grande companhia aérea, uma faculdade de medicina, concessionárias de energia, uma montadora de automóveis e uma instalação militar”, detalha. 
Outras organizações atacadas foram identificadas no Canadá, China, Inglaterra, França, Alemanha, Índia, Israel, Kuwait, México, Paquistão, Qatar, Arábia Saudita, Coréia do Sul, Turquia e Emirados Árabes Unidos. 
A Cylance acredita que os ataques foram patrocinados pelo Irã, devido a complexidade da infraestrutura disponível e utilizada. O grupo de hackers iraniano foi apelidado do Tarh Andishan – algo que no inglês significa algo como “pensadores” ou “inovadores”
Não há, até o momento, evidências de que os hackers tenham conseguido sabotar alguma rede. Contudo, esse pode ser uma consequência e eventual retaliação por conta de ameaças contra o Stuxnet, Duqu e Flame, malwares que atacaram o país. 
“Talvez a informações ‘de gelar os ossos’ foram colegadas em campanhas de ataque segmentado a redes de transporte e sistemas de companhias aéreas e aeroportos na Coréia do Sul, Arábia Saudita e Paquistão”, indicam pesquisadores da Cylane. “O nível de acesso parecia onipresente: domínios de Active Directory foram totalmente comprometidos, bem como switches Cisco, roteadores e toda infraestrutura interna de rede”, acrescentou. 
De acordo com a empresa, os hackers conseguiram acesso completo a portões de aeroporto e sistemas de controle de segurança, que “potencialmente permitam falsificar credenciais em portões de embarque”. 
Os hackers do Tarh Andishan atacam a partir da injeção de SQLs comuns, phishing e ataques repetidos a brechas de segurança para ter acesso a um ou mais computadores de uma organização determinada. Depois dessa entrada inicial, abrem uma caixa de ferramentas para comprometer sistemas adicionais e aprofundarem-se na rede. O trojan “chave” do grupo se chama TinyZBot. 
Fonte:IDG NOW!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Campanha de espionagem virtual é detectada pela Kaspersky Lab
Nesta quinta-feira, 12, uma equipe de pesquisa de segurança da Kaspersky Lab publicou um relatório que detalha uma campanha ativa de espionagem virtual direcionada a "think tanks" sul-coreanas. 

De acordo com o relatório, a campanha chamada de Kimsuky, é limitada e altamente direcionada: segundo analistas técnicos, os criadores do ataque tinham como alvo 11 organizações sediadas na Coreia do Sul e duas instituições na China, incluindo o Instituto Sejong, o Instituto Coreano de Análises de Defesa (KIDA, Korea Institute For Defense Analyses), o Ministério da Unificação da Coreia do Sul, a Hyundai Merchant Marine e os Partidários da Unificação Coreana (The supporters of Korean Unification). 

Embora seu mecanismo de distribuição inicial ainda seja desconhecido, os pesquisadores da Kaspersky acreditam que, provavelmente, o malware Kimsuky é disseminado por meio de emails de phishing altamente localizados e tenha a capacidade de executar as seguintes funções de espionagem: keylogging (registro das teclas digitadas), coleta e listagens de diretórios, acesso remoto e roubo de documentos HWP (relacionados ao aplicativo de edição de texto sul-coreano do pacote Hancom Office, muito utilizado pelo governo local). 


Fonte: Kioskea
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